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Aéreas terão de devolver US$ 35 bilhões em passagens não utilizadas

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 (foto: Divulgação/FAB)

 A situação das companhias aéreas de todo o mundo segue dramática. A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) anunciou, nesta terça-feira (31/3), que as empresas terão de devolver US$ 35 bilhões em passagens aéreas compradas e não utilizadas. Além disso, a perda líquida trimestral estimada para o período encerrado em 30 de junho de 2020 é de US $ 39 bilhões. 

Essa análise é baseada na avaliação de impacto divulgada na semana passada, em um cenário em que restrições severas de viagens duram três meses, segundo o qual a demanda no ano inteiro cai 38% e as receitas de passageiros recuam US$ 252 bilhões em comparação a 2019. 

Além dos custos inevitáveis, as companhias aéreas enfrentam o reembolso de bilhetes vendidos, mas não utilizados, como resultado de cancelamentos em massa resultantes de restrições impostas pelo governo às viagens. “O passivo do segundo trimestre é de US $ 35 bilhões colossais. A queima de dinheiro será grave. Estimamos que as companhias aéreas possam queimar US $ 61 bilhões em seus saldos de caixa no segundo trimestre”, disse Alexandre de Juniac, diretor geral e CEO da Iata. 

“As companhias aéreas não podem cortar custos com rapidez suficiente para ficar à frente do impacto desta crise. Esperamos um prejuízo líquido devastador de US $ 39 bilhões no segundo trimestre. O impacto disso na queima de caixa será ampliado por um passivo de US $ 35 bilhões para possíveis reembolsos de ingressos. Sem alívio, a posição de caixa do setor pode se deteriorar em US $ 61 bilhões no segundo trimestre”, calculou. 

Segundo ele, vários governos estão respondendo positivamente à necessidade do setor de medidas de alívio, entre eles o do Brasil. Entre os países que fornecem pacotes específicos de ajuda financeira ou regulatória para a indústria estão Colômbia, Estados Unidos, Cingapura, Austrália, China, Nova Zelândia e Noruega. O Brasil, o Canadá, a Colômbia e a Holanda relaxaram os regulamentos para permitir que as companhias aéreas ofereçam comprovantes de viagem aos passageiros no lugar de reembolsos. 

“Viagens e turismo são essencialmente encerrados em uma situação extraordinária e sem precedentes. As companhias aéreas precisam de capital de giro para sustentar seus negócios através da extrema volatilidade. Canadá, Colômbia e Holanda estão dando um grande impulso à estabilidade do setor, permitindo que as companhias aéreas ofereçam vouchers no lugar de reembolsos em dinheiro. Isso é vital para que o setor possa continuar funcionando e possa  entregar as remessas de carga que são vitais hoje e a conectividade de longo prazo de que os viajantes e as economias dependerão na fase de recuperação”, acrescentou Juniac.(Diário de Pernambuco) 

64 Cidades pernambucanas pedem ‘Estado de Calamidade Pública’

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Entenda o que é estado de calamidade - Politize!

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) vota nesta terça-feira (31), uma série de decretos legislativos para Cidades que pediram o reconhecimento do “Estado de Calamidade Pública” por conta da emergência internacional decorrente da pandemia de coronavírus. No total, 64 municípios devem receber a posição.

A ação segue a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que determina que cabe ao poder legislativo estadual reconhecer essa condição nos municípios. A medida possibilitará que os chefes do executivo possam agir de forma mais independente no que diz respeito aos gastos públicos. Utilizando a mobilização de recursos financeiros para reforçar ações de assistência à população e assegurar a continuidade dos serviços públicos durante a crise de saúde.

Todas as proposições a serem votadas são de autoria da mesa diretora e foram feitas em atendimento a pedidos dos prefeitos. Entre os municípios que encaminharam ofícios ao presidente da Alepe, deputado Eriberto Medeiros (PP), estão Petrolina, Olinda, Paulista, Camaragibe, Bodocó, Belém de Maria, Bezerros, Moreno, Serra Talhada, Afogados da Ingazeira, Bodocó. As gestões que ainda não encaminharam suas solicitações, ainda podem editar a solicitação posteriormente.

Para formalizar o pedido de reconhecimento de calamidade, a prefeitura deve editar um decreto municipal, a ser publicado no Diario Oficial, em que estabelece a posição. Em seguida o ofício é encaminhado para a Assembleia. Na casa legislativa, será avaliado as questões fiscais do município.

A reunião desta terça é a primeira a contar com o Sistema de Deliberação Remota (SDR), já que na última semana as votações das reuniões virtuais da comissão e da plenária foram feitas por e-mail. O trâmite de um decreto legislativo é o mesmo que de um projeto de lei, por isso, nesta terça, as matérias serão votadas pela manhã nas Comissões de Constituição e Justiça; Finanças, orçamento e tributação; administração pública. No período da tarde, a plenária delibera sobre as matérias com todos os deputados.

Na última semana, a Assembleia aprovou o Estado de Calamidade Pública para o Estado de Pernambuco e para Recife, cidade pernambucana mais afetada e que tem concentrado o maior número de casos da pandemia no Estado.(Diário de Pernambuco)

Covid-19: 500 mil kits de teste rápido chegam ao Brasil

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Um profissional de saúde realiza um teste finalizado em um local de testes de coronavírus fora dos Serviços Comunitários de Saúde Internacionais no Distrito Internacional de Chinatown durante o surto de doença por coronavírus (COVID-19) em

O primeiro lote com 500 mil kits de testes rápidos para o novo coronavírus, comprados pela empresa Vale, já chegaram ao Brasil. A remessa vinda da China desembarcou no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, na tarde de ontem (30) e foi encaminhada para o centro de logística do Ministério da Saúde na capital paulista.

