Home Blog Page 14

FUNDO DE GARANTIA! Conselho do FGTS aprovou nessa terça-feira (28) distribuição de R$ 13 bi entre trabalhadores

0

Quem tinha saldo no Fundo de Garantia em dezembro de 2025 será beneficiado

A parcela do lucro creditada na conta é incorporada ao saldo e só poderá ser retirada nas modalidades previstas em lei

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deve aprovar nesta terça-feira (28) a distribuição de R$ 13,042 bilhões entre os trabalhadores cotistas. O valor representa 89% do lucro auferido pelo Fundo em 2025, de R$ 14,7 bilhões.

O pagamento será feito pela Caixa Econômica Federal de forma proporcional ao saldo das contas ativas e inativas com saldo existente em 31 de dezembro de 2025. O prazo para o pagamento vai até 31 de agosto. Cerca de 138 milhões de contas devem ser contempladas, segundo o Ministério do Trabalho.

Rendimento de 6,9%
Com a medida, os trabalhadores terão um rendimento total de 6,9%, superior à inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou em 2025 em 4,26% em 2025. Essa remuneração considera também a correção oficial das contas vinculadas de 3% ao ano, mais a Taxa Referencial.

Em 2024, o governo dividiu entre os cotistas R$ 12,9 bilhões, que correspondeu a 95% do lucro registrado pelo Fundo naquele ano. Com isso, o ganho para os cotistas foi de 6,05%.

A parcela do lucro creditada na conta é incorporada ao saldo e só poderá ser retirada nas modalidades previstas em lei, como demissões sem justa causa, compra da casa própria, aposentadoria ou casos de doenças graves.

Quem tem direito ao lucro do FGTS?
Todos os trabalhadores que tinham saldo no Fundo de Garantia em 31 de dezembro de 2025 vão receber uma fatia do lucro do FGTS. O valor será proporcional ao saldo existente nesta data. Assim, por exemplo, quem tinha R$ 10 mil em 31 de dezembro de 2025, vai ganhar agora R$ 186,83.

Quando o lucro do FGTS será depositado na conta?
A Caixa fará o depósito até o fim de agosto.

Posso sacar o dinheiro do FGTS?
Não. O dinheiro será depositado na sua conta do Fundo. Esses recursos vão engordar seu saldo, o que significa que da próxima vez que o trabalhador fizer um resgate – para comprar casa própria, se for demitido sem justa causa ou se usar o saque-aniversário – terá um valor maior à sua disposição.

O dinheiro no FGTS vai render quanto?
Por lei, o saldo do FGTS é corrigido em 3% ao ano, mais a Taxa Referencial. O governo calcula que, com o repasse de R$ 13,02 bilhões do lucro do Fundo aos cotistas, a rentabilidade do dinheiro será de 6,9%.

Como consultar o saldo do FGTS?
A consulta do saldo pode ser feita pelo site da Caixa ou pelo aplicativo do FGTS no celular. Veja como fazer:

Passo 2. Selecione a opção “Cadastre-se” se for seu primeiro acesso

Passo 3. Preencha com o CPF e os demais dados solicitados, como nome completo, data de nascimento e e-mail. Cadastre uma senha de acesso, que deve conter apenas números. Para finalizar, clique no botão “não sou um robô”.Em seguida, você vai receber um e-mail para confirmar o cadastro

Passo 4. Após finalizar o cadastro, abra o aplicativo e informe o CPF e a senha cadastrada. Após o login, aparecerão algumas perguntas adicionais. Basta responder. Por fim, leia e aceite as condições de uso do aplicativo, clicando em concordar. Em seguida, basta acessar o saldo.

Passo 5. Para saber o valor do seu saldo em 31 de dezembro de 2025, data de referência para o repasse do lucro que será feito este mês, clique em “confira suas contas”. Em seguida, “ver extrato” e cheque o valor do saldo em dezembro de 2025.

Decisão do STF
Em 2024, o STF decidiu que as contas do FGTS não podem ser corrigidas somente pela Taxa Referencial (TR). Com a decisão, o saldo deve ser corrigido conforme a inflação medida pelo IPCA.

