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Marília Arraes e Raquel Lyra disputam o Governo de Pernambuco em segundo turno

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Marília Arraes (Solidariedade), que já vinha liderando as pesquisas, e Raquel Lyra (PSDB), que sofreu um drama pessoal neste domingo (2), disputam o Governo de Pernambuco no segundo turno, marcado para o dia 30 de outubro.

O resultado do primeiro turno já marca o fim de um período de 16 anos do Partido Socialista Brasileiro (PSB) na gestão estadual.

Trajetórias 

O histórico político de Marília Arraes, neta do ex-governador Miguel Arraes, passa pela atuação como secretária de Juventude e Emprego de Pernambuco na gestão de Eduardo Campos. Aos 24 anos, elegeu-se vereadora do Recife, sendo reeleita em 2012. Também integrou a Secretaria Municipal de Juventude e Qualificação Profissional, na gestão de Geraldo Júlio. Em 2016 Marília se filiou ao Partido dos Trabalhadores (PT). Já em 2018 foi eleita Deputada Federal por Pernambuco. Em 2022 deixou o Partido dos Trabalhadores e se filiou ao Solidariedade, anunciando sua candidatura do Governo de Pernambuco.

A ex-prefeita de Caruaru, entre 1º de janeiro de 2017 e 31 de março de 2022, Raquel Lyra, é formada em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco, com pós-graduação em Direito Econômico e de Empresas. Em 2002, assumiu o cargo de delegada da Polícia Federal. Foi chefe da Procuradoria de Apoio Jurídico e Legislativo do governo de Eduardo Campos. Também foi eleita duas vezes deputada estadual de Pernambuco. No mandato de Eduardo Campos foi Secretária da Criança e da Juventude. Em 2014 foi eleita deputada estadual.(Ascom)

Tarcísio e Haddad chegam ao 2º turno em São Paulo e impõem derrota histórica ao PSDB

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O resultado impõe uma derrota inédita ao PSDB do atual governador, Rodrigo Garcia, 48, que terminou em terceiro, e compromete o futuro da sigla.

 Tarcísio e Haddad chegam ao 2º turno e impõem derrota histórica ao PSDB

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Tarcísio de Freitas (Republicanos), 47, e Fernando Haddad (PT), 59, avançaram para o segundo turno na eleição ao Governo de São Paulo. O resultado impõe uma derrota inédita ao PSDB do atual governador, Rodrigo Garcia, 48, que terminou em terceiro, e compromete o futuro da sigla.

Desde 1994, os tucanos vinham vencendo as eleições paulistas -inclusive no primeiro turno em 2006, 2010 e 2014. Segundo aliados, Rodrigo não deve declarar apoio formal a nenhum dos adversários no segundo turno.

Com 92,61% das urnas apuradas, Tarcísio aparecia na frente, com 42,59% dos votos, seguido por Haddad, com 35,46%. Rodrigo tinha 18,40%.

Nesta segunda etapa, Tarcísio pretendem seguir a mesma fórmula das últimas semanas -uma campanha casada com a de seus padrinhos políticos, Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que foram ao segundo turno na disputa pela Presidência da República.

O apoio do vice na chapa de Lula, Geraldo Alckmin (PSB) -que governou o estado por mais de 12 anos pelo PSDB -, é peça-chave para que Haddad conquiste votos. Lula tinha chances de vencer já no primeiro turno, e essa era a prioridade do PT e de Haddad, já que o resultado mais favorável na disputa nacional poderia impulsioná-lo, ao mesmo tempo em que a saída de Bolsonaro do páreo seria um revés para Tarcísio.

Além de não atingir esse trunfo, Haddad viu Tarcísio chegar à sua frente no primeiro turno e deve enfrentar grande dificuldade na segunda etapa -a última pesquisa Datafolha apontou o bolsonarista em trajetória ascendente e a apenas cinco pontos percentuais do petista. A direita sempre venceu no estado, considerado conservador e onde o antipetismo impediu que a esquerda tivesse chance de vitória.

A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado mostra que, no segundo turno, Haddad marca 46% contra 41% de Tarcísio. A vantagem vem caindo -em agosto, os índices eram 53% a 31%. A rejeição ao petista cresceu ao longo da campanha e chegou ao pico de 40%, ante 33% do bolsonarista.

Os estrategistas do PT minimizam esse dado, argumentando que o índice não impede uma vitória e tem relação com o nível de conhecimento dos candidatos pela população.

Miguel Coelho declara apoio público a Raquel Lyra no segundo turno

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Após derrota no segundo turno, ex-prefeito de Petrolina declarou apoio à candidata Raquel Lyra (PSDB). (Foto: Divulgação)

O candidato ao Governo do Estado pelo União Brasil, Miguel Coelho, promoveu uma coletiva de imprensa na noite deste domingo (2) no Recife. Durante o pronunciamento, o postulante adimitiu a derrota em primeiro turno, e prontamente declarou apoio à candidatura de Raquel Lyra (PSDB), que disputará o segundo turno para o Governo de Pernambuco com Marília Arraes (SD).