A Vale fechou a compra de 5 milhões de kits para a verificação de infecção por covid-19. O teste, produzido pela empresa chinesa Wondfo, tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ele detecta anticorpos e permite que se tenha um resultado em apenas 15 minutos.

Segundo a mineradora, a doação é uma forma de ajudar o governo brasileiro no combate à disseminação da doença no país. A Vale está usando sua rede de logística na Ásia para trazer insumos ao Brasil. As 4,5 milhões de unidades restantes serão entregues à empresa pelo fornecedor ao longo do mês de abril.

A logística de distribuição dos kits no Brasil será feita pelo governo federal e o Ministério da Infraestrutura é o responsável por garantir a oferta de linhas aéreas essenciais para o despacho do material. A pasta também deve atuar em suporte quando houver lacunas na distribuição. “O ministro Tarcísio [Freitas] está em contato com os estados através do Conselho Nacional de Secretários de Transportes (Consetrans) e conta com a possibilidade de usar aeronaves e veículos oficiais, além do apoio das Forças Armadas”, informou o ministério.

Em publicação no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro destacou o trabalho da equipe. “Chega o primeiro lote de kits de exame rápido. Quinhentos mil itens de um total de 5 milhões doados pela Vale. A distribuição do material desta etapa está a caminho dos 26 estados de todo Brasil e DF”, escreveu.(Agência Brasil)

Se for para errar, quero errar para o lado certo

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PMDB-PE se divide e Júlio Lóssio apoiará Armando - Brasil 247

Por Júlio Lossio*

Nos últimos dias, temos visto um duelo entre a epidemiologia e a economia. Parte da população, dentre as quais o presidente Bolsonaro, defendendo o fim do isolamento horizontal, em que todos devem ficar ao máximo em casa, salvo as excessões.

Outra defendendo a manutenção das regras de isolamento, em detrimento da economia.

Ambas as partes, evidentemente, acreditam estar agindo de maneira correta. Contudo, ambas podem estar erradas. E aí, quais as consequências desse erro?

Com o isolamento horizontal esperamos observar um achatamento da curva de contaminação, com a possibilidade dos nossos hospitais atenderem grande parte da população, evitando muitas mortes. A economia, por sua vez, enfrentará uma forte recessão, com o governo sendo obrigado a fazer uso de suas reservas e até mesmo aumentar o déficit primário para proteger os desempregados e trabalhadores informais. Além, claro, de fomentar as empresas que enfrentaram sérias dificuldades.

No entanto, caso decidamos por afrouxar as regras do isolamento, observaremos as pessoas voltando a circular livremente e a economia começar a se movimentar. Contudo, a grande circulação de pessoas fará com que a epidemia tome proporções gigantescas e, apesar da “baixa” taxa de mortalidade do vírus, um grande aumento  do número de infectados trará como consequência uma falência do sistema de saúde e um grande número de mortes, sobretudo do chamado grupo de risco. Morrerão país, mães, avós, avôs…

Em que cenário você prefere viver?

No da crise econômica? Ou no segundo, quando poderá ter que se afastar em definitivo e para sempre de seus pais, seus avós, ou até mesmo de seus filhos, se no último caso a vítima for você?

O mais curioso de toda essa situação é que nas grandes guerras, nas grandes crises econômicas, nas grandes catástrofes ambientais… as decisões mais impactantes são tomadas por poucas pessoas: os chamados líderes mundiais.

Agora, de maneira paradoxal, naquele que  tende a ser o maior ataque que a civilização moderna já enfrentou, cada um de nós, mesmo o mais simples dos homens, tem o poder de decidir e contribuir com o mundo que quer amanhã.

Faça sua escolha.

*Ex-prefeito de Petrolina

OAB-PE consegue liminar para Banco do Brasil pagar alvarás, RPVs e precatórios

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História | OAB-PE

Presidente da OAB-PE, Bruno Baptista

A OAB-PE conseguiu, nesta segunda-feira (30), uma decisão liminar na 21ª Vara Federal em Pernambuco para obrigar o Banco do Brasil a processar e pagar alvarás, precatórios, Requisições de Pequeno Valor (RPVs) ou qualquer ordem judicial de pagamento. A decisão veio em uma ação civil pública ajuizada pela Ordem contra o banco para obrigá-lo a abrir um canal de atendimento eletrônico (não presencial) a estas demandas.

Na decisão, o Juízo Federal da 21ª vara determinou ao banco que “restabeleça os serviços de cumprimento de ordens judiciais de pagamento (alvarás, requisições de pequeno valor, precatórios e similares), mediante canal eletrônico adequado” em cinco dias úteis, sob pena de pagamento de multa diária de R$ 5 mil, “sem prejuízo das sanções por ato atentatório à dignidade da Justiça, a serem aplicadas à empresa e aos seus gestores, em caso de descumprimento”.

A liminar foi deferida no mesmo dia da propositura da ação, que é assinada pelo presidente da OAB-PE, Bruno Baptista, e pela equipe do departamento jurídico da Ordem pernambucana. O Banco do Brasil não havia aberto um canal eletrônico para atender estas demandas. Na decisão, há uma sugestão para que o banco adote a proposta da OAB-PE de formalizar um termo de cooperação técnica nos mesmos moldes do firmado com a Caixa Econômica Federal, para o processamento de alvarás, RPVs e precatórios por meio da Central de Alvarás Digital que a Ordem lançará esta semana.

Nesta Central, os advogados podem efetuar eletronicamente todo o processamento prévio de liberação das ordens de pagamento. Em seguida a OAB enviará os dados e a Caixa, se não houver pendências de documentos ou informações, fará o depósito na conta indicada pelo beneficiário, sem a necessidade de comparecer pessoalmente à agência bancária, somente utilizando o certificado digital do advogado.

Esta medida atende as normas das autoridades públicas, de evitar a disseminação do novo coronavírus (Covid-19). Mesmo assim, o Banco do Brasil recusou o acordo de cooperação técnica e ainda informou que não iria proceder com atendimentos presenciais sobre ordens judiciais de pagamento.

Na decisão judicial, ficou enfatizado que é injustificada a recusa do banco em adotar canais eletrônicos de atendimento e que o pagamento de ordens judiciais é atividade essencial.

“Foi uma grande vitória da OAB Pernambuco em prol da advocacia e da sociedade. Os alvarás, RPVs e precatórios possuem nítido caráter alimentar e é fundamental que esses recursos cheguem aos seus beneficiários, especialmente em um momento de tanta dificuldade”, afirma Bruno Baptista.(Ascom)

Diante de pandemia, população deve estar alerta sobre notícias falsas

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Ministério da Saúde lança serviço de combate à Fake News

Entidades se mobilizam para desmentir as fake news

A pandemia do novo coronavírus e as medidas de isolamento social vêm sendo acompanhadas pela ampla profusão de conteúdos sobre o tema. Com isso crescem também as notícias falsas, prática difundida no Brasil e no mundo nos últimos anos. Nesse momento,a população deve tomar ainda mais cuidado tanto para não acreditar em mentiras quanto para não repassá-las.

Notícias bombástica, prometendo remédios ou saídas milagrosas têm circulado no ambiente online, em redes como Whatsapp, Facebook, Instagram e Youtube. Pessoas sem qualquer qualificação divulgam providências sem embasamento que tratariam a covid-19, como pequenas doses “shots” de imunidade ou a atribuição de poder de cura à hidroxicloroquina, mesmo contra determinação do Ministério da Saúde.

As notícias falsas espalham desinformação e dificultam a divulgação de informações e orientações pelas autoridades à população. Diante da preocupação com a pandemia, o cuidado com a verificação para o repasse muitas vezes pode diminuir, aumentando a circulação desses conteúdos enganosos.

Um exemplo é a foto de supostos saques na cidade de São Vicente, no litoral Paulista. O episódio ocorreu, mas em 2013, e não agora. A imagem ganhou milhares de cliques e compartilhamentos em redes sociais. Ela foi desmentida por agências de checagem, como a Aos Fatos.

Checar informações

Entre as orientações estão duvidar de fontes desconhecidas, buscar orientações nos sites oficiais das autoridades de área, como a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Organização Pan-Americana da Saúde, braço regional da OMS, o Ministério da Saúde e as secretarias municipais e estaduais e evitar repassar informações sem certeza, mesmo que venham de amigos ou familiares. É possível também checar em diversas agências ou projetos, como LupaAos Fatos e Comprova.

O Ministério da Saúde lançou uma página direcionada a desmentir os boatos. O site desmente inúmeras mensagens falsas, como orientações do órgãos que nunca foram dadas, anúncios de vacinas, formas de prevenção que não funcionam (como gargarejo com água morna, sal e vinagre) e alegações sobre o vírus, como o fato de ele morrer em temperaturas partir de 26º .

Guia

O Comitê Gestor da Internet lançou um guia com dicas para manter um uso seguro da Internet, que aborda, entre outros temas, o cuidado com boatos e mensagens. Uma cartilha específica sobre como evitar e combater boatos foi publicada juntamente com o material.

Conforme a publicação, em geral os boatos difundidos apresentam uma série de características:

– Afirmam não ser notícia falsa

– Possui título bombástico

– Tem um tom alarmista, com palavras como “cuidado” ou “atenção”

– Omite local, data ou até mesmo fonte (principalmente no caso do Whatsapp)

– Não traz evidências nem embasamento

– Coloca-se como único a revelar uma informação escondida pelos demais veículos

– Pede para ser repassado a um grande número de pessoas e alega consequências trágicas caso a tarefa não seja realizada

– Utiliza URL ou até mesmo design gráfico semelhante a veículos conhecidos.

Punição

O material lembra que as pessoas responsáveis pela difusão dessas mensagens podem ser punidas, como o enquadramento nos ilícitos de calúnia e difamação, além de danos morais. No Brasil, o ilícito relacionado a um conteúdo falso só existe na legislação eleitoral, mas esses outros tipos penais podem ser utilizados.

Na Paraíba, a Assembleia Legislativa aprovou uma lei pela qual poderá multar quem difundir conteúdos falsos sobre a pandemia. A sanção pode ser entre R$ 1 mil e R$ 10 mil para quem difundir uma mensagem enganosa no estado que gere algum tipo de dano. Os recursos arrecadados serão direcionados para as ações de combate a epidemias no estado.

Hábitos

O Whatsapp é um dos principais meios de difusão de notícias falsas. O app é um dos principais canais de informação dos brasileiros, segundo o Relatório de Notícias Digitais do Instituto Reuters, que analisa hábitos de consumo de comunicação em todo o mundo. A rede social conta com mais de 130 milhões de usuários brasileiros. A jornalista Carolina Valadares relatou à Agência Brasil que tem evitado se informar pelo aplicativo Whatsapp.

Na avaliação da organização internacional Avaaz, que atua no combate à desinformação, existe uma “infodemia”, com uma inundação de desinformação nas redes sociais. Exemplos são “lives” em redes como Facebook, Instagram e Youtube, para disseminar conteúdos falsos, além de áudios adaptadas para a realidade de cada país. É o caso, por exemplo, de áudios supostamente atribuídos a autoridades de saúde ou personalidades confiáveis com métodos e curas falsas.

“Algumas dessas mensagens podem até mesmo levar à morte em momentos de desespero, mas ainda, a longo prazo, gera uma grande desconfiança nas instituições, resultando em uma ameaça ainda maior às nossas democracias e nossa saúde. A desinformação dá às pessoas a falsa sensação de segurança e levam essas pessoas a agirem de maneiras que podem ajudar a espalhar o vírus”, comenta Laura Moraes, coordenadora de campanhas da entidade no Brasil.

Medidas

Plataformas digitais anunciaram medidas contra a disseminação de notícias falsas. O Google lançou um alerta que dá acesso a notícias, dicas de segurança e outras orientações de autoridades como a Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde. De acordo com a assessoria da empresa, milhões de anúncios que tentavam arrecadar com o tema foram bloqueados, além de ter sido implementada a proibição de anúncios em que apareciam máscaras médicas. O serviço de notícias do conglomerado, Google News, criou uma seção específica com informações sobre a pandemia. Na Play Store, a loja de aplicativos, quando uma pessoa procura um app sobre o assunto são mostrados aqueles relacionados a autoridades públicas, como o  “Coronavírus – SUS”, do Governo Federal e o “Coronavírus Ceará”, do Governo do Estado do Ceará.

Por outro lado, o Youtube, maior plataforma de vídeo e também controlada pelo Google, permitiu a monetização de vídeos com menção ao novo coronavírus. Em 11 de março, a diretora executiva da empresa, Susan Wojcicki, declarou em comunicado que esta alternativa seria controlada. Mas em 16 de março, a empresa anunciou a expansão desse recurso, mantendo apenas diretrizes aos produtores de conteúdo, como checar a informação, uso de fontes confiáveis (como OMS e autoridades de saúde) e manter “a melhor das intenções possíveis”.

De acordo com a assessoria da empresa, vídeos de fontes confiáveis são destacadas nos resultados de busca. Além disso, seguem valendo as regras internas da plataforma, que proíbem, por exemplo, produtos nocivos. Entretanto, tanto o Youtube quanto outras plataformas tiveram de seguir as medidas de quarentena, o que reduziu as equipes de verificadores de conteúdo e deixou uma maior parte dessa tarefa para sistemas automatizados.

Twitter

Em comunicado publicado na última sexta-feira (27), o Twitter alertou que o emprego maior de ferramentas automatizadas pode gerar uma “perda de contexto” e pode resultar em erros. A rede social aumentou o escopo do entendimento de “dano” para incluir aqueles que vão contra as orientações das autoridades de saúde. Serão excluídos, por exemplo, tuítes que neguem essas recomendações, divulgação de medida de prevenção e tratamento ineficazes, negação de fatos científicos, mensagens buscando se passar por autoridades ou afirmações de que determinados grupos populacionais são menos ou nada suscetíveis à pandemia.

Na avaliação da Avaaz, as plataformas devem aumentar a escala de suas ações para seguir a gravidade da pandemia. A entidade defende que elas devem apontar um conteúdo como falso a todos que viram ou interagiram com aquela informação, fornecendo links para fontes confiáveis, como a OMS. A organização também propõe que as plataformas “desintoxiquem” seus algoritmos para que não promovam conteúdos perigosos (como na definição do que aparece numa linha do tempo ou recomendação do próximo vídeo).(Agência Brasil)

Em Petrolina, vacinação contra a gripe será em escolas a partir desta terça-feira(31)

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A partir desta terça-feira (31), a vacinação dos idosos em Petrolina – um dos públicos-alvo desta primeira fase da Campanha Nacional – vai acontecer em algumas escolas da rede municipal. A medida, que só será possível graças à suspensão das aulas, é para evitar a exposição dos idosos a pessoas com síndromes gripais que estão buscando atendimento.

Apenas quatro postos de saúde farão a vacinação, além das escolas. O horário de atendimento acontecerá das 14h às 17h. É importante destacar que as pessoas que não fazem parte do grupo prioritário dessa primeira fase – idosos acima de 60 anos e profissionais de saúde – não poderão se vacinar nesse momento.

Para os idosos acamados, as equipes de Saúde da Família entrarão em contato para agendar a vacinação em domicílio, que também já começa nesta terça-feira (31) e será priorizada. Também é importante destacar que a vacina contra a gripe não protege contra o coronavírus, mas é aliada porque ajuda no diagnóstico, descartando casos de gripes e chamando a atenção dos profissionais de saúde para investigar infecção pelo coronavírus.

Segunda e terceira etapas

A primeira etapa de vacinação, que começou no dia 23 de março, prossegue até 15 de abril. Na segunda etapa, a partir de 16 de abril, serão vacinados professores, pessoas com doenças crônicas e funcionários das forças de segurança. A última fase, com início em 9 de maio, é voltada para gestantes e mulheres que tiveram filhos há menos de 45 dias; crianças de seis meses a 6 anos; pessoas com idade entre 55 a 59 anos; índios e trabalhadores do sistema prisional.

Veja abaixo a lista de escolas onde haverá vacinação, de acordo com o fluxo das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da região onde as unidades de ensino estão localizadas:

Zona Urbana

UBS Roza Maria (vacinação na própria unidade)

UBS Manoel Possídio (vacinação na própria unidade)

UBS Maria de Lourdes (vacinação na própria unidade)

UBS Miguel de Lima (vacinação na própria unidade)

UBS Amália Granja – Escola Eliete Araújo

UBS Ricardo Soares – Escola Humberto Soares

UBS Lia Bezerra – Centro Social José Joaquim

UBS Bernardino Campos – Escola Anízio Leão

UBS Josefa de Souza – Escola Municipal Anete Rolim

UBS Júlio Andrade – Escola Odete Sampaio

UBS Álvaro Rocha – Escola Luiza de Castro

UBS Maria do Socorro Gil – Escola Municipal Jeconias José

UBS Dr. Gaudêncio – Escola Zélia Matias

UBS João Moreira – Escola Mãe Vitória

UBS Beatriz Rocha – Escola Ariano Suassuna

UBS Leonor Elisa – Nova Semente Pingo de Sabedoria

UBS Nova Petrolina – CMEI Residencial Brasil

UBS Dra. Sinhá – CMEI Edite Bezerra

Zona Rural

UBS Plínio Amorim – CMEI Gabriel Moreira

UBS KM-25 – Escola Municipal José Esmerindo Ribeiro

UBS Gildevania de Oliveira – Escola Municipal Ozorio Leônidas

UBS Osvaldo Coelho – Escola José Nunes de Santana

Número de mortes pelo novo coronavírus no Brasil chega a 159

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Um pesquisador do Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) trabalha para desenvolver um novo teste para detectar infecções por coronavírus

O número de mortes em razão do novo coronavírus (covid-19) subiu de 136 para 159 entre ontem e hoje. Um aumento de 16% entre a última atualização e a divulgada há pouco pelo Ministério da Saúde.

Já os casos confirmados saíram de 4.256 para 4.579. O resultado de novas 323 pessoas infectadas marcou um incremento de 7% em relação a ontem. O número foi o menor desempenho nos últimos cinco dias, quando o número de novas pessoas infectadas, por exemplo, passou dos 500 na última sexta-feira (27).

Em entrevistas coletivas durante a semana a equipe do Ministério da Saúde afirmou que era esperado um crescimento diário de até 33%.

Os estados com mais casos foram São Paulo (1451), Rio de Janeiro (600), Ceará (372), Distrito Federal (312) e Minas Gerais (231). A menor incidência está em estados da Região Norte, como Rondônia (6), Amapá (8), Tocantins (9) e Roraima (16).

Mortes

O índice de letalidade atingiu 3,5% com o balanço de hoje, acima do verificado no balanço de ontem, quando ficou na casa dos 3,2%.

São Paulo concentra 113 do total de mortes, seguido por Rio de Janeiro (18), Pernambuco (6), Ceará (5), Piauí (3), Paraná (3), Rio Grande do Sul (3), Santa Catarina (1), Goiás (1), Distrito Federal (1), Rio Grande do Norte (1), Bahia (1), Minas Gerais (1) e Amazonas (1). Com 23 novas mortes, foi o maior resultado registrado desde o início juntamente com o de ontem, que teve o mesmo número.

Em relação ao perfil das pessoas que faleceram, 40,4% eram mulheres e 59,6% eram homens. Mantendo o padrão identificado ao longo da semana, 90% tinham mais de 60 anos e as doenças crônicas mais associadas foram cardiopatias (81), diabetes (58), pneumopatia (24) e condições neurológicas (14).

As hospitalizações somaram 757.

Medidas de isolamento

Na entrevista coletiva de balanço das ações do governo federal, realizada de forma conjunta no Palácio do Planalto, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que é correto seguir as decisões dos governos sobre decretação de medidas de isolamento social.

“Tenho dialogado com secretários municipais e estaduais dentro do que é técnico e científico. Por enquanto mantenham as recomendações dos estados porque esta é no momento a medida mais recomendável já que temos muitas fragilidades do sistema de saúde que são típicas”, afirmou.

Sobre a discussão acerca do foco na proteção das vidas ou da economia, assunto sobre o qual o presidente vem se manifestando nos últimos dias, o ministro Mandetta afirmou que é inerente aos gestores da Saúde priorizar a proteção à vida da população.

“A saúde é um norte, um farol. Enquanto não temos resposta mais cientificamente comprovada, a saúde vai falar ‘para e vamos evitar contágio’. Isso não é a saúde estar certa ou errada, é instinto de preservação. O instituo pela vida é mais forte do que o econômico. Precisamos primeiro preservar esse instinto e dar as condições”, declarou.

Ele afirmou que o governo entende que não pode haver um lock down (fechamento) absoluto no país, mas é preciso ver como retomar setores da economia de forma a evitar a disseminação da doença.  “Temos que moderar como ativar partes importantes da economia para que não tenhamos uma segunda onda [crise econômica] maior que a primeira [crise de saúde]. Se não tivermos coordenação teremos os dois problemas ao mesmo tempo”, ponderou.

O ministro argumentou que não há como definir prazo para o fim das medidas de isolamento, pois os países que indicaram o momento do encerramento tiveram de adiar, como Estados Unidos. Esse debate, acrescentou, será feito em conjunto com governos estaduais e prefeituras.

“Não acredito em quarentena vertical ou horizontal. Eu preciso construir um pacto com os atores, estados, Supremo Tribunal Federal. Vamos ter código de comportamento, de distanciamento entre as pessoas. De funcionar, para não morrer de paralisia, mas não ter frenesi que nos cause um mega problema que estamos vendo nos países”, defendeu.

Ontem após visitar localidades em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro voltou a manifestar preocupação com a economia e com a preservação de empregos das pessoas que estão sendo afetadas pela crise provocada pela pandemia.(Agência Brasil)

Sobe para seis o número de mortes por coronavírus em Pernambuco; estado tem 77 casos confirmados

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Morte registrada no boletim desta segunda aconteceu no Hospital dos Servidores do Estado. (Foto: Controladoria-Geral do Estado/Divulgação)

Mais uma morte por coronavírus foi confirmada em Pernambuco. Nesta segunda-feira (30), o estado contabiliza seis óbitos relacionados à Covid-19. De acordo com o novo boletim epidemiológico, Pernambuco tem 77 casos confirmados da doença, quatro a mais do que o número divulgado no último balanço, nesse domingo (29). Também foram registrados dois novos casos de cura clínica, chegando a 13 recuperações.

No Brasil, o Ministério da Saúde informou, nesta segunda, que são 4.579 casos confirmados e 159 mortes. O boletim do órgão federal contabiliza 78 casos em Pernambuco, um a mais do que o número divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE). Em relação aos casos confirmados, Pernambuco é o 11º estado brasileiro com o maior número de registros, atrás de São Paulo (1.517 casos confirmados);Rio de Janeiro (657); Ceará (372); Distrito Federal (312); Minas Gerais (261); Rio Grande do Sul (241); Santa Catarina (197); Bahia (176); Paraná (155) e Amazonas (151). Em relação à quantidade de mortes, porém, Pernambuco aparece como o terceiro estado, atrás apenas de São Paulo (113 óbitos) e Rio de Janeiro (18).

A mais recente morte relacionada à Covid-19 em Pernambuco foi a de um homem de 62 anos, com quadro de hipertensão e diabetes. Ele deu entrada no Hospital dos Servidores do Estado (HSE), no bairro do Espinheiro, Zona Norte do Recife, no dia 25 de março, depois de ser encaminhado por uma unidade de saúde do município de Goiana, com quadro de infecção no trato respiratório.

No HSE, o homem recebeu tratamento intensivo, foi entubado em ventilação mecânica e teve as amostras colhidas para os exames laboratoriais. A confirmação para a Covid-19 saiu nessa sexta-feira (27). O paciente evoluiu com piora do quadro clínico e morreu na tarde desse domingo. As mortes registradas no estado são de cinco homens e uma mulher, todos acima dos 60 anos.(Diário de Pernambuco)

Especialista da UniFTC dá dicas para o período de home office

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Para conter a disseminação do novo Coronavírus, causador da virose Covid-19, muitos estudantes e profissionais estão realizando suas atividades habituais sem sair de casa. Em toda a Rede UniFTC, por exemplo, as aulas presenciais foram suspensas no dia 18 de março e, a partir de 23 de março, passaram a acontecer em ambiente virtual. Os colaboradores do grupo de ensino também estão em home office. Neste período, devemos redobrar a atenção com a postura para não prejudicar a saúde.

“Na quarentena devemos cuidar do corpo. Não é porque estamos em home office e estudando em casa que devemos realizar as tarefas de qualquer maneira ou em qualquer posição”, alertou o fisioterapeuta e professor da Faculdade UniFTC de Juazeiro Hugo Cavalcanti. O especialista ainda alerta para a importância de escolher um local adequado, que seja bem ventilado e iluminado para executar suas funções com tranquilidade e comodidade.

Um descuido pode causar grandes alterações posturais e consequentemente fortes dores em regiões do corpo como pescoço, coluna lombar e ombros, principalmente para quem trabalha em regime home office. “Em casa, normalmente utilizamos notebook ou celular, procuramos locais para estudar com maior conforto, como cama e sofá, porém a postura de trabalho nestes referidos locais são desfavoráveis e podem causar dores. Nesta fase, é necessário realizar alongamentos e movimentar o corpo para garantir uma boa circulação sanguínea”, orientou o fisioterapeuta.

O especialista destaca, que para estudar ou trabalhar, é importante escolher birô ou mesa adequados e sempre observar se está na postura correta. Tudo isso ajudará na prevenção de algumas patologias que podem ser adquiridas nas atividades laborais, como tendinite e bursite.

“Ficar atento ao posicionamento do notebook em relação à visão e membro superior, ângulo dos ombros, cotovelos e punhos; posição ereta da coluna, angulação do quadril e joelho, assim como apoio dos pés. Estes cuidados posturais irão prevenir as dores e consequentemente melhorar o desempenho acadêmico e de trabalho. Bom trabalho e um estudo de qualidade para todos”, concluiu.(Ascom)

Definido. Senado aprova R$ 600 mensais a trabalhadores

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Senadores fazem sessão virtual para votar projeto que prevê R$ 600 para trabalhadores informais durante pandemia do coronavírus — Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O Senado aprovou em sessão virtual, por 79 votos a zero, o projeto que prevê o repasse de R$ 600 mensais, durante três meses, a trabalhadores informais. A aprovação foi motivada pela pandemia do novo coronavírus.

A proposta, aprovada pela Câmara na semana passada, segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o projeto, fica limitado o pagamento do auxílio a duas pessoas da mesma família.

Pelo texto, a trabalhadora informal que for mãe e chefe de família terá direito a duas cotas do auxílio emergencial, ou seja, receberá R$ 1,2 mil por mês, durante três meses.

A proposta estabelece uma série de requisitos para que o autônomo tenha direito ao auxílio, apelidado por alguns parlamentares de “coronavoucher”.

Segundo o projeto, o trabalhador precisa ter mais de 18 anos, cumprir critérios de renda familiar e não pode receber benefícios previdenciários, seguro desemprego nem participar de programas de transferência de renda do governo federal, com exceção do Bolsa Família.

De acordo com a Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado, o auxílio emergencial, nos três meses de pagamento, custará aos cofres públicos cerca de R$ 59,8 bilhões.

O relator da proposta no Senado, Alessandro Vieira (Cidadania-SE), propôs algumas mudanças na redação da proposta que não forçam o reenvio do texto para a Câmara dos Deputados.

Uma das mudanças prevê que o benefício será recebido pelo trabalhador em três prestações mensais, para garantir que a ajuda seja concedida ainda que haja atraso no cadastro dos beneficiários.

IF Sertão-PE faz doação de álcool 70% na luta contra o avanço do Covid-19 no sertão pernambucano

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O avanço da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) tem impulsionado ações de união e solidariedade em todo o mundo.
No Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE), uma iniciativa idealizada pelo professor Francisco Macedo de Amorim e apoiada pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proext) distribuiu, na última sexta-feira (27), 150 litros de álcool 70% à Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Petrolina (SEDESDH) e 20 litros à Casa Anjo da Guarda, instituição que acolhe crianças e adolescentes em situação de risco ou vulnerabilidade social.
O produto, item essencial no combate a vírus e bactérias presentes em superfícies e ambientes, foi produzido graças a uma parceria com as Vinícolas Terranova e Mandacaru, que disponibilizaram mil litros de álcool. Com o apoio financeiro de professores do campus Petrolina Zona Rural, foram adquiridos recipientes de 200 e 500 ml para, junto aos de 5 litros fornecidos pelas vinícolas, serem distribuídos às instituições.

Além da SEDESDH e da Casa Anjo da Guarda, serão beneficiados o Hospital Municipal de Lagoa Grande, a Secretaria de Saúde de Petrolina e a plataforma Transforma Petrolina, que visa ligar ONGs e projetos sociais que fazem trabalhos voluntários. O suporte logístico de transporte do material tem sido ofertado pela Proext, que já está programando outras ações de enfrentamento ao avanço do novo coronavírus no sertão pernambucano.(Ascom) 

Cuidado! Novo golpe no WhatsApp promete liberação de auxílio emergencial no valor de R$ 600 a R$ 1.200

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Golpe promete até R$ 1,2 mil para quem preencher dados em link malicioso. (Foto: Reprodução/Whatsapp.)

Um novo golpe aplicado por WhatsApp promete a liberação de um auxílio emergencial no valor entre R$ 600 a R$ 1.200 para beneficiários do Programa Bolsa Família. De acordo com a Polícia Federal, quem fizer um cadastramento através de um link enviado por mensagens através das redes sociais, tem seus dados expostos a um grupo criminoso que efetua compras online, abre contas, solicita cartões de crédito e faz empréstimo em nome das vítimas.

De acordo com a PF, o link já não está mais ativo e começou a circular no final da semana passada, depois que o Congresso Nacional aprovou a liberação do benefício que ainda deve passar pela votação no Senado e sanção presidencial. Quem tem direito a receber os valores deve se informar em canais oficiais de comunicação e do próprio Governo Federal, que não envia mensagens por e-mail ou redes sociais.

Segundo alerta divulgado pela PF, o golpe avisa que a pessoa tem direito a receber um benefício financeiro no valor entre R$ 600 e R$ 1.200 reais de auxílio emergencial para ter uma renda e para isso basta apenas fazer um cadastramento pelo link malicioso.  Ao clicar na mensagem, a vítima é direcionada para responder se tem filhos, se é trabalhador autônomo e pede confirmação de auxílio emergencial. Depois, a pessoa é direcionada para preencher um cadastro com informações pessoais, como número de CPF, RG, número da conta corrente e senha.

De posse desses dados, é possível abrir contas correntes em bancos virtuais ou físicos, com acesso a cartão de crédito e cheque especial. O responsável pelo golpe, pode, inclusive, abrir empresas fantasmas e fazer compras pela internet tudo em nome de terceiros.

Segundo a PF, esses cibercriminosos também podem instalar programas maliciosos nos celulares e computadores para ter acesso a senhas, fotos, vídeos e mensagens. De acordo com a polícia, o link que foi utilizado para aplicação dos golpes já foi bloqueado.

Para dar veracidade a mensagem, os golpistas exibem relatos em redes sociais de supostas pessoas que já fizeram o cadastramento. Até mesmo a logo do Governo Federal é utilizada para dar credibilidade ao golpe.

A vítima ainda é incentivada a compartilhar o link com todos os seus amigos e contatos do WhatsApp, espalhando a fraude e tornando as pessoas de seus contatos vítimas em potencial de possíveis outros golpes orquestrado pela quadrilha e no final a vítima é informada que receberá em 5 minutos o número do seu protocolo de cadastramento.

Dicas de como se proteger

  1. Ao receber uma mensagem deste tipo, desconfie sempre antes de clicar nos links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais. 
  2. Não compartilhe links duvidosos com seus contatos sem antes saber se são autênticos – você pode estar sendo usado por bandidos para espalhar o golpe e prejudicar outras pessoas, inclusive seus parentes.
  3. Cuidado com o imediatismo de mensagens tais como: agendamentos liberados até hoje, último dia para o saque, urgente, não perca essa oportunidade, quase sempre tais conteúdos querem fazer com que as pessoas não averiguem a veracidade do conteúdo nas páginas e órgãos oficiais.
  4. O Cadastramento do Auxílio Emergencial é falsa porque depende, ainda, da aprovação do Senado Federal e em última instância passará pela sanção do presidente da República, que deverá publicar um decreto sancionando à medida.
  5. Nenhum órgão do governo federal se comunica solicitando dados e informações dos seus beneficiários ou servidores através de links via WhatsApp;
  6. Certifique-se no site oficial da empresa ou governamental sobre a veracidade do que está sendo oferecido, principalmente quando se tratar de supostas promoções, ofertas de dinheiro, brindes, descontos ou até promessas de emprego. Nesse caso, o Ministério da Cidadania já esclareceu e alertou que são falsas as informações do link acerca de um suposto Cadastramento Emergencial
  7. Nunca preencha nenhum cadastro, formulário ou pesquisa fornecendo seus dados financeiros ou pessoais através de links enviados pelo WhatsApp;
  8. Nunca baixe programas piratas para o celular ou computador, tais sites costumam ter a maior concentração de vírus;
  9. Instale um bom antivírus em seu celular ou computador e tenha o sistema operacional do seu celular e computador atualizados.(Diário de Pernambuco)

Novo decreto renova prazo de quarentena em Petrolina e feiras livres serão liberadas com restrições

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Devido à seca, Governo de Pernambuco decreta estado de emergência ...
Petrolina-Pe

Após reunião com o Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus, o prefeito Miguel Coelho assinou, nesta segunda-feira (30), novo decreto para estender por 15 dias medidas de isolamento social e prevenção da saúde em Petrolina. Com isso, diversos serviços públicos e atividades econômicas seguem suspensas na cidade como forma de evitar a propagação da Covid-19. O documento traz uma alteração para reforçar o abastecimento no município, a liberação do funcionamento, a partir de quarta (1°), de feiras livres com restrições e fiscalização redobrada.

A medida preventiva mantém o fechamento de escolas, faculdades, teatros, centros esportivos, academias, shopping, orla, parque entre outros. O comércio também seguirá sem funcionar, em respeito ao decreto do Governo do Estado, que suspende há uma semana as atividades nas lojas.

Farmácias, clínicas médicas, veterinárias, casas de ração animal, lojas de defensivos agrícolas, oficinas mecânicas, postos de combustível, supermercados, mercadinhos, padarias e serviços essenciais como saúde e limpeza continuam mantidos.

O documento traz como novidade a retomada do funcionamento das feiras livres em Petrolina. Após análise do Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, foi decidida a retomada do serviço para reforçar o abastecimento alimentar.

O trabalho, no entanto, terá restrições. Cada feira terá um dia específico para funcionamento, serão fiscalizadas para manter a higienização das bancas e limite da capacidade público de 1 pessoa por 2 metros quadrados.

O Prefeito lembra que a manutenção do isolamento social por mais 15 dias segue orientação do Ministério da Saúde e os decretos do Governo do Estado. Neste final de semana, inclusive, as recomendações foram reforçadas pelo Ministério Público, que emitiu comunicado orientando os prefeitos pernambucanos a manterem as medidas preventivas.

“Desde o começo, nossa postura tem sido de prevenção e diálogo com especialistas em saúde, governos estadual, federal, municípios vizinhos e demais segmentos da sociedade para enfrentar esse desafio. Sei que é uma situação difícil, mas o isolamento social tem sido a forma mais recomendada para evitar um surto maior e um colapso na saúde. Seguiremos monitorando todos os dias e conversando com todos de forma transparente e responsável. Isso não é algo definitivo, mas um momento de sacrifício maior por um bem comum”, explica o prefeito sertanejo.(Ascom)

Pessoas com sintomas leves da Covid-19 podem acessar serviço de teleorientação em Petrolina

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A prefeitura de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, montou uma sala de teleorientação para atendimento de pessoas que apresentem sintomas leves da Covid-19. O serviço pretende tranquilizar a população e evitar a concentração de pessoas na rede de saúde da cidade.

Os pacientes com sintomas da Covid-19 podem acessar o serviço através do site. As orientações podem ser recebidas através de um celular ou computador. É necessário realizar um cadastro com dados pessoais e agendar o atendimento com os profissionais que serão oferecidos pelo sistema. Após o agendamento, mensagens de SMS e Whatsapp serão enviadas para lembrar o paciente da consulta online.

A teleorientação pode ser acessada de segunda à sexta, das 8h às 17h. O atendimento só deve ser procurado em casos de sintomas de doenças respiratórias. A tecnologia foi desenvolvida por uma startup do Porto Digital e foi testada em unidades privadas de saúde. (Via: G1 Petrolina)