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Horóscopo do dia: confira o que os astros revelam para esta quarta-feira(21)

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Será um dia importante para identificar insatisfações, rever comportamentos e compreender melhor as próprias necessidades (Imagem: Billion Photos | Shutterstock) - (crédito: EdiCase)

ÁRIES (nascimento entre 21/3 a 20/4)

Agora não é hora de fazer apostas, é hora de preservar o rumo mais sensato possível em todos os assuntos que sejam importantes para você. Se você, eventualmente, não souber o que fazer, ganhe tempo. Melhor assim.

TOURO (nascimento entre 21/4 a 20/5)

Coisas estranhas que as pessoas fazem e que não passam despercebidas não hão de ser descartadas como questões sem importância, porque sinalizam operações que, no fim das contas, vão exercer influência em você

GÊMEOS (nascimento entre 21/5 a 20/6)

Muitos detalhes precisam ainda ser lapidados para que o desenho maior dos acontecimentos se mostre e, assim, você possa tomar boas decisões diante de tudo que está em marcha. Por isso, tome seu tempo com serenidade.

CÂNCER (nascimento entre 21/6 a 21/7)

Quando não se medem as consequências e os efeitos colaterais é porque a alma está envolvida no fragor dos desejos e deixou de pensar direito em tudo que precisa ser feito para chegar lá. Evite essa situação.

LEÃO (nascimento entre 22/7 a 22/8)

Seus quereres são sagrados e hão de ser satisfeitos, mas é preciso ver a melhor maneira de chegar lá, porque se precipitando e passando por cima das necessidades alheias você só atrasaria tudo que de bom vem vindo por aí.

VIRGEM (nascimento entre 23/8 a 22/9)

Seus quereres são sagrados e hão de ser satisfeitos, mas é preciso ver a melhor maneira de chegar lá, porque se precipitando e passando por cima das necessidades alheias você só atrasaria tudo que de bom vem vindo por aí

LIBRA (nascimento entre 23/9 a 22/10)

É claro que sempre haverá atalhos de duvidosa reputação para você ganhar tempo e ter a sensação de vitória. Porém, esses atalhos implicam riscos que podem não ficar evidentes de imediato, mas que estão aí.

ESCORPIÃO (nascimento entre 23/9 a 21/11)

Os humores extremos que circulam à solta por aí precisam ser driblados por você, porque se acontecer de exercerem um forte impacto em sua alma você correrá o risco de perder o senso de proporção a respeito de tudo.

SAGITÁRIO (nascimento entre 22/11 a 21/12)

As boas intenções que nunca foram postas em prática pavimentam o caminho do inferno, porque se pelo menos houvesse uma tentativa concreta e prática, você teria respostas realistas para retificar o comportamento.

CAPRICÓRNIO (nascimento entre 22/12 a 20/1)

Chega uma hora em que, em nome da própria saúde mental, é melhor se abster de tentar ajudar ou esclarecer quem quer que seja, porque você enfrentaria o inconsciente que faz as pessoas gostarem de sofrer.

AQUÁRIO (nascimento entre 21/1 a 19/2)

Coisas que antes passavam despercebidas agora se tornam gritantes e sua alma se pergunta como foi que não saltavam à vista, se eram evidentes. Não importa, uma vez percebidas, não dá para fingir que não existem.

PEIXES (nascimento entre 20/2 a 20/3)

As mesmas questões que podem se tornar motivo de frustração para sua alma podem também se converter em incentivos para luzir a criatividade e driblar os impedimentos para continuar, sempre em frente e para cima.

Vox Brasil: Lula tem 51% e Flávio 49% no segundo turno

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Pesquisa indica diminuição no número de indecisos a uma semana da votação, enquanto rejeição dos candidatos se empata

No cenário estimulado, em que os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, o presidente concentra 46,4% das intenções de voto, ante 44,6% de Flávio - (crédito: Ricardo Stuckert e Charles Vieira)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão tecnicamente empatados na disputa pelo Palácio do Planalto, segundo pesquisa Vox Brasil divulgada neswse domingo (18/10). A uma semana do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro, o petista aparece com 51% dos votos válidos, enquanto o parlamentar registra 49%.

No cenário estimulado, em que os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, o presidente concentra 46,4% das intenções de voto, ante 44,6% de Flávio. Outros 5% pretendem votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum dos dois, enquanto 3,9% permanecem indecisos.

Em comparação com a pesquisa anterior, Lula avançou 2,2 pontos percentuais, passando de 44,2% para 46,4%. O senador também apresentou crescimento, embora menor, saindo de 42,7% para 44,6%.

O levantamento ainda identificou uma redução no número de eleitores que não definiram o voto. O percentual de indecisos caiu de 9,7% para 3,9%, enquanto a parcela daqueles que pretendem votar em branco ou nulo, ou não escolher nenhum candidato, aumentou de 3,4% para 5%.

Expectativa de vitória e rejeição

A Vox Brasil também investigou quem os brasileiros acreditam que vencerá a eleição, independentemente do candidato em que pretendem votar. Para 46,9% dos entrevistados, Lula conquistará um novo mandato, enquanto 41,6% consideram que Flávio Bolsonaro será eleito presidente. Outros 11,5% não souberam responder.

Já os índices de rejeição são iguais para os dois presidenciáveis. Segundo a pesquisa, 45,3% dos entrevistados afirmam que não votariam em Lula “de jeito nenhum”, mesmo percentual registrado pelo senador.

O levantamento aponta ainda que 4,7% rejeitam simultaneamente as duas candidaturas, ao passo que 2,4% declaram não rejeitar nenhum dos concorrentes.

Dados técnicos

A pesquisa Vox Brasil está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04332/2026. Foram entrevistadas 2.100 pessoas de todo o Brasil entre 15 e 17 de outubro.

O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos. O custo declarado da pesquisa é de R$ 50 mil.

(Informações do Correio Brasiliense)

Apoiadores de Lula fazem ato com Caetano Veloso, Djavan e outros artistas em Copacabana

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Manifestação reúne músicos na altura do Posto 5, a uma semana do segundo turno; mais cedo, centenas de pessoas participaram de evento na Candelária, no Centro do Rio de Janeiro

Ato pró-Lula reúne milhares de pessoas na Praia de Copacabana neste domingo
Ato pró-Lula reúne milhares de pessoas na Praia de Copacabana neste domingo — Foto: Tércio Teixeira / AFP

Apoiadores da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fazem neste domingo (18) o “Ato Musical pela Democracia”, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. A manifestação começou às 16h, na altura do Posto 5, e reúne artistas em uma passeata, a uma semana do segundo turno da eleição presidencial. Estão confirmados Caetano Veloso, Djavan, Simone, Frejat, Jorge Vercillo, Fernanda Abreu, Moreno Veloso, Jota.Pê, Duda Beat e Xamã.

