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UNEB retoma cronograma de matrículas do SISU 2020.2; 1ª chamada a partir de 17 de maio

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A UNEB divulga a retomada das convocatórias para validação documental (acesso pelo Sistema de Cotas) e para efetivação de matrículas dos candidatos classificados em processos seletivos para cursos de graduação presencial.

Assim, a universidade convoca para matrícula os aprovados, em 1ª chamada, pelo Sistema de Seleção Unificada (SISU 2020.2), do Ministério da Educação (MEC), nos cursos de graduação oferecidos pela instituição.

Os convocados devem realizar, entre os dias 17 e 21 de maio, o envio online da documentação solicitada pelo Edital de Matrícula, conforme prevê o novo cronograma.

Após recomendações da Resolução Nº 1.423/2020, do Conselho Universitário (Consu), instância máxima deliberativa da instituição, a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Prograd) da UNEB realizou adaptações procedimentais, frente ao estado de calamidade pública causado pela pandemia da Covid-19, para a garantia dos direitos dos candidatos aprovados.

A homologação de candidatos aptos será divulgada no dia 7 de junho. O efetivo registro de matrículas será realizado pela Coordenação Acadêmica do departamento correspondente, entre os dias 8 e 22 de junho.

Em momento oportuno, os estudantes com matrícula registrada deverão apresentar os documentos originais correspondentes àqueles que foram enviados durante a etapa de Envio Online.

O Sistema do MEC realiza a seleção dos inscritos de acordo com o desempenho que obtiveram no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019.

A Gerência de Seleção Discente da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) orienta os aprovados a lerem com cuidado o edital de matrícula e a terem atenção com a documentação solicitada.

Mais informações: portal.uneb.br. 

Serviço: O que: Matrícula para aprovados, em 1ª chamada, no Sisu/UNEB 2020.2 . Quando: 17 a 21 de maio. Como: Envio online da documentação

Ascom

Pernambuco prorroga suspensão de cirurgias eletivas até o dia 23 de maio por causa da Covid-19

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Suspensão de cirurgias eletivas foi determinada para garantir leitos para pacientes com Covid-19  — Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR/Divulgação

G1 – Pernambuco

O governo de Pernambuco anunciou, neste sábado (8), uma nova prorrogação da suspensão das cirurgias eletivas. Agora, a medida vale até o dia 23 de maio. Antes dessa decisão, os procedimentos estavam vetados até o domingo (9).

Esses procedimentos estão suspensos no estado, desde 8 de março. A medida foi tomada por causa da pandemia da Covid-19. A ideia, segundo o governo, é “preservar o sistema de saúde”.

A informação sobre a nova medida foi divulgada no boletim diário da pandemia pela Secretaria Estadual de Saúde (SES).

Com a decisão, ficam suspensos os procedimentos eletivos que demandem internação hospitalar em Pernambuco, tanto na rede pública quanto privada.

“Esses são aqueles procedimentos agendados previamente, ou seja, não urgentes, mas que podem ser adiados sem prejuízo à saúde do paciente”, disse o governo.

O governo justificou que o “objetivo é evitar sobrecarga nos sistemas de saúde e destinar maior número de profissionais, leitos e insumos médico-hospitalares para o atendimento de pessoas diagnosticadas, ou com suspeita de infecção pelo novo coronavírus”.

Ainda de acordo com o estado, estão mantidas as cirurgias eletivas inadiáveis, como as oncológicas, cardíacas, transplantes.

Também estão autorizados os procedimentos que possam causar dano permanente ao paciente em caso de adiamento, além das cirurgias ambulatoriais que não demandam internamento hospitalar.

O governo disse também que fica mantido o funcionamento das unidades de consultórios, clínicas, laboratórios e hospitais com a realização de consultas, procedimentos diagnósticos e terapêuticos ambulatoriais, além dos serviços de urgência e emergência.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que os servidores que atuam nessas cirurgias eletivas e foram realocados para outras áreas da assistência hospitalar ou teletrabalho serão mantidos nessas funções.

Prefeitura e Incra firmam convênio para beneficiar assentamentos de Petrolina

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O prefeito Miguel Coelho oficializou, nesta quinta-feira (13), um convênio no valor de R$ 2,5 milhões com o Instituto de Colonização e Reforma Agrária – Incra. Os recursos serão destinados a obras de abastecimento e manutenção de estradas em assentamentos rurais de Petrolina. O ato simbólico contou com a presença dos deputados Fernando Filho, Antonio Coelho, do vice-prefeito Simão Durando e do superintendente regional do Incra, Thiago Angelus.

A principal ação do conjunto de investimentos é a construção de uma adutora para levar água à comunidade José Almeida. Outra iniciativa com foco no abastecimento será a instalação de tubulações voltadas à produção rural do Assentamento São Francisco. Por fim, o convênio prevê a manutenção da estrada vicinal de acesso aos assentamentos Curimatá e Esperança.

A expectativa é que os serviços sejam realizados nas comunidades no segundo semestre. “Agradeço ao Incra e aos deputados Fernando e Antonio pelo empenho para garantir essas ações fundamentais para comunidades que cobram muito por abastecimento e melhor infraestrutura. Essa é mais uma prova de que nosso governo segue atuando com empenho em todas as regiões de Petrolina, chegando junto principalmente daqueles que mais precisam”, destacou o prefeito na solenidade.

Covid-19: Juazeiro registra 38 novos casos no boletim desta quinta-feira (13)

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Juazeiro registrou 38 casos do novo coronavírus nas últimas 24 horas. A informação está no boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde (SESAU) desta quinta-feira (13).

Nenhum óbito foi registrado. Com isso, Juazeiro permanece com 254 mortes provocadas pela Covid-19.

De acordo com o informativo, 14.123 moradores foram infectados desde o início da pandemia na cidade, dos quais 13.599 já estão recuperados. Os casos descartados somam 24.669. Juazeiro tem 270 casos ativos do novo coronavírus.

Testes: Foram realizados desde o início da pandemia 32.641 testes rápidos pela prefeitura e 1.635 pelo Lacen, em Salvador.

Ocupação de leitos: Na rede hospitalar, o percentual de ocupação dos leitos para Juazeiro na rede PEBA (hospitais de Pernambuco e Bahia) é de 90%, com 21 leitos disponíveis. Somente no território de Juazeiro, 89% dos leitos de UTI para pacientes com Covid-19 estão ocupados, com 3 leitos disponíveis.

Todas as informações sobre a Covid-19 em Juazeiro estão disponíveis no site da prefeitura: www.juazeiro.ba.gov.br/coronavirus.

Chitãozinho e Xororó dizem não discutir política

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Com 50 anos de carreira e mais de 500 músicas gravadas -número que a dupla teve que recorrer a uma assessora para confirmar-, os dois dizem que já conquistaram mais do que sonhavam, mas muito ainda deve vir por aí

Chitãozinho e Xororó dizem não discutir política

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) “Coloquei uma roupa hoje, após dias usando bermuda. Camisa limpa, barbeado, perfumado.” Foi assim que o cantor Xororó, 64, da dupla com Chitãozinho, 67, deu as boas-vindas a nossa conversa online. Atrás dele, uma estante com livros, fotos e troféus. Não troféus comuns, mas Grammys .

Os irmãos se reuniram com jornalistas nesta quarta-feira (12) para falar sobre o lançamento de sua mais recente música, “Pássaros”, apresentada pela primeira vez no palco do Domingão do Faustão, no último dia 18, e da live que os dois farão no próximo dia 21. O primeiro single do ano, a primeira live do ano.

“Uma injeção de ânimo maravilhosa em um ano muito difícil”, afirma Chitãozinho sobre a canção que admite ter ouvido pela primeira já pronta, apenas na voz de Xororó, pelas redes sociais. “Me emocionei, ela é realmente impactante”, afirma, “depois só coloquei a voz. Não é sempre que a gente encontra uma música como essa por aí.”

Apesar de falar de liberdade, “Pássaros” não foi inspirada na pandemia e no isolamento social. Composta por Xororó e dois amigos, Tonny e Kleber, a inspiração vem de muito antes da Covid, há cerca de três anos, quando o cantor observava um gavião voando em sua fazenda. “Pensei ‘que demais, que liberdade'”, conta ele.

Xororó pensou, escreveu e logo acionou os dois amigos para a melodia. No final, o trabalho foi concluído no estilo pandemia: “A gente fez uma música à distância, sem se falar, eu fiz a letra sem ouvir a melodia e ele fez a melodia sem ouvir a letra. Uma das músicas românticas que mais gosto na nossa história, em 50 anos de carreira.”

Cinco décadas que nem foram celebradas ainda. A dupla conta que estava iniciando os projetos que marcariam o aniversário quando a pandemia chegou e colocou todos em isolamento social. Adiado para o próximo ano e depois para o próximo ano. As festas estão previstas agora para 2022.

Chitãozinho diz que um desses projetos inclui a participação de artistas internacionais que já trabalharam com a dupla. “Bee Gees está entre eles. Infelizmente, já perdemos dois [membros do grupo], mas tem o Barry, vocalista, com aquela voz lindíssima, e queremos convidar ele para uma turnê com a gente aqui no Brasil.”

Com 50 anos de carreira e mais de 500 músicas gravadas -número que a dupla teve que recorrer a uma assessora para confirmar-, os dois dizem que já conquistaram mais do que sonhavam, mas muito ainda deve vir por aí. “Para quem ama o que faz, acho que não tem limite, só o tempo vai mostrando”, afirma Chitãozinho.

“As coisas vão acontecendo. Não temos esse compromisso de criar coisa a toda hora, elas vão surgindo naturalmente e com cada vez mais anos de estrada a tendência é que as coisas continuem assim, mais tranquilas”, completa o cantor, que lançou recentemente nas redes sociais um desafio para os fãs cantarem com ele nas redes sociais.

No duelo, intitulado Karaokê do Chitão, os fãs gravam a primeira voz para acompanhar a do cantor, que costuma fazer a segunda na dupla com o irmão. Com o sucesso, Xororó também se rendeu à brincadeira, mas com os fãs na segunda voz, e acabou assim liberando “Pássaros” e até seu próximo lançamento “Ei Hello”.

A dupla chegou a escolher o mesmo fã como o melhor em seus duelos musicais e só descobriram no bate-papo online desta quarta. Isso porque estão sem contato devido à pandemia. Xororó mais rígido que o irmão, admite Chitãozinho. Os dois já receberam a primeira dose da vacina contra a Covid, mas ainda esperam a segunda.

“Cadê o Chitão? A gente não se vê desde a última live, já faz uns meses. Não sei se está gordo, se está magro, como que está”, afirmou Xororó antes de rever o irmão pela tela, recordando a última live, em novembro. Nem parece que os dois são praticamente vizinhos, morando na mesma região de Campinas, no interior paulista.

LONGE PELA CARREIRA

Apesar de estarem mais resguardados por causa da pandemia, Chitãozinho e Xororó afirmam que não costumam passar juntos os momentos de lazer mesmo sem a pandemia. Segundo eles, essa foi uma decisão tomada há anos, já que sempre que se encontravam falavam de música e, consequentemente, de trabalho.

“Vimos que para ter essa longevidade de carreira tínhamos que se ver mais quando estivéssemos trabalhando”, afirma Xororó. “Quando temos a oportunidade de descansar, ficar em família, tentamos não ficar juntos, porque a gente sempre fala de trabalho. O palco é a diversão que curtimos juntos,”, completa Chitãozinho.

Mas nem distância dobrada e forçada da pandemia conseguiu impedir que a dupla lançasse novos trabalhos. Xororó afirma que tinha a ideia de lançar três músicas inéditas neste ano. “Luz” já foi apresentada, apesar de ainda não ter chegado às plataformas digitais. Depois de “Pássaros”, lançada agora, ainda deve ser apresentada, na próxima semana, “Ei Hello”.

“Hoje a tecnologia nos proporciona isso. Chitão não me viu gravar e eu não vi Chitão gravar”, afirma Xororó sobre o trabalho à distância. “A gente sente saudade do estúdio, mas hoje é muito mais rápido. Os equipamentos são maravilhosos, dá para mixar pelo computador por um cara de São Paulo ou mesmo de Los Angeles.”

“Quando a gente começou a cantar, saíamos de Mauá [Grande SP], com dois violões, pegávamos ônibus, trem e depois outro ônibus para tocar ao vivo. Eram quatro horas de viagem. Hoje, eu posso pegar um violão aqui do lado e canto para milhões de pessoas direto da minha casa”, afirma Xororó, ao recordar o início da carreira, em 1969.

NAS REDES SOCIAIS

Em meio a esse encurtamento de espaços, as redes sociais têm sido uma ferramenta importante para a dupla, muito além dos duelos musical. Apesar disso, os irmãos descartam o uso dessa ferramenta como forma de se posicionar politicamente, mesmo com as pressões que a classe artística tem recebido nesse sentido.

“Acompanho às vezes, lendo e assistindo, tento captar o bom daquilo, mas não gosto de me envolver, de dar minha opinião. Nossa função é falar de música, me sentiria mal falando de política. De pandemia até precisamos [falar], mas a política no Brasil virou uma queda de braço tão grande que nem vale mais a pena opinar”, diz Chitãozinho.

“Só espero que o Brasil continue crescendo. Precisamos de aglomeração nos shows, então vamos esperar para aglomerar na hora certa”, continua ele, que junto com Xororó mandou mensagens pedindo que a população se vacine assim que possível e continue a se cuidar contra a Covid.

Enquanto mantêm seus próprios cuidados em casa, a dupla tem tido mais tempo para projetos pessoais. “Minha mania é série, fico maratonando. E quando posso, vou para a fazenda e aí tenho mais liberdade, saio passear de barco no rio Araguaia, já estou planejando ficar o mês de junho lá”, afirma Chitãozinho.

Já Xororó tem consertado as coisas, como chegou a mostrar nas redes sociais, quando consertou brinquedos dos netos. “Antes de ser Gepeto já era MacGyver”, brinca. “Se chego em um hotel e tem um problema na descarga, eu mesmo tento resolver, só depois chamo alguém, mas em 80%, 90% das vezes já sei resolver.”

Poeta Flávio Leandro lança selo musical nesta quinta (13)

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A tão histórica quanto atualíssima poesia nordestina tem data marcada para ganhar uma nova marca e um novo palco. A data é 13 de maio, a marca é a Nata da Poesia e o palco são as universais plataformas digitais, como Spotify, Deezer e Youtube. A idealização é do selo Nata Music Digital, que tem a coordenação do poeta cantador Flávio Leandro e do produtor Ivan Silva.

A apresentação ao público será através de live no Instagram da Nata Music Digital, às 19h do dia 13 de maio, dia de liberdade e de conquistas. No elenco, nomes como Dedé Monteiro, Zé Adalberto, Isabelly Moreira, Antonio Marinho, Thyelle Dias, Monique D’Angelo, Verônica Sobral e Marquinhos da Serrinha, só pra resumir e deixar uma ponta de curiosidade no ar.

“A ideia é organizar o nosso rico mundo poético e colocá-lo à disposição do mundo inteiro. É uma necessidade das pessoas, dos artistas e das artes e a tecnologia acessível tá aí como uma grande aliada”, explica Flávio Leandro. “Nossa poesia vai ser um canal para o diálogo entre outras linguagens e outras línguas. É uma fusão cultural ilimitada”.

Na live de estreia serão sorteados brindes, como os trabalhados chapéus de couro de Flávio Leandro, um quadro de couro do Mestre Espedito Seleiro e cestas com obras dos poetas e poetisas integrantes da Nata da Poesia.

Ascom Nata Music Digital Fotos arquivo

13 de maio, dia da Abolição da Escravatura no Brasil

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Em 13 de maio de 1888, a princesa regente Isabel assinou a Lei 3.353, conhecida como Lei Áurea, e libertou os escravos.

O Brasil foi o último país da América a abolir a escravidão e, entre a segunda metade do século XVI e 1850, ano em que acabou o comércio de escravos, mais de 3,6 milhões de africanos foram capturados e trazidos para o Brasil.

Foi tanta gente que, até o século XVIII, 80% da população brasileira era negra e trabalho era sinônimo de escravidão.

Os novos rumos. Loja física não vai acabar, mas terá de se transformar para atrair clientes

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Hoje, o sucesso de uma loja física depende em grande parte de um ponto bem localizado, o que aumenta o investimento inicial e os custos fixos

Loja física não vai acabar, mas terá de se transformar para atrair clientes

BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) – Com a possibilidade de comprar quase tudo pela internet, as lojas terão que se esforçar para oferecer uma experiência mais completa nos próximos anos.

“Mesmo depois que a pandemia estiver superada, o consumidor vai pensar duas vezes antes de se deslocar”, diz Silvio Laban, professor do Insper.

A fronteira entre o comércio físico e o digital ficará cada vez mais tênue, afirma ele. Assim, será muito mais frequente que a compra comece na loja e termine no ecommerce, e vice-versa.

Vitor Magnani, presidente do conselho de comércio eletrônico da Fecomercio-SP, aposta no uso de realidade virtual. Na loja, por exemplo, a simulação de uma partida de basquete pode dar ao consumidor a possibilidade de testar o melhor tênis como se ele estivesse na quadra.

A tecnologia também pode levar a experiência da loja para a casa do comprador. Óculos de realidade virtual vão permitir percorrer corredores, ver os produtos expostos e interagir com atendentes.

“Daqui a alguns anos, teremos provadores de roupas virtuais. E já existem startups que tentam transmitir aromas pela internet”, diz Ricardo Balkins, sócio-líder da área de bens de consumo da consultoria Deloitte.

Isso não significará a morte dos pontos físicos, afirma ele.”Desde o ano 2000, ouço essa história de que a loja vai acabar. Mas de fato vamos encontrar cada vez menos o modelo que conhecemos hoje, com um monte de produtos nas prateleiras, filas e serviço muitas vezes ruim.”

Os shoppings também não serão os mesmos, diz Magnani. “Hoje, em São Paulo, esses estabelecimentos já são vistos não só como um lugar de compra, mas de lazer. Essa tendência vai se intensificar.”

Esses locais devem se tornar centros de distribuição de produtos, algo já ensaiado na pandemia. “Eles estão localizados em ótimos espaços na cidade e têm a vantagem de que as lojas já estão ali”, diz.

Áreas tradicionais de comércio não serão poupadas do crescimento das vendas online. As lojas deverão se digitalizar e operar sem atendimento presencial, só com estoque e distribuição.

“Já vemos essa mudança na 25 de Março e no bairro da Liberdade, onde vários comerciantes já vendem por redes sociais e aplicativos de mensagens”, afirma Magnani.

A digitalização pode ser benéfica também para bairros com populações de baixa renda. Hoje, o sucesso de uma loja física depende em grande parte de um ponto bem localizado, o que aumenta o investimento inicial e os custos fixos.

No modelo online, o vendedor pode ter clientes de qualquer parte da cidade e facilmente escalar as vendas.

Laban afirma que outra tendência é que o consumidor gaste menos tempo com compras que não lhe dão prazer. Clubes de assinatura de itens de uso frequente, como produtos de limpeza, poderão substituir as idas ao mercado.

No Brasil, um dos principais entraves ao comércio é o transporte. “Há déficit de estradas, e o modal aéreo é pouco explorado”, diz Rodrigo Bandeira, vice-presidente da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).

A essa dificuldade se soma a demanda por prazos de entrega cada vez menores. Um sinal disso, afirma Bandeira, é que muitos consumidores já se mostram dispostos a pagar mais para receber suas compras mais cedo.

Uma alternativa que tem se tornado popular é a retirada dos produtos em lojas conveniadas ou pontos de entrega. “Você compra pela internet e, para evitar o custo de frete, busca o item em uma loja de conveniência, por exemplo”, diz Balkins, da Deloitte.

Ele afirma ainda que esse meio de entrega tem efeito duplo: viabiliza a venda de produtos de preços baixos, que acabam tendo o custo do frete igual ou maior que o da mercadoria, e dá sobrevida aos estabelecimentos menores.

“As pequenas lojas, que correm o risco de serem engolidas pela falta de tecnologia, podem servir como pontos de distribuição de marcas maiores. Essa visita gera uma oportunidade para o comerciante vender os próprios produtos.”

Outra solução para contornar problemas logísticos é a impressora 3D. “Será possível comprar online, ir até um quiosque em um shopping e imprimir o item”, afirma Balkins.

Entregas por drones não devem tardar a se tornar realidade, mas precisam primeiro ser regulamentadas pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). O uso dos equipamentos depende da mitigação de riscos, como quedas.

Além de querer receber sua compra forma rápida e conveniente, o consumidor dos próximos anos se preocupará cada vez mais com a procedência daquilo que compra.

“Hoje, ele não está disposto a pagar mais por um produto sustentável, prefere o mais barato”, diz Balkins, que acredita que esse cenário mudará no futuro, influenciado pela baixa dos preços desses itens.

Laban afirma que a pandemia fez aumentar o interesse em informações sobre a origem e o trajeto das mercadorias. “O consumidor quer saber de onde o produto veio, os cuidados que foram tomados durante o transporte, as condições de armazenamento.”

O desenvolvimento tecnológico será crucial para atender a essa nova demanda. E também para oferecer uma melhor experiência de compra dentro do ponto físico.

Em outros países, já há lojas nas quais o cliente não precisa passar pelo caixa. Na entrada, ele escaneia um QR code com o seu celular para que a porta se abra. Lá dentro, usa uma sacola para depositar as mercadorias e, depois, passa por um corredor com câmeras e sensores, que identificam os itens.

É o caso das lojas autônomas da Amazon, abertas nos Estados Unidos a partir de 2018. Em março deste ano, a empresa inaugurou o primeiro estabelecimento do tipo fora do território americano, em Londres.

O modelo pressupõe que o cliente já tenha um modo de pagamento digital: um smartphone com acesso à internet e um aplicativo instalado, da própria rede ou de uma companhia parceira, no qual o cartão de crédito é cadastrado.

Uma pesquisa do Banco Central de 2018 apontou que 60% dos brasileiros usam o dinheiro como forma de pagamento mais frequente –um obstáculo à implementação de lojas autônomas no país.

Para contornar essa realidade, fintechs (empresas de tecnologia focadas em operações financeiras) têm trabalhado para criar alternativas de pagamento online que dispensem o cartão de crédito. Um exemplo são as carteiras digitais que podem ser carregadas com valores em estabelecimentos físicos.

Caixa libera saque do auxílio a 2,4 milhões nascidos em setembro

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Beneficiários podem sacar ou transferir valor depositado na poupança digital em abril, num total de R$ 506 milhões

Resgate da primeira parcela do auxílio emergencial está liberado para nascidos em setembro

A Caixa Econômica Federal libera nesta quarta-feira (12) o saque em dinheiro da primeira parcela do auxílio emergencial para 2,44 milhões de pessoas nascidas em setembro. Ao todo, foram creditados R$ 506 milhões em 25 de abril para esse público, inscrito no CadÚnico e no aplicativo do banco.

O valor primeiro é depositado e pode ser movimentado pelo Caixa Tem, aplicativo no qual os beneficiários conseguem pagar boletos, comprar pela internet e pelas maquininhas de estabelecimentos comerciais. Depois, é liberado para saque e transferência.

Segundo o Ministério da Cidadania, o modelo de escalonamento das transferências e saques, adotado no ano passado durante a primeira rodada do auxílio emergencial, segue com o objetivo de evitar filas e aglomerações nas agências da Caixa e nas lotéricas.

Outra opção é movimentar o dinheiro usando o PIX, sistema de pagamentos instantâneo do Banco Central. A única exceção às transações se dá para os casos de transferência para conta de mesma titularidade.

Confira o calendário do auxílio emergencial:

Calendário Auxílio Emergencial 2020 

Desde 2 de abril, as pessoas que se inscreveram pelos meios digitais da Caixa e os integrantes do Cadastro Único do governo federal podem conferir se têm direito a receber o benefício pelo site www.cidadania.gov.br/auxilio.

As estimativas apontam que os novos pagamentos vão injetar R$ 44 bilhões na economia. Desta vez, no entanto, o impulso para conter um tombo maior da economia em 2020 será usado por 98% dos moradores de favelas no Brasil para a compra de alimentos.

Além de alcançar menos beneficiados, com menor valor das parcelas, a nova rodada de pagamentos não aceita novos cadastros para quem ficou de fora do programa em 2020, mas agora precisaria da ajuda. Estão entre os beneficiados apenas aqueles que já estavam cadastradas pelo Cadastro Único, pelo aplicativo da Caixa ou Bolsa Família.

Dúvidas podem ser sanadas por meio da central telefônica 111 do banco, que funciona de segunda-feira a domingo, das 7h às 22h. O trabalhador também temà disposição o site do programa: auxilio.caixa.gov.br.

Juazeiro registra 74 novos casos da Covid-19 nesta quarta-feira(12)

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Juazeiro registrou 74 casos novos do novo Coronavírus nas últimas 24 horas. A informação está no boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) desta quarta-feira (12).

De acordo com o levantamento, 14.085 moradores foram infectados desde o início da pandemia na cidade, dos quais 13.580 já estão recuperados. Os casos descartados somam 24.583. Juazeiro tem 251 casos ativos do novo coronavírus. O município contabiliza o total de 254 mortes pela Covid-19.

Testes: Foram realizados desde o início da pandemia 32.594 testes rápidos pela prefeitura e 1.630 pelo Lacen, em Salvador.

Ocupação de leitos: Na rede hospitalar, o percentual de ocupação dos leitos para Juazeiro na rede PEBA (hospitais de Pernambuco e Bahia) é de 89%, com 25 leitos disponíveis. Somente em Juazeiro, 97% dos leitos de UTI para pacientes com Covid-19 estão ocupados, com um leito disponível.(Ascom)