Segundo a decisão do STF, nos anos em que a correção do fundo não acompanhar a inflação caberá ao Conselho Curador determinar a forma de compensação. Em 2021, por exemplo, a correção das contas foi de 5,83% – a fórmula de cálculo resultou em 3%, mais a distribuição dos resultados. Naquele ano o IPCA ficou em 10,06%.

Por Agência O Globo

Anvisa aprova cinco novas canetas emagrecedoras comparadas ao Ozempic

0

Medicamentos à base de semaglutida sintética são voltados para adultos com diabetes tipo 2 e buscam ampliar oferta no SUS

Substâncias obtidas sintéticamente em laboratório estimulam a produção de insulina e auxiliam no controle glicêmico -  (crédito: Chemist4U/CC-BY-S.A-2.0)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu o registro de cinco novos medicamentos injetáveis agonistas do receptor de GLP-1, classe à qual pertencem as chamadas canetas emagrecedoras. Todos os produtos têm como princípio ativo a semaglutida obtida por via sintética e são indicados para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2. A concessão dos registros foi anunciada na edição desta quarta-feira (29/7) do Diário Oficial da União (DOU).

Os medicamentos foram registrados por comparação com o produto biológico Ozempic e poderão ser utilizados como complemento à dieta e à prática de atividades físicas em pacientes cujo diabetes tipo 2 permanece insuficientemente controlado. A indicação é voltada aos casos em que a metformina não pode ser utilizada devido à intolerância do paciente ou à existência de contraindicações.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

Os registros contemplam os seguintes medicamentos:

  • Owozy, da Ávita Care Importação e Distribuição de Produtos Ltda.;
  • Seemasun, da Sun Farmacêutica do Brasil Ltda.;
  • Zempneo, da Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.;
  • Semavy, da Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.;
  • Orsema, da Ranbaxy Farmacêutica Ltda.

O avanço no número de registros ocorre após a Anvisa decidir, em agosto de 2025, priorizar a análise de medicamentos à base de semaglutida e liraglutida. A medida foi adotada a partir de um pedido do Ministério da Saúde para fortalecer o abastecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), dentro da estratégia do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Ceis), e também ampliar a oferta desses produtos no mercado brasileiro. A iniciativa deu origem ao Edital de Chamamento nº 12/2025 da agência.

Leia também: O perigo das canetinhas emagrecedoras sem registro
Em paralelo, a Anvisa colocou em prática um plano com 125 ações para reduzir a fila de pedidos de registro e acelerar o tempo de análise dos processos. Até o momento, 11 dos 24 medicamentos sintéticos e biológicos contemplados pelo edital tiveram a avaliação concluída, resultando no registro de seis produtos. A análise envolve a avaliação de estudos clínicos, da documentação técnica apresentada pelas empresas e inspeções nas linhas estéreis de fabricação.

Segundo a agência, o crescimento dos pedidos de registro de agonistas de GLP-1 está relacionado ao desenvolvimento, em 2022, de versões sintéticas do hormônio produzidas em laboratório. A substância estimula a produção de insulina e atua no controle da saciedade.

Atualmente, 68% de todas as solicitações de registro de dispositivos injetáveis para o tratamento de obesidade e diabetes protocoladas na Anvisa correspondem a medicamentos sintéticos. A expiração das patentes de parte desses produtos nos últimos anos também contribuiu para o aumento da demanda por novos registros. (Informações do Correio Brasiliense)

Especialista explica como o drone agrícola responde ao apagão de mão de obra no campo brasileiro

0

O setor primário perdeu quase dois milhões de trabalhadores em uma década. A aplicação de insumos por drone emerge como alternativa técnica concreta em um agronegócio que bate recordes de produção sem aumentar o contingente humano

O Brasil projeta uma safra de 356 milhões de toneladas em 2025/26, conforme estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), mas o número de trabalhadores no setor primário segue em queda. Entre 2012 e 2023, o campo perdeu quase dois milhões de pessoas, uma retração de 19,35% segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Hoje, menos de 15% da população brasileira vive em áreas rurais, e a maior parte dos que ficaram tem mais de 50 anos, segundo o Censo do IBGE de 2022. Produzir mais com menos gente não é mais tendência: é a realidade do agronegócio brasileiro.