Caetano Veloso e Djavan subiram juntos ao trio elétrico e se revezaram nas apresentações. Entre uma música e outra, os cantores também fizeram breves discursos em defesa da democracia e da soberania nacional.

— Música, cultura brasileira, tudo para defender a democracia — disse Caetano Veloso.

— Salve a nossa democracia e a nossa soberania — completou Djavan.

Renata Sorrah subiu ao trio ao lado de Caetano Veloso e foi recebida pelo público aos gritos de “É Nazaré!”, em referência à vilã que interpretou na novela Senhora do Destino.

— Viva a democracia! — exclamou a atriz.

Um dos primeiros a subir ao trio elétrico foi o cantor Xamã, acompanhado do funkeiro Puterrier. Antes de começarem a cantar, os dois fizeram um breve discurso em defesa da democracia e relembraram suas origens.

— Eu sou da Zona Oeste do Rio de Janeiro, Puterrier é de Del Castilho. A democracia é a base desse país. Viva a democracia! — disse Xamã.

Os artistas cantaram juntos alguns de seus maiores sucessos. Perto do fim da apresentação, o rapper ainda improvisou uma rima sobre a importância da democracia no país.

Ato na Praia de Copacabana reúne apoiadores de Lula neste domingo — Foto: Alexandre Cassiano
Ato na Praia de Copacabana reúne apoiadores de Lula neste domingo — Foto: Alexandre Cassiano

Na sequência, a rapper Ebony subiu ao trio e fez um discurso em incentivo às mulheres presentes, destacando a representatividade feminina no hip hop e a importância do voto consciente.

— Diretamente da Baixada Fluminense, em nome da democracia, representando as mulheres do hip hop, mães, professoras. Votem consciente no próximo domingo! — afirmou.

Duda Beat se apresentou ao som de “Brasil”, música composta por Cazuza, George Israel e Nilo Romero e eternizada na voz de Gal Costa. Ao fim da apresentação, a cantora defendeu a união popular e a democracia.

— Isso aqui é a resposta que a gente vai dar. O povo unido consegue tudo. Viva a democracia! — disse.

O ator Paulo Vieira, que mediou as apresentações, também ressaltou a importância do ato como espaço de manifestação democrática, independentemente da posição política dos participantes.

— Que bom que vocês estão aqui, que a gente pode se manifestar, que o ato é a favor da democracia. Sendo você de direita ou de esquerda, esse ato é sobre democracia. Não importa qual voto seja — afirmou.

Já o cantor Jorge Vercillo disse sentir orgulho de participar da mobilização e destacou a importância da cidadania e da solidariedade.

— Todos nós estamos muito orgulhosos de estar aqui. A gente roda o Brasil e recebe carinho de tanta gente, só que tem poucos momentos em que a gente se sente tão orgulhoso. Já tinha vindo aqui no primeiro ato e sou muito grato. Todos nós estamos com essa sensação de cidadania. Já passou do tempo de a gente deixar essa síndrome de vira-lata. Só a gente mesmo pode se alforriar, cada um ajudando e amparando o próximo — declarou.

Ana Lúcia Rodrigues de Aleluia, de 55 anos, manicure, participou de todas as manifestações da campanha e esteve em Copacabana neste domingo. Ela destacou o clima de união entre os apoiadores.

— Estou aqui na luta por um Brasil melhor. Fui a todas as manifestações, mas essa aqui dá vontade de chorar. Está muito linda, e o povo aqui se abraçando, todo mundo junto. Estamos aí para o segundo turno — disse.

Estratégia do PT

Segundo apurou o GLOBO, o PT quer incentivar atos locais, com a participação de autoridades quando possível, como o presidente, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e outros aliados.

Artistas convocaram “atos pela democracia” em várias capitais neste domingo. Em São Paulo, Emicida, Rashid e Julia Costa, entre outros nomes do rap, fazem uma manifestação pró-Lula na Zona Norte. Em Salvador, Gilberto Gil, BaianaSystem e Daniela Mercury também convocaram um evento de apoio ao presidente.

Ações na Justiça Eleitoral

O Novo e políticos do Rio de Janeiro entraram com ações na Justiça Eleitoral contra os atos. Eles afirmam que os eventos são “showmícios”, prática proibida pela lei.

Na quinta-feira (15), o ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou a ação que pedia a suspensão do ato musical. Ele enviou o caso à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) para as providências que considerar cabíveis.

Outras manifestações

No Rio, às 11h, centenas de apoiadores de Lula se reuniram na Candelária, no Centro. Com bandeiras, gritaram palavras de ordem pela soberania nacional, pela educação pública, pelo fim da escala 6×1 e contra a ditadura e o senador Flávio Bolsonaro (PL).

O cantor Chico Buarque e a cantora Marisa Monte participaram de um ato de estudantes e movimentos sociais no Centro. Chico discursou do alto de um trio elétrico e conversou e tirou fotos com apoiadores. Marisa publicou fotos do ato no Instagram e escreveu:

“Pelo meio ambiente, pela cultura, pela democracia, pela ciência, pelas vítimas da pandemia, ainda estamos aqui!”

Nas imagens, ela usa uma camiseta verde com a frase “Minha ideologia é floresta em pé, água limpa, ar puro, comida sem veneno para todos”. Em outra foto, segura um cartaz com a mensagem: “Um país que não conhece a própria história está fadado a repeti-la. Memória importa”.

Em Brasília, apoiadores de Lula fizeram o “ato da virada” na Esplanada dos Ministérios. Os manifestantes se concentraram a partir das 9h em frente ao Museu Nacional da República e caminharam até o Congresso Nacional. O candidato ao governo do Distrito Federal Leandro Grass (PT), que disputa o segundo turno contra a governadora Celina Leão (PP), participou, assim como parlamentares do PT e do PSOL. O ato terminou por volta das 13h, com apresentações musicais.

Em São Paulo, a manifestação prevista para o Vale do Anhangabaú, no Centro, foi transferida para o Largo da Batata, na Zona Oeste, e depois cancelada. Militantes protestaram contra a decisão, e organizadores independentes mantiveram o ato. Por volta das 13h30, os manifestantes fecharam a Avenida Faria Lima, no sentido Itaim Bibi.