Miguel Coelho em coletiva de imprensa ao lado de Carlos Andrade Lima e Alessandra Vieira, que participaram de sua chapa como candidato ao senado e à vice, respectivamente. (Foto: Taylinne Barret/Diario de Pernambuco)
Miguel Coelho em coletiva de imprensa ao lado de Carlos Andrade Lima e Alessandra Vieira, que participaram de sua chapa como candidato ao senado e à vice, respectivamente. (Foto: Taylinne Barret/Diario de Pernambuco)

“Eu e ela (Raquel) Iremos convesar, não sei se amanhã, pois respeitarei o luto da candidata, mas nos próximos dias deveremos alinhas as questões. Já adianto públicamente que nós do União Brasil iremos apoiar e votar na candidata Raquel Lyra”, afirmou. (Diário de Pernambuco) 

Lula e Bolsonaro disputarão 2º turno na corrida presidencial

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Lula e Bolsonaro disputarão 2º turno na corrida presidencial

A eleição presidencial será decidida em um segundo turno entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), de acordo com dados do TSE. Com cerca de 79% das urnas apuradas até 20h21, Lula havia recebido 43,08 milhões de votos válidos, ou 46,03% do total contabilizado pela Justiça Eleitoral até aquele momento. O presidente e candidato à reeleição havia recebido 41,9 milhões de votos, ou 45%% do total.
O segundo turno ocorre quando nenhum candidato consegue atingir a maioria da soma total dos votos computados.

O encontro entre os dois principais rivais está marcado para o dia 30 de outubro, último domingo deste mês. A realização da segunda etapa do pleito frustra principalmente a campanha do petista, que, na reta final do primeiro turno, investiu na defesa pelo voto útil na intenção de encerrar a disputa neste domingo, 2.

Em retórica de contestação das pesquisas eleitorais – cujos resultados vão se confirmando nas urnas -, Bolsonaro dizia que a eleição se encerraria na primeira fase e seria ele o vencedor. Como mostravam as sondagens, e agora os números oficiais, o prognóstico não se realizou. O presidente reiteradamente colocou em xeque o sistema eleitoral.

Mais de 156 milhões de brasileiros estavam aptos a votar e, de novo, colocaram entre os dois primeiros colocados um petista e Bolsonaro. Neste ano, Lula chegou à frente e é apontado, segundo pesquisas de intenção de voto, como o favorito para voltar à Presidência. Em 2018, Bolsonaro liderou a corrida e venceu Fernando Haddad (PT), que substituiu Lula nas urnas em razão de o ex-presidente cumprir pena na Polícia Federal, em Curitiba.

O petista havia sido condenado pelo ex-juiz Sérgio Moro no caso do triplex do Guarujá (SP) no âmbito da Lava Jato. A operação revelou o esquema de desvios na Petrobras. Lula passou 580 dias na cadeia, e o tema corrupção se torno espinhoso para o petista na atual campanha.

Em 2021, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou todas as condenações impostas pela Justiça Federal do Paraná. O plenário referendou, por oito votos a três, a decisão de Fachin. Neste domingo, o petista relembrou o tempo na cela.

“Há quatro anos atrás eu não pude votar porque eu tinha sido vítima de uma mentira neste país e eu estava detido na Polícia Federal exatamente no dia da eleição”, disse Lula ao votar em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. “Tentei fazer com que a urna fosse até a cela para eu votar, não levaram. E quatro anos depois eu estou aqui, votando com reconhecimento da minha total liberdade e com a possibilidade de voltar a ser presidente da República deste País”, afirmou o petista, que se disse “muito feliz”.

Já Bolsonaro se mostrou confiante neste domingo e voltou a dizer que seria reeleito ao apelar a uma narrativa baseada na dúvida das informações. “Tenho certeza de que, em uma eleição limpa, ganharemos com no mínimo 60% dos votos”, afirmou o presidente ao votar no Rio. Ele também afirmou que a eleição representa uma “luta do bem contra o mal” e disse que, “com eleições limpas, tudo bem, que vença o melhor”.

Nesse contexto, a radicalização – de ambos os lados – foi a marca desta eleição presidencial, com violência, agressões e mortes. Além do clima tenso nas ruas e nas redes sociais, os embates assumiram o protagonismo, o que colocou de lado os projetos de País dos candidatos. Lula, por exemplo, não apresentou versão final do programa de governo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a justificativa de não criar desconforto com aliados.

O centro político não logrou êxito, apesar de a chamada terceira via ter apresentado ao País a candidatura da senadora Simone Tebet (MDB-MS), em coligação com PSDB e Cidadania. Isolado, Ciro Gomes (PDT), em sua quarta disputa, fala em deixar a cena política.