Nesse cenário, a aplicação de insumos por drone ganhou tração como resposta operacional. A frota de drones agrícolas no país passou de 3 mil equipamentos em 2021 para 35 mil em 2025, crescimento superior a 1.000% em quatro anos, conforme dados do Ministério da Agricultura. A projeção do setor é chegar a 50 mil unidades até o final de 2026. O Brasil já ocupa a segunda posição no ranking mundial de aviação agrícola, atrás apenas dos Estados Unidos, e o setor movimentou cerca de US$ 77,4 milhões em 2024, com crescimento médio anual projetado acima de 25% até o fim da década, segundo a consultoria Grand View Research.

A tecnologia não resolve só o problema da mão de obra. Levantamento técnico da Embrapa aponta que drones apresentam desempenho equivalente aos métodos tradicionais de pulverização com volume menor de calda e maior alcance em áreas de difícil acesso. Estimativas do setor indicam redução de até 65% no volume de defensivos aplicados em lavouras onde o drone substituiu métodos convencionais, além de queda de até 90% no amassamento das plantas em relação à pulverização terrestre.

Para Victor Gomes Silva, engenheiro agrônomo e supervisor de pós-venda da Fotus Agro, a mudança de perfil do produtor reflete esse contexto. “O produtor chegava até nós com uma dúvida genuína sobre se o drone funcionava. Hoje, ele chega com uma dúvida técnica muito mais específica: qual modelo serve melhor para a sua cultura, qual é a capacidade do tanque ideal, como programar a rota de voo para uma área irregular. A curva de aprendizado do mercado foi rápida”, observa o agrônomo.

A demanda por suporte técnico acompanhou o crescimento da frota. Com dezenas de milhares de equipamentos em campo, operadores com diferentes níveis de qualificação e culturas que exigem parâmetros distintos de aplicação, a assistência pós-venda passou a ser um fator determinante na escolha do fornecedor. “O drone aplicando na dosagem errada, na altura inadequada ou com bico desgastado compromete o resultado agronômico da operação inteira. O produtor que entende isso sabe que o suporte técnico não é acessório: é parte do investimento”, afirma Victor Gomes Silva.

A regulamentação do setor também avançou. A Portaria nº 298 do Ministério da Agricultura exige capacitação específica e cadastro junto ao Mapa para operadores de drones de pulverização. Além disso, a ANAC publicou o RBAC nº 100, regulamento que estabelece a realização de exame de conhecimentos teóricos para pilotos de drones. O número de autorizações de voo solicitadas por meio do sistema SARPAS, do DECEA, cresceu mais de 25% entre 2024 e 2025, indicando que o avanço da regularização vem sendo acompanhado pelo aumento efetivo das operações no campo.

“O drone agrícola continua sendo uma tecnologia em expansão no campo, mas já não há espaço para amadorismo. O produtor precisa de operações eficientes, profissionais capacitados e resultados consistentes. Nesse cenário, o drone se destaca por otimizar diferentes manejos agrícolas, como pulverização e dispersão de sólidos, permitindo que equipes reduzidas realizem operações com mais agilidade e eficiência. Em um momento em que a falta de mão de obra é um dos grandes desafios do agronegócio, a tecnologia ajuda o produtor a produzir mais com menos recursos, sem abrir mão da qualidade e do momento correto das aplicações”, afirma Victor Gomes Silva.

Informações da

Mudanças no ITR 2026: tributarista explica novas regras e o que muda para o produtor rural

0

Com prazo de entrega inicia em 10 de agosto, principal mudança está na obrigatoriedade de novo serviço digital; erro na escolha do sistema pode anular a declaração do produtor. Veja como fazer o envio corretamente.

