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Petrolina realiza cirurgia MIS TLIF, um marco na neurocirurgia avançada

No último dia 15 deste mês, Petrolina-PE, entrou para os anais da neurocirurgia avançada, com a realização de uma cirurgia minimamente invasiva de fusão intersomática lombar transforaminal (MIS TLIF).

Técnica inovadora para o tratamento de várias condições da coluna, a abordagem oferece aos pacientes uma recuperação mais rápida, menos dor pós-operatória e menor tempo de internação hospitalar em comparação com as cirurgias convencionais.

De acordo com os renomados médicos neurocirurgiões, Antonio Vinicius Ramalho Leite e Allan França, que realizaram o procedimento no centro cirúrgico do Hospital Neurocardio, a abordagem utiliza pequenas incisões e instrumentação especializada para minimizar o trauma aos tecidos circundantes. A cirurgia MIS TLIF também é considerada uma avançada técnica de fusão espinhal que tem mostrado resultados promissores no tratamento de hérnias de disco, estenose espinhal e espondilolistese.

Os neurocirurgiões destacaram também os cuidados de saúde excepcionais promovidos por uma equipe multidisciplinar altamente qualificada e instalações de última geração. “Com este procedimento, consolidamos como de referência nacional nosso programa de cirurgias MIS TLIF, que começou  em janeiro de 2023, e, de lá para cá, já realizamos 4 intervenções bem sucedidas”, concluíram os médicos Antonio Vinícius e Allan França. Mais informações: 87 9161 5195 e 87 8812 8455.

Médicos: Antonio Vinícius e Allan França

Cannabis Company inicia expansão nacional com modelo híbrido e projeta rede de franquias

Com mercado próximo de R$ 1 bilhão no Brasil, empresa aposta em consultores regionais antes de avançar para franchising

Brasil, março de 2026 – A Cannabis Company, primeira farmácia brasileira dedicada exclusivamente à cannabis medicinal e com produtos à pronta-entrega, inicia em abril um novo ciclo de crescimento com um modelo de expansão em duas fases. A estratégia combina, inicialmente, a atuação de consultores especializados em mercados regionais e, em um segundo momento, a estruturação de uma rede de franquias, movimento que acompanha a rápida evolução do setor no país.

A primeira etapa começa pela cidade de São Paulo e região metropolitana, onde a empresa passará a operar com os chamados “consultores canábicos”. Esses profissionais serão responsáveis por conectar médicos prescritores, pacientes e a operação central da marca, atuando no suporte à prescrição, orientação e encaminhamento das receitas, enquanto a entrega dos produtos será feita diretamente ao paciente. Segundo Michele Farran, sócia fundadora da empresa, o modelo foi desenhado para reduzir barreiras ainda presentes no acesso à cannabis medicinal. “Os consultores terão papel fundamental na educação do mercado, apoiando médicos e pacientes em todas as etapas do processo”, explica Michele.

Expansão acompanha crescimento acelerado do setor

O avanço da Cannabis Company ocorre em um momento de forte expansão do mercado brasileiro de cannabis medicinal. De acordo com o Kaya Mind (Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil 2025) o setor movimentou cerca de R$ 971 milhões, com crescimento anual superior a 8%, e já soma aproximadamente 873 mil pacientes em tratamento no país.

O crescimento é consistente: o número de pacientes aumentou cerca de 30% em um ano, indicando uma rápida adesão ao tratamento. Hoje, cerca de 85% dos municípios brasileiros já registram ao menos um paciente em uso terapêutico de cannabis, o que mostra a interiorização da demanda. Além disso, o mercado segue sustentado por múltiplos canais de acesso: importação, farmácias e associações de pacientes, e por uma base médica em expansão, com dezenas de milhares de profissionais já realizando prescrições no país.

As projeções indicam continuidade desse avanço. O setor deve ultrapassar a marca de R$ 1,1 bilhão já em 2026 e pode alcançar até R$ 9,5 bilhões no médio prazo, com potencial para atender milhões de pacientes à medida que a regulação evolui.

Modelo prioriza capilaridade antes da franquia

Apesar de a expansão via franquias estar no radar, a empresa optou por um movimento gradual. A fase atual funciona como um teste operacional, permitindo validar demanda, logística e padronização antes de escalar o modelo. “Optamos por começar com os consultores porque esse formato nos permite ganhar capilaridade com mais controle da operação e proximidade com médicos e pacientes. É uma etapa importante para estruturar o modelo, entender as demandas regionais e garantir que a experiência seja padronizada antes de avançar para o franchising”, destaca Michele.

Para atuar como representante, a empresa realiza um processo de seleção que inclui análise de antecedentes e referências. Experiência no setor farmacêutico é considerada um diferencial, assim como conhecimento prévio sobre cannabis medicinal. Os profissionais selecionados passam por capacitação com investimento da própria empresa, em parceria com a BCA Advogados. “O modelo também exige dedicação integral e exclusividade, reforçando o posicionamento da Cannabis Company como operação especializada em um segmento ainda em consolidação”, ressalta a sócia fundadora da Cannabis Company.

Projeção financeira e estratégia de longo prazo

A expectativa é que cada operação regional atinja faturamento médio mensal de cerca de R$ 150 mil após o período de maturação. No curto prazo, a empresa projeta crescimento gradual, acompanhando o desenvolvimento das relações com médicos prescritores e a formação de base de pacientes. “A segunda fase da expansão prevê a entrada no franchising, ampliando a presença física da nossa marca em outras regiões do país. A estratégia reflete uma abordagem cautelosa em um mercado que, apesar do crescimento acelerado, ainda enfrenta desafios regulatórios, custo elevado para pacientes e necessidade contínua de educação”, destaca a empresária.

Um mercado em consolidação e disputa

O avanço da Cannabis Company também evidencia uma mudança estrutural no setor. O mercado brasileiro de cannabis medicinal deixa de ser um nicho restrito e passa a se organizar como um ecossistema mais amplo, que envolve indústria farmacêutica, associações de pacientes, médicos e novos modelos de varejo. Nesse contexto, iniciativas que combinam capilaridade, educação e simplificação de acesso tendem a ganhar protagonismo. “Ao apostar em consultores regionais antes de escalar franquias, a Cannabis Company está sinalizando que, mais do que crescer rapidamente, o desafio agora é estruturar um mercado que ainda está sendo construído”, completa Michele.

Sob gestão de Fabinho, Salgueiro sobe nove posições no Índice de Progresso Social (IPS Brasil)

Prefeito Fabinho Lisandro

O resultado de 2026 do Índice de Progresso Social (IPS Brasil), divulgado esta semana, mostra um avanço significativo de Salgueiro no ranking que avalia a qualidade de vida dos moradores de todos os municípios brasileiros. Sob a gestão de Fabinho Lisandro, o município saltou da 22ª posição em 2024, no Estado de Pernambuco, para a 13ª em 2026, aumentando o índice de 60,60 para 63,26 pontos.

Indicadores importantes foram levados em consideração para a boa avaliação do município, com índices elevados nos setores de moradia (91,60 pontos), água e saneamento (83,08), educação básica (81,74), nutrição e cuidados médicos (76,07), acesso à informação e comunicação (74,31) e segurança (64,59).

O resultado evidencia melhorias na qualidade de vida dos moradores de Salgueiro, fruto de investimentos em saúde, educação, infraestrutura e diversos outros setores. Em menos de dois anos de gestão, Fabinho conseguiu transformar o município em um verdadeiro canteiro de obras, por meio de parcerias com deputados, senadores e os governos estadual e federal.

Em abril, durante as comemorações pelos 162 anos de emancipação política do município, o prefeito lançou um pacote de obras, denominado ‘Acelera Salgueiro’, que pode fazer o município progredir ainda mais no IPS Brasil. O programa prevê investimentos na ordem de 162 milhões, com várias obras em todos os cantos do município.

Sobre o IPS Brasil

Realizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente (Imazon), em parceria com o Social Progress Imperative e outras instituições, o IPS Brasil mede a qualidade de vida nos municípios brasileiros, levando em consideração 57 indicadores sociais e ambientais. São avaliados aspectos relacionados à saúde, educação, moradia, acesso à informação, oportunidades, segurança, meio ambiente e inclusão social.

Vereadora Liana Cirne é recebida no MPPE para discutir cumprimento do piso salarial dos professores

A parlamentar levou ao Centro de Apoio Operacional de Defesa da Educação denúncias contra municípios que estariam descumprindo a legislação.

A vereadora do Recife e professora de Direito da UFPE, Liana Cirne (PT), foi recebida nesta quarta-feira (3) no Centro de Apoio Operacional de Defesa da Educação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) pelo promotor de Justiça Maxwell Vignoli. O encontro teve como pauta o cumprimento da Lei do Piso Salarial Nacional do Magistério pelos municípios pernambucanos.

Durante a reunião, Liana apresentou ao MPPE uma relação de cidades denunciadas ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) por suposto descumprimento da legislação que estabelece o piso nacional dos profissionais da educação.

Os municípios denunciados nesta primeira remessa são: Bezerros, Bom Conselho, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Caruaru, Casinhas, Gravatá, Ilha de Itamaracá, Lagoa dos Gatos, Olinda, Quipapá, Riacho das Almas, Salgadinho, São João e São Lourenço da Mata.

“Estamos falando de uma lei nacional que precisa ser respeitada. O piso salarial dos professores é uma conquista histórica da categoria e não pode ser tratado como uma opção pelos gestores municipais”, afirmou Liana Cirne.

As representações integram o “Pisômetro”, iniciativa criada pela parlamentar para fiscalizar o cumprimento do piso nacional do magistério nos municípios pernambucanos. As denúncias foram elaboradas a partir de uma escuta realizada em 14 de abril de 2026, que reuniu professores de mais de 40 cidades do estado, incluindo municípios da Região Metropolitana do Recife, do Agreste e do Sertão.

A expectativa é que as denúncias sejam encaminhadas e analisadas pelas promotorias com atuação em cada município, possibilitando a adoção das medidas cabíveis para assegurar o cumprimento da legislação e a valorização dos profissionais da educação.