Home Blog

Datafolha: Raquel tem 46% e João, 44% para o Governo de Pernambuco

0
João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD)/Sandy James/DP Foto

João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) (Sandy James/DP Foto)

A nova rodada da pesquisa divulgada pelo Datafolha, nesta quinta-feira (1º), aponta a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) com 46% das intenções de voto, enquanto João Campos (PSB) soma 44% do total na consulta estimulada para o primeiro turno.

O candidato Ivan Moraes (PSOL) somou 2% na pesquisa atual (antes, tinha 1%), enquanto Renan Hallais (Missão), registrou 1% (antes, não havia pontuado). Professora Camila (UP), Victor Assis (PCO) e Guilherme Fonseca (PSTU) não pontuaram. Brancos, nulos e pessoas que não devem votar permanece em 4%, enquanto indecisos foram 3% (antes, eram 2%).

Nos votos válidos, Raquel Lyra ficou com 50% (antes, 51%), enquanto João Campos marcou 47% (antes, tinha 46%). Ivan Moraes somou 2% (antes, 1%) e Renan Hallais se manteve com 1% do total.

Encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, a pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-06822/2026. Foram ouvidas 1.204 pessoas entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro, com margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%

Veja os números do 1º turno:

  • Raquel Lyra (PSD): 46% (eram 48% em 24 de setembro);
  • João Campos (PSB): 44% (eram 44%);
  • Ivan Moraes (PSOL): 2% (era 1%);
  • Renan Hallais (Missão): 1% (era 1%);
  • Professora Camila (UP): 0% (era 1%);
  • Victor Assis (PCO): 0% (era 0%);
  • Guilherme Fonseca (PSTU): 0% (era 0%);
  • Branco/nulo/nenhum: 4% (eram 4%);
  • Indecisos: 3% (eram 2%).

Os candidatos ao governo de Pernambuco adotaram tons distintos durante o último debate antes do primeiro turno das eleições. Nas considerações finais do encontro promovido pelo Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, na manhã desta quinta-feira (1º), João Campos (PSB), Ivan Moraes (PSOL) e Raquel Lyra (PSD), que tenta a reeleição, direcionaram recados estratégicos ao eleitorado que vai às urnas no próximo domingo (4).

Na mensagem de encerramento, Campos mirou nos indecisos e exaltou a gestão dele à frente da prefeitura do Recife, cargo que ocupou até março deste ano. O candidato do PSB reforçou, ainda, a aliança com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição.
“Eu queria falar especialmente para você que ainda não se decidiu, que está indeciso e estudando em quem vai votar. Preste atenção na história de cada um, nos compromissos e no que cada um já teve a oportunidade de fazer. Eu nunca fui governador de Pernambuco, fui prefeito do Recife e tive a oportunidade de fazer muito pela nossa cidade. […] Agora chegou a hora de Pernambuco ter muito mais”, declarou.

Já Ivan Moraes (PSOL) optou por se diferenciar dos adversários e focou na apresentação de propostas. O candidato reforçou o discurso de que o voto em sua candidatura fortaleceria uma alternativa à política tradicional.

“Eu não estou querendo administrar crise ou desigualdade. Estou querendo transformar o estado com programas demandados por muitas organizações sociais há décadas, mas que nunca foram escutados pelas famílias que se revezam no poder”, afirmou.

Candidata à reeleição, Raquel Lyra defendeu os resultados dos três anos de mandato. A governadora declarou ter colocado o estado em primeiro lugar e enfatizou que vem promovendo uma transformação em Pernambuco.

“Estamos fazendo investimentos históricos em água, segurança, estradas, saúde e educação. Mas precisamos fazer muito mais: chegar onde ainda não cheguei e garantir que nosso governo chegue às pessoas em quem ainda chegou. O nosso diferencial é fazer uma gestão presente e do jeito certo”, disse.

Faltam 40 dias para o Enem: veja o que priorizar em cada semana até a prova

0

Especialista da Kultivi orienta estudantes a organizar a reta final entre diagnóstico, revisão, questões, redação e simulados

Brasil, outubro de 2026 – Faltam 40 dias para o primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, marcado para 8 de novembro. Para quem ainda sente que há muito conteúdo para estudar, a orientação de especialistas é deixar de lado a tentativa de “zerar o edital” e transformar as próximas semanas em um período estratégico de revisão e prática.

🚨 DATAS DO ENEM 2026 CONFIRMADAS! O INEP publicou o cronograma oficial do ENEM 2026. Dias de Prova: 08/11 (Dia 1): Redação, Linguagens e Ciências Humanas. 15/11 (Dia 2): Matemática e Ciências

Com as provas se aproximando, o estudante precisa saber onde concentrar o tempo disponível. Para Julia Konofal, autora de conteúdos educacionais da edtech Kultivi, a reta final pode ser organizada em etapas, começando por um diagnóstico das dificuldades e avançando gradualmente para questões, redação e simulados. “Agora é o momento de estudar com muito mais estratégia. Não é possível rever todo o conteúdo do Enem com a mesma profundidade em 40 dias, então o estudante precisa descobrir quais são seus principais pontos fracos e direcionar o tempo para eles. A ideia é transformar o conhecimento que já existe em algo mais sólido para a prova”, explica.

Semana 1: descubra onde estão os seus maiores erros

A primeira semana deve funcionar como um diagnóstico. Antes de montar um cronograma definitivo, a recomendação é resolver questões de provas anteriores do Enem, distribuídas entre as diferentes áreas do conhecimento. O objetivo não é apenas verificar a quantidade de acertos, mas identificar quais conteúdos estão provocando os erros.

“Às vezes o estudante olha para o resultado e pensa apenas: ‘acertei 60%’. Mas o mais importante é descobrir por que errou os outros 40%. Foi falta de conhecimento? Interpretação? Falta de atenção? Dificuldade para administrar o tempo? Cada problema exige uma estratégia diferente”, explica Julia. A partir desse diagnóstico, o candidato pode separar os conteúdos em três grupos: aqueles que domina, aqueles que precisa revisar e aqueles em que apresenta maior dificuldade.

Semanas 2 e 3: concentre a revisão nos pontos fracos

Com o diagnóstico em mãos, as duas semanas seguintes devem ser dedicadas principalmente à revisão dos conteúdos que mais precisam de reforço. A recomendação é evitar passar horas apenas assistindo a aulas ou relendo materiais. O estudo deve alternar revisão de conteúdo e resolução de questões.

“Se o estudante percebe que está errando questões de determinado assunto de Matemática, por exemplo, pode revisar aquele conteúdo e imediatamente voltar aos exercícios. Essa sequência ajuda a verificar se a dificuldade realmente foi superada”, afirma. Nesse período, também vale utilizar técnicas de aprendizagem ativa, como resumos próprios, mapas mentais, flashcards e tentativa de explicar determinado conteúdo sem consultar o material.

Semana 4: aumente o volume de questões

Depois de revisar os principais pontos fracos, chega o momento de aumentar a quantidade de exercícios. Resolver questões anteriores ajuda o candidato a reconhecer a forma como o Enem trabalha os conteúdos e também permite desenvolver uma habilidade importante para a prova: administrar o tempo diante de textos longos, gráficos, tabelas e diferentes níveis de dificuldade.

“Conhecer o conteúdo é apenas uma parte da preparação. O estudante também precisa aprender a fazer a prova. Quanto mais ele pratica, mais consegue identificar padrões e administrar melhor o tempo”, explica Julia. A recomendação é registrar os erros e voltar aos conteúdos relacionados a eles, em vez de simplesmente contabilizar o número de questões respondidas.

Semana 5: redação precisa entrar na rotina

A redação não deve ficar para a última semana. Quem ainda não estabeleceu uma rotina de produção precisa começar o quanto antes. Uma sugestão é produzir pelo menos uma redação por semana, respeitando o tempo disponível no exame e, principalmente, analisando o texto depois.

“Escrever é uma habilidade que melhora com prática. Não basta produzir várias redações sem olhar para os próprios erros. O estudante precisa perceber se está conseguindo desenvolver uma tese, organizar os argumentos, utilizar repertório e construir uma proposta de intervenção adequada”, afirma Julia.

Semanas 6: simule as condições da prova

À medida que o exame se aproxima, os simulados completos ganham importância. O ideal é reservar um período semelhante ao tempo real da prova, evitar interrupções e utilizar apenas os materiais permitidos. Mais do que medir o conhecimento, o objetivo é testar concentração, resistência, estratégia e administração do tempo.

Depois do simulado, o candidato deve fazer uma análise detalhada dos erros. “Um simulado só é realmente útil quando existe uma revisão posterior. O resultado mostra quais conteúdos ainda precisam de atenção e também permite perceber se o estudante está conseguindo administrar o tempo. É uma espécie de ensaio geral”, explica.

Última semana: nada de tentar aprender tudo de uma vez

Na semana que antecede a prova, a recomendação é reduzir o ritmo e priorizar revisões mais rápidas, conteúdos-chave e erros que ainda aparecem com frequência. “Na última semana, não é hora de tentar recuperar meses de estudos em poucos dias. É hora de chegar descansado, organizado e confiante no que foi construído. O sono também faz parte da preparação”, orienta Julia.

E quem ainda não começou? Para quem está praticamente começando agora, a especialista afirma que o primeiro passo continua sendo o diagnóstico. “Não recomendo olhar para os 40 dias e pensar que é impossível. Recomendo olhar para cada dia. Quarenta dias representam muitas oportunidades de estudar, resolver questões e corrigir erros. O importante é abandonar a ideia de que é preciso aprender tudo para começar”, afirma.

A Kultivi oferece gratuitamente uma trilha de preparação para o Enem, com cursos de Matemática, Língua Portuguesa, Literatura, História, Geografia, Física, Química, Biologia, Filosofia, Sociologia e Inglês, além de conteúdos específicos de Redação para o Enem e Métodos de Estudo para o Enem: Como Aprender de Verdade.

A plataforma permite que o estudante utilize as aulas de acordo com as próprias necessidades, retomando conteúdos específicos depois de identificar dificuldades em exercícios e simulados. “Nosso objetivo é mostrar que ainda existe tempo para fazer uma preparação consistente. O estudante não precisa estudar tudo de novo. Precisa estudar melhor aquilo que ainda não domina”, completa Julia.

A Kultivi é uma plataforma de educação online que oferece cursos gratuitos em diversas áreas do conhecimento. Fundada com a missão de democratizar o acesso à aprendizagem, disponibiliza conteúdos, materiais de apoio e certificação sem custo. Atualmente, conta com mais de 5 milhões de alunos ativos em todo o Brasil. Mais informações em kultivi.com.

Datafolha divulga nova pesquisa para Presidência da República nesta quinta (1º)

0

Confira quando saem as últimas pesquisas para presidente antes do 1º turno das Eleições Gerais, no próximo domingo (4)

Os candidatos à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL)/Foto: Ricardo Stuckert/Acervo e Evaristo Sa/AFP

A nova pesquisa do Datafolha para a Presidência da República divulgada nesta quinta-feira (1º). Registrado sob o número BR-08039/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pelo Grupo Globo.

Última pesquisa Datafolha

Veja abaixo os números do levantamento mais recente do Datafolha, divulgados na última quinta-feira (24):

1º Turno

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — 40%
  • Flávio Bolsonaro (PL) — 36%
  • Augusto Cury (Avante) — 5%
  • Ronaldo Caiado (PSD) — 4%
  • Renan Santos (Missão) — 3%
  • Romeu Zema (Novo) — 1%
  • Samara Martins (UP) — 1%

Brancos, nulos e os que afirmaram que não vão votar em nenhum dos candidatos somam 5%; 2% declararam estar indecisos.

2º Turno

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — 47%
  • Flávio Bolsonaro (PL) — 45%

Os entrevistados que pretendem votar em branco, anular ou não escolher nenhum dos candidatos somam 7%. Os indecisos representam 1%.

Confira datas das últimas pesquisas para presidente antes do 1º turno

Quinta-feira (1º)

  • Datafolha, contratada pela Folha de S.Paulo e pelo Grupo Globo — BR-08039/2026

Sexta-feira (2)

  • VOX, realizada com recursos próprios — BR-00148/2026

Sábado (3)

  • Datafolha, contratada pela Folha de S.Paulo e pelo Grupo Globo — BR-01708/2026
  • Quaest, contratada pelo Grupo Globo — BR-02197/2026
  • AtlasIntel, realizada com recursos próprios — BR-00999/2026
  • Futura/100% Cidades, realizada com recursos próprios — BR-02431/2026
  • MDA/CNT, contratada pela Confederação Nacional dos Transportes — BR-04756/2026
  • Palver, realizada com recursos próprios — BR-00198/2026
  • PoderData, realizada com recursos próprios — BR-03519/2026

Pernambuco!Concursos para Polícia Militar e Corpo de Bombeiros têm 1.890 vagas com salários de até R$ 12,9 mil; saiba como se inscrever

0

Inscrições começam na segunda-feira (5) e podem ser feitas até 5 de novembro na internet. Provas serão aplicadas em fevereiro de 2027

Imagem de arquivo mostra viaturas da Polícia Militar de Pernambuco — Foto: Reprodução/TV Globo

Dois concursos públicos do governo de Pernambuco, um para a Polícia Militar (PM) e outro para o Corpo de Bombeiros Militar, oferecem 1.890 vagas de emprego com salários de até R$ 12,9 mil. As inscrições começam na segunda-feira (5) e podem ser feitas até o dia 5 de novembro na internet. As provas serão aplicadas em fevereiro de 2027.

De acordo com os editais, que foram publicados em edição extraordinária do Diário Oficial do Estado da terça-feira (29), o certame da PM conta com 1.250 vagas para soldado, de nível médio, e 70 para oficial, que exige ensino superior em direito. No concurso dos bombeiros, são 510 vagas para soldado, de nível médio, e 60 para oficial, que exige ensino superior em qualquer área.

As taxas de inscrição dos concursos variam de R$ 180, para vagas de nível médio, a R$ 220, para as que exigem ensino superior. Os candidatos que comprovarem baixa renda e estiverem inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) podem solicitar isenção do pagamento da taxa de inscrição.

Os dois processos seletivos contam com as seguintes fases de avaliação:
  • prova objetiva com redação;
  • exames médicos;
  • testes de aptidão física;
  • avaliação psicológica;
  • entrevista individual on-line.

As provas objetivas serão realizadas no Recife; em Caruaru, no Agreste de Pernambuco; e em Arcoverde e Petrolina, no Sertão do estado, nos dias 21 e 28 de fevereiro de 2027, para a PM e os bombeiros, respectivamente. O resultado final está previsto para outubro de 2027, segundo os editais.

Em nota, o governo de Pernambuco também anunciou que serão realizados concursos para as polícias Civil e Penal, mas não informou quando os editais serão publicados.

Click Here

Hoje(01) é ´Dia Nacional do Vereador` . Parabéns!

Dia Do Vereador PSD (.psd) - 95 mil modelos editáveis para download —  Designi

  • Histórico: O dia 1º de outubro remonta a 1828, quando o Imperador D. Pedro I promulgou a lei que regulamentou as Câmaras Municipais no país.

Principais Funções do Vereador

  • Legislar: Criar, discutir e votar leis municipais que organizam a vida na cidade.

  • Fiscalizar: Acompanhar as ações, os gastos e o orçamento da Prefeitura (Poder Executivo).

  • Representar: Ser o elo direto entre os moradores dos bairros e o poder público, levando as demandas da população para a Câmara Municipal. [1, 2, 3, 4, 5]

Sebrae reúne seis municípios em Juazeiro para compartilhar práticas de educação empreendedora

0

Último encontro do núcleo regional destaca experiências nas escolas, formação de professores e protagonismo dos estudantes

Experiências que aproximam a aprendizagem da realidade dos estudantes marcaram o 6º e último encontro do Núcleo de Práticas de Educação Empreendedora do Sebrae em Juazeiro. Realizado nesta quarta-feira (30), das 8h às 12h, no auditório da instituição, o encontro reuniu representantes de Casa Nova, Sobradinho, Curaçá, Juazeiro, Uauá e Chorrochó, encerrando um ciclo de seis encontros no Norte da Bahia.

Com o tema “Sistematização e Compartilhamento de Práticas”, a atividade teve como foco reunir os aprendizados construídos ao longo da formação, da experimentação e do acompanhamento das ações nos municípios. A proposta foi compartilhar projetos, reconhecer boas práticas e refletir sobre os desafios e as soluções encontradas pelas equipes na aplicação da educação empreendedora.

O trabalho regional integra uma iniciativa do Sebrae Bahia que reúne 70 municípios em 13 Núcleos de Educação Empreendedora, com atividades entre maio e setembro de 2026. Os grupos promovem a construção coletiva de propostas pedagógicas alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), considerando as características dos territórios e as necessidades de aprendizagem dos estudantes.

Para o analista técnico do Sebrae e embaixador da Educação Empreendedora do Sebrae em Juazeiro, Edlan Amaral, o ciclo reforça a importância de manter a pauta presente e integrada às políticas educacionais dos municípios. “Mais do que compartilhar experiências, esses encontros mostram a importância de fortalecer a Educação Empreendedora como uma agenda permanente, conectada à realidade dos estudantes e capaz de estimular autonomia, criatividade e protagonismo. Nosso compromisso é seguir apoiando os municípios na continuidade e no fortalecimento dessas ações”, destaca.

A professora e especialista Maria Helena Gomes, responsável pela capacitação das equipes, explica que o Sebrae Bahia implementou, em 2026, a Consultoria Integra Educação Empreendedora, por meio da Unidade de Educação Empreendedora (UEE), e promoveu a constituição dos Núcleos de Práticas de Educação Empreendedora.

Em Juazeiro, o núcleo é formado por oito municípios: Chorrochó, Glória, Curaçá, Uauá, Juazeiro, Sobradinho, Casa Nova e Pilão Arcado.

Durante os seis encontros, realizados entre abril e setembro, as equipes receberam capacitação e as escolas trabalharam com as metodologias Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP) e Cadernos do Jovem Empreendedor, fortalecendo o protagonismo e a autonomia dos estudantes.

Segundo Maria Helena, o encontro de encerramento foi dedicado ao compartilhamento de boas práticas e ações exitosas desenvolvidas pelos municípios. A consultora aponta que o principal desafio para implementar as metodologias ainda é a resistência de alguns professores, sobretudo pelo desconhecimento da temática.“A sensibilização e a capacitação dos professores reduzem essa resistência e possibilitam resultados exitosos nas ações”, afirma.

Sobradinho apresentou o projeto “Do Consumo à Criação”, da Escola de Gestão Compartilhada Maria José de Lima Silveira. Para a professora Géssica Laís, a formação amplia a compreensão do empreendedorismo e abre possibilidades de pesquisa, criação e participação dos estudantes na comunidade.

“Esses encontros são essenciais porque ampliam nosso olhar e abrem novas formas de criação. Isso facilita o trabalho interdisciplinar com os alunos e coloca o estudante como protagonista”, destaca. Segundo a professora, as aprendizagens também incentivam os jovens a buscar novos conhecimentos e oportunidades além da escola.

Uauá compartilhou a experiência “Do JEPP à Consolidação de uma Política Municipal de Educação Empreendedora”. A professora Iana Cibele, coordenadora da educação empreendedora e financeira do município, ressaltou a contribuição do Sebrae para o trabalho desenvolvido com os alunos.

“O Sebrae oferece suporte, livros e conhecimento, para nos auxiliar na educação empreendedora dos alunos. É uma experiência muito enriquecedora, que fortalece a nossa educação”, afirma.

Casa Nova apresentou “Educação Empreendedora em Casa Nova”, enquanto Chorrochó levou ao encontro “O Sertão Criativo: Raízes que Sustentam, Ideias que Transformam”. Juazeiro compartilhou as campanhas Juazeiro Literária e Juazeiro Limpa, além do Programa de Intercâmbio Juazeiro pelo Mundo. Curaçá apresentou “Empreendedorismo nas Escolas de Curaçá”.

O encerramento também propôs organizar as experiências a partir de seus contextos, objetivos, desenvolvimento, resultados e aprendizados. Produções escolares, registros, fotos e relatos de professores e estudantes foram previstos como recursos para dar visibilidade ao percurso construído pelos municípios.

Ao concluir os seis encontros, o núcleo regional reforça a troca de conhecimentos entre os municípios e a valorização das práticas desenvolvidas nas escolas. O objetivo é que os aprendizados compartilhados contribuam para a continuidade de ações que estimulem autonomia, criatividade e protagonismo dos estudantes.

Informações da  ML Comunicação

Se ligue! Morar há décadas no imóvel da família não torna herdeiro dono, decide STJ

0

Quarta Turma negou, por unanimidade, pedido de casal que vivia havia 29 anos em imóvel ainda não partilhado. Para o tribunal, morar com a permissão dos parentes não é o mesmo que agir como dono

Acesse a página inicial do site

A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, por unanimidade, o pedido de usucapião extraordinária feito por um casal, formado pela filha e pelo genro de uma mulher já falecida, que morava havia 29 anos em um imóvel que faz parte da herança da família. A decisão, divulgada pelo STJ nesta quarta-feira (30), foi tomada no Agravo em Recurso Especial (AREsp) 2.983.084, relatado pelo ministro Raul Araújo. Segundo o colegiado, a ocupação prolongada, sozinha, não prova que o casal agia como dono do bem, requisito do artigo 1.238 do Código Civil.

O processo teve origem em Alagoas. De acordo com o STJ, o casal afirmou na ação que ocupava o imóvel de forma exclusiva, contínua, mansa e pacífica, que o usava como residência e que havia feito obras no local ao longo dos anos. Com base nesses argumentos, a primeira instância acolheu o pedido e reconheceu a propriedade em favor dos dois.

O cenário mudou no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL). Ao julgar a apelação, a corte estadual reformou a sentença. Para o TJAL, a moradia decorria de mera liberalidade dos proprietários, isto é, de uma concessão da família, e não de uma posse com intenção de dono. O tribunal estadual também apontou que o imóvel estava listado para partilha em um inventário ainda em andamento. O casal recorreu ao STJ sustentando que todos os requisitos da usucapião extraordinária estavam presentes.

No voto, o relator afirmou que a posse exigida para adquirir a propriedade não se confunde com a simples permanência no imóvel. O ministro lembrou que, no ambiente familiar, morar em um bem ou usá-lo pode ser fruto de afeto, solidariedade, ajuda entre parentes ou conveniência doméstica. Nessas situações, segundo ele, a ocupação não revela a intenção de exercer a propriedade contra os demais titulares.

Esse elemento tem nome no Direito: animus domini, expressão em latim que designa a intenção de possuir a coisa como dono. Para o STJ, ele precisa ser provado de forma clara. No caso julgado, o tribunal entendeu que o contexto familiar e sucessório em que a ocupação aconteceu não se ajustava a essa exigência.

Dois fatos pesaram na conclusão, conforme a notícia publicada pelo tribunal. O imóvel integrava uma herança ainda não partilhada, e outros herdeiros se opuseram ao pedido de usucapião. Para a Quarta Turma, essas circunstâncias reforçaram o entendimento de que não houve posse exercida como proprietário.

O Código Civil ajuda a explicar por que a herança pesa tanto nesse tipo de disputa. Pelo artigo 1.784, a herança é transmitida aos herdeiros no momento da morte. Até a partilha, o artigo 1.791 estabelece que ela é um todo indivisível, e o direito de cada herdeiro sobre os bens segue as regras do condomínio. Todos passam a ser donos, em conjunto, de cada bem deixado.

O relator observou que a usucapião entre herdeiros não é proibida de forma absoluta. O próprio STJ já admitiu, em situações específicas, que um herdeiro adquira dessa forma um bem da herança. Em 2018, no REsp 1.631.859/SP, a Terceira Turma, sob relatoria da ministra Nancy Andrighi, reconheceu que o herdeiro condômino pode pedir usucapião em nome próprio, desde que comprove posse exclusiva, com intenção de dono e pelo prazo previsto em lei.

Raul Araújo classificou essas hipóteses como excepcionais. Segundo a decisão, é preciso comprovar todos os requisitos legais, incluindo posse exclusiva, exercida como dono, pelo período exigido e sem oposição dos demais proprietários. Quando a ocupação nasce das relações comuns entre familiares, a permissão ou a tolerância dos parentes torna a posse incompatível com a usucapião, conforme o relator.

Outro fundamento do acórdão foi a proteção das regras da sucessão. Embora a usucapião seja uma forma originária de adquirir a propriedade, o ministro afirmou que ela não pode funcionar como caminho indireto para transferir bens entre pais e filhos sem os controles previstos em lei.

Como exemplos dessas proteções, o relator citou o artigo 496 do Código Civil, que exige o consentimento dos outros descendentes e do cônjuge para a venda de bens de pais a filhos, e o artigo 544, segundo o qual a doação de ascendente a descendente é tratada como adiantamento da herança. Para o ministro, aceitar a usucapião nessas circunstâncias seria abrir uma “via alternativa para a transferência patrimonial desordenada entre ascendentes e descendentes”, com risco de insegurança jurídica entre parentes.

A lei prevê diferentes modalidades de usucapião. A extraordinária, discutida no caso, exige posse sem interrupção nem oposição por 15 anos, prazo que cai para 10 quando o possuidor mora no imóvel ou nele realiza obras ou serviços produtivos, conforme o artigo 1.238 do Código Civil. Ela dispensa justo título e boa-fé. Há também a ordinária, de 10 anos, que exige justo título e boa-fé (artigo 1.242), e a especial urbana, de 5 anos, voltada a áreas de até 250 metros quadrados usadas como moradia por quem não tem outro imóvel (artigo 1.240). Em todas elas, a posse com intenção de dono continua sendo requisito.

“Muitas famílias acreditam que quem mora no imóvel há décadas já é dono. A decisão mostra que o tempo, sozinho, não resolve. Quando existe herança, o caminho mais seguro costuma ser o inventário e a partilha”, afirma o advogado Luiz Vasconcelos Jr., especialista em Direito de Família e Sucessões do VLV Advogados.

Segundo ele, a decisão também serve de alerta para herdeiros que cuidam sozinhos de um imóvel da família. “Pagar IPTU, fazer reformas e morar no local ajuda a contar a história da posse, mas não substitui a regularização. Se há consenso entre os herdeiros, o inventário pode ser feito em cartório, de forma mais rápida. Se não há, quem decide é o Judiciário”, explica.

Advertisement

Junta Militar de Petrolina alerta jovens que foram dispensados para retirar documento definitivo

0

AVISO IMPORTANTE

A Prefeitura de Petrolina, através da Junta de Serviço Militar, alerta os jovens que foram dispensados do Serviço Militar para que retornem ao órgão e realizem os procedimentos necessários para retirar o documento definitivo de dispensa. A orientação é importante para que os jovens concluam sua situação militar e tenham em mãos a documentação que comprova sua regularização no Serviço Militar.

O documento militar pode ser necessário em diferentes situações da vida civil, como ingresso em instituições de ensino, posse em cargos públicos, assinatura de carteira de trabalho, emissão de passaporte, dentre outros. A Junta Militar fica localizada na Avenida Coronel Clementino Coelho, nº 174, bairro Atrás da Banca e funciona de segunda a sexta-feira das 7h às 13h.

Saiba o que diz a CLT sobre assédio eleitoral no ambiente de trabalho

0

Conheça os direitos do empregado e as penalidades previstas para gestores que tentam influenciar o voto de subordinados sob ameaça de demissão

A pressão para votar em um determinado candidato sob ameaça de demissão ou a promessa de benefícios configura assédio eleitoral, uma prática ilegal que viola direitos constitucionais do trabalhador. Com as eleições de 2026 em curso, denúncias sobre coação no ambiente de trabalho se tornam mais frequentes e acendem um alerta sobre como se proteger.

Siga o canal do Correio Braziliense no WhatsApp e receba as principais notícias do dia no seu celular.

MPF participa de seminário sobre enfrentamento ao assédio eleitoral em  Curitiba amanhã (20) — Ministério Público Federal

Em 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforçou essa proteção ao vedar expressamente o assédio eleitoral em ambientes de trabalho por meio da Resolução nº 23.755/2026, garantindo um ambiente sadio e livre de discriminação política.

Quais são os direitos do trabalhador?

O empregado coagido a votar em um candidato específico tem seus direitos resguardados. A liberdade de voto é um pilar da democracia e qualquer tentativa de violá-la no ambiente profissional pode ser combatida judicialmente. Entre os principais direitos, destacam-se:.

Como denunciar o assédio eleitoral?

Para formalizar uma denúncia, é fundamental reunir provas. Registros de e-mails, mensagens em aplicativos, gravações de áudio ou vídeo e o testemunho de colegas são essenciais para comprovar a coação. A denúncia pode ser feita de forma anônima e em diferentes canais.

O principal órgão para receber essas queixas é o Ministério Público do Trabalho (MPT), que pode ser acionado de forma anônima por meio de seu site oficial. A relevância do tema é crescente: até setembro de 2026, o MPT já havia recebido mais de 376 denúncias de assédio eleitoral, número superior a ciclos eleitorais anteriores.

Outras opções incluem os sindicatos de cada categoria profissional e a Justiça Eleitoral. A fiscalização foi ampliada com a Resolução nº 452/2026 do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), que determina que juízes do trabalho comuniquem de ofício casos identificados ao MPT e ao Ministério Público Eleitoral, e com a campanha “Aliança pelo Voto Livre e Secreto”, uma cooperação entre TSE, TST e o MPT.

As empresas e os gestores condenados pela prática de assédio eleitoral estão sujeitos a penalidades severas. As punições incluem o pagamento de multas e indenizações por danos morais coletivos — com casos que chegam a R$ 50 mil — e individuais. Além disso, a conduta pode ser enquadrada como crime, conforme previsto nos artigos 300 e 301 do Código Eleitoral, com pena de reclusão de até quatro anos e multa, levando à responsabilização criminal dos envolvidos.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.(Correio Brasiliense)

Vem ai o encontro `Excelências da Imprensa 2026`. Homenageado Luiz Villas Boas

0

Luiz Martins Alves(Villas Boas) 58 anos,natural de Queimada Nova– PI

Radialista desde 1989, quando iniciou sua carreira na antiga Emissora Rural, com passagens na Grande Rio AM e FM, Sistema Jornal do Comércio, Radios Independência e Nova Cidade, correspondente da Rádio Clube de Pernambuco, escreveu para os jornais Gazzeta e Tribuna Popular.

  • Criador do Canal 100 Impedimento com destaque para o Esporte, notícias e entretenimento.
  • Fundador e coordenador da ´Copa Petrolina de Futsal´ há 30 anos.
  • Apresenta o Boletim 100 Impedimento esportes, para várias rádios da região.

Diario/Paraná Pesquisas: João lidera entre mulheres e Raquel, entre homens em Pernambuco

0

A pesquisa também revela diferenças na distribuição das intenções de voto por idade e escolaridade

Pesquisa encomendada pelo Diario de Pernambuco ouviu 1.352 eleitores de 57 municípios, entre os dias 27 e 29 de setembro/Fotos: Marlon Diego e Rafael Vieira/DP Foto

Pesquisa encomendada pelo Diario de Pernambuco ouviu 1.352 eleitores de 57 municípios, entre os dias 27 e 29 de setembro (Fotos: Marlon Diego e Rafael Vieira/DP Foto)

João Campos (PSB) tem 49% das intenções de voto entre as mulheres, enquanto Raquel Lyra (PSD) registra 49,2% entre os homens, segundo recorte da pesquisa Paraná Pesquisas encomendada pelo Diario de Pernambuco.

O levantamento mostra uma divisão no eleitorado por gênero: o socialista abre 7,9 pontos de diferença sobre a governadora entre as eleitoras; no público masculino, Raquel tem 8,3 pontos a mais que João. Entre as mulheres, Raquel aparece com 41,1%, ante os 49% de João. Já entre os homens, a relação se inverte: a governadora alcança 49,2%, enquanto o socialista registra 40,9%.

Os números fazem parte do cenário estimulado de primeiro turno, no qual os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados. No resultado geral, a disputa aparece mais estreita: João tem 45,3% das intenções de voto e Raquel, 44,8%.
Ivan Moraes (PSOL) aparece com 1,4% entre as mulheres e 0,6% entre os homens. Os demais candidatos não ultrapassam 0,5% em nenhum dos dois grupos.

Outros recortes

A pesquisa também revela diferenças na distribuição das intenções de voto por idade e escolaridade.

João registra seu maior percentual entre os entrevistados de 16 a 24 anos, com 48%, diante de 42,9% de Raquel. O socialista também aparece numericamente à frente entre aqueles de 45 a 59 anos — 47% a 43,2% — e entre os eleitores com 60 anos ou mais, por 44,1% a 43,4%.

Raquel, por sua vez, registra percentuais numericamente maiores nas faixas de 25 a 34 anos e de 35 a 44 anos. Nos dois grupos, a governadora tem 47,2%, enquanto João aparece com 43,9%.

A escolaridade apresenta outra divisão. Entre entrevistados com ensino fundamental, João chega a 50,4%, ante 38,4% de Raquel — uma diferença de 12 pontos. Já a governadora aparece numericamente à frente entre quem possui ensino médio, por 49,4% a 42%, e ensino superior, por 48,8% a 41,2%.

Pesquisa

O levantamento Diario de Pernambuco/Paraná Pesquisas ouviu 1.352 eleitores de 57 municípios, entre os dias 27 e 29 de setembro. A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais.

A amostra tem grau de confiança de 95% e margem de erro estimada em aproximadamente 2,7 pontos percentuais para o conjunto da pesquisa. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número PE-01835/2026. O registro confirma campo entre 27 e 29 de setembro e amostra de 1.352 entrevistados.

Quaest para o Senado em PE: Marília, 19%; Humberto, 17%; Mendonça, 10%; Eduardo, 7%

0

Pesquisa divulgada nessa terça (29) foi encomendada pela Globo. Margem de erro é de três pontos percentuais.

Marília Arraes (PDT), Humberto Costa (PT), Mendonça Filho (PL) e Eduardo da Fonte (PP) — Foto: Andréa Rêgo Barros/Divulgação

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra como está a disputa pelo Senado em Pernambuco. O levantamento foi encomendado pela Globo.

Em 2026, serão eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal, para renovar 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada eleitor precisa votar em dois candidatos diferentes. Não é possível escolher o mesmo nome duas vezes. A última pesquisa do instituto havia sido divulgada no dia 23 de setembro.

Na pesquisa espontânea da Quaest, em que os nomes não são mostrados aos eleitores entrevistados, 68% estão indecisos (eram 73%), porque não souberam citar um candidato.

Já na pesquisa estimulada, a lista de candidatos é mostrada, e cada entrevistado precisa responder duas vezes em quem pretende votar: para a primeira vaga e, depois, para a segunda vaga.

Os resultados da pesquisa para o Senado consideram as menções para a primeira e a segunda vagas em um total que soma 100% das intenções de voto e mantém a proporção entre candidatos, brancos/nulos e indecisos.

Veja os números abaixo:

Combinação – votos totais

  • Marília Arraes (PDT): 19% (eram 18% em 23 de setembro);
  • Humberto Costa (PT): 17% (eram 14%);
  • Mendonça Filho (PL): 10% (eram 10%);
  • Eduardo da Fonte (PP): 7% (eram 8%);
  • Túlio Gadêlha (PSD): 3% (eram 4%);
  • Carlos Sant’anna (Novo): 1% (era 1%);
  • Pastor Gilvan Costa (Democrata): 1% (era 1%);
  • Samuel Timoteo (UP): 0% (era 1%);
  • Gorett Bitu (UP): 0% (era 0%);
  • Mailson Neto (PCO): 0% (era 0%);
  • Mariano Macedo (PSTU): 0% (era 0%);
  • Paulo Rubem Santiago (Rede): 0% (era 1%);
  • Indecisos: 23% (eram 21%);
  • Branco/nulo/não vai votar: 19% (eram 21%).

Contratada pela Globo, a Quaest entrevistou 1.302 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-00324/2026.

Agora, veja os resultados que consideram apenas as respostas para a primeira vaga e, depois, para a segunda.

Primeira vaga

  • Marília Arraes: 22% (eram 23%);
  • Humberto Costa: 20% (eram 15%);
  • Mendonça Filho: 14% (eram 14%);
  • Eduardo da Fonte: 7% (eram 8%);
  • Túlio Gadêlha: 3% (eram 4%);
  • Carlos Sant’anna: 0% (era 0%);
  • Pastor Gilvan Costa: 0% (era 1%);
  • Samuel Timoteo: 0% (era 0%);
  • Gorett Bitu: 0% (era 0%);
  • Mailson Neto: 0% (era 0%);
  • Mariano Macedo: 0% (era 0%);
  • Paulo Rubem Santiago: 0% (era 1%);
  • Indecisos: 19% (eram 17%);
  • Branco/nulo/não vai votar: 15% (eram 17%).

Segunda vaga

  • Marília Arraes: 16% (eram 13%);
  • Humberto Costa: 15% (eram 12%);
  • Mendonça Filho: 6% (eram 7%);
  • Eduardo da Fonte: 8% (eram 9%);
  • Túlio Gadêlha: 3% (eram 4%);
  • Carlos Sant’anna: 1% (era 1%);
  • Pastor Gilvan Costa: 1% (era 1%);
  • Samuel Timoteo: 0% (era 1%);
  • Gorett Bitu: 0% (era 1%);
  • Mailson Neto: 0% (era 0%);
  • Mariano Macedo: 0% (era 0%);
  • Paulo Rubem Santiago: 0% (era 1%);
  • Indecisos: 27% (eram 24%);
  • Branco/nulo/não vai votar: 23% (eram 26%).

Números da pesquisa espontânea

Abaixo, veja os dados completos da pesquisa espontânea, quando não são apresentados os nomes dos candidatos:

  • Humberto Costa: 8% (eram 6%);
  • Marília Arraes: 7% (eram 6%);
  • Mendonça Filho: 4% (eram 5%);
  • Eduardo da Fonte: 3% (era 3%);
  • Túlio Gadêlha: 1% (era 1%);
  • Carlos Sant’Anna: 1% (era 0%);
  • Samuel Timóteo: 0% (era 0%);
  • Gorett Bitu: 0% (era 0%);
  • Mailson Neto: 0% (era 0%);
  • Mariano Macedo: 0% (era 0%);
  • Pastor Gilvan Costa: 0% (era 0%);
  • Paulo Rubem Santiago: 0% (era 0%);
  • Outros: 1% (era 0%);
  • Indecisos: 68% (eram 73%);
  • Branco/nulo/não vai votar: 7% (eram 6%).

Rejeição dos candidatos

A Quaest perguntou também aos eleitores sobre cada um dos candidatos: se eles conhecem e votariam, se não conhecem ou se conhecem e não votariam. Os candidatos mais rejeitados (maiores índices de “conhece e não votaria”) são Marília Arraes e Mendonça Filho.

Marília Arraes

  • Conhece e votaria: 45% (eram 46%);
  • Não conhece: 19% (eram 19%);
  • Conhece e não votaria: 36% (eram 35%).

Humberto Costa

  • Conhece e votaria: 41% (eram 36%);
  • Não conhece: 30% (eram 29%);
  • Conhece e não votaria: 29% (eram 35%).

Mendonça Filho

  • Conhece e votaria: 30% (eram 31%);
  • Não conhece: 35% (eram 34%);
  • Conhece e não votaria: 35% (eram 35%).

Eduardo da Fonte

  • Conhece e votaria: 27% (eram 27%);
  • Não conhece: 42% (eram 46%);
  • Conhece e não votaria: 31% (eram 27%).

Túlio Gadêlha

  • Conhece e votaria: 13% (eram 15%);
  • Não conhece: 59% (eram 59%);
  • Conhece e não votaria: 28% (eram 26%).

Carlos Sant’Anna

  • Conhece e votaria: 5% (eram 6%);
  • Não conhece: 85% (eram 85%);
  • Conhece e não votaria: 10% (eram 9%).

Pastor Gilvan Costa

  • Conhece e votaria: 5% (eram 9%);
  • Não conhece: 77% (eram 77%);
  • Conhece e não votaria: 18% (eram 14%).

Paulo Rubem Santiago

  • Conhece e votaria: 4% (eram 5%);
  • Não conhece: 84% (eram 84%);
  • Conhece e não votaria: 12% (eram 11%).

Mailson da Silva Neto

  • Conhece e votaria: 2% (eram 2%);
  • Não conhece: 89% (eram 89%);
  • Conhece e não votaria: 9% (eram 9%).

Mariano Macedo

  • Conhece e votaria: 2% (era 2%);
  • Não conhece: 90% (eram 90%);
  • Conhece e não votaria: 8% (eram 8%).

Samuel Timoteo

  • Conhece e votaria: 2% (era 2%);
  • Não conhece: 89% (eram 89%);
  • Conhece e não votaria: 9% (eram 9%).

Gorett Bitu

  • Conhece e votaria: 1% (era 1%);
  • Não conhece: 94% (eram 94%);
  • Conhece e não votaria: 5% (eram 5%).

g1 Pernambuco