O prazo para a entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) referente ao exercício de 2026 já tem data para começar: de 10 de agosto a 30 de setembro. No entanto, este ano os produtores rurais precisam redobrar a atenção antes mesmo de preencher o primeiro dado.

A Receita Federal, por meio da Instrução Normativa RFB nº 2.330/2026, alterou drasticamente as regras de elaboração e envio do imposto, e traz penalidades severas para quem errar o caminho tecnológico.

A grande novidade para 2026 é a virada de chave para o ambiente virtual. A regra geral agora exige a utilização do serviço digital “Minhas Declarações do ITR”, disponível diretamente no Portal de Serviços da Receita Federal. Para acessá-lo, o contribuinte precisará de uma conta Gov.br com nível de autenticação Prata ou Ouro.

O advogado tributarista Fernando Melo de Carvalho explica que o tradicional programa de computador do ITR foi severamente limitado. “Houve uma divisão clara baseada no perfil e no tamanho da propriedade. A partir deste ano, todas as pessoas jurídicas, independentemente do tamanho da sua terra, e todas as pessoas físicas que possuam imóveis rurais com mais de 100 hectares são obrigadas a usar o novo serviço on-line ‘Minhas Declarações do ITR'”, esclarece o especialista.

O programa tradicional do ITR 2026 (baixado no computador e transmitido via Receitanet) não deixará de existir, mas virou exceção. Ele ficou restrito apenas para as pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares que optarem por esse modelo.

O perigo do cancelamento automático (de ofício)

Mais do que uma simples mudança de plataforma, a nova Instrução Normativa trouxe um mecanismo de punição rigoroso e inédito para quem descumprir o formato de entrega. O texto da Receita Federal determina expressamente que a DITR elaborada em desacordo com essas novas diretrizes de sistema será cancelada pela própria fiscalização.

“Esse é o ponto mais crítico e que deve acender o sinal de alerta no campo. Se uma empresa rural ou um produtor pessoa física com mais de 100 hectares utilizar o programa tradicional por engano e enviar a declaração, o sistema pode até aceitar o envio num primeiro momento, mas a Receita Federal vai cancelar essa declaração de ofício”, adverte Fernando Melo de Carvalho.

O especialista faz um alerta importante sobre o tamanho desse risco. “Não estamos falando de um cancelamento por erro de preenchimento de valores ou dados da terra, mas sim pela escolha errada do meio de transmissão. Se a declaração for cancelada de ofício, juridicamente será como se o produtor nunca tivesse entregado o imposto no prazo, abrindo margem para multas e restrições fiscais pesadas”, explicou.

Exigências mantidas, multas e prazos de pagamento

Apesar da mudança drástica na forma de envio, a estrutura de dados cobrada pelo Fisco continua rígida. O produtor deve apresentar todas as informações cadastrais, os elementos de apuração do imposto e, quando aplicável, o número do recibo de inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR). Fernando lembra ainda que o preenchimento do Diac (Documento de Informação e Atualização Cadastral do ITR) não substitui a necessidade de manter o imóvel atualizado junto ao Cafir (Cadastro de Imóveis Rurais).

Quem perder o prazo final do dia 30 de setembro estará sujeito à multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido (com valor mínimo de R$ 50,00). Caso o produtor identifique erros ou omissões após o envio, poderá fazer a retificação, desde que a faça antes de qualquer início de procedimento de fiscalização por parte da Receita.

Por fim, as regras de bolso seguem o padrão: o imposto apurado inferior a R$ 100,00 deve ser pago em cota única. Valores acima disso podem ser parcelados em até quatro cotas mensais, desde que nenhuma parcela seja menor que R$ 50,00. O vencimento da cota única ou da primeira parcela acontece exatamente no último dia do prazo de entrega, 30 de setembro de 2026.

“A recomendação vital para este ano é o planejamento antecipado. O produtor ou o seu contador deve verificar previamente em qual critério o imóvel se encaixa e garantir o acesso Prata ou Ouro no Gov.br. Deixar para entender o novo sistema na última semana de setembro pode resultar em atrasos ou no temido cancelamento de ofício”, afirmou o advogado Fernando Melo de Carvalho.

Quem é Fernando Melo de Carvalho?

Fernando Melo de Carvalho é advogado tributarista com atuação destacada no setor rural. Atua há mais de 10 anos na área, assessorando produtores rurais, empresas do agronegócio e cooperativas em questões tributárias estratégicas. É também produtor rural, o que lhe permite uma visão prática dos desafios enfrentados no campo. Fernando é conhecido por sua atuação na defesa da segurança jurídica no agro e pelo trabalho de orientação tributária voltado à sustentabilidade dos negócios rurais. Atualmente, dedica-se a orientar contribuintes em todo o país na organização fiscal e na resolução de questões tributárias complexas.

Genial/Quaest: aprovação do governo Raquel Lyra sobe para 68%; desaprovação cai para 23%

0

Pesquisa foi divulgada nessa terça-feira (28)

A governadora Raquel Lyra (PSD) e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) são pré-candidatos ao governo de Pernambuco Foto: Ricardo Stuckert/PR e Edson Holanda/Prefeitura do RecifeA governadora Raquel Lyra (PSD) e João Campos(PSB)

Genial/Quaest: Raquel Lyra tem 45% e João Campos, 39% no 2º turno em PE

Pesquisa Genial/Quaest sobre o cenário eleitoral em Pernambuco divulgada nesta terça-feira, 28, aponta que a governadora Raquel Lyra (PSD) ultrapassou as intenções de voto do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) no segundo turno. Raquel está numericamente à frente de Campos em um cenário de empate técnico no limite da margem de erro do levantamento.

No primeiro turno, Raquel registrou 43% de intenção de voto na pesquisa estimulada, e João Campos, 37%. Camila Falcão (UP), Ivan Moraes (PSOL) e Renan Hallais (Missão) têm 1% cada. Os indecisos são 11%, e 6% votarão branco ou nulo ou não irão votar.

Na simulação de segundo turno, Raquel Lyra registrou 45% de intenção de voto, e João Campos, 39%. Os indecisos são 8%, e 8% afirmam que votarão branco ou nulo ou não irão votar. A governadora cresceu sete pontos porcentuais desde a rodada anterior, de abril, enquanto Campos caiu sete.

Ainda que Raquel esteja numericamente à frente do ex-prefeito do Recife, o cenário é de empate técnico no limite da margem de erro, de três pontos porcentuais para mais ou para menos.

Marília Arraes (PDT) lidera as intenções de voto para o Senado. Humberto Costa (PT) figura na segunda colocação dos cenários avaliados, mas está embolado com outros nomes na disputa, como Mendonça Filho (PL), com quem empata dentro da margem de erro da pesquisa.

A Genial/Quaest realizou 900 entrevistas a domicílio com eleitores de Pernambuco entre os dias 22 e 26 de julho. A margem de erro é de três pontos porcentuais, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código PE-09649/2026.

A aprovação do governo de Raquel Lyra (PSD) subiu para 68% em julho. É o que aponta a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (28). De acordo com o levantamento, os que desaprovam o governo de Raquel são 23%. Não sabem ou não responderam somam 9%.

Comparado ao último levantamento, divulgado em abril, a aprovação subiu 6%, a desaprovação caiu 12% e os que não sabem ou não responderam oscilou 1 ponto percentual.

pesquisa foi realizada de 22 a 26 de julho. Foram ouvidas 900 pessoas. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3%.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo PE-09649/2026.

Consumidores podem renegociar dívidas bancárias até 31 de agosto

0

Desenrola 2.0 foi prorrogado e regras permanecem inalteradas

Programa de renegociação de dívidas de consumidores, o Desenrola Brasil 2.0 será prorrogado até 31 de agosto, anunciou nesta terça-feira (28) o ministro da Fazenda, Dario Durigan.

Segundo o ministro, a decisão foi tomada em conjunto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dará mais um mês para que consumidores renegociem dívidas bancárias e regularizem a situação de crédito.

Durigan ressaltou que a extensão do programa será formalizada por ato do Ministério da Fazenda, que deve ser publicado até sexta-feira (31). As regras do Desenrola permanecem inalteradas e, conforme o ministro, a medida não exigirá novos aportes públicos.”Nós vamos prorrogar o programa Desenrola até o fim da vigência da medida provisória, que acontece no dia 31 de agosto.”

Mais tempo

Segundo Durigan, o prazo adicional permitirá que pessoas que ainda estão em negociação com instituições financeiras consigam concluir o processo de regularização.

O ministro destacou que a prorrogação também beneficia quem pretende contratar financiamentos. De acordo com ele, a regularização das pendências bancárias facilita o acesso ao crédito.

Entre os beneficiados, destacou Durigan, estão os motoristas de aplicativo, taxistas, entregadores e caminhoneiros que pretendem trocar de veículo por meio do Programa Move Brasil.

“Esse prazo adicional vai ser importante, inclusive, para que as pessoas que hoje estão tentando acessar os programas de moto, de carro, possam resolver eventuais pendências nos bancos, usando o Desenrola, para depois se enquadrar nas condições para as operações de carro e moto”, explicou.

Sem custo

O ministro afirmou que a prorrogação não terá impacto nas contas públicas, uma vez que os recursos destinados ao programa já são suficientes para atender à demanda prevista.

“Isso não demandará novos aportes ao FGO [Fundo de Garantia de Operações], então não há custo adicional do ponto de vista fiscal”, declarou.

Segundo Durigan, as condições de funcionamento do programa também permanecem as mesmas.

0
Governo Raquel faz Pernambuco se tornar o melhor estado do Nordeste para empreender e avança ao top 3 nacional
 
Resultado da política econômica implementada pela gestão de Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição ao Governo do Estado, Pernambuco é o melhor estado do Nordeste para empreender. O dado foi divulgado pelo Ranking Nacional de Liberdade para Trabalhar, elaborado pelo Instituto Liberal de São Paulo (ILISP). O levantamento também demonstrou que Pernambuco subiu da 8ª para a 3ª colocação nacional, atrás apenas do Paraná e de Goiás.
 
“Pernambuco tem se consolidado como um ambiente próspero e estável para se investir. O equilíbrio fiscal e a segurança jurídica favorecem o empreendedorismo e ampliam nossa capacidade de atrair mais investimentos. Desta forma, nosso Estado gera mais emprego, renda, fortalecendo nosso desenvolvimento econômico”, ressaltou Raquel.
 
O ranking levou em consideração o número de atividades de baixo risco dispensadas de alvará, que passou de 846 para 952 em Pernambuco. A medida reduz a burocracia, o tempo e os custos para a abertura de empresas, permitindo o início das operações sem autorização prévia.
 
Uma das medidas que fazem parte da agenda de simplificação implantada pelo Governo de Pernambuco é o Comitê de Simplificação e Melhoria do Ambiente de Negócios, que agrega órgãos públicos e entidades para tornar mais eficientes os processos de registro, licenciamento e abertura de empresas.

Hepatite pode avançar 30 anos sem dar sintomas e o exame que detecta a doença é gratuito e leva minutos

0

No Julho Amarelo, gastroenterologista alerta que boa parte dos pacientes só descobre a infecção quando o fígado já está comprometido, e aponta mudança no perfil de quem procura tratamento

Uma pessoa pode treinar todos os dias, comer bem e se sentir plenamente saudável enquanto o vírus da hepatite se multiplica silenciosamente em seu fígado. É esse o alerta central que profissionais de saúde reforçam neste Julho Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre as hepatites virais. Segundo o Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2025, do Ministério da Saúde, o país já soma mais de 826 mil casos confirmados de hepatites virais entre 2000 e 2024, sendo a hepatite C responsável por 41,5% dos diagnósticos e a hepatite B por 36,6%.

O boletim, divulgado pela pasta como parte da campanha nacional “Um Teste Pode Mudar Tudo”, também mostra avanços: entre 2014 e 2024, a mortalidade por hepatite B caiu 50% no país, e a por hepatite C, 60%. A meta do Brasil, alinhada a recomendações da Organização Mundial da Saúde, é reduzir os óbitos por hepatites virais em 65% e a incidência em 90% até 2030.

Para o gastroenterologista Alberto Falabella, professor do IDOMED, os números recentes confirmam algo que ele observa há anos no consultório, a maior parte das pessoas infectadas não sabe que tem a doença. “As hepatites crônicas B e C podem levar de 20 a 30 anos sem causar um único sintoma, inflamando o fígado silenciosamente até evoluir para cirrose ou câncer”, explica. Segundo o médico, o erro mais comum entre pacientes é acreditar que a hepatite sempre se manifesta com icterícia, a pele e os olhos amarelados. “Muita gente pensa que, se não sente dor e não está amarela, o fígado está saudável. Não é bem assim.” Quando os sinais aparecem, geralmente já na fase aguda ou em estágio avançado, os mais comuns são cansaço extremo e sem explicação aparente, urina escura, fezes claras e dor abdominal do lado direito superior, além da própria icterícia.

Outro equívoco frequente, segundo o especialista, é associar a transmissão apenas a agulhas compartilhadas ou contato sexual. Instrumentos do dia a dia como alicates de unha e lâminas de barbear, além de procedimentos estéticos como tatuagem e micropigmentação feitos sem esterilização adequada, também podem transmitir o vírus. Falabella observa ainda uma mudança no perfil dos pacientes nos últimos anos, se antes a hepatite estava muito ligada a transfusões de sangue e ao uso de drogas injetáveis, hoje o consultório recebe mais casos de hepatite A em adultos jovens, geralmente por transmissão fecal-oral em práticas sexuais ou por água e alimentos contaminados. Ele cita também o crescimento da esteato-hepatite,

forma de doença hepática ligada à obesidade e ao diabetes, que passou a disputar espaço com as hepatites virais nos atendimentos.

O médico chama atenção para dois grupos específicos. Adultos com mais de 50 anos, segundo ele, deveriam testar obrigatoriamente para hepatite C, já que podem ter sido infectados antes de os bancos de sangue adotarem triagem rigorosa. Jovens sexualmente ativos também exigem atenção redobrada, diante do aumento de casos de hepatite B e A transmitidos por via sexual.

Prevenção e diagnóstico ao alcance do SUS

A vacinação segue como a forma mais eficaz de prevenção, disponível gratuitamente no SUS contra as hepatites A e B – a vacina contra a B também protege indiretamente contra a hepatite D. No cotidiano, Falabella recomenda não compartilhar objetos de higiene pessoal, exigir material esterilizado ou descartável em estúdios de tatuagem, manicures e consultórios odontológicos, usar preservativo em todas as relações sexuais e manter higiene rigorosa das mãos e dos alimentos, medida especialmente importante contra a hepatite A.

O diagnóstico é feito por teste rápido de sangue, disponível gratuitamente na rede pública, ou por exames de sorologia laboratorial. O tratamento, segundo o médico, mudou de patamar nos últimos anos, a hepatite C tem cura em até 95% dos casos com antivirais orais tomados por 8 a 12 semanas, praticamente sem efeitos colaterais. Já a hepatite B, embora raramente tenha cura virológica completa, conta com tratamentos que interrompem a replicação do vírus e permitem uma vida normal. As hepatites A e E não têm tratamento antiviral específico – o organismo elimina o vírus sozinho, e o cuidado médico se concentra no suporte aos sintomas.

“A hepatite é uma inimiga oculta. Fazer o teste rápido pode salvar a sua vida. O exame é gratuito, indolor, fica pronto em minutos e, se der positivo, a hepatite C tem cura e a hepatite B tem tratamento”, resume Falabella.

 

Inteligência artificial está transformando a aplicação de defensivos no Brasil

0

Tecnologia será tema de palestra durante o mais importante evento de agroquímicