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Série B: rodada segue nesta segunda (14) com duelos de times ameaçados pelo rebaixamento

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A 28ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro apresenta, nesta segunda (14), 3 jogos entre times que estão no Z-4 ou próximo a ele; a exceção é o Vila Nova, integrante do G-6

Partida entre América-MG x Náutico/Mourão Panda / América

28ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro segue ativa nesta segunda-feira (14), com a bola rolando para três jogos. O Vila Nova é o único time do G-6 a entrar em campo, em duelo contra o desesperado Avaí, às 21h30, na Ressacada, em Florianópolis (SC).

Embalado pela vitória no clássico goiano sobre o maior rival Goiás, por 2 a 0, o Vila Nova se reabilitou na última rodada, chegando a 47 pontos, e não se desgarrou na briga pelo acesso direto. Dependendo dos tropeços dos concorrentes diretos, pode até voltar a figurar no G-2.

Do outro lado, o Avaí não vence há três jogos, sendo o último a derrota por 1 a 0 para o Fortaleza, fora de casa. Com 29 pontos, abre a zona vermelha, mas pode sair dela em caso de triunfo e tropeço do Botafogo-SP na rodada. O time paulista também atua nesta segunda-feira, quando recebe o Goiás, às 19h30, no estádio Arena Nicnet/Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP).

O Botafogo vive um jejum de cinco jogos, sendo os quatro últimos derrotas para Atlético-GO (3 a 0), Cuiabá (2 a 1), Náutico (1 a 0 ) e Novorizontino (3 a 1), estacionando com 31 pontos, sendo o primeiro time fora da zona de rebaixamento. O Goiás figura no meio de tabela, com 36 pontos, e chega para o confronto em princípio de crise, após perder o clássico goiano para o rival Vila Nova, por 2 a 0.

Por fim, às 19h30, o vice-lanterna América-MG, com 17 pontos, recebe o São Bernardo na Arena Independência, em Belo Horizonte (MG). Os mineiros vão para o segundo jogo seguido em casa, onde venceu na última rodada o Náutico, por 1 a 0, ganhando um respiro. Já os paulistas somam 35 pontos, e vem de derrota para outro time da zona de rebaixamento, o Londrina, por 2 a 1, em casa, se aproximando da briga pela permanência.

Informações do Estadão Conteúdo

Sucesso! Fenearte 2026 tem desfiles de moda, oficinas, transporte gratuito e shows de Marcelo Jeneci e Flaira Ferro; veja programação e serviços

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Investimento do Governo de Pernambuco para a edição deste ano foi de R$ 15 milhões. 

“São iniciativas como a Fenearte que nós precisamos continuar consolidando. Artesanato, arquitetura, mobiliário: tudo anda junto. É assim que movimentamos a nossa economia, valorizando o que Pernambuco tem de maisautêntico”.

Foi com essas palavras que a governadora Raquel Lyra abriu oficialmente a 25ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.

Ao lado da vice-governadora Priscila Krause, a gestora visitou estandes e cumprimentou artesãos, comerciantes e visitantes. Recepcionada ao som vibrante do xaxado do grupo Cabras de Lampião, de Serra Talhada, a governadora percorreu espaços como a Alameda dos Mestres e o tradicional Salão de Arte Popular Ana Holanda.

“Todo mundo está convidado para vir à Fenearte. Tenho certeza de que neste ano teremos recorde de público. Desta vez estamos abrindo um pouquinho mais cedo, para que tudo aconteça com tranquilidade. Nos próximos dias, Pernambuco se transforma na maior vitrine de artesanato da América Latina”, completou a chefe do Executivo estadual.

Com o tema “A Feira das Feiras”, a edição histórica da Fenearte presta homenagem às feiras livres do Estado, reconhecidas como ponto de partida de muitos mestres artesãos. O evento vai até o dia 20 de julho e reúne mais de 5 mil artistas, expositores e empreendedores, ocupando cerca de 700 espaços de comercialização, sendo mais de 300 voltados exclusivamente para artesãos pernambucanos. 
 
A presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), Ana Luiza Ferreira, destacou que a expectativa é superar os R$ 108 milhões de impacto econômico da edição passada. “Tivemos ano passado 320 mil pessoas circulando por aqui, e esperamos este ano bater esse número. Estamos falando de 5 mil artesãos, 700 espaços de comercialização. Enfim, é um evento que, de fato, enche os olhos e o coração da gente”, disse a presidente. 
 
Responsável pela curadoria da feira, Camila Bandeira reforçou a conexão do tema de 2025 com a origem de muitos artistas. “Escolhemos o tema ‘A Feira das Feiras’ para fazer homenagem a essa trajetória, essa memória da Fenearte. E também fazemos uma referência a todas as feiras livres que estão espalhadas por todo o nosso território”, disse. Lúcio Omena, diretor de conteúdo da feira, reforçou o papel afetivo e transformador do evento. “Esta é uma edição que comemora 25 anos de uma política de Estado. É algo para se celebrar muito no Brasil”, disse.
 Realizada desde o ano 2000, a Fenearte se tornou mais do que uma reunião e encontro plural de atores da nossa cultura popular, hoje ela é um símbolo de política pública que já faz parte da formação e imaginário popular de todos os pernambucanos. 
 
Quem se faz presente desde o início de tudo pode contar o que viu, viveu e ouviu. É o caso de Geralda Farias, artesã e ex-coordenadora do evento. Ela participa da Fenearte desde a primeira edição. “Eu guardo a Fenearte como um marco de luz na minha vida. Foram 25 anos de êxito, é um prazer enorme participar”, afirmou a artista. 
 
PERNAMBUCO MEU PAÍS – A programação cultural é um dos destaques da feira. Pela primeira vez, o evento conta com o Palco Pernambuco Meu País, com 70 apresentações de grupos e artistas ligados à cultura popular. “A cultura popular é o grande destaque desta Fenearte. Temos diversas linguagens reunidas: música, dança, economia criativa e artesanato, além de oficinas para crianças e espaços para toda a família”, destacou a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.
 
O presidente da Empetur, Eduardo Loyo, também ressaltou a importância da feira na mensuração de resultados turísticos. “A Fenearte lota os hotéis da Região Metropolitana do Recife. Nosso setor de pesquisa avalia o perfil dos visitantes e o impacto na economia. Ano passado já tivemos recorde de movimentação e esperamos bater novamente esses números”, explicou Loyo.
 
A feira também oferece serviços como o Espaço Cidadania, voltado para acolhimento de crianças de 4 a 13 anos enquanto pais e mães trabalham ou visitam o evento. Também há exposições imersivas e o espaço do Programa Pernambuco Artesão, uma parceria com o Sebrae que estimula a produção e capacitação dos artistas.
 
Além disso, também foi feito um investimento na segurança para o evento. Durante os dias de feira, 1342 profissionais de segurança pública estarão a postos para atender os visitantes por meio da Delegacia Móvel, ações do Alerta Celular. Haverá também vigilância por meio de drones e pela Plataforma de Observação Elevada, instalada na área externa do evento. 
 
Do interior de São Paulo, a artesã Isabel Ferrari participa pela primeira vez da feira e exibe bancos esculpidos em marchetaria. “É um reconhecimento enorme estar aqui. É muito bom conhecer os artistas que sempre admirei de longe e poder compartilhar meu trabalho com um público tão interessado”, relatou.

Planejamento Familiar

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VALE A PENA LER (@vale.a.pena.ler.2014) • Facebook

A discussão sobre esse tema oscila entre extremos: de um lado, os dogmas defendidos pela Igreja Católica, especialmente o preceito “crescei e multiplicai-vos”; de outro, um Estado brasileiro representado por políticos temerosos de enfrentar a questão com a seriedade necessária. Quando se fala em planejamento familiar, o debate ocorre de forma tímida e incompreensível.

Devido às radicalizações, uma questão objetiva tornou-se um problema complexo e de difícil solução, pois o Estado se omite de exercer sua soberania plena sobre um tema crucial para a sociedade.

A liberdade sexual tem resultado em um número crescente de jovens grávidas precocemente, formando famílias sem condições financeiras para se sustentarem. Essas gravidezes fortuitas evidenciam a falta de preocupação com doenças graves e contagiosas, que podem afetar as mães, os bebês e seus parceiros – incluindo o HIV/AIDS.

Como regra, essa juventude mal concluiu a 4ª série do ensino fundamental, tem dentes cariados ou sequer os tem, não possui convênio médico e, na maioria dos casos, está desempregada. Mesmo que alguns desses fatores sejam minimizados, a gravidez exige equilíbrio emocional e preparo psicológico para a criação de um filho.

Da mesma forma que algumas pessoas têm condições de ter quantos filhos quiserem, quem não possui recursos mínimos para se sustentar deveria evitar.

Além dos problemas individuais, surgem também impactos coletivos. Parte da sociedade – em especial a mídia – insiste em apontar a adoção como solução para o abandono de crianças. Mas a responsabilidade deve recair sobre os pais. São eles os únicos responsáveis. É mais racional, inteligente e econômico evitar filhos do que tê-los para condená-los à privação. Nenhuma política de adoção resolve o problema do abandono infantil: a cada dez crianças adotadas, outras duzentas vão para as ruas no dia seguinte. Essa necessidade psicológica de procriação precisa ser substituída por valores como estudo, lazer, prática esportiva, música, dança e outras atividades culturais.

Cabe ao Estado promover campanhas permanentes na mídia, especialmente na televisão e no rádio, informando de forma clara e objetiva sobre métodos contraceptivos. Além disso, deveria disponibilizar, para todos os cidadãos – independentemente de classe social –, preservativos, vacinas, pílula do dia seguinte e demais recursos existentes, bem como facilitar a realização da vasectomia e da laqueadura nos hospitais públicos, exigindo apenas a maioridade e a vontade da pessoa.

O Ministério Público deveria atuar com mais rigor, punindo o abandono material e intelectual de crianças – crimes previstos no Código Penal há mais de meio século. Enquanto abandonar filhos não trouxer consequências jurídicas significativas, a sociedade continuará assistindo à dolorosa cena de crianças sujas e descalças nos semáforos, dormindo em praças públicas e sofrendo todo tipo de abuso.

O enfrentamento do problema tem sido negligenciado pelo Estado, pela sociedade, pelas famílias e, principalmente, pelos próprios jovens. A ignorância se alia ao machismo arraigado, e quase nenhum pai ou responsável é penalizado pelo abandono dos filhos. Responsáveis diretos ou não, todos aceitam passivamente a perpetuação desse ciclo.

Sexo, sempre – na quantidade desejada por cada um. Mas fazer sexo jamais pode ser sinônimo de fazer filhos.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos – SP

Quando o agressor mora em casa: o desafio de proteger a infância no Brasil

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O Brasil enfrenta uma crise humanitária silenciosa que ocorre dentro de quatro paredes. Dados recentes do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania revelam um cenário devastador: as denúncias de violência infantojuvenil cresceram assustadores 120% em apenas cinco anos.

O salto de 73.635 registros em 2020 para 165.413 em 2025, monitorado pelo serviço do Disque 100, não é apenas um ajuste estatístico ou reflexo de uma maior propensão a denunciar; é o sintoma de uma sociedade que falha sistematicamente em proteger sua parcela mais vulnerável.

O ritmo de 2026 é ainda mais preocupante, com 115.814 denúncias registradas apenas no primeiro quadrimestre, indicando, conforme alertas da Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, que o teto histórico será novamente superado. A anatomia dessa violência é cruel. Das violações reportadas este ano, 32 mil referem-se a crimes sexuais, dado que encontra eco nas notificações do Ministério da Saúde/Sinan, que em estados como São Paulo chegam a representar 90% dos casos de violência física notificada, de acordo com análises do UNICEF Brasil.

O perfil das vítimas desenha uma tragédia de gênero e idade: a maioria é do sexo feminino, concentrada na faixa etária de 4 a 8 anos, segundo os registros epidemiológicos do Sinan. O dado mais perturbador, contudo, reside na origem da agressão. Longe de ser um perigo externo, o autor da violência é, em regra, uma pessoa de confiança: pais, padrastos e familiares próximos.

A casa, que deveria ser o santuário da infância, consolidou-se como o principal cenário de abusos, negligências e torturas físicas e psicológicas. Essa crise de violência apresenta múltiplas dimensões. Além do abuso sexual, a negligência e a exploração seguem destruindo o desenvolvimento cognitivo e emocional de milhões de jovens.

A reiteração desses crimes sob o teto familiar evidencia a fragilidade das nossas redes de monitoramento. Se o agressor é quem detém a guarda e o afeto da criança, o Estado e a sociedade civil precisam ser muito mais do que receptores de denúncias via disque 100; precisam ser agentes de busca ativa e prevenção primária, conforme preconizam as diretrizes do UNICEF Brasil para a proteção integral.

Para reverter este quadro, é imprescindível que o Brasil avance em duas frentes. Primeiro, na educação protetiva nas escolas: crianças precisam ser ensinadas, de forma lúdica e adequada à idade, a identificar toques inadequados e a diferenciar segredos saudáveis de ameaças.

Segundo, é urgente o fortalecimento orçamentário dos Conselhos Tutelares e das delegacias especializadas, pauta defendida pelo Senado Federal, garantindo que a denúncia resulte em punição efetiva e acolhimento psicossocial imediato.

Não podemos aceitar que o crescimento das estatísticas seja normalizado. Proteger a infância não é uma escolha política, é o requisito básico para a existência de um futuro minimamente civilizado.

  • Artigo de Joice Martins Diaz*. Joice Martins Diaz é Pedagoga e Mestre em Educação. Além disso, é professora e coordenadora dos cursos de Pós-graduação em Educação do Centro Universitário Internacional Uninter.

Ministro Dino dá 10 dias para Hugo Motta enviar documentos de emendas sob suspeita

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Segundo a decisão, a Câmara deverá encaminhar a documentação de forma individualizada e organizada por emenda

 /Foto: Rosinei Coutinho/STF

(Foto: Rosinei Coutinho/STF)

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o envio de ofício ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para que apresente, em prazo de 10 dias corridos, todos os documentos de tramitação interna das emendas parlamentares investigadas por suspeita de irregularidades e ingerência de verbas públicas.

Segundo a decisão, a Câmara deverá encaminhar a documentação de forma individualizada e organizada por emenda, para subsidiar a apuração de suspeitas de direcionamento ilícito e possível desvio de finalidade na destinação de recursos.

“Expeça-se ofício ao exmo. sr. presidente da Câmara dos Deputados, para que, no prazo corrido de dez dias, apresente todos os documentos de tramitação interna das emendas identificadas pela representação da autoridade policial, de modo individualizado e organizado por emenda”, determina Dino.

A determinação vem porque os investigadores da Polícia Federal responsáveis pela Operação Transparência suspeitam que ex-deputado Eduardo Cunha e o presidente do PL e ex-deputado, Valdemar Costa Neto, utilizavam uma operadora dentro da Câmara dos Deputados para influenciar a destinação de emendas parlamentares.

No despacho, o ministro determinou a intimação da Câmara, da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Controladoria-Geral da União (CGU) para cumprimento, em suas esferas de competência, da suspensão imediata da execução de despesas públicas ligadas às emendas indicadas pela autoridade policial, em qualquer fase (empenho, liquidação ou pagamento).

A decisão prevê que, após a efetivação das medidas de indisponibilidade patrimonial, seja levantado o sigilo do despacho.

“Pix pensão”: o que muda com o projeto aprovado pelo Congresso?

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Por Marcelo Santoro Almeida, professor de Direito de Família da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio

Senado aprova criação do “Pix Pensão” para pagamento automático de pensão alimentícia

A aprovação do Projeto de Lei nº 4.978/2023 pelo Congresso Nacional representa um importante avanço na busca por maior efetividade no pagamento da pensão alimentícia. Embora tenha ficado conhecido popularmente como “Pix pensão”, a proposta vai muito além da utilização do sistema de pagamentos instantâneos. Seu verdadeiro objetivo é criar um mecanismo que torne mais eficiente o cumprimento de uma das obrigações mais relevantes do Direito de Família: garantir os recursos necessários para a subsistência de quem depende dos alimentos.

Atualmente, quando a pensão não é paga espontaneamente, o credor precisa recorrer ao Poder Judiciário para promover a execução da dívida. Em muitos casos, o atraso se prolonga por meses, comprometendo despesas essenciais como alimentação, moradia, educação, saúde e vestuário. Trata-se de uma situação que atinge justamente quem mais necessita de proteção: crianças, adolescentes e outras pessoas em situação de vulnerabilidade.

O projeto aprovado busca enfrentar esse problema ao permitir que o juiz determine o desconto automático da pensão diretamente das contas bancárias do devedor, independentemente de ele possuir vínculo empregatício formal. Hoje, o desconto em folha funciona relativamente bem para empregados celetistas e servidores públicos, mas grande parte dos devedores exerce atividade como profissional liberal, empresário, autônomo ou trabalhador informal, dificultando a efetividade da cobrança.

Com a nova sistemática, o cumprimento da obrigação alimentar poderá se tornar mais célere, reduzindo a necessidade de sucessivas execuções judiciais e proporcionando maior segurança para quem depende da verba alimentar para sobreviver. É importante destacar, contudo, que a medida ainda não está em vigor. Apesar de aprovada pelo Congresso Nacional, a proposta ainda depende da sanção do Presidente da República para se transformar em lei. Após a sanção, haverá a publicação oficial e, conforme o texto legal, sua entrada em vigor ocorrerá na forma prevista na própria lei.

Além disso, será necessária a implementação prática do novo sistema pelos órgãos responsáveis e pelas instituições financeiras, de modo que o mecanismo de desconto automático possa funcionar de maneira segura, eficiente e em conformidade com as determinações judiciais.

A iniciativa merece destaque por fortalecer a proteção dos vulneráveis, princípio que orienta todo o sistema jurídico brasileiro. Não se trata apenas de facilitar a cobrança de uma dívida, mas de assegurar o direito fundamental à alimentação, à dignidade e ao desenvolvimento de crianças e adolescentes. Também merece atenção o impacto positivo para milhares de mulheres brasileiras. Embora a obrigação alimentar recaia igualmente sobre pais e mães, a realidade demonstra que são elas, na imensa maioria dos casos, as responsáveis pela guarda cotidiana dos filhos e, consequentemente, quem enfrenta as dificuldades decorrentes do inadimplemento da pensão. Tornar o pagamento mais eficiente significa reduzir inseguranças financeiras e proporcionar maior estabilidade às famílias monoparentais chefiadas por mulheres.

Caso a sanção presidencial ocorra, as pessoas que já possuem pensão alimentícia fixada judicialmente poderão procurar um advogado de sua confiança ou, se não tiverem condições financeiras, a Defensoria Pública, para avaliar a possibilidade de requerer ao juízo competente a adoção do novo mecanismo de desconto automático, nos casos em que ele for cabível.

Mais do que uma inovação tecnológica, o chamado “Pix pensão” representa um passo importante para tornar efetivas decisões judiciais que, muitas vezes, permanecem apenas no papel. Afinal, uma sentença que fixa alimentos somente cumpre sua finalidade quando o valor devido chega, de forma regular e pontual, às mãos de quem dele necessita para viver com dignidade.

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Docente da Univasf lança livro sobre a influência dos Estados Unidos no Nordeste brasileiro durante a Guerra Fria

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“O Arabella Moderno: a Aliança para o Progresso no Nordeste e a busca dos EUA pelo ‘século americano’ (1960-1964)” é o título do livro do professor Pedro Carvalho Oliveira, docente do Colegiado de História da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), lançado neste ano. A obra resulta de uma pesquisa desenvolvida ao longo de vários anos e investiga as relações entre Brasil e Estados Unidos nos primeiros anos da década de 1960, período marcado pelas tensões da Guerra Fria.

A pesquisa teve origem durante o doutorado do autor, quando ele teve acesso a uma extensa documentação diplomática produzida por agentes da política externa norte-americana que atuavam na região. Segundo Oliveira, os documentos revelam o acompanhamento realizado pelo governo dos Estados Unidos sobre a situação política e social do Nordeste em um período marcado por tensões internacionais.

“Os representantes do governo dos EUA monitoravam ações políticas nordestinas, pois estavam preocupados que a difícil situação econômica da região pudesse gerar levantes revolucionários. No contexto das tensões causadas pela Guerra Fria, isso era motivo de grande preocupação para a política externa dos EUA”, explica.

O livro discute como essa percepção levou à formulação de políticas de investimento voltadas para o Nordeste, especialmente por meio da Aliança para o Progresso, programa criado pelo governo norte-americano para promover o desenvolvimento econômico e social na América Latina. A obra investiga onde esses recursos foram aplicados e quais foram seus efeitos na região.

De acordo com o autor, um dos diferenciais do estudo é destacar a centralidade do Nordeste nas relações entre Brasil e Estados Unidos naquele período. “O Nordeste se tornou fundamental para o trato dos EUA com o nosso país. Berço das Ligas Camponesas, era visto como uma região propensa à sublevação popular, o que poderia comprometer os interesses dos EUA no Brasil”, afirma.

O acervo consultado pelo docente reúne mais de duas mil páginas de registros produzidos pelo governo norte-americano sobre o monitoramento da região. Segundo Oliveira, a obra contribui para os estudos sobre história política, relações internacionais e desenvolvimento regional, ao examinar as conexões entre os interesses geopolíticos dos Estados Unidos e as transformações econômicas e sociais ocorridas no Nordeste brasileiro durante os anos 1960.

O livro pode ser adquirido gratuitamente no site da editora da Universidade de Pernambuco.

Moto Chico 2026. Veja a programação para este domingo de encerramento(12)

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A cidade de Petrolina está sendo palco de mais uma edição do Moto Chico, um dos maiores encontros de motociclistas do Nordeste. Em sua 25ª edição, o evento estar  reunindo apaixonados pelo motociclismo de várias regiões do país.

Com apoio da Prefeitura de Petrolina, o Moto Chico vai além do entretenimento e contribui para o fortalecimento da economia do município. O encontro movimenta a rede hoteleira, bares, restaurantes, comércio e diversos prestadores de serviços, atraindo milhares de visitantes durante os quatro dias de programação.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação participa do evento com um stand voltado à promoção do destino Petrolina. Durante a programação, estão sendo distribuídos guias turísticos da cidade e materiais informativos, além de orientações para turistas e moradores sobre os principais atrativos turísticos do município.

Confira a programação:

Domingo – 12/07

7:00h – Despedidas aos Motociclistas

14:00h – Som Mecânico

18:00h – Encerramento Oficial – Moto Chico 2026

*Programação sujeita a alteração.

Morre cantor e compositor Peppino di Capri, do sucesso ‘Champagne’, aos 86 anos

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Informação foi divulgada nas redes sociais do artista; apesar de estar afastado dos palcos por motivo de doença, a causa da morte não foi divulgada

Cantor veio algumas vezes ao Brasil/Reprodução/Rede Social

O artista deixa três filhos: Arrigo, conhecido como Igor, fruto de seu primeiro casamento com Roberta, além de Edoardo e Dario, ambos do casamento com Giuliana Gagliardia.

Seis décadas de carreira

Com mais de 500 músicas gravadas, Peppino ajudou a moldar a música romântica e o easy listening internacional misturando rock, twist e tradição napolitana. Ao longo de mais de 60 anos de carreira, consagrou-se como um embaixador do romantismo italiano, e colecionou sucessos como “Champagne”, “Roberta”, “E mo e mo”, “Let’s Twist Again”, “St. Tropez Twist”, “Nessuno al Mondo”, “Voce”, “Amare di Meno” e “Il sognatore”.

O artista visitou o Brasil em diversas turnês, sempre com ingressos esgotados, como em 2015 e 2017. Sua popularidade por aqui se deve em grande parte graças ao hit “Champagne”, que foi regravado por Roberto Carlos e se tornou um dos maiores sucessos internacionais do Rei.

Giuseppe Faiella nasceu em Capri, no dia 27 de julho de 1939. Criado em uma família de músicos, desde cedo demonstrou talento para a arte. Começou a tocar piano ainda criança e, com quatro anos, já se apresentava para soldados americanos na ilha.

Após cinco anos de estudos clássicos, Peppino tentou a chance no rock, como quase todo jovem cantor da epoca. Em 1958, ao lado de sua banda The Rockers, estourou nas paradas com o álbum de estreia que trazia clássicos como “Nun è Peccato” e seu primeiro grande sucesso, “Malatia”.

Nos anos seguintes, ele se tornaria o rei do twist na Itália e emplacaria sucessos estrondosos como “Roberta” e “Luna Caprese”. Na década de 1960, o auge da sua carreira, chegou a dividir o palco com os Beatles durante a turnê italiana da banda britânica, em 1965.

Em 1973, Peppino lançou o sucesso internacional “Champagne”. A balada nostálgica, que conta a história de um homem que brinda a solidão e celebra o fim de um amor proibido, tornou-se praticamente o seu hino oficial do artista.

Peppino participou 15 vezes do Festival de Sanremo, o palco mais importante da música italiana. Foi campeão duas vezes, “Un Grande Amore e Niente Più” (1973) e “Non Lo Faccio Più” (1976).

Peppino fundou sua própria gravadora (Splash), compôs trilhas sonoras e lançou projetos orquestrais aclamados, como o álbum Magnifique with Orchestra, refinando clássicos napolitanos e internacionais.

Em 2018, celebrou 60 anos de trajetória na música e, em 2023, foi laureado com o Prêmio de Carreira durante o Festival de Sanremo. Um ano depois, porém, viria a perder a esposa Giuliana, às vésperas de seus 80º aniversário.

A arte de Peppino também foi eternizada nas telas. Em 2025, foi lançada a cinebiografia ‘Champagne”, dirigida por Cinzia TH Torrini e estrelada por Francesco Del Gaudio. Sua última aparição nos palcos aconteceu há cerca de um ano, durante uma noite em sua homenagem, quando cantou com a banda Capri Rockers, liderada por seu filho Edoardo.

“É apoio a projetos, não à pessoa”, diz João Paulo sobre aproximação com Raquel Lyra

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O deputado estadual João Paulo defende uma postura republicana diante da polarização e sustenta unidade no PT

João Paulo (PT), deputado estadual/Rafael Viera/DP Foto

A aproximação do deputado estadual João Paulo (PT) com a governadora Raquel Lyra (PSD) tem sido alvo de críticas internas e externas. Em entrevista exclusiva ao Diario de Pernambuco, o parlamentar defendeu o que ele chama de postura “republicana” e “democrática”, justificando a presença em algumas agendas e entregas da gestora estadual não como alinhamento político-partidário, mas como compromisso com o desenvolvimento de Pernambuco.

“A crítica é importante, é um instrumento científico de trabalho. Mas, eu não vou deixar de cumprir o meu papel que o povo de Pernambuco me delegou”, ressaltou. Segundo João Paulo, a sua atuação como parlamentar não pode negligenciar a colaboração institucional quando o foco é o benefício da população.

Ao Diario, o deputado citou o investimento em obras de contenção de encostas e infraestrutura em Jardim Monte Verde, no município de Jaboatão dos Guararapes, cuja prioridade no território ultrapassa a disputa eleitoral.

“Ela é governadora. Isso não é apoio a Raquel, é apoio àquele projeto. Ali morreram 43 pessoas e foi dedicada uma obra de R$ 43 milhões, que salvou vidas. Eu não teria como não participar de uma iniciativa dessa e participarei de outras que tenham, essencialmente, recursos federais ou que sejam de interesse público”, frisou.

Ainda sobre a governadora, João Paulo observa um discurso de neutralidade quando o assunto é apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Contudo, ele não descarta uma aproximação com o governo federal. Para ele, os avanços no estado, mediante incentivos federais, são dados concretos e que não devem ser ignorados. “Há sinalizações. Ela [Raquel Lyra] não tem como negar esse apoio”, disse, referindo-se aos feitos do presidente em Pernambuco.

Disputa em Pernambuco

O deputado minimiza as divergências e garante que o Partido dos Trabalhadores está coeso. “Nesse momento de polarização, o partido está 100% unido”, assegurou. Ao ser questionado sobre a aliança PT e PSB, João Paulo salienta que a formalização do apoio do presidente Lula à pré-candidatura de João Campos (PSB) faz parte de uma estratégia.

“A declaração de Lula está em função da decisão nacional do partido, que é garantir o PSB na vice-presidência e outros acordos nacionais em função da reeleição do presidente”. No pleito estadual, ele aponta um cenário acirrado. O parlamentar relembrou as pesquisas, mas pondera que elas são um recorte do momento e não definidoras.

“João vinha liderando com uma folga muito grande. Com a saída dele da prefeitura e o crescimento de uma oposição da direita, além da governadora com grandes entregas, trouxe um resultado um pouco mais favorável pró-Raquel. O cenário de hoje é apertado, mesmo com essa pouca vantagem da governadora segundo as pesquisas mais confiáveis. No entanto, as pesquisas são uma foto de determinado momento”.

Reeleição de Lula no primeiro turno

Na conjuntura nacional, João Paulo analisa que a reeleição do presidente Lula deve ser no primeiro turno e que o cenário se tornará mais difícil em uma eventual disputa no segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), o qual ele se referiu como “traidor da pátria”.

“O cenário mais difícil para Lula é ir para o segundo turno. Nós não estamos falando, agora, apenas de uma disputa política; estamos falando de um traidor da pátria. Então, só de pensar no traidor da pátria, o Flávio Bolsonaro, passar para o segundo turno, é de você pensar qual o nível de conscientização da nossa nação. Por isso, dentro das minhas projeções, acho que a possibilidade é de Lula ganhar no primeiro turno”.(Informações do ´Diário de Pernambuco)Faltam três meses para as Eleições 2026: confira as datas mais importantes do calendário eleitoral - Amirt

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Vereadora Liana Cirne denuncia mais 37 municípios ao MPPE, TCE e MPT por descumprimento do piso dos professores contratados

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Liana Cirne denuncia 37 municípios por suposto descumprimento do piso dos professores - Blog da Folha - Folha PE

A vereadora do Recife e professora de Direito da UFPE, Liana Cirne (PT), protocolou, na última quinta-feira (9), 37 novas representações contra municípios pernambucanos por descumprirem o Piso Salarial Nacional do Magistério em relação aos professores contratados temporariamente.

As denúncias foram encaminhadas ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE), ao Ministério Público do Trabalho da 6ª Região (MPT-6) e ao Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), e apontam uma série de possíveis irregularidades na política de contratação e remuneração dos profissionais da educação.

Nas representações ao Ministério Público do Trabalho, Liana solicita a instauração de procedimentos investigatórios para apurar as condições de contratação dos professores temporários, o cumprimento do piso salarial nacional previsto na Lei Federal nº 11.738/2008 e o respeito ao entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal no Tema 1.308 da Repercussão Geral, que assegura a aplicação do piso também aos profissionais contratados temporariamente.

“Além de não pagar o piso, em muitos municípios, os professores contratados convivem com vínculos precários, contratos sucessivos, ausência de férias, décimo terceiro e outras práticas que desvalorizam quem está diariamente em sala de aula. Estamos acionando todos os órgãos competentes para garantir que a lei seja cumprida e que esses profissionais tenham seus direitos respeitados”, afirma Liana Cirne.

Os documentos também requerem a investigação de eventuais atrasos salariais, a celebração de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) e, caso as irregularidades sejam confirmadas, o ajuizamento de Ações Civis Públicas para garantir os direitos coletivos dos profissionais da educação.

Já nas representações encaminhadas ao Tribunal de Contas do Estado, a parlamentar pede a realização de auditorias e inspeções para verificar não apenas o pagamento do piso, mas também possíveis violações de direitos trabalhistas, como férias, décimo terceiro salário e recesso remunerado.

Outro ponto destacado é a prática de sucessivas contratações e rescisões de professores temporários, que, segundo as denúncias, pode caracterizar fracionamento artificial dos vínculos de trabalho, prejudicando o acesso dos profissionais a direitos trabalhistas. Por isso, Liana solicita a concessão de medida cautelar para determinar que os municípios interrompam essa prática enquanto as investigações estiverem em andamento.

As representações ao Ministério Público de Pernambuco também pedem a apuração da política de contratação dos profissionais da educação e dos impactos dessas práticas na continuidade do serviço público e na qualidade do ensino. Além disso, requerem a adoção de medidas extrajudiciais, como a celebração de TACs, e, se necessário, o ajuizamento de ações judiciais para assegurar a valorização dos profissionais da educação e a efetivação do direito fundamental à educação de qualidade.

Esta é a segunda grande leva de representações protocoladas pela parlamentar. Com as novas denúncias, chega a 52 o número de municípios pernambucanos denunciados por irregularidades relacionadas ao pagamento do piso nacional do magistério e às condições de trabalho dos professores contratados.

Confira a lista de cidades:

1. Cabo de Santo Agostinho

2. Paulista

3. Timbaúba

4. Camutanga

5. Carpina

6. Escada

7. Ribeirão

8. Catende

9. Gameleira

10. Vitória de Santo Antão

11. Glória do Goitá

12. Bezerros

13. Cumaru

14. Passira

15. Santa Cruz do Capibaribe

16. Taquaritinga do Norte

17. Santa Maria do Cambucá

18. Frei Miguelinho

19. Surubim

20. São Caetano

21. Buíque

22. Panelas

23. Bom Jardim

24. Garanhuns

25. Calçado

26. Sertânia

27. Custódia

28. Verdejante

29. Petrolândia

30. Angelim

31. Lagoa do Carro

32. Gravatá

33. Xexéu

34. Itacuruba

35. Água Preta

36. Iati

37. Jaqueira

Entre gols, brincadeiras e novos sonhos: Programa Areninha avança e Petrolina prepara mais duas entregas

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O melhor indicador de que o ´Programa Areninha Petrolina` está no caminho certo é a ocupação dos espaços pela criançada. As quadras, que rapidamente se transformaram em cenário de partidas, brincadeiras e integração, já fazem parte da rotina de estudantes e comunidades. Com a aprovação de quem mais utiliza esses equipamentos, a Prefeitura de Petrolina mantém o ritmo acelerado das obras e prepara a entrega de mais duas unidades.

Após a inauguração da terceira areninha, instalada na Escola Municipal Estevão Rodrigues, no distrito de Rajada, as estruturas de Bebedouro e Dom Avelar entram na fase final de execução. Com essas entregas, previstas para os próximos dias, o município passará a contar com cinco areninhas concluídas em escolas da rede municipal.

Com investimento de quase R$ 5 milhões, o Programa Areninha Petrolina contempla a construção de 23 equipamentos esportivos, ampliando o acesso ao esporte, ao lazer e à convivência comunitária em diferentes regiões do município. As primeiras unidades foram entregues na Escola Municipal Ricardina Ferreira, no N-11, e na Escola Municipal Maria Odete Sampaio, no Jardim São Paulo.

As obras são realizadas por lotes, estratégia que imprime maior celeridade aos serviços e garante o avanço simultâneo das intervenções em várias localidades. Além das unidades já entregues e em fase de conclusão, o programa contemplará as comunidades da C-3, N-01, R-4, Ouro Preto, São Gonçalo, Assentamento Água Viva, Vila das Imbiras, Areia Branca, Jardim Amazonas, N-07, João de Deus, Vale do Grande Rio, Cohab VI, Alto da Boa Vista, Cohab Massangano e Nova Petrolina.(Ascom)