Nos debates em que os candidatos estiveram frente a frente, Lula acenou a Ciro e a Simone – ainda que ambos tivessem feito duros ataques às gestões petistas, inclusive com denúncias de corrupção e crítica à recessão registrada no governo Dilma Rousseff (PT), alvo de impeachment em 2016. Nos bastidores, interlocutores do PT também conversam com nomes do PDT e do MDB – uma ala do partido, inclusive, já declarou voto no petista no primeiro turno.

Esse espectro de apoios é fundamental para definir o segundo turno e a formação de um eventual governo Lula. No sábado, 1º, o petista já sinalizava a necessidade de ampliar o leque de apoio, até agora majoritariamente formado por partidos de esquerda e líderes do centro. “A gente não tem de ficar com melindre de conversar com quem quer que seja. Nosso barco é que nem a Arca de Noé. Basta querer viver para entrar lá dentro e nós iremos salvar todo mundo”, disse Lula, em entrevista coletiva.

Já Bolsonaro dificultou o diálogo que poderia estabelecer com Soraya Thronicke (União Brasil), ao expor a candidata no debate promovido pela TV Globo. Em 2018, a senadora foi eleita declarando apoio ao então candidato à Presidência. Luiz Felipe d’Avila (Novo) já avisou que vai anular o voto.

Enquanto isso, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, manteve em aberto uma possibilidade de conversa com qualquer candidato que vença as eleições. Ele destacou as alianças que o partido tem no âmbito estadual com o PT, por exemplo. “O PSD, felizmente, é um partido de centro, partido do diálogo. Nós temos uma excelente relação com o Partido dos Trabalhadores, aliança em diversos Estados com eles. Então, é mais do que natural um diálogo”, disse após a votação em um colégio da zona oeste da cidade de São Paulo, na manhã deste domingo, 2.

Graziella Testa, doutora em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP), acredita em um segundo turno sem confrontos detalhados sobre propostas de governo. “Um segundo turno tão polarizado desse jeito dificilmente terá discussão em torno de políticas públicas. A tendência é de que seja uma campanha sobretudo de acusações para tentar atrair o voto estratégico do eleitor que rejeita um outro candidato”, disse.

Para a professora do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Nara Pavão, a tendência é que os candidatos foquem em locais onde o desempenho no primeiro turno ficou abaixo do esperado. “O Sudeste terá uma disputa acirrada porque é uma região estratégica. Mas eles devem evitar áreas onde já têm apoio consolidado. Então Lula vai, em geral, evitar o Nordeste”, avaliou.

O que é o Outubro Rosa? O que significa a campanha Outubro Rosa? Entenda

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O Outubro Rosa é uma das campanhas mais conhecidas do mundo. Todos os anos, profissionais de saúde se reúnem para divulgar conteúdos relacionados à prevenção e tratamento do câncer de mama.

O câncer de mama é uma doença que afeta cerca de 2,3 milhões de mulheres no país, segundo dados do Instituo Nacional de Combate ao Câncer (INCA).

Para que você conheça melhor a campanha, trouxemos as principais informações sobre a história do Outubro Rosa no Brasil e no mundo.

Outubro Rosa: o que causa câncer de mama? Veja os principais fatores de risco e sintomas

O que é o Outubro Rosa?

O Outubro Rosa é uma campanha que busca conscientizar a população sobre a importância da prevenção e tratamento do câncer de mama – o tipo mais comum em mulheres.

Durante a campanha, as mulheres são incentivadas a fazer a mamografia e o autoexame, importantes para identificação de possíveis sinais do câncer de mama ainda em estágio inicial.

Além disso, a campanha amplia o acesso aos serviços de saúde, promovendo exames gratuitos ou com custos reduzidos durante todo o mês de outubro.

Onde começou o Outubro Rosa?

A campanha teve início nos Estados Unidos, através da união de vários Estados Americanos que promoviam ações voltadas ao combate do câncer de mama.

Após a aprovação do Congresso Americano, o mês de outubro passou a ser o mês nacional (nos EUA) da prevenção do câncer de mama.

Qual o significado da cor rosa do Outubro Rosa?

Na década de 90, a Fundação Susan G. Komen for the Cure distribuiu laços cor de rosa para os participante da Corrida Pela Cura – evento que buscava arrecadar fundos para pesquisas voltados ao combate do câncer de mama -, em Nova Iorque.

Desde então, a cor rosa se tornou o principal símbolo da campanha, passando a ser projetada em vários monumentos mundo afora, a exemplo do Empire State, em Nova York, no ano de 2021.

Outubro Rosa no Brasil

O primeiro ato relacionado ao Outubro Rosa no Brasil ocorreu no ano de 2002, quando o Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo, ficou iluminado com a cor rosa.

