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Consumidores podem renegociar dívidas bancárias até 31 de agosto

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Desenrola 2.0 foi prorrogado e regras permanecem inalteradas

Programa de renegociação de dívidas de consumidores, o Desenrola Brasil 2.0 será prorrogado até 31 de agosto, anunciou nesta terça-feira (28) o ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Segundo o ministro, a decisão foi tomada em conjunto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dará mais um mês para que consumidores renegociem dívidas bancárias e regularizem a situação de crédito.

Durigan ressaltou que a extensão do programa será formalizada por ato do Ministério da Fazenda, que deve ser publicado até sexta-feira (31). As regras do Desenrola permanecem inalteradas e, conforme o ministro, a medida não exigirá novos aportes públicos.”Nós vamos prorrogar o programa Desenrola até o fim da vigência da medida provisória, que acontece no dia 31 de agosto.”

Mais tempo

Segundo Durigan, o prazo adicional permitirá que pessoas que ainda estão em negociação com instituições financeiras consigam concluir o processo de regularização.

O ministro destacou que a prorrogação também beneficia quem pretende contratar financiamentos. De acordo com ele, a regularização das pendências bancárias facilita o acesso ao crédito.

Entre os beneficiados, destacou Durigan, estão os motoristas de aplicativo, taxistas, entregadores e caminhoneiros que pretendem trocar de veículo por meio do Programa Move Brasil.

“Esse prazo adicional vai ser importante, inclusive, para que as pessoas que hoje estão tentando acessar os programas de moto, de carro, possam resolver eventuais pendências nos bancos, usando o Desenrola, para depois se enquadrar nas condições para as operações de carro e moto”, explicou.

Sem custo

O ministro afirmou que a prorrogação não terá impacto nas contas públicas, uma vez que os recursos destinados ao programa já são suficientes para atender à demanda prevista.

“Isso não demandará novos aportes ao FGO [Fundo de Garantia de Operações], então não há custo adicional do ponto de vista fiscal”, declarou.

Segundo Durigan, as condições de funcionamento do programa também permanecem as mesmas.

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Governo Raquel faz Pernambuco se tornar o melhor estado do Nordeste para empreender e avança ao top 3 nacional
 
Resultado da política econômica implementada pela gestão de Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição ao Governo do Estado, Pernambuco é o melhor estado do Nordeste para empreender. O dado foi divulgado pelo Ranking Nacional de Liberdade para Trabalhar, elaborado pelo Instituto Liberal de São Paulo (ILISP). O levantamento também demonstrou que Pernambuco subiu da 8ª para a 3ª colocação nacional, atrás apenas do Paraná e de Goiás.
 
“Pernambuco tem se consolidado como um ambiente próspero e estável para se investir. O equilíbrio fiscal e a segurança jurídica favorecem o empreendedorismo e ampliam nossa capacidade de atrair mais investimentos. Desta forma, nosso Estado gera mais emprego, renda, fortalecendo nosso desenvolvimento econômico”, ressaltou Raquel.
 
O ranking levou em consideração o número de atividades de baixo risco dispensadas de alvará, que passou de 846 para 952 em Pernambuco. A medida reduz a burocracia, o tempo e os custos para a abertura de empresas, permitindo o início das operações sem autorização prévia.
 
Uma das medidas que fazem parte da agenda de simplificação implantada pelo Governo de Pernambuco é o Comitê de Simplificação e Melhoria do Ambiente de Negócios, que agrega órgãos públicos e entidades para tornar mais eficientes os processos de registro, licenciamento e abertura de empresas.

Hepatite pode avançar 30 anos sem dar sintomas e o exame que detecta a doença é gratuito e leva minutos

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No Julho Amarelo, gastroenterologista alerta que boa parte dos pacientes só descobre a infecção quando o fígado já está comprometido, e aponta mudança no perfil de quem procura tratamento

Uma pessoa pode treinar todos os dias, comer bem e se sentir plenamente saudável enquanto o vírus da hepatite se multiplica silenciosamente em seu fígado. É esse o alerta central que profissionais de saúde reforçam neste Julho Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre as hepatites virais. Segundo o Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2025, do Ministério da Saúde, o país já soma mais de 826 mil casos confirmados de hepatites virais entre 2000 e 2024, sendo a hepatite C responsável por 41,5% dos diagnósticos e a hepatite B por 36,6%.

O boletim, divulgado pela pasta como parte da campanha nacional “Um Teste Pode Mudar Tudo”, também mostra avanços: entre 2014 e 2024, a mortalidade por hepatite B caiu 50% no país, e a por hepatite C, 60%. A meta do Brasil, alinhada a recomendações da Organização Mundial da Saúde, é reduzir os óbitos por hepatites virais em 65% e a incidência em 90% até 2030.

Para o gastroenterologista Alberto Falabella, professor do IDOMED, os números recentes confirmam algo que ele observa há anos no consultório, a maior parte das pessoas infectadas não sabe que tem a doença. “As hepatites crônicas B e C podem levar de 20 a 30 anos sem causar um único sintoma, inflamando o fígado silenciosamente até evoluir para cirrose ou câncer”, explica. Segundo o médico, o erro mais comum entre pacientes é acreditar que a hepatite sempre se manifesta com icterícia, a pele e os olhos amarelados. “Muita gente pensa que, se não sente dor e não está amarela, o fígado está saudável. Não é bem assim.” Quando os sinais aparecem, geralmente já na fase aguda ou em estágio avançado, os mais comuns são cansaço extremo e sem explicação aparente, urina escura, fezes claras e dor abdominal do lado direito superior, além da própria icterícia.

Outro equívoco frequente, segundo o especialista, é associar a transmissão apenas a agulhas compartilhadas ou contato sexual. Instrumentos do dia a dia como alicates de unha e lâminas de barbear, além de procedimentos estéticos como tatuagem e micropigmentação feitos sem esterilização adequada, também podem transmitir o vírus. Falabella observa ainda uma mudança no perfil dos pacientes nos últimos anos, se antes a hepatite estava muito ligada a transfusões de sangue e ao uso de drogas injetáveis, hoje o consultório recebe mais casos de hepatite A em adultos jovens, geralmente por transmissão fecal-oral em práticas sexuais ou por água e alimentos contaminados. Ele cita também o crescimento da esteato-hepatite,

forma de doença hepática ligada à obesidade e ao diabetes, que passou a disputar espaço com as hepatites virais nos atendimentos.

O médico chama atenção para dois grupos específicos. Adultos com mais de 50 anos, segundo ele, deveriam testar obrigatoriamente para hepatite C, já que podem ter sido infectados antes de os bancos de sangue adotarem triagem rigorosa. Jovens sexualmente ativos também exigem atenção redobrada, diante do aumento de casos de hepatite B e A transmitidos por via sexual.

Prevenção e diagnóstico ao alcance do SUS

A vacinação segue como a forma mais eficaz de prevenção, disponível gratuitamente no SUS contra as hepatites A e B – a vacina contra a B também protege indiretamente contra a hepatite D. No cotidiano, Falabella recomenda não compartilhar objetos de higiene pessoal, exigir material esterilizado ou descartável em estúdios de tatuagem, manicures e consultórios odontológicos, usar preservativo em todas as relações sexuais e manter higiene rigorosa das mãos e dos alimentos, medida especialmente importante contra a hepatite A.

O diagnóstico é feito por teste rápido de sangue, disponível gratuitamente na rede pública, ou por exames de sorologia laboratorial. O tratamento, segundo o médico, mudou de patamar nos últimos anos, a hepatite C tem cura em até 95% dos casos com antivirais orais tomados por 8 a 12 semanas, praticamente sem efeitos colaterais. Já a hepatite B, embora raramente tenha cura virológica completa, conta com tratamentos que interrompem a replicação do vírus e permitem uma vida normal. As hepatites A e E não têm tratamento antiviral específico – o organismo elimina o vírus sozinho, e o cuidado médico se concentra no suporte aos sintomas.

“A hepatite é uma inimiga oculta. Fazer o teste rápido pode salvar a sua vida. O exame é gratuito, indolor, fica pronto em minutos e, se der positivo, a hepatite C tem cura e a hepatite B tem tratamento”, resume Falabella.

 

Inteligência artificial está transformando a aplicação de defensivos no Brasil

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Tecnologia será tema de palestra durante o mais importante evento de agroquímicos das Américas, nos próximos dias 3 e 4 de agosto na capital paulista

Tecnologia será tema de palestra durante o mais importante evento de agroquímicos das Américas, nos próximos dias 3 e 4 de agosto na capital paulista

A inteligência artificial já está presente em diferentes etapas da produção agropecuária brasileira, auxiliando no monitoramento de lavouras, na identificação de pragas e doenças, na previsão climática, na manutenção de máquinas e no direcionamento da aplicação de insumos. O avanço dessas tecnologias e seus impactos sobre a rotina de produtores, agrônomos e empresas serão discutidos durante o 17º Brasil AgrochemShow, que será realizado nos dias 3 e 4 de agosto de 2026, no Centro de Eventos São Luís, em São Paulo (SP).

A palestra “Inteligência Artificial na Agricultura” será apresentada pelo engenheiro agrícola e especialista no assunto, Guilherme Sanches. Apesar de ferramentas como ChatGPT, Claude e Gemini terem popularizado o tema, o uso da IA no agro não começou com os sistemas generativos. Áreas como visão computacional e aprendizado de máquina já estão incorporadas há algum tempo a equipamentos, plataformas digitais e softwares agrícolas.

Essas tecnologias permitem analisar imagens de satélites e drones, reconhecer plantas daninhas, identificar falhas nas operações, prever produtividade e cruzar dados climáticos, agronômicos e operacionais. “Grande parte dessas aplicações já está presente em máquinas e softwares, muitas vezes sem que o produtor perceba que existe IA por trás. Ela já ajuda na identificação de pragas e doenças, na previsão de riscos climáticos, na antecipação de problemas em máquinas e no direcionamento do uso de insumos”, afirma o palestrante.

Pulverização seletiva reduz desperdícios

Entre as aplicações mais consolidadas está a pulverização seletiva. Câmeras e algoritmos instalados nos equipamentos identificam plantas daninhas em tempo real e acionam os bicos pulverizadores somente nos pontos em que o produto é necessário. Segundo Sanches, há casos em que a tecnologia reduziu em mais de 50% o uso de herbicidas.

O aprendizado de máquina também pode cruzar velocidade do vento, temperatura, umidade e previsão de chuva para indicar condições mais adequadas à pulverização e reduzir riscos de perdas. Segundo ele, na área de defensivos agrícolas, a IA ainda pode auxiliar no reconhecimento dos alvos, na estimativa do nível de infestação, no ajuste automático das doses e na identificação de falhas durante a operação.

Nos bioinsumos, a aplicação da IA ocorre principalmente por meio da análise de dados. Como o desempenho desses produtos depende de fatores como solo, clima, estágio da cultura e histórico da área, modelos preditivos podem ajudar a identificar em quais condições cada solução apresenta melhores resultados.

Contudo, o desafio está na organização dessas informações. Muitas empresas ainda possuem dados dispersos em diferentes planilhas, relatórios e sistemas, dificultando análises mais consistentes. “A IA não resolve sozinha dados incompletos, planilhas espalhadas ou cadastros sem padronização. Ela amplifica o que já existe, para o bem e para o mal”, explica o especialista.

Tecnologia deve apoiar o conhecimento agronômico

A inteligência artificial generativa também começa a ser utilizada na elaboração de relatórios, organização de resultados de ensaios, comparação de dados de talhões e preparação de consultas técnicas. Atividades que antes exigiam horas ou dias de trabalho manual podem ser realizadas em menos tempo.

Ainda assim, os resultados precisam ser revisados e interpretados por profissionais com conhecimento técnico. “A IA substitui tarefas, não profissionais. Ela consegue tratar dados e ler um volume de informações que nenhuma pessoa conseguiria analisar no mesmo período. Mas interpretar o contexto da lavoura, assumir a responsabilidade técnica e tomar a decisão final continua sendo função do profissional”, ressalta.

Na avaliação de Sanches, a tecnologia pode permitir que agrônomos e consultores dediquem menos tempo à organização das informações e mais tempo à análise e à tomada de decisão. Um dos principais erros das empresas, entretanto, é iniciar a adoção da tecnologia sem definir claramente o problema que se pretende resolver. Sem objetivos relacionados à produtividade, redução de custos, eficiência ou qualidade das aplicações, a ferramenta pode se transformar apenas em uma despesa.

Outro obstáculo é a falta de capacitação. Disponibilizar acesso a uma plataforma de IA não significa que a equipe conseguirá utilizá-la estrategicamente. “Dar acesso ao ChatGPT para a equipe não é implementar IA. Sem compreender os conceitos e sem prática, a pessoa utiliza a ferramenta apenas como uma versão mais sofisticada de um mecanismo de busca”, afirma.

Acesso não está restrito às grandes propriedades

Pequenos e médios produtores também podem utilizar todos esses recursos, já que muitas dessas soluções já estão presentes em aplicativos de previsão climática, plataformas de gestão, imagens de satélite e equipamentos agrícolas.

Também é possível começar com ferramentas de IA generativa para organizar informações, analisar documentos e apoiar a elaboração de relatórios, sem a necessidade de investir imediatamente em drones, robôs ou máquinas de alto custo. Para Sanches, o investimento mais importante é a capacitação. “Um problema bem definido, dados minimamente organizados e pessoas preparadas podem gerar mais resultados do que a aquisição de tecnologias sem planejamento”, afirma.

Nos próximos anos, a tendência é que a IA embarcada em máquinas avance ainda mais, principalmente na pulverização seletiva, no reconhecimento de plantas, na manutenção preditiva e na automação das operações.

Também devem ganhar espaço sistemas especializados no agro, treinados com conhecimento técnico e conectados a dados climáticos, sensores, imagens de satélite e plataformas de gestão. “A tecnologia vai chegar de qualquer maneira. Quem dominar os conceitos antes e souber utilizar essas ferramentas terá mais condições de transformar informação em resultado”, conclui Sanches.

Serviço

17º Brasil AgrochemShow
Data: 3 e 4 de agosto de 2026
Local: Centro de Eventos São Luís
Endereço: Rua Luís Coelho, 323, São Paulo (SP)
Mais informações: www.agrochemshow.com.br
WhatsApp: +55 11 99330-4717

Decreto adia obrigatoriedade da Reforma Tributária e dá fôlego para produtores rurais

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O Decreto nº 13.075/2026 prorrogou para janeiro de 2027 a exigência de inscrição no CNPJ e emissão de documentos fiscais por pessoas físicas e produtores rurais. Para o advogado tributarista Leandro Genaro, a medida reconhece a complexidade da Reforma Tributária e oferece tempo adicional para adaptação, especialmente para contribuintes que enfrentam maiores desafios de formalização.

A Reforma Tributária trouxe mudanças profundas no sistema brasileiro, não apenas na forma de pagar tributos, mas também na maneira de declarar e gerenciar obrigações fiscais. Entre as novidades estão novas declarações, utilidades e o split payment, que representam uma transformação completa na dinâmica tributária.

Para Genaro, especialista em contencioso e consultivo tributário, o cenário já é desafiador para grandes e médias empresas, que precisam acompanhar atualizações constantes na legislação. “Nos projetos de implementação da reforma, estamos acompanhando a dificuldade de grandes e médias empresas em implementar todos os ajustes que a legislação exige, e para se manterem atualizadas – temos novidades praticamente duas vezes por semana.”

Para pessoas físicas, o desafio é ainda maior. “O produtor rural, que antes não precisava emitir Nota Fiscal, que antes era emitida pela empresa que adquiria os grãos, e que agora precisará se inscrever no CNPJ e emitir diversos tipos de notas. São muitos campos que devem ser preenchidos exatamente como o sistema manda. Não é fácil.”, comenta Leandro.

O advogado entende que, ao adiar a obrigatoriedade para janeiro de 2027, o decreto oferece um respiro importante. “Essa obrigação ia começar em agosto de 2026, mas com o decreto foi prorrogada pra janeiro, e esse tempo a mais vai ajudar para as pessoas físicas se ajustarem para cumprir as regras tributárias exigidas.”

Genaro também ressalta que a decisão reflete uma postura pragmática do Governo, especialmente da Receita Federal e do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS). “O outro ponto interessante no movimento das entidades se refere às empresas do Simples. Elas sabem que a reforma está vindo, mas não conseguiram ainda entender os efeitos da mudança. Se o governo adiou para pessoas físicas, pode ser que também dê tempo para as empresas do Simples optarem pelo sistema híbrido da reforma”, finaliza.

Univasf participa da 78ª Reunião Anual da da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

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A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) marca presença da 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada de 26 de julho a 1º de agosto, na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ), com a participação de docentes em mesas-redondas e rodas de conversa, além da exposição de ações desenvolvidas por diferentes programas e projetos da instituição. Considerado o maior evento científico da América Latina, o encontro reúne pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de instituições de ensino e pesquisa de todo o país para debater temas relacionados à ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento social.

O reitor da Univasf, Telio Nobre Leite, e a pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (PRPPGI), Helena Matos, também participam da 78ª Reunião Anual da SBPC, acompanhando as atividades e representando a instituição no evento. A programação da SBPC conta ainda com a participação de docentes da Univasf em atividades que abordam questões como equidade de gênero e raça na ciência, políticas de ações afirmativas, bioeconomia dos biomas brasileiros e a valorização do cuidado como elemento fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e sustentável.


O reitor Telio Leite, a pró-reitora Helena, Illeanna Medeiros e Sérgio Motta, do NGPS.

Na quarta-feira (29), a professora Ana Luísa Araújo de Oliveira, do Colegiado de Engenharia Agronômica, integrará a roda de conversa “Quem Cabe na Ciência? Discriminações Interseccionais de Gênero e Raça no Brasil”, promovida pela SBPC Gênero. No mesmo dia, a docente participa da mesa-redonda “Cotas em Disputa: Desafios e Resistências na Construção da Equidade nas Instituições Públicas”.

Ainda na quarta-feira, o professor Jackson Roberto Guedes Almeida, do Colegiado de Farmácia, será um dos palestrantes da mesa-redonda “Biomas Brasileiros: Potencial Bioeconômico e Sociobiodiversidade” promovida pela Sociedade Brasileira de Farmacognosia (SBFgnosia). A atividade abordará as potencialidades dos biomas nacionais para o desenvolvimento sustentável, a geração de conhecimento científico e a valorização da sociobiodiversidade brasileira.

Já na quinta-feira (30), a professora Kalline Flávia Silva de Lira, do Colegiado de Psicologia, participará da roda de conversa “Cuidado que Sustenta o Futuro”, promovida pela SBPC Gênero. O encontro debaterá a centralidade do cuidado na organização social e econômica, bem como sua relação com a promoção da equidade de gênero e o desenvolvimento sustentável.

Além disso, a Univasf também participa da programação da ExpoT&C, mostra de ciência, tecnologia e inovação que integra a 78ª Reunião Anual da SBPC e reúne universidades, institutos de pesquisa, agências de fomento e outras instituições. A participação da Universidade ocorre por meio de estandes que apresentam ações desenvolvidas por diferentes programas, projetos e núcleos da instituição. Participam da mostra o Espaço Arte, Ciência e Cultura (EACC), o Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental (Nema), o Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna) e o Núcleo de Gestão de Projetos Sociais (NGPS), que expõem iniciativas voltadas à difusão científica, à conservação ambiental, à proteção da fauna silvestre e ao desenvolvimento de ações sociais junto às comunidades.

A programação completa da Reunião Anual da SBPC está disponível no site do evento.

Informações

Sucesso na 56ª Missa do Vaqueiro que reúniu fiéis e vaqueiros neste domingo(26) em Serrita-PE

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Sucesso! Governo de Pernambuco reforçou apoio à 56ª Missa do Vaqueiro e valoriza tradição sertaneja em Serrita

A celebração reúne anualmente fé, cultura e identidade do povo do Sertão e contou com investimentos e esquema na segurança

A 56ª edição da Missa do Vaqueiro reuniu milhares de fiéis e vaqueiros neste domingo (26), no Parque Estadual João Câncio, em Serrita, no Sertão Central. Considerada uma das mais importantes manifestações de fé e cultura popular de Pernambuco, a celebração contou com o apoio do Governo do Estado, com recursos no valor de R$ 2 milhões para a missa, por meio da Fundação Padre João Câncio, e para a contratação artística da Festa de Jacó, evento de responsabilidade da Prefeitura de Serrita, conforme estabelece a Lei Municipal n° 003/2025.

A governadora Raquel Lyra e a vice-governadora Priscila Krause participaram da celebração. Para garantir a tranquilidade dos participantes, a Secretaria de Defesa Social (SDS) montou uma operação especial entre os dias 23 e 26 de julho, com investimento de R$ 86,4 mil.

Ao todo, 480 profissionais das forças de segurança atuaram na operação, entre policiais militares, civis, científicos e bombeiros militares. O esquema contou com policiamento ostensivo, delegacia móvel, equipes periciais, viatura de resgate e monitoramento por drones, reforçando a segurança durante toda a programação. Além do apoio à realização da festa, o Governo de Pernambuco também executou a requalificação do Parque Estadual João Câncio, com investimento de R$ 2,5 milhões.

As intervenções buscam sempre fortalecer a infraestrutura do espaço e garantir melhores condições para a realização da Missa do Vaqueiro e de outros eventos culturais.

Realizada desde 1970, a Missa do Vaqueiro é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco e presta homenagem à memória de Raimundo Jacó, vaqueiro encontrado morto em 1954. A cerimônia foi idealizada pelo padre João Câncio, conhecido como “padre vaqueiro”, e se consolidou como uma das maiores expressões da religiosidade sertaneja, reunindo vaqueiros de diversas regiões do Nordeste em um momento de fé, tradição e valorização da cultura popular.

Expocose em Sertânia– Na noite do último sábado (25), a chefe do Executivo estadual participou da 52ª edição da Exposição Especializada de Caprinos e Ovinos de Sertânia (Expocose), reforçando o compromisso com o fortalecimento do agronegócio e o desenvolvimento do interior de Pernambuco. Reconhecida como um dos maiores eventos do setor no Estado, a feira é realizada entre os dias 21 e 26 de julho e reúnio criadores, expositores, produtores rurais, empresários, autoridades e visitantes de diversas regiões de Pernambuco e do Nordeste ligados à caprinovinocultura. Fotos: Hesíodo Góes/Secom

FGTS deve distribuir R$ 13 bilhões em lucros aos trabalhadores; entenda quem terá direito

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Pagamento depende da aprovação do Conselho Curador e será feito diretamente nas contas do FGTS dos trabalhadores elegíveis

FGTS deve distribuir R$ 13 bilhões em lucros aos trabalhadores; entenda quem terá direito

Trabalhadores com saldo em contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no fim de 2025 devem receber, até 31 de agosto, uma parcela do lucro obtido pelo fundo no ano passado. A proposta, que será analisada pelo Conselho Curador do FGTS na próxima terça-feira, 28, prevê a distribuição de R$ 13,04 bilhões entre cerca de 138,2 milhões de cotistas.

Se aprovada, a medida permitirá que a Caixa Econômica Federal deposite automaticamente os valores nas contas vinculadas ao FGTS.

Não será necessário fazer nenhuma solicitação para receber o crédito. O pagamento contemplará trabalhadores que possuíam saldo em contas ativas ou inativas em 31 de dezembro de 2025.

O valor varia conforme o montante existente em cada conta naquela data, o que significa que não haverá um valor fixo para todos os beneficiários. A distribuição prevista corresponde a 89% do lucro registrado pelo FGTS em 2025, estimado em cerca de R$ 14,6 bilhões.

Para estimar quanto poderá ser creditado, o saldo registrado no fim de 2025 deve ser multiplicado pelo índice de 0,01868341, definido na proposta apresentada ao Conselho Curador. O valor efetivamente creditado, no entanto, varia conforme o saldo existente em cada conta vinculada ao fundo.

Segundo a proposta, o repasse elevará a rentabilidade das contas para aproximadamente 6,9% no ano, desempenho superior à inflação oficial de 2025, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 4,26%.

Desde decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a remuneração do FGTS deve garantir, no mínimo, a reposição da inflação oficial, calculada pelo IPCA.

A distribuição dos resultados do fundo tornou-se uma prática recorrente nos últimos anos. Em 2025, foram repassados R$ 12,9 bilhões aos cotistas, enquanto, no ano anterior, a distribuição somou R$ 15,2 bilhões.

Controles fitossanitários reduzem a incidência de notificações em exportações de grãos

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Cadeia produtiva investe em tecnologia, capacitação e rastreabilidade para preservar a qualidade dos grãos destinados ao mercado internacional

A amostragem representativa de grandes lotes de grãos destinados à exportação é um dos principais desafios enfrentados pelas empresas responsáveis pela classificação e certificação dos produtos agrícolas.

De acordo com Fátima Parizzi, consultora técnica da ABIOVE (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais) e ANEC (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais), a complexidade está diretamente relacionada ao elevado volume das cargas e às limitações operacionais para acessar toda a massa de grãos de forma representativa. “O grande desafio é assegurar que a amostra coletada represente fielmente o lote exportado, permitindo identificar eventuais não conformidades antes do embarque”, explica.

O tema ganha ainda mais relevância diante do crescimento das exportações do agronegócio brasileiro. Somente no primeiro semestre de 2026, as exportações do setor alcançaram o valor recorde de US$ 87,1 bilhões, segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

Entre os principais pontos de atenção estão as pragas quarentenárias, organismos capazes de causar impactos econômicos e fitossanitários nos países importadores. Nesse grupo estão incluídas as plantas daninhas, insetos, fungos, bactérias, vírus e nematóides.

Com o objetivo de sanar dúvidas e uniformizar os procedimentos de controle, monitoramento e inspeção fitossanitária, o Mapa oficializou recentemente uma lista com as 12 principais pragas quarentenárias presentes no Brasil e regulamentadas pela China, principal importador de soja do Brasil. Entre elas, estão o carrapicho, capim farpado, carpineira, quiabinho, entre outros.

Embora as notificações emitidas pela China demandem atenção permanente, Parizzi destaca que sua representatividade é extremamente reduzida quando comparada ao volume total exportado pelo Brasil. Dados do MAPA revelam que, entre maio de 2024 e maio de 2025, foram emitidas pelas autoridades chinesas 1.046 notificações em carregamentos de soja e 39 em carregamentos de milho, representando menos de 1% do total de certificados fitossanitários emitidos para exportações destinadas à China.

“Esses números demonstram que o sistema brasileiro de produção e controle fitossanitário é robusto. As notificações existem e precisam ser tratadas com seriedade, mas representam uma parcela muito pequena diante do volume exportado pelo país”, afirma Parizzi.

Segundo a consultora, a baixa incidência ocorre porque o Brasil conta com uma cadeia de produção mobilizada e atenta às exigências fitossanitárias dos países importadores.

“Os cuidados começam na propriedade rural, por meio do manejo adequado das lavouras e do controle de plantas daninhas e demais pragas. Os armazéns realizam o monitoramento responsivo, a limpeza dos grãos e separação dos resíduos, com o objetivo de manter a qualidade do grão. Posteriormente, nos terminais de exportação, são executadas as atividades de classificação, inspeção e certificação higiênico-sanitária, além dos controles oficiais realizados pelos Auditores Fiscais Federais Agropecuários do Vigiagro/MAPA, responsáveis pela emissão do Certificado Fitossanitário Internacional para cada lote exportado”, detalha a consultora.

Parizzi ressalta que uma eventual interceptação no país importador pode gerar consequências relevantes, incluindo alterações de rota de navios, atrasos logísticos, custos adicionais e impactos contratuais. Por esse motivo e, adicionalmente, para preservar o espaço conquistado pelo Brasil no mercado internacional, as empresas exportadoras mantêm programas permanentes de prevenção, monitoramento e atualização técnica.

“No caso da China, é fundamental que as notificações continuem sendo compartilhadas com o setor. Essas informações permitem avaliar a efetividade das medidas de mitigação adotadas e aperfeiçoar continuamente o plano de ação desenvolvido em conjunto por produtores, armazenadores, exportadores e autoridades oficiais”, declara.

Investimentos e inovação

Além dos investimentos em capacitação técnica das equipes, as empresas vêm incorporando novas tecnologias para fortalecer os controles de qualidade. Entre as iniciativas destaca-se a utilização, em caráter experimental, de equipamentos automáticos para classificação de grãos, capazes de utilizar diferentes tecnologias para identificação de impurezas, materiais estranhos e sementes de plantas daninhas.

Para Parizzi, o avanço tecnológico deve estar associado à gestão eficiente das informações. “Mais importante do que gerar dados, é transformá-los em conhecimento para aperfeiçoar continuamente os processos. O setor tem investido fortemente em tecnologia da informação, rastreabilidade e inteligência de dados para aprimorar os controles sobre os estoques armazenados e exportados, fortalecendo a segurança, a qualidade e a conformidade dos produtos destinados aos mercados nacional e internacional.”

Evento

O tema será abordado por Fátima Parizzi durante a IX Conferência Brasileira de Pós-Colheita (IX CBP 2026), promovida pela Associação Brasileira de Pós-Colheita (ABRAPOS) e realizada pelas cooperativas Capal, Frísia e Castrolanda.

Durante a conferência, serão discutidos os desafios relacionados à identificação de sementes tóxicas e de pragas quarentenárias nos processos de recebimento, armazenagem, classificação e expedição de grãos destinados ao mercado interno e às exportações.

O evento será realizado entre os dias 12 e 14 de agosto, em Carambeí (PR).  Para conferir a programação completa, acesse cbp2026.abrapos.org.br.

Fiscalização do TCE-PE mostra avanços dos municípios no Programa Nacional de Imunizações

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O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) divulgou um painel com dados de 2025 do Índice de Fiscalização do Programa Nacional de Imunizações (IFPNI) nos 184 municípios pernambucanos.

As informações mostram como as cidades evoluíram na adequação ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) em comparação com o cenário encontrado em 2023, quando foram visitadas 1.441 Unidades Básicas de Saúde.

O TCE-PE passou a acompanhar essa política pública em 2021, diante da queda dos índices de cobertura vacinal infantil, que estavam muito abaixo das metas estabelecidas pelo Ministério da Saúde. A redução da vacinação também contribuiu para o reaparecimento de doenças já controladas ou eliminadas no país. A partir desse diagnóstico, o Tribunal iniciou uma fiscalização para identificar as principais causas dos problemas e acompanhar as medidas adotadas pelos municípios para revertê-los.

Com base nas normas que regem o programa, o IFPNI analisa a estrutura física das unidades, os equipamentos, os processos de trabalho e as equipes de saúde. A partir desses critérios, os municípios são classificados em cinco níveis de desempenho: DesejávelSatisfatórioModerado, Grave ou Crítico.

Os resultados mostram uma melhora na adequação ao programa. Em 2025, 49 cidades alcançaram o nível satisfatório de atendimento ao PNI, mais que o dobro das 23 registradas em 2023.

O número de municípios classificados como moderados também aumentou, passando de 70 para 72. Entre eles está o Recife, que aparece na 10º posição nessa classificação.

Outro avanço importante foi registrado em Alagoinha, que no ano passado se tornou o primeiro município a atingir o nível desejável. Em 2023, nenhuma cidade havia alcançado esta condição.

Também diminuiu o número de municípios nas piores situações (nível Grave ou Crítico). As cidades classificadas em situação Grave caíram de 71 para 57 entre 2023 e 2025. Já as que permaneceram no nível Crítico passaram de 20 para apenas cinco: Xexéu, Ilha de Itamaracá, Chã de Alegria, Correntes e Orocó.

ESTRUTURA – A fiscalização também identificou melhorias na estrutura das salas de vacinação. A quantidade de itens obrigatórios, como equipamentos de refrigeração para conservação das vacinas e termômetros para aferir a temperatura das caixas térmicas, aumentou quase 41%.  O fornecimento de energia elétrica de emergência cresceu 11%, e o número de salas com calendário vacinal exposto em local visível subiu mais de 20%.

O levantamento apontou ainda um crescimento de quase 27% na manutenção periódica de equipamentos usados para armazenar e conservar os imunizantes e de 9% na disponibilização de vacinas nas unidades de saúde. O aumento na substituição de refrigeradores domésticos por câmaras refrigeradas mais adequadas para a conservação vacinal aumentou mais de 12%.

Nos processos de trabalho também houve avanços. O controle das perdas de vacinas cresceu mais de 35%, e a busca ativa de crianças com a vacinação em atraso aumentou mais de 15%.

Por outro lado, a fiscalização apontou alguns retrocessos. Houve redução na divulgação de campanhas de vacinação pelos canais de comunicação dos municípios, na vacinação em creches e escolas, e na supervisão periódica das salas de imunização. As quedas foram de 12,42%, 9,94% e 2,5%, respectivamente.

Também diminuiu o número de profissionais envolvidos diretamente na vacinação infantil. A quantidade de enfermeiros e técnicos ou auxiliares de enfermagem caiu 2,78% em relação a 2023. O número de equipes capacitadas para atuar no PNI teve redução superior a 8%, enquanto a disponibilidade de enfermeiros substitutos, para os casos de férias ou afastamento do titular, recuou 7% no período.

Os resultados completos estão disponíveis no portal Tome Conta.

O QUE É PNI – Criado em 1973 pelo Ministério da Saúde, o Programa Nacional de Imunizações coordena as ações de vacinação em todo o país. A política garante acesso gratuito e universal a mais de 45 imunobiológicos, entre vacinas, soros e imunoglobulinas, que protegem a população contra diversas doenças ao longo da vida.

Confira aqui a situação do seu município 📊.

Acompanhe a evolução da cobertura vacinal em Pernambuco 📈.

Gerência de Jornalismo (GEJO), 23/7/2026

Petrolina está sediando a 8ª edição da ´Expo Manga Brasil. Hoje(24) último dia, tem mais!

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O Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), está participando, juntamente com especialistas, empresas, produtores, instituições públicas e privadas e pesquisadores de várias partes do país e do exterior, da 8ª edição da Expo Manga Brasil.

O evento, que começou nesta quarta-feira (22), e prossegue até èsta sexta-feira (24), na área externa da Univasf, em Petrolina- PE, vai debater inovação, tecnologia e oportunidades para a cadeia produtiva da fruta no Vale do São Francisco, além de proporcionar a troca de experiências, realização de negócios, ampliação de parcerias e planejamento do crescimento.

Durante os três dias do evento, serão evidenciados temas, a exemplo de gestão de pessoas, certificação de qualidade e boas práticas, logística e tendências na produção, agrobots e IA (Inteligência Artificial) no Vale do São Francisco.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Jailson Lira, a Expo Manga Brasil destaca a importância da fruticultura para o Vale do São Francisco, consolidando a região como um dos principais polos produtores e exportadores do país. “Nesta edição, a exemplo das anteriores, o nosso Sindicato se faz presente como expositor e apoiador oficial. Uma parceria que nasceu em função da relevância dos temas abordados nas palestras e aprendizado prático dos minicursos e atividades de interesse dos produtores da nossa região”, ressaltou.

Para César Libório, coordenador do evento, esta edição vem superando todas as expectativas com a estimativa de um público de mais de 19 mil pessoas nos três dias.” Consolidamos a Expo Manga Brasil como o maior evento dedicado à fruta no Brasil, com a participação de representantes de 12 países. Numa área de mais de 10 mil metros quadrados, mais de 140 marcas e 45 estandes, o público poderá acompanhar tendências e acessar informações atualizadas sobre gestão e desenvolvimento no campo”, concluiu. (Ascom)

Governo de Pernambuco inaugura novo setor para cirurgias vasculares no Hospital Getúlio Vargas

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Com investimento de R$ 6,1 milhões, equipamento do setor amplia capacidade de procedimentos especializados e de alta complexidade

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (SES), inaugurou, nesta terça-feira (21), o serviço de hemodinâmica do Hospital Getúlio Vargas (HGV), com investimento de cerca de R$ 6,1 milhões.

O equipamento, dedicado a procedimentos cirúrgicos endovascular, permite a visualização dos vasos sanguíneos em tempo real e com alta precisão, auxiliando no tratamento de doenças circulatórias, que demandam diagnóstico preciso e intervenção rápida. Com essa estrutura, o hospital amplia a capacidade de realização de procedimentos especializados e de alta complexidade. Entre os procedimentos que poderão ser realizados na unidade, estão angiografias, angioplastias, drenagens e embolizações terapêuticas, por meio de técnicas radiológicas com utilização de cateteres e contraste endovascular.

A secretária estadual de Saúde, Zilda Cavalcanti, comentou a importância do setor para a unidade. “Essa entrega faz uma diferença enorme para quem precisa do Sistema Único de Saúde (SUS) no HGV. Também representa melhores condições de trabalho para os profissionais de saúde e fortalece a assistência prestada à população”, afirmou.

Além da sala do angiógrafo, a estrutura contempla ambientes de apoio e uma sala destinada à realização de pequenos procedimentos de baixa complexidade, funcionando como suporte aos pacientes após exames e intervenções. “Como referência em cirurgia vascular no Estado, o HGV dá um passo muito importante para ampliar a qualidade e a agilidade da assistência aos pacientes”, disse a diretora médica do HGV, Luciana Raboni.

O médico André Cunha, responsável pelo serviço de hemodinâmica da unidade, destacou a implantação do setor para a assistência vascular no Estado. “Com essa estrutura, passamos a contar com a capacidade operacional necessária para ampliar a realização de procedimentos vasculares e contribuir para mudar a realidade da assistência nessa área”, relatou. Fotos: Vivian Ramos/SES