Há mobilizações em defesa da reeleição de Lula também em Porto Alegre e Belo Horizonte

Governadora Raquel Lyra entrega 41 moradias reformadas pelo Programa Morar Bem na Imbiribeira, no Recife

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Com investimento previsto de R$ 3,6 milhões, iniciativa contempla 200 imóveis em várias comunidades no bairro; outras 18 residências estão com obras em andamento

“A reforma na minha casa foi maravilhosa, não só para mim, mas também para os meus vizinhos. Minha casinha já era aconchegante, mas ficou melhor ainda. Aqui, trocaram o telhado, colocaram PVC, fizeram melhorias na parte elétrica e instalaram portas e cerâmica. A gente trabalha o dia todinho e fica desejando chegar em casa para descansar. O Morar Bem é sobre isso, sobre a gente se sentir bem e ter vontade de chegar em casa”, resumiu a artesã Jaqueline Silva, de 35 anos, moradora da comunidade Sonho Meu, na Imbiribeira, Zona Sul do Recife, ao celebrar a reforma de sua casa pelo Reforma no Lar, modalidade do Programa Morar Bem Pernambuco.

Nessa sexta-feira (16), a governadora Raquel Lyra entregou as primeiras 41 unidades habitacionais reformadas na região, contemplando também as comunidades Laje e Beira da Linha. Ao todo, 200 imóveis serão beneficiados em cinco comunidades do bairro, incluindo Aritana e 7 de Maio, com investimento estimado em R$ 3,6 milhões. A vice-governadora Priscila Krause acompanhou a agenda. 

“A gente está entregando hoje 41 casas aqui na Imbiribeira, onde 200 moradias estão sendo reformadas. É muito bom ver as pessoas felizes por terem um telhado novo, uma cerâmica na parede, um piso no chão e não precisarem mais conviver com goteiras quando chove. Isso é dar dignidade. A gente não precisa dar uma casa nova para todo mundo, mas pode dar um lar novo dentro das casas que já existem. É isso que temos feito por meio do Morar Bem e do Reforma no Lar”, destacou a governadora Raquel Lyra.

As intervenções, executadas pela Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), tiveram início em maio deste ano e incluem a reabilitação de coberturas, a renovação das instalações elétricas e hidráulicas, a aplicação de revestimento cerâmico e a pintura geral das residências. Além das 41 unidades entregues, outras 18 estão com obras em andamento, conduzidas por uma equipe de 21 profissionais. O valor medido das intervenções nas 41 casas concluídas é de R$ 738 mil, enquanto o investimento médio previsto por residência é de R$ 18 mil. A previsão é de que os serviços nos 200 imóveis contemplados na Imbiribeira sejam concluídos até agosto de 2027.

“O Reforma no Lar é um programa inovador que prevê melhorias habitacionais em 12.600 moradias em Pernambuco. Até o momento, cerca de 2 mil unidades já foram reformadas, enquanto outras seguem com obras em andamento. É uma iniciativa que representa a restituição da dignidade e do bem-estar para famílias que há anos lidavam com a precariedade habitacional.”, destacou a diretora de Políticas Habitacionais da Seduh, Jaqueline Miranda.

Em todo o Estado, o Reforma no Lar já concluiu os serviços em 1.950 imóveis, enquanto outros 384 estão com obras em andamento. Além disso, 3.861 unidades habitacionais aguardam o início das intervenções, e 6.400 cadastros estão em análise pelas equipes técnicas. A meta do programa é reformar 12.600 imóveis em Pernambuco, distribuídos por 90 comunidades de 11 municípios das regiões Metropolitana do Recife, Mata Norte, Mata Sul e Agreste Central, com investimento previsto de R$ 52,5 milhões.

“Quem é contemplado com o Reforma no Lar, tem um banheiro, tem dignidade e pode dizer que tem um lar, que pode chamar um companheiro, algum amigo, uma amiga da escola, pra sua casa”, declarou o vereador do Recife Agora É Rubem.

CRITÉRIOS – O Reforma no Lar é destinado a famílias em situação de vulnerabilidade social, com renda de até dois salários mínimos, priorizando aquelas chefiadas por mulheres. O programa promove melhorias nas condições estruturais, sanitárias e funcionais das moradias, com serviços como reboco, pintura, instalação de portas e kits sanitários, além de adequações elétricas e hidráulicas.

As comunidades atendidas apresentam, em geral, alta concentração de moradias construídas pelos próprios moradores, com um ou dois pavimentos. Muitas dessas edificações apresentam problemas estruturais, que, somados às fragilidades urbanas do território, evidenciam a necessidade de intervenções para melhorar as condições de habitabilidade e garantir mais segurança e qualidade de vida às famílias.

Estiveram presentes os secretários executivos Pedro Ribeiro, de Periferias; Adriano Ribeiro, de Habitação; e Igor Cadena, da Casa Civil, além do vereador Osmar Ricardo e do ex-vereador do Recife Aerton Luna.

Fotos: Hesíodo Góes/Secom

Por que cultivar amizades faz tão bem à saúde?

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Vínculos de confiança ajudam a lidar com o estresse, favorecem hábitos positivos e contribuem para o bem-estar

Tem aquele amigo que sabe o que você está pensando só pelo olhar. O que aparece para jantar mais cedo, ajuda a arrumar a mesa e acaba ficando para dormir. A turma que leva 47 mensagens para decidir onde se encontrar. E aquele que passa meses sem dar notícia, mas volta no meio de uma frase como se tivesse saído para buscar gelo.

Amizades têm ritmos, intimidades e vocabulários próprios. São feitas de grandes confidências e de coisas aparentemente inúteis: mandar uma foto sem contexto, lembrar de uma história pela milésima vez, dividir uma sobremesa que ninguém queria, continuar rindo de uma piada interna que ninguém mais acha graça.

Na vida adulta, manter tudo isso em circulação exige alguma dedicação. Os encontros espontâneos diminuem, as agendas se complicam e o “vamos marcar?” pode passar semanas perdido no WhatsApp. Entre compromissos que têm hora, prazo e lembrete, estar com os amigos é uma das poucas coisas importantes que ainda podem ser adiadas indefinidamente.

Uma pena. A ciência vem acumulando evidências de que os vínculos que construímos têm relação com a maneira como nos sentimos e até com a nossa saúde.

— Talvez precisemos ampliar nossa própria ideia de autocuidado. Normalmente pensamos em fazer exercícios, dormir bem, alimentar-se adequadamente ou realizar exames preventivos. Tudo isso é essencial. Mas precisamos incluir também o cuidado com nossos vínculos — afirma a psicóloga Deusivania Falcão, professora da Universidade de São Paulo (USP).

Há dias em que uma conversa resolve pouco e melhora muito. É o chamado efeito amortecedor do apoio social. Saber que existe alguém a quem recorrer pode mudar a forma como percebemos e enfrentamos situações de estresse.

Às vezes, o apoio vem em forma de conselho. Em outras, é uma carona, uma companhia para uma consulta, uma mensagem na hora certa ou simplesmente alguém disposto a ouvir a mesma história mais uma vez.

— O problema pode continuar existindo, mas deixa de ser vivido de forma solitária — explica Deusivania.

Um chama para caminhar, outro percebe que você não está bem, alguém pergunta pelo exame que você estava adiando. Sem transformar o encontro em projeto de bem-estar, as relações acabam favorecendo comportamentos positivos e ajudando a atravessar períodos de estresse.

Uma metanálise de pesquisadores americanos, publicada na revista científica PLOS Medicine, reuniu 148 estudos e mais de 300 mil participantes e encontrou uma probabilidade de sobrevivência aproximadamente 50% maior entre pessoas com relações sociais mais fortes.

Em 2025, a Organização Mundial da Saúde reforçou a importância da conexão social ao relacionar isolamento e solidão a diferentes problemas de saúde física, mental e cognitiva.

Mais do que quantidade, conexão

Nada disso significa sair contabilizando contatos ou enchendo a agenda de compromissos.

— Podemos estar cercados de gente e nos sentirmos profundamente sós. Da mesma forma, alguém pode ter poucos amigos e sentir-se muito conectado e amparado. Mais importante do que colecionar contatos é construir relações significativas — diz a psicóloga.

E elas não exigem grandes programas nem cenários especiais. Cabem numa caminhada, numa ligação feita do carro, num almoço no meio da semana ou num café de meia horinha.

Novos laços também podem ser construídos. Mesmo que a sensação seja de que a época de criar laços ficou para trás — ela nunca fica.

Cursos, esportes ou atividades culturais criam oportunidades para se encontrar com alguma frequência. Uma conversa puxa outra, depois vem uma esticada em um barzinho e, quando se vê, já existe intimidade.

— A amizade raramente nasce pronta. Ela costuma ser construída pela repetição dos encontros, pela disponibilidade, pela reciprocidade e pela confiança que se desenvolve com o tempo — afirma Deusivania.

Mas há vínculos que, entre mudanças de rotina, de cidade ou de interesses, perderam a constância sem nunca desaparecer. Retomá-los pode exigir algumas mensagens e um pequeno milagre para fazer as agendas coincidirem. Depois, bastam cinco minutos à mesa para ninguém mais lembrar quanto tempo passou.

Como manter os vínculos por perto

Tempo, presença e reciprocidade ajudam a manter os laços.

  • Marque um encontro: não espere a ocasião perfeita. Um café ou uma caminhada já podem fazer diferença.
  • Retome um contato: aquela pessoa com quem você não fala há meses pode estar a uma mensagem de distância.
  • Crie frequência: cursos, esportes e atividades culturais facilitam encontros recorrentes e a construção de intimidade.
  • Esteja disponível: ouvir, oferecer companhia ou perguntar como alguém está também fortalece a relação.
  • Priorize qualidade: não é preciso ter muitos contatos. Relações significativas são mais importantes do que uma agenda cheia.

 

Deusivania Falcão, psicóloga — Foto: Arquivo pessoal
Deusivania Falcão, psicóloga — Foto: Arquivo pessoal
Podemos estar cercados de gente e nos sentirmos profundamente sós. Da mesma forma, alguém pode ter poucos amigos e sentir-se muito conectado e amparado. Mais importante do que colecionar contatos é construir relações significativas
— Deusivania Falcão, psicóloga

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Concurso da Câmara paga R$ 32 mil e inclui inteligência artificial na prova

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Edital oferece 66 vagas imediatas e 118 para cadastro reserva, com remuneração inicial de R$ 32.070,88. Provas serão aplicadas em 17 de janeiro de 2027, e candidatos relatam desafios da preparação para a seleção

Ana Raquel, terceirizada na Câmara dos Deputados, vai fazer o concurso para o cargo de analista legislativo - (crédito: Ana Viana)

Ana Raquel, terceirizada na Câmara dos Deputados, vai fazer o concurso para o cargo de analista legislativo – (crédito: Ana Viana)

Ana Raquel Costa Geraldes Foscaches, 39 anos, trabalha há quase oito anos na Câmara dos Deputados como editora de livros e preparadora de originais das Edições Câmara. Dali saem livros voltados à preparação para os concursos da Casa, especialmente sobre o Regimento Interno, o Regimento Comum e o processo legislativo. Agora, é ela quem vai estudar para um deles. Terceirizada, Ana Raquel pretende disputar uma vaga de analista legislativo na especialidade de registro e redação, o antigo taquígrafo, para continuar no ambiente de que gosta, mas com outro vínculo. “O salário é, sem dúvida, um grande incentivo para estudar para o concurso”, afirma.

A diferença entre os dois vínculos aparece no contracheque e na rotina. Ana Raquel conta que exerce as mesmas atribuições que alguns servidores. Segundo ela, os salários e os benefícios dos terceirizados variam conforme o cargo, mas, em geral, são bem inferiores aos dos concursados. Ela cumpre as 40 horas semanais no prédio, enquanto os servidores podem dividir a semana entre 20 horas presenciais e 20 horas em teletrabalho. A estabilidade, lembra, só é garantida aos estatutários. “Com essa remuneração, eu teria mais tranquilidade financeira, poderia planejar melhor o futuro e teria mais condições de garantir uma aposentadoria confortável.” 

A oportunidade veio com o Edital nº 1, publicado pela Câmara em 2 de outubro. São 66 vagas imediatas e 118 de cadastro reserva, em 11 especialidades de nível superior, com remuneração inicial de R$ 32.070,88, carga horária de 40 horas semanais e lotação em Brasília. Os servidores da Casa recebem, ainda, auxílio-alimen- tação de R$ 1.860,44, segundo o sindicato dos servidores do Legislativo federal (Sindilegis). As inscrições ficam abertas de 15 de outubro a 17 de novembro, com taxa de R$ 130, no site do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), banca organizadora. Os pedidos de isenção podem ser feitos de 15 a 23 de outubro.

Léo van Holthe garante que há tempo para estudar
Léo van Holthe garante que há tempo para estudar(foto: Arquivo Pessoal)

As provas objetivas e a discursiva serão aplicadas no mesmo dia, 17 de janeiro de 2027, em 26 capitais e no Distrito Federal, e o resultado final está previsto para 30 de abril. São três meses e meio entre o edital e a prova, prazo maior do que o do concurso anterior da Casa, cujo edital saiu em 30 de dezembro de 2025 e cuja prova foi aplicada em 8 de março de 2026. Para Leo van Holthe, professor de direito do IMP Concursos, o tempo é suficiente para quem começar agora. “Quem fizer uma boa preparação nesses três meses e meio pode, sim, se considerar no páreo para essa prova”, afirmou, em material enviado ao Correio.
Da taquigrafia à IA

Registro e redação é o nome atual da carreira conhecida como taquigrafia. Pelo edital, cabe a esses analistas registrar os discursos e os debates do Plenário e das comissões da Câmara e do Congresso, documentá-los oficialmente e elaborar sumários das intervenções realizadas nas sessões. É a especialidade com mais vagas, 25 imediatas e 25 de cadastro reserva, e a única que aceita diploma de graduação em qualquer área.

Para esse trabalho, o edital traz uma novidade. Nos conhecimentos específicos, ao lado de linguística, processo legislativo e ciência política, aparece a disciplina de reconhecimento de fala, transcrição e inteligência artificial. Ela cobra como funcionam os programas que convertem voz em texto, como esses sistemas identificam cada orador quando várias pessoas falam, a pontuação automática e as dificuldades das ferramentas com sotaques e com o vocabulário parlamentar do português brasileiro. O edital cita nominalmente Whisper, da OpenAI, Google Speech-to-Text, Azure Speech e AWS Transcribe.

Parte do conteúdo trata da divisão de tarefas entre a máquina e o servidor. O candidato precisa saber o que diferencia a transcrição automática da revisão humana e como funciona o fluxo em que a inteligência artificial produz a primeira versão do texto e uma pessoa a revisa, com critérios de qualidade e de fidelidade. Outros tópicos tratam da geração automática de atas e resumos de sessões, da busca em acervos parlamentares, da proteção de dados, dos direitos autorais e da ética no uso dessas ferramentas.

Segundo Leo, a seleção não terá a prova prática tradicional de apanhamento taquigráfico, na qual o candidato registra a fala em escrita abreviada.

Para o professor, um dos principais erros de quem disputa a vaga é concentrar os estudos apenas em linguística. “Também será importante saber Ciência Política e essa nova disciplina de Reconhecimento de Fala, além dos demais conhecimentos previstos no edital”, orienta.

O alerta vale para Ana Raquel, formada em letras pela Universidade de Brasília (UnB). Ela escolheu a especialidade porque as funções exigem domínio da língua portuguesa, compreensão textual, gramática e vocabulário. O maior desafio, conta, é o processo legislativo, “principalmente pela quantidade de detalhes” que precisa memorizar, apesar do fácil acesso ao material.

Maria Eduarda Ribeiro Braga, 24 anos, vai disputar a mesma especialidade com outra bagagem. Também formada em letras pela UnB e moradora de Águas Claras, ela se dedica hoje em tempo integral aos concursos. Estuda para eles desde novembro do ano passado e, para a Câmara, desde janeiro. Fez provas de analista legislativo e de policial legislativo, além das seleções da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e da Funpresp-Jud. Linguística é o ponto forte. Regimento, ciência política e processo legislativo ela revisa a partir do que estudou para a prova de analista legislativo.

O que pede mais dedicação é informática. Para ela, a especialidade não é só uma porta aberta a qualquer diploma. “Sei que para muitas pessoas é apenas o único cargo que não tem restrição de formação, mas eu genuinamente tenho um apreço enorme pelas atribuições do cargo.” Quando pensa na aprovação, lembra primeiro dos pais: “o possível retorno financeiro que eu poderia dar aos meus pais, especialmente em relação a um plano de saúde de qualidade”

Onde estão as vagas

As outras 10 áreas do concurso exigem formação específica e registro no conselho profissional. Comunicação social, que reúne divulgação institucional, jornalismo e relações públicas, soma 20 vagas imediatas. Documentação e informação legislativa, nas áreas de arquivologia e biblioteconomia, tem 14; as quatro engenharias, seis; e museologia, uma.

O edital reserva 5% das vagas para pessoas com deficiência e 30% para candidatos negros, indígenas e quilombolas. Para distribuir as vagas de indígena e de quilombola entre as especialidades, a Câmara agrupou as vagas imediatas dessas 10 áreas e realizou um sorteio público em 8 de outubro.  Segundo o edital de resultado provisório, publicado no mesmo dia, a vaga indígena ficou com jornalismo, e a quilombola, com divulgação institucional.

O edital traz outras duas regras que pesam na decisão do candidato. A primeira: os aprovados poderão ser nomeados pelo Senado Federal, a critério da Câmara, se aceitarem a convocação. Quem recusar mantém a classificação. A segunda: o servidor terá de permanecer por, no mínimo, três anos na unidade da primeira lotação. O concurso vale por um ano a partir da homologação do resultado, prazo que pode ser prorrogado uma vez, por igual período.

Como se preparar

No turno da manhã, o candidato terá cinco horas para resolver 180 itens de certo ou errado: 90 de conhecimentos básicos e 90 de conhecimentos específicos. À tarde, faz a discursiva em três horas.

Para a maioria das especialidades, a discursiva tem duas questões de até 20 linhas e uma peça técnica de até 50 linhas, e cada erro de português reduz a nota. Os engenheiros respondem a três questões. Só tem a discursiva corrigida quem fica entre os mais bem classificados nas objetivas: no registro e redação, os 62 primeiros de cada lista, a de ampla concorrência e as de cotas.

Os conhecimentos básicos são comuns a todos: língua portuguesa, língua inglesa, tecnologia da informação e dados, direito constitucional, direito administrativo, administração pública, Regimento Interno da Câmara e Regimento Comum do Congresso. “Para ser aprovado neste concurso, é preciso dominar o conteúdo e fazer uma excelente prova, dentro de uma perspectiva de equilíbrio entre todas as disciplinas”, diz Leo. A orientação dele é dedicar de 60% a 70% do tempo aos conhecimentos específicos, que também aparecem na discursiva, e o restante aos conhecimentos básicos, conforme a bagagem de cada candidato.

Quem disputa comunicação social corre o mesmo risco de estudar apenas a própria área. O domínio da comunicação é necessário, mas não suficiente, segundo Leo, porque a prova também cobra ciência política e processo legislativo. “Não adianta ser apenas bom no conteúdo específico de Comunicação Social. O candidato também vai ter que dominar outros temas para se diferenciar dos demais.” Para ele, a recompensa é cobrir o poder por dentro. “O comunicador vai estar cobrindo o Congresso Nacional com uma vantagem em relação a quem cobre de fora, com acesso direto a parlamentares.
Luis Henrique: doutrina e jurisprudência são cobradas(foto: Gui Carsan)Luís Henrique de Morais Alves, 31 anos, analista legislativo da Câmara e professor do QConcursos, chegou à Casa após cinco anos de estudo. Na vez dele, a base não era o problema. “O maior desafio foi a profundidade. O nível de cobrança de uma prova desse porte é outro”, lembra. Ele chama a atenção para a cobrança de doutrina e jurisprudência em todas as disciplinas.

“Decorar lei e termos ajuda? Ajuda, mas não basta. O candidato precisa entender como a banca pensa, e isso só vem com muitas questões. Muitas mesmo.

Entender como a banca pensa começa pela regra de correção: na prova objetiva, cada resposta errada anula uma certa. Segundo Thiago Medeiros, professor do IMP Concursos, o Cebraspe trabalha com alterações sutis de palavras, inversões de lógica e generalizações, e, muitas vezes, uma única expressão torna o item errado. Por isso, a dúvida entre arriscar e deixar em branco pesa tanto.

Luís resolve essa dúvida com uma régua pessoal. Nos treinos com questões da banca, o candidato descobre a própria taxa de acerto. No dia da prova, responde primeiro aos itens de que tem certeza e confere quantos marcou. Quem acerta, em média, 80% nos treinos e, só com as certezas, marca cerca de 80% dos itens deve parar. Quem marca 70% pode avançar nos itens de dúvida razoável até se aproximar de 80%. A tese de que a banca divide os itens meio a meio entre certos e errados não convence Luís.

“Pode ser, mas não gosto de chute. A análise estatística do próprio desempenho é mais segura.” Maria Eduarda pensa diferente. “Vou arriscar. Dependendo da situação da questão, tem vezes que é possível fazer um chute embasado.”

Com o edital publicado, Luís recomenda organizar a rotina an tes de começar as matérias. “Os aprovados que acompanhei sabiam exatamente o que fazer na semana em que o edital saiu”, diz. O custo da fase, admite, é real. “Noites mal dormidas, irritação, tempo longe da família. Faz parte, e quem está nessa fase precisa saber que isso passa.” Leo segue a mesma linha: o candidato não deve esperar dominar todo o conteúdo para começar, e, sim, identificar os pontos fortes e fracos e manter uma rotina constante.

Informações do ´Correio Brasiliense`

Fecomércio-PE promove Circuito de Oratória para Vendas visando fortalecer a comunicação e as habilidades comerciais

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Arcoverde, Petrolina, Araripina e Goiana recebem encontros com Luciano Fernandes entre os dias 20 e 29 de outubro

A comunicação é uma ferramenta estratégica para conquistar clientes, fortalecer relacionamentos e ampliar oportunidades de negócios. Com foco nessas situações do cotidiano empresarial, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE), por meio do Instituto Fecomércio-PE, realiza em outubro o Circuito Oratória para Vendas. A programação passa por Arcoverde (20), Petrolina (21), Araripina (22) e Goiana (29), sempre das 18h às 22h.

Voltados a empresários, empreendedores, gestores e equipes comerciais, os encontros serão conduzidos por Luciano Fernandes, administrador com pós-graduação em Inteligência de Mercado. O conteúdo tem como base o Método OPV (Oratória para Vendas), que trabalha a comunicação em diferentes etapas da relação com o consumidor, desde a abordagem até o fechamento do negócio.

A programação inclui escuta ativa, apresentação de produtos e serviços, argumentação, persuasão, linguagem verbal e não verbal, tratamento de objeções e negociação. A proposta é ajudar os participantes a identificar as necessidades do cliente, comunicar o valor de suas soluções e conduzir conversas que possam gerar oportunidades comerciais.

“A proposta é transformar comunicação em ferramenta de negócios: entender melhor o cliente, apresentar melhor sua solução, comunicar valor, conduzir a conversa e avançar para a venda”, explica Luciano Fernandes.

Para quem empreende e vende no interior, o palestrante destaca que o desenvolvimento dessas habilidades pode ampliar a segurança na abordagem e o preparo para negociar. A formação também aborda a construção de confiança e a conexão com o cliente ao longo do atendimento. ” Este encontro não ensina simplesmente você a falar melhor. Ensina você a vender melhor falando”, afirma.

As atividades serão realizadas nas unidades do Sesc em Arcoverde, Araripina e Goiana e no Senac Petrolina. O circuito conta com o apoio do Cartão do Empresário, que garante 20% de desconto no valor da inscrição para quem tem o cartão. Na etapa de Petrolina, a iniciativa também conta com o apoio do Sindilojas Petrolina, Sertão do São Francisco e Araripe.

Serviço
Circuito Oratória para Vendas
Palestrante: Luciano Fernandes, administrador com pós-graduação em Inteligência de Mercado
Horário de todas as etapas: 18h às 22h
Valor: R$69,90

Arcoverde
Data: 20 de outubro de 2026
Local: Sesc Arcoverde
Endereço: Rua Capitão Arlindo Pacheco de Albuquerque, 364, Centro
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/circuito-de-oratoria-para-vendas-edicao-arcoverde/3513315

Petrolina
Data: 21 de outubro de 2026
Local: Senac Petrolina
Endereço: Rua Dona Justina Freire de Souza, 650, Vila Mocó
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/circuito-de-oratoria-para-vendas-edicao-petrolina/3513330

Araripina
Data: 22 de outubro de 2026
Local: Sesc Araripina
Endereço: Rua Euclides Severo Alves, 81
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/circuito-de-oratoria-para-vendas—edicao-araripina/3513344

Goiana
Data: 29 de outubro de 2026
Local: Sesc Goiana
Endereço: Rua Josias de Albuquerque, s/n, Centro
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/circuito-de-oratoria-para-vendas—edicao-goiana/3512951

Datafolha: Mudança move eleitores de Flávio e pauta social atrai os de Lula

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Rejeição ao PT impulsiona Flávio Bolsonaro, enquanto programas e conquistas sociais alavancam Lula no 2º turno

Proteção social e aposentadorias lideram os motivos de voto em Lula, citados por 48% de seus eleitores no Datafolha - (crédito: Getty)

A busca por alternância de poder e a defesa de políticas sociais são os principais fatores que influenciam os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), respectivamente, no segundo turno da eleição presidencial.

Segundo pesquisa do Datafolha divulgada neste sábado (17/10), 41% dos apoiadores do senador desejam uma mudança no comando do país, enquanto 48% daqueles que pretendem reeleger o presidente apontam a proteção social e os interesses de classe como motivos para a escolha.

O instituto apresentou aos entrevistados uma lista de possíveis razões para votar em cada candidato, permitindo que os participantes selecionassem mais de uma alternativa. O levantamento foi realizado a menos de duas semanas da votação, marcada para 25 de outubro, em um cenário de disputa acirrada. Na pesquisa mais recente de intenções de voto do Datafolha, Flávio aparece com 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula.

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Proteção social é prioridade entre eleitores de Lula

A manutenção de políticas sociais é a principal preocupação dos brasileiros que pretendem votar no atual presidente. O motivo foi mencionado por 48% dos entrevistados desse grupo, com percentuais ainda maiores entre pessoas com ensino fundamental (52%) e evangélicos (59%).

Na reta final da campanha, Lula tem concentrado parte de seu discurso na defesa dos benefícios sociais e da valorização do salário mínimo e das aposentadorias. A estratégia também envolve críticas ao adversário, diante da possibilidade, levantada pela campanha petista, de que um eventual governo Flávio Bolsonaro promova cortes nesses programas e interrompa os reajustes acima da inflação.

Outra medida explorada pelo presidente é o fim da escala de trabalho 6×1, aprovado por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Durante a cerimônia de promulgação da medida, realizada na sexta-feira (16/10), Lula criticou a resistência de determinados setores a mudanças na legislação trabalhista.

“Não tem uma conquista do povo trabalhador que não aparece aqueles dizendo: ‘isso vai ser um atraso para o país, isso vai quebrar as empresas, isso vai quebrar a economia, isso não pode dar certo’. Isso é histórico, isso é crônico.”

Além da proteção social, o histórico de realizações do petista influencia 22% de seus eleitores. A rejeição a Flávio Bolsonaro aparece na sequência, mencionada por 17% dos entrevistados, enquanto valores, ideologia e democracia são apontados por 11%.

As propostas e as qualidades pessoais de Lula são consideradas por 10% de seus apoiadores. Outros 9% afirmam não ter uma justificativa específica para o voto.

Questões econômicas, por sua vez, aparecem com menor frequência entre as razões apresentadas pelos eleitores do presidente. Apenas 6% mencionam a economia e o custo de vida, enquanto 2% destacam a integridade e o combate à corrupção. A possibilidade de mudança ou alternância de poder é citada por somente 1%.

A importância atribuída às convicções políticas também varia conforme a idade. Entre os jovens de 16 a 24 anos que pretendem votar em Lula, 20% apontam valores, ideologia e democracia como fatores determinantes para a escolha.

Rejeição ao PT também influencia voto em Flávio

Entre os apoiadores de Flávio Bolsonaro, a insatisfação com o atual governo tem peso significativo na decisão eleitoral. Além dos 41% que desejam uma mudança no comando do Executivo, 31% afirmam que pretendem votar no senador por rejeição a Lula e ao Partido dos Trabalhadores.

A economia e o custo de vida aparecem como motivação para 16% dos entrevistados, enquanto 15% mencionam as propostas e as qualidades pessoais do candidato. Outros 14% consideram seu desempenho e legado político.

A valorização da alternância de poder também está presente na campanha de Flávio, que tem procurado conquistar o eleitorado insatisfeito com o governo petista, especialmente por meio de críticas à condução da economia.

Em entrevista à TV Globo, na sexta-feira (16/10), o senador voltou a defender a substituição do atual governo e reiterou sua proposta de extinguir a possibilidade de reeleição para a Presidência da República. Na ocasião, afirmou que “o Brasil já escolheu a mudanç” e declarou que pretende exercer apenas um mandato, sem esclarecer se a proposta envolveria uma ampliação do período presidencial.

Segundo o Datafolha, valores, ideologia e democracia motivam 13% dos apoiadores do candidato do PL. Já as questões relacionadas à integridade e à corrupção, assim como aquelas referentes aos serviços públicos e à segurança, são mencionadas por 10% dos entrevistados.

A pesquisa também identificou diferenças nas prioridades das faixas etárias. Entre os eleitores de Flávio com idades de 16 a 24 anos, as propostas e as qualidades do senador são a principal motivação, com 31% das respostas. Nesse mesmo grupo, o desejo de mudança aparece com 24%, abaixo do percentual registrado entre seus apoiadores em geral.

Outros 12% dos entrevistados que declaram voto no senador não identificam uma razão específica para a escolha. O índice chega a 16% entre aqueles que recebem menos de dois salários mínimos.

Por outro lado, a proteção social e os interesses de classe são mencionados por apenas 5% dos eleitores de Flávio. O vínculo pessoal ou o hábito de votar no candidato aparecem em 2% das respostas.

Rejeição aos candidatos motiva votos brancos e nulos

A insatisfação com as duas candidaturas é a principal justificativa apresentada pelos brasileiros que pretendem votar em branco ou anular o voto no segundo turno. Esse grupo representa 6% do eleitorado, conforme o levantamento mais recente de intenções de voto do Datafolha.

Entre esses eleitores, 37% afirmam que não pretendem escolher nenhum dos presidenciáveis por rejeitarem tanto Lula quanto Flávio. A descrença na política e o desinteresse pela eleição aparecem em segundo lugar, com 19% das respostas.

A desconfiança em relação aos políticos, às promessas de campanha e à corrupção é mencionada por 18% dos entrevistados. Outros 12% atribuem a decisão à falta de alternativas e à polarização da disputa.

Há ainda uma parcela de 16% que declara não possuir uma razão específica para votar em branco ou nulo.

Dados técnicos

A pesquisa do Datafolha está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00466/2026. Foram entrevistadas 2.500 pessoas em 153 municípios brasileiros, entre terça-feira (13/10) e quarta-feira (14/10).

O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Informações do Correio Brasiliense – 17.10.2026

ATENÇÃO, CONCURSEIROS! Concurso da Câmara dos Deputados: inscrições abertas

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📍⁣A Câmara dos Deputados abriu concurso público para cargos de analista legislativo, com remuneração de R$ 32.070,88 e jornada de 40 horas semanais. O edital prevê 66 vagas imediatas e 118 para cadast

As inscrições para o concurso da Câmara dos Deputados começaram nessa quinta-feira (15/10). Os interessados terão até 17 de novembro para se inscrever, pelo site do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). A taxa de inscrição é de R$130,00.

A seleção reúne 184 vagas, sendo 66 imediatas e 118 para cadastro reserva, para profissionais de diferentes áreas, de comunicação a engenharias, além de cargos que aceitam diploma de qualquer graduação. O salário inicial é de R$32.070,88 para todas as especialidades da carreira de analista legislativo.

As provas objetiva e discursiva estão previstas para serem aplicadas em 17 de janeiro e o resultado final para 30 de abril. Os exames serão aplicados em todas as capitais brasileiras e no Distrito Federal.

As vagas estão distribuídas em 11 especialidades:

  • Divulgação Institucional;
  • Jornalismo;
  • Relaçõespúblicas;Arquivologia;Biblioteconomia;Engenharia Civil;Engenharia Elétrica;Engenharia Eletrônica/Telecomunicações;Engenharia Mecânica;Museologia;Registro e Redação;

Terão direito a isenção de taxa os inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e doadores de medula óssea. O benefício pode ser solicitado até 23 de outubro.

Um dos destaques do edital é a especialidade de Registro e Redação, que não exige formação superior específica, e oferece 25 vagas imediatas e 25 reservas. Para concorrer, basta possuir diploma de curso superior reconhecido pelo MEC, independente da área de formação. Já as demais oportunidades são destinadas a candidatos com graduações específicas.

Além da formação exigida para cada especialidade, os candidatos deverão atender a requisitos legais para ingresso no serviço público federal. É necessário ter nacionalidade brasileira ou portuguesa, nos casos previstos por lei; estar em dia com as obrigações eleitorais, estar quite com as obrigações militares, possuir aptidão física e mental para exercício do cargo e apresentar documentação exigida para a posse.

Celebre3 esta data! O homenageado(a) merece muito mais!

Brasil deve voltar ao top 8 das maiores economias do mundo em 2027, prevê FMI

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Projeções do Fundo Monetário Internacional indicam que o PIB brasileiro chegará a US$ 2,8 trilhões em 2027, superando Itália e Rússia

Moeda real

O Brasil deve voltar ao posto de oitava maior economia do mundo em 2027, ultrapassando a Itália e a Rússia, segundo as projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) em sua base de dados atualizada.

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve alcançar US$ 2,796 trilhões no ano, ante US$ 2,772 trilhões da economia italiana e US$ 2,675 trilhões da russa.

Em 2026, o Brasil ainda deve ocupar a décima posição, com PIB projetado em US$ 2,655 trilhões. A Rússia aparece à frente, com US$ 2,861 trilhões, seguida pela Itália, com US$ 2,702 trilhões.

A mudança prevista para 2027 ocorre porque o PIB brasileiro projetado supera o das duas economias europeias. O Brasil deve permanecer na oitava posição nos anos seguintes, segundo as estimativas apresentadas na base de dados, e alcançar US$ 3,398 trilhões em 2031.

Brasil deve superar US$ 3 trilhões em 2029
Além da mudança no ranking mundial, as projeções indicam que a economia brasileira deve ultrapassar a marca de US$ 3 trilhões em PIB nominal pela primeira vez em 2029, quando o indicador deve chegar a US$ 3,056 trilhões.

FMI ainda vê desaceleração na economia real
Apesar do avanço previsto no ranking e dos valores nominais, o FMI projeta uma desaceleração do crescimento real da economia brasileira. A taxa deve passar de 2,3% em 2025 para 2,2% em 2026 e 1,9% em 2027.

A inflação brasileira, por sua vez, deve recuar gradualmente, de 5% em 2025 para 4,4% em 2026 e 4,1% em 2027. Já a taxa de desemprego projetada deve subir de 6% para 6,2% e 6,8% no mesmo período.

As projeções também apontam uma redução do déficit em transações correntes, indicador que mede o saldo das operações de bens, serviços, rendas e transferências entre o país e o exterior. O resultado negativo deve passar de 2,9% do PIB em 2025 para 2,4% em 2026 e 2% em 2027. (Agência Ó Globo`)

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Congresso promulga fim da escala 6×1 nesta sexta com presença de Lula

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A redução da jornada de trabalho será gradual. Dois meses após a publicação da emenda a jornada máxima semanal cai de 44 para 42 horas

Cerimônia de promulgação do fim da escala 6x1será no Senado/Jonas Pereira/Agência Senado

Cerimônia de promulgação do fim da escala 6x1será no Senado (Jonas Pereira/Agência Senado)

O Congresso Nacional realiza uma sessão solene nesta sexta-feira (16/10), às 9h, para promulgar duas emendas à Constituição. Uma delas é a que trata do fim da escala de trabalho 6×1, que foi aprovada no Senado na quarta-feira (14/10). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estará presente na cerimônia.

A outra emenda prevê aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, classificou a sessão programada para hoje como “histórica”, em razão da importância das duas propostas. Cabe destacar que promulgação é o ato formal de declaração da existência de uma nova lei ou norma.

Fim da 6×1

A PEC 221/2019 foi aprovada no Senado em dois turnos, com a mesma votação em ambos: 75 votos favoráveis e apenas um contrário. Com a aprovação do texto, os trabalhadores terão direito a descanso semanal remunerado de dois dias, um deles preferencialmente aos domingos, sem redução salarial.

A redução da jornada de trabalho será gradual. Dois meses após a publicação da emenda a jornada máxima semanal cai de 44 para 42 horas. Um ano e dois meses depois da publicação da emenda a jornada de trabalho atinge o teto final de 40 horas semanais.

Uma nova lei poderá regulamentar setores que exigem jornadas específicas, como saúde, transporte e segurança, prevendo condições e duração de trabalho. O limite constitucional deverá ser respeitado, ou seja, 40 horas e 2 dias de descanso por semana.

Infomações do Correio Braziliense