O mesmo aconteceu em 2008, no Rio de Janeiro, quando luzes de cor rosa foram projetadas sobre a estátua do Cristo Redentor, um dos monumentos mais conhecidos do Brasil.

Lula vota em São Bernardo do Campo (SP) e beija o comprovante eleitoral

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Lula, ao lado de Geraldo Alckmin (PSB), acompanha a apuração em um hotel no Centro

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva votou às 8h45 deste domingo (2) na Escola Estadual Firmino Correia de Araújo,em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

Candidato do PT à Presidência da República, Lula cumprimentou os mesários em sua seção. Ele também fez fotos com pessoas no local. Lula ainda beijou o comprovante de voto.

Após o fim da votação, Lula, ao lado do candidato a vice-presidente em sua chapa, Geraldo Alckmin (PSB), acompanha a apuração em um hotel no Centro de São Paulo.

 Portal Folha de Pernambuco

59 países já encerraram a votação para presidente do Brasil; confira a relação

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A divulgação oficial dos resultados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) só ocorrerá a partir das 17h de Brasília

Urna eleitoral

Até as 12h deste domingo (2), eleitoras e eleitores brasileiros em 59 países já haviam encerrado a votação para presidente da República.

Divulgação dos resultados
A divulgação oficial dos resultados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) só ocorrerá a partir das 17h de Brasília, quando a votação for encerrada em todo o país.

Mas é importante lembrar que os resultados em cada seção eleitoral podem ser conferidos pelos próprios eleitores por meio do Boletim de Urna.

Confira a lista dos países que finalizaram a votação até 12h:
  • África do Sul
  • Alemanha
  • Arábia Saudita
  • Austrália
  • Barein
  • Bélgica
  • Bulgária
  • Catar
  • China
  • Hong Kong (Província da China)
  • Chipre
  • Coreia do Sul
  • Dinamarca
  • Egito
  • Emirados Árabes Unidos
  • Eslováquia
  • Eslovênia
  • Espanha
  • Estônia
  • Filipinas
  • Finlândia
  • França
  • Grécia
  • Holanda
  • Hungria
  • India
  • Indonésia
  • Irã
  • Israel
  • Itália
  • Japão
  • Jordânia
  • Kuwait
  • Líbano
  • Luxemburgo
  • Malásia
  • Moçambique
  • Namíbia
  • Nepal
  • Noruega
  • Nova Zelândia
  • Omã
  • Palestina
  • Polônia
  • Quênia
  • República Tcheca
  • Romênia
  • Rússia (Federação Rússia)
  • Singapura
  • Suécia
  • Suíça
  • Tailândia
  • Taiwan
  • Tanzânia
  • Timor Leste
  • Turquia
  • Vietnã
  • Zâmbia
Neste ano, mais de 697 mil eleitores estão aptos a votar no exterior. Eles podem votar somente para presidente da República. O número de eleitores no exterior representa um aumento de 39,21% em relação a 2018, quando ocorreram as últimas Eleições Gerais. A votação ocorre em 181 cidades estrangeiras.

Fusos no Brasil
Uma decisão do Plenário do de dezembro de 2021 determinou a uniformização do horário de votação em todo o país
. Isso significa que, no Brasil, as seções eleitorais foram abertas às 8h e encerrarão os trabalhos às 17h do horário de Brasília (DF), desde que não haja eleitores na fila.

Como consequência, estados com fuso horário diferente da capital brasileira terão de se adequar à medida, prevista na Resolução TSE nº 23.669, que trata dos atos gerais do processo eleitoral. As seções eleitorais de Rondônia, de Mato Grosso, de Mato Grosso do Sul e de Roraima abriram uma hora antes, ou seja, às 7h do horário local.

Boa parte das seções do estado do Amazonas também iniciou a votação às 7h. Contudo, como algumas localidades seguem o fuso horário do Acre, nesses lugares, os trabalhos de coleta dos votos do eleitorado começaram com duas horas de antecedência, isto é, às 6h.

Já em Fernando de Noronha (PE), a votação foi iniciada às 9h do horário local para coincidir com o horário da capital federal.

Agência TSE e Agência Brasil

Prefeito Simão Durando votou no final da manhã deste domingo

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Prefeito Simão Durando de Petrolina-PE
Um dos maiores articuladores políticos da campanha, em Petrolina, do candidato a governador pelo União Brasil, Miguel Coelho, e dos candidatos a reeleição a deputado federal Fernando Filho e do deputado estadual Antônio Coelho, o prefeito Simão Durando votou no final da manhã deste domingo (2) no centro da cidade. O gestor esteve acompanhando da primeira-dama, Alinne Durando.

O prefeito destacou a importância desse momento para Pernambuco. “Acabo de exercer o meu direito democrático ao voto. Fizemos uma campanha propositiva, focando nas soluções para os problemas do nosso estado, uma campanha marcada pela esperança, apresentando um projeto novo e ousado para Pernambuco. Esse é um momento histórico para o Brasil, mas principalmente para Pernambuco. Acordei animado e vim logo pela manhã registrar meu voto”, destacou.

Antes de votar, o prefeito da cidade sertaneja acompanhou o candidato a governador de Pernambuco, Miguel Coelho, em seu local de votação.(Ascom)

Éder Jofre, ex-pugilista e conhecido como “Galo de Ouro”, morre aos 86 anos em São Paulo

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Tricampeão mundial de boxe, Jofre estava internado desde março por causa de uma pneumonia

Eder Jofre, ex-pugilista – Foto: Reprodução/Facebook

O ex-pugilista brasileiro Éder Jofre, que entrou para Hall da Fama do boxe em 2021, morreu na madrugada (2) deste domingo em São Paulo. Em março deste ano, o “Galo de Ouro” já havia ficado internado por causa de uma pneumonia e faleceu em razão de complicações da doença. O paulista também sofria de encefalopatia traumática crônica, diagnosticada em 2015.

Jofre era considerado por muitos como o maior boxeador peso galo brasileiro de todos os tempos. Ele foi campeão mundial da categoria de 1960 a 1965. Em 1973 conquistou o título mundial como peso pena, uma categoria acima do peso galo.

Jofre nasceu no dia 26 de março de 1936 e se aposentou do esporte com 81 lutas, 75 vitórias (52 por nocaute), quatro empates e duas derrotas. Éder foi o primeiro brasileiro a deter um cinturão de relevo mundial no boxe, e ainda por cima sagrou-se tricampeão mundial dos pesos pena e galo.

Foi no São Paulo Futebol Clube que Eder Jofre começou a carreira de boxeador. Ele ganhou os primeiros campeonatos paulista e brasileiro que disputou e ainda teve como técnico o próprio pai, Kid Jofre. O clube paulista o homenageounas redes socias:

Em 1956, Éder Jofre disputou os Jogos Olímpicos, em Melbourne, na Austrália. Apesar de ser apontado como favorito a uma medalha, o brasileiro quebrou o nariz durante a preparação para a competição e mesmo com dificulade para respirar continuou nos jogos, mas acabou derrotado nas quartas de final.

Jofre, enfim, se tornou tornou o primeiro boxeador brasileiro campeão do mundo, em 1960. A luta, que aconteceu no auditório Olímpico, em Los Angeles, terminou no sexto round, quando ele nocauteou o mexicano Eloy Sanchez e conquistou o título do peso galo pela Associação Mundial de Boxe (WBA), aos 24 anos. Antes desse triunfo, ele jpa havia sido campeão brasileiro, sul-americano e latino-americano do peso galo.

O também ex-pugilista Francisco Carlos de Jesus, o Chiquinho de Jesus, de 66 anos, era amigo de Jofre e gravou um vídeo homenageando o ex-campão mundial de boxe.

“Vá com Deus, Ed. Todos nós brasileiros somos gratos por você existir”, diz Chiquinho na gravação.

Coluna do Blog: curtas, grossas e fininhas

ღ♪ - ღúsicas ♪nesquecíveis - Charles Aznavour - La bohéme 1991 - YouTube
Charles Aznavour

No dia 01 de outubro é comemorado o Dia do Representante Comercial. Portanto, queremos não somen… | Treinamento de vendas, Frases motivacionais, Mensagem para o dia

Dia do Vendedor | 1 de outubro - Calendarr

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01 de outubro | Dia Nacional do Vereador. - Município de Ibiam

 

 

Dia da  Vexilologia

 

 

 

 

O tempo e a temperatura, neste domingo (31) - Popular Mais

Hoje,  domingo, dia 02 de outubro de 2022

Temperatura mínima – 20º.

Temperatura máxima -34º

Umidade relativa do ar – minima – 20°

Umidade relativa do ar – máxima – 960

Sem  chuva  no período

Informações do Instituto Climatempo – Nordeste – Petrolina

Banco do Nordeste vai realizar concurso com vagas para tecnologia da informação

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Remuneração é de R$ 6.269,76 e inscrição custará R$ 100,00. BNB ainda divulgará data de inscrição

O Banco do Nordeste (BNB) vai realizar um concurso público para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva para o cargo de especialista técnico nas funções de analista de desenvolvimento de sistemas e analista de infraestrutura e segurança da informação.

As oportunidades são para jornada de 30 horas semanais, com uma remuneração de R$ 6.269,76 e o edital está disponível no site da banca organizadora, Cebraspe, www.cebraspe.org.br/concursos/BANCO_DO_NORDESTE_22. Para ampla concorrência, o certame vai ofertar 150 vagas.

O processo compreenderá exame de habilidades e conhecimentos, mediante aplicação de provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório. As provas objetivas serão aplicadas em Recife, Fortaleza e Salvador.

As mesmas capitais também vão receber a avaliação biopsicossocial dos candidatos que solicitarem concorrer às vagas reservadas às pessoas com deficiência e candidatos que se declaram negros.

Os candidatos contratados pelo Banco estarão subordinados à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Entre os benefícios, destacam-se auxílio-refeição, auxílio cesta alimentação, 13ª cesta alimentação, auxílio-creche, seguro de vida, possibilidade de participação em plano de previdência complementar, de forma contributiva, e oportunidade de ascensão e desenvolvimento profissional.

Podem concorrer às vagas os profissionais com diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação em bacharelado ou, ainda, tecnólogo de nível superior nos cursos voltados às funções previstas em concurso e que estão listados no edital.(Ascom)

Eleição 2022, tudo pronto. Começa votação em Petrolina. Passagem de ônibus urbano será gratuita

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Candidatos a prefeito de Petrolina nas eleições 2020; veja quem são | Eleições 2020 em Petrolina e Região | G1
Petrolina-PE

A justiçaeleitoral em Petrolina verificou todos os  procedimentos para que a eleição na cidade neste domingo(02), seja transcorrida da melhor maneira possivel.

O objetivo de garantir a mobilidade dos eleitores, assegurando o direito ao voto, o prefeito de Petrolina, Simão Durando, anunciou, que os passageiros não vão pagar para utilizar os ônibus urbanos no domingo (2 de outubro), dia das eleições.

A gratuidade será válida somente no dia do pleito, das 6h às 23h, para os ônibus da zona urbana. O decreto que garante a passagem gratuita a toda população foi publicado no Diário Oficial.

Todas as providencias foram tomadas e ajustiça eleitoral vai de plantão durante todo o dia, antenada com o votação popular paraeste domingo.

É hoje! Confira aqui o guia definitivo para votar neste dia 2 de Outubro

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Onde votar? Que documento precisa levar? Pode ir de camiseta da seleção ou de candidato? Que horas é pra estar lá? Tire suas dúvidas sobre como votar

É amanhã! Confira aqui o guia definitivo para votar no dia 2 de Outubro

É hoje(02)! Depois de tanto tempo de espera, do sentimento explodindo dentro do peito, chegou a hora de votar e mostrar que urna é lugar de depositar esperança e amor.

guia definitivo para votar no dia 2 de Outubro

1. Confirme seu local de votação no TSE.

Dá para saber a zona e a seção eleitoral no site do TSE, pelo zap do Tribunal ou no E-título. Não saia para votar sem checar se houve mudança do seu local de votação.

2. Confira as opções de transporte e os trajetos da sua casa até o local de votação com antecedência e evite imprevistos.

3. Separe um documento de identificação com foto. Atenção! É preciso um documento oficial com foto. Pode ser o e-Título (título de eleitor em meio digital. Se estiver sem foto, é necessário apresentar outro documento oficial com foto); a carteira de identidade; o passaporte; a carteira nacional de habilitação.

4. O horário para votar é das 8h às 17h (horário de Brasília) em todos os estados. Fique atento: os horários de abertura e fechamento das urnas serão alterados para que coincidam em todo o país. Baseie-se no horário de Brasília e chegue com antecedência.

5. Leve anotada em um papel a colinha com o número dos seus candidatos.

6. Pode usar camisetas, bonés, broches e adesivos. Isso vale também para as camisas da seleção brasileira ou qualquer outra que você quiser. Manifestações silenciosas são permitidas. Só não pode pedir voto, fazer aglomeração com pessoas vestidas com roupas de um mesmo partido ou candidato e distribuir materiais.

7. Não será permitido estar com o celular na cabine de votação. Entregue o aparelho ao mesário e dirija-se à urna. Não pode filmadora, câmera ou rádio comunicador.

O voto é secreto. Não se deixe intimidar nem divulgue se não se sentir à vontade.

Suspense até o fim: Brasil chega a eleição histórica entre vitória de Lula e 2º turno

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Nona eleição presidencial da redemocratização traz série de ineditismos

Perfil presidente opção com 4 candidatos fundo scuro

A nona eleição presidencial consecutiva sob regime democrático, que acontece hoje, é histórica sob vários aspectos. Pela primeira vez, estão se enfrentando nas urnas um ex-presidente da República e um presidente em exercício. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) são os dois maiores líderes populares das últimas décadas no Brasil — provocando, ao mesmo tempo, idolatria e rejeição de parcelas de eleitores. A polarização impediu o crescimento de alternativas como Simone Tebet (MDB) e Ciro Gomes (PDT), e provocou o maior índice de cristalização de votos desde 1989 — os principais candidatos sempre tiveram somados mais de 70% dos votos espontâneos nas pesquisas de Ipec e Datafolha.

Mesmo com baixa oscilação nos números ao longo da campanha, o país chega às urnas indefinido sobre se haverá ou não segundo turno. Marcando 51% de votos válidos no Ipec e 50% no Datafolha (veja as pesquisas em detalhes na página 8), Lula pode fechar a disputa garantindo um terceiro mandato após ter ficado preso 580 dias entre 2018 e 2020; ou disputar contra Bolsonaro um segundo turno, que tem tudo para agudizar o nível de agressividade no enfrentamento entre os dois.

Lula e o PT colheram uma série de reveses na última década com a consolidação do antipetismo como uma das principais correntes políticas do Brasil. A volta por cima pode ocorrer numa eleição em que o ex-presidente ignorou a apresentação de propostas e focou em defender seus governos passados e desfilar uma gama ampla de alianças. Nos últimos dias, esse movimento se intensificou, com declarações de apoio não apenas de adversários históricos como quadros do PSDB e da direita tradicional, mas também em nomes do mundo jurídico e da sociedade civil.

Em quatro anos, o cenário mudou para Bolsonaro e o estilingue virou vidraça. Em 2018, uma estratégia virtual atinada com os novos tempos permitiu ao deputado do nicho militar capturar o clima de antipolítica criado pela combinação entre a crise econômica do governo Dilma e o terremoto das investigações da Lava-Jato. Governar, contudo, revelou-se outro esporte para Bolsonaro, que geriu o Planalto sob uma dicotomia.

De um lado, reconheceu a necessidade de se aliar ao Centrão, e escolheu a via do orçamento secreto, instrumento fisiológico da política tradicional para garantir maioria no Congresso. De outro, jamais considerou abdicar da retórica e do personagem antissistema. Os dois perfis caminharam juntos ao longo da campanha, mas enfrentaram um muro de rejeição. A má gestão da pandemia, as denúncias de corrupção, os maus índices na economia são componentes decisivos da vontade popular, hoje majoritária segundo as pesquisas, de negar-lhe um segundo mandato.

Quanto mais a rejeição a seu nome crescia, mais Bolsonaro redirecionava sua verve “contra tudo e contra todos”. O alvo preferencial virou o Judiciário. Os ataques do presidente às instituições levaram a outro ineditismo dessa eleição: o protagonismo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Como nunca antes, o brasileiro se habituou ao noticiário que destrinchou cada tecnicalidade dos sistemas computacionais da totalização e das urnas eletrônicas. A ação das instituições manteve a campanha bolsonarista de descrédito na seara das fake news e da retórica vazia.

Continuidade nos estados

A distribuição em massa de mensagem nas redes com ataques, verdadeiros ou falsos, aos adversários, foi uma marca do sucesso bolsonarista há quatro anos. Agora, a disputa de 2022 mostrou que a esquerda aprendeu a duelar na internet, muitas vezes usando as mesmas armas baixas.

Na corrida mais estável de todas, uma ultrapassagem relevante pode se dar na reta final, segundo as pesquisas. Depois de sobreviver a longo processo para se firmar candidata, Simone Tebet vê chances de amealhar o terceiro lugar. Sua elogiada participação nos debates e a projeção que obteve garantem que a senadora personificará o clichê de “sair da eleição maior do que entrou”.

É o oposto do que provavelmente será dito de Ciro Gomes hoje à noite. O pedetista exagerou na beligerância nos ataques aos adversários e acabou afastando até o próprio eleitor, como indica a comparação entre as atuais intenções de voto e o que conseguiu em 2018. As brigas de Ciro se estenderam até aos próprios irmãos, por causa do racha local no Ceará, onde seu candidato corre o risco de ficar fora mesmo do segundo turno.

Se na disputa presidencial o candidato à reeleição está em dificuldades, no plano estadual os ventos são de continuidade, quatro anos após uma eleição marcada por surpresas em 2018. Dos 19 governadores que atualmente tentam se manter no cargo, 17 lideram em intenções de voto.

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Uma das exceções à regra é Rodrigo Garcia (PSDB), em São Paulo. Ele está em terceiro lugar, atrás do petista Fernando Haddad e do bolsonarista Tarcísio de Freitas (Republicanos), que podem fazer um segundo turno que emule a polarização nacional. O mesmo pode acontecer no Rio, onde há chances de Cláudio Castro (PL) e Marcelo Freixo (PSB) se enfrentarem com apoios de Bolsonaro e Lula. Assim, ter ou não segundo turno na corrida ao Planalto pode ser fator decisivo também nas disputas locais.(O Globo)

Dia de votar! Eleitores escolherão candidatos para cinco cargos: deputado federal, deputado estadual, senador, governador e presidente. Veja a ordem na urna eletrônica

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Ordem de votação na urna eletrônica

Ordem de votação na urna eletrônica Editoria de Arte

Só haverá segundo turno, no dia 30 de outubro, para governadores e presidente, caso o vencedor não consiga a maioria dos votos válidos (50% + 1). Os dois primeiros colocados disputarão a vaga. Os demais cargos serão decididos no primeiro turno.

Confira as atribuições de cada cargo

Presidente

O presidente da República é o chefe do Executivo nacional. Ele é o responsável pela coordenação da política interna e externa, nomeação dos ministros do governo e indicação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e das cortes inferiores.

Dentre as atribuições do chefe do Executivo está o orçamento, a sanção e promulgação de leis aprovadas pelo Congresso, que pode optar pelo veto total ou parcial de projetos de lei. Em caso de veto, o projeto volta ao Legislativo para nova análise e a decisão final será dos congressistas.

O presidente também tem a prerrogativa da criação de Medidas Provisórias, que têm força de lei e não precisam ser chanceladas pelo Congresso para entrar em vigor. No entanto, precisam ser aprovadas pelos parlamentares num prazo de 120 dias.

Governadores

O chefe do Executivo estadual lidera a política local com os secretários de estado. As atribuições espelham as do Executivo federal, como propor leis ao legislativo, nesse caso, às Assembleias estaduais. Os governadores também são responsáveis pela segurança pública, tendo o poder sobre as polícias militar e civil. No Distrito Federal, o governador também tem as atribuições de prefeito da capital do país, BrasíliaSenador

O Brasil tem duas casas legislativas que analisam e propõem as normas: a Câmara e o Senado. Cada unidade da federação tem direito a três representantes no Senado, sendo que cada um dos escolhidos terá um mandato de oito anos. A cada eleição, 1/3 da casa é renovada e possui 81 integrantes.

Dentre as atribuições do cargo está a fiscalização do Executivo e criação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Os senadores também têm o poder de aprovar ou impedir as nomeações do presidente para cargos como diplomatas, o Procurador-Geral da República (PGR) ou até mesmo ministros do STF.

Deputado federal

A Câmara dos Deputados é composta por 513 deputados. Cada estado tem um número de vagas de acordo com o tamanho da população. Os deputados federais são eleitos no sistema proporcional e atuam na proposição, revisão da legislação do país e fiscalização do trabalho do Executivo.

Dentre as atribuições dos deputados federais é debater, votar e fiscalizar o orçamento da União. O presidente do Senado também tem o poder de abrir um processo de impeachment contra o presidente da República.

Deputado estadual e distrital

Os deputados estaduais são os representantes do Legislativo nas unidades federativas. Eles podem propor leis desde que não haja conflitos com a Constituição Federal. As discussões acontecem no plenários e em comissões temáticas. Os deputados também têm o poder de abrir processos de impeachment contra o governador, criar CPIs e votar a aprovação do orçamento estadual

Cola eleitoral

É permitido levar um papel com a cola eleitoralcom os números dos candidatos anotados. É proibido o uso do celular na urna eletrônica. O eleitor poderá usar o aparelho para apresentar o e-Título aos mesários, mas deverá deixar o celular com eles — é ilegal fotografar ou filmar o processo de votação seu ou de terceiros.

Veja a ordem de votação e como votar em 5 etapas:

Passo 1. O primeiro cargo a aparecer nas urnas eletrônicas é o de deputado federal. Para isso, digite os 4 números do seu candidato e, em seguida, clique em “Confirma”.

Deputado federal: Digite os 4 números do seu candidato e clique em "Confirma" — Foto: Editoria de Arte

Deputado federal: Digite os 4 números do seu candidato e clique em “Confirma” — Foto: Editoria de Arte

Passo 2. O cargo de Deputado Estadual é o segundo a aparecer no visor da urna. É preciso digitar os 5 números do candidato e clicar em “Confirma”, na sequência.

Deputado Estadual/Distrital: Digite os 5 números do seu candidato e clique em "Confirma" — Foto: Editoria de Arte

Deputado Estadual/Distrital: Digite os 5 números do seu candidato e clique em “Confirma” — Foto: Editoria de Arte

Senador: Digite os 3 números do seu candidato e clique em "Confirma" — Foto: Editoria de Arte

Senador: Digite os 3 números do seu candidato e clique em “Confirma” — Foto: Editoria de Arte

Passo 4. Em seguida, o cargo de governador aparecerá na tela. Digite os 2 números do seu candidato e confirme.

Governador: Digite os 2 números do seu candidato e clique em "Confirma" — Foto: Editoria de Arte

Governador: Digite os 2 números do seu candidato e clique em “Confirma” — Foto: Editoria de Arte

Passo 5. O cargo de presidente é o último a aparecer na tela das urnas eletrônicas. Digite os 2 números do seu candidato e clique em “Confirma”.

Presidente: Digite os 2 números do seu candidato e clique em "Confirma" — Foto: Editoria de Arte

Presidente: Digite os 2 números do seu candidato e clique em “Confirma” — Foto: Editoria de Arte

Por O GLOBO

01/10/2022 07h01  Atualizado há 10 horas

Eleições: Pode ir votar de bermuda? Veja todas regras para o dia de votação

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