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Metade dos pequenos negócios investe em propaganda paga na internet

Estudo do Sebrae mostra também que a ferramenta digital preferida dos empreendedores é o WhatsApp, seguida pelo Instagram, que ultrapassou o Faceboo

Metade dos pequenos negócios investe em propaganda paga na internet

Quase metade dos micro e pequenos empresários (48%) já pagou para fazer propaganda nas redes sociais ou em outros canais da internet, aponta a 9ª edição da Pesquisa Pulso dos Pequenos Negócios, conduzida pelo Sebrae.

As micro e pequenas empresas (MPE) são as que mais investem nesse tipo de divulgação, com 59% dos respondentes indicando realizar esse tipo de ação; já entre os microempreendedores individuais (MEI), a proporção dos que dizem reservar parte dos seus recursos para promover as vendas no meio digital é de 39%.

O estudo indica ainda que a proporção de pequenos negócios que vende utilizando qualquer tipo de ferramenta digital mantém-se na casa dos 70%, resultado semelhante ao das três últimas edições da pesquisa.

Neste levantamento mais recente, que entrevistou donos de pequenos negócios de todo o país no período de 25 de novembro a 17 de dezembro de 2024, setores como indústria alimentícia, serviços pessoais (como diaristas, cuidadores, chaveiro e profissionais de reparos, por exemplo), saúde, educação e economia criativa lideram o ranking das atividades que mais injetam recursos em propaganda paga nos meios digitais.

Outro recorte importante da Pulso mostra que a energia dos empreendedores está aplicada em um ambiente virtual em particular: o das redes sociais, com destaque para o Instagram que, com 60% da preferência dos entrevistados, ultrapassou o Facebook, cujo desempenho caiu de 40% para 34%, ficando em segundo lugar na lista de canal mais utilizado pelos empreendedores.

O WhatsApp ainda é o favorito dos empresários, com 81% de apontamentos na pesquisa. Cada entrevistado podia indicar mais de um canal que utiliza.

“Percebemos que o legado da pandemia é a digitalização das empresas. O Instagram aumentou a sua participação no e-commerce nos últimos três anos, passando o Facebook, que detinha uma parte considerável dos empresários”, explica Kennyston Lago, analista de Pesquisa e Gestão do Conhecimento do Sebrae. “As plataformas digitais são um vasto campo de oportunidades. O avanço da tecnologia, o aumento da confiança do consumidor nas compras on-line e o crescimento de soluções financeiras acessíveis impulsionarão ainda mais esse setor nos próximos anos”, complementa.

Agência Sebrae

Cannabis Company inicia expansão nacional com modelo híbrido e projeta rede de franquias

Com mercado próximo de R$ 1 bilhão no Brasil, empresa aposta em consultores regionais antes de avançar para franchising

Brasil, março de 2026 – A Cannabis Company, primeira farmácia brasileira dedicada exclusivamente à cannabis medicinal e com produtos à pronta-entrega, inicia em abril um novo ciclo de crescimento com um modelo de expansão em duas fases. A estratégia combina, inicialmente, a atuação de consultores especializados em mercados regionais e, em um segundo momento, a estruturação de uma rede de franquias, movimento que acompanha a rápida evolução do setor no país.

A primeira etapa começa pela cidade de São Paulo e região metropolitana, onde a empresa passará a operar com os chamados “consultores canábicos”. Esses profissionais serão responsáveis por conectar médicos prescritores, pacientes e a operação central da marca, atuando no suporte à prescrição, orientação e encaminhamento das receitas, enquanto a entrega dos produtos será feita diretamente ao paciente. Segundo Michele Farran, sócia fundadora da empresa, o modelo foi desenhado para reduzir barreiras ainda presentes no acesso à cannabis medicinal. “Os consultores terão papel fundamental na educação do mercado, apoiando médicos e pacientes em todas as etapas do processo”, explica Michele.

Expansão acompanha crescimento acelerado do setor

O avanço da Cannabis Company ocorre em um momento de forte expansão do mercado brasileiro de cannabis medicinal. De acordo com o Kaya Mind (Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil 2025) o setor movimentou cerca de R$ 971 milhões, com crescimento anual superior a 8%, e já soma aproximadamente 873 mil pacientes em tratamento no país.

O crescimento é consistente: o número de pacientes aumentou cerca de 30% em um ano, indicando uma rápida adesão ao tratamento. Hoje, cerca de 85% dos municípios brasileiros já registram ao menos um paciente em uso terapêutico de cannabis, o que mostra a interiorização da demanda. Além disso, o mercado segue sustentado por múltiplos canais de acesso: importação, farmácias e associações de pacientes, e por uma base médica em expansão, com dezenas de milhares de profissionais já realizando prescrições no país.

As projeções indicam continuidade desse avanço. O setor deve ultrapassar a marca de R$ 1,1 bilhão já em 2026 e pode alcançar até R$ 9,5 bilhões no médio prazo, com potencial para atender milhões de pacientes à medida que a regulação evolui.

Modelo prioriza capilaridade antes da franquia

Apesar de a expansão via franquias estar no radar, a empresa optou por um movimento gradual. A fase atual funciona como um teste operacional, permitindo validar demanda, logística e padronização antes de escalar o modelo. “Optamos por começar com os consultores porque esse formato nos permite ganhar capilaridade com mais controle da operação e proximidade com médicos e pacientes. É uma etapa importante para estruturar o modelo, entender as demandas regionais e garantir que a experiência seja padronizada antes de avançar para o franchising”, destaca Michele.

Para atuar como representante, a empresa realiza um processo de seleção que inclui análise de antecedentes e referências. Experiência no setor farmacêutico é considerada um diferencial, assim como conhecimento prévio sobre cannabis medicinal. Os profissionais selecionados passam por capacitação com investimento da própria empresa, em parceria com a BCA Advogados. “O modelo também exige dedicação integral e exclusividade, reforçando o posicionamento da Cannabis Company como operação especializada em um segmento ainda em consolidação”, ressalta a sócia fundadora da Cannabis Company.

Projeção financeira e estratégia de longo prazo

A expectativa é que cada operação regional atinja faturamento médio mensal de cerca de R$ 150 mil após o período de maturação. No curto prazo, a empresa projeta crescimento gradual, acompanhando o desenvolvimento das relações com médicos prescritores e a formação de base de pacientes. “A segunda fase da expansão prevê a entrada no franchising, ampliando a presença física da nossa marca em outras regiões do país. A estratégia reflete uma abordagem cautelosa em um mercado que, apesar do crescimento acelerado, ainda enfrenta desafios regulatórios, custo elevado para pacientes e necessidade contínua de educação”, destaca a empresária.

Um mercado em consolidação e disputa

O avanço da Cannabis Company também evidencia uma mudança estrutural no setor. O mercado brasileiro de cannabis medicinal deixa de ser um nicho restrito e passa a se organizar como um ecossistema mais amplo, que envolve indústria farmacêutica, associações de pacientes, médicos e novos modelos de varejo. Nesse contexto, iniciativas que combinam capilaridade, educação e simplificação de acesso tendem a ganhar protagonismo. “Ao apostar em consultores regionais antes de escalar franquias, a Cannabis Company está sinalizando que, mais do que crescer rapidamente, o desafio agora é estruturar um mercado que ainda está sendo construído”, completa Michele.

Petrolina realiza cirurgia MIS TLIF, um marco na neurocirurgia avançada

No último dia 15 deste mês, Petrolina-PE, entrou para os anais da neurocirurgia avançada, com a realização de uma cirurgia minimamente invasiva de fusão intersomática lombar transforaminal (MIS TLIF).

Técnica inovadora para o tratamento de várias condições da coluna, a abordagem oferece aos pacientes uma recuperação mais rápida, menos dor pós-operatória e menor tempo de internação hospitalar em comparação com as cirurgias convencionais.

De acordo com os renomados médicos neurocirurgiões, Antonio Vinicius Ramalho Leite e Allan França, que realizaram o procedimento no centro cirúrgico do Hospital Neurocardio, a abordagem utiliza pequenas incisões e instrumentação especializada para minimizar o trauma aos tecidos circundantes. A cirurgia MIS TLIF também é considerada uma avançada técnica de fusão espinhal que tem mostrado resultados promissores no tratamento de hérnias de disco, estenose espinhal e espondilolistese.

Os neurocirurgiões destacaram também os cuidados de saúde excepcionais promovidos por uma equipe multidisciplinar altamente qualificada e instalações de última geração. “Com este procedimento, consolidamos como de referência nacional nosso programa de cirurgias MIS TLIF, que começou  em janeiro de 2023, e, de lá para cá, já realizamos 4 intervenções bem sucedidas”, concluíram os médicos Antonio Vinícius e Allan França. Mais informações: 87 9161 5195 e 87 8812 8455.

Médicos: Antonio Vinícius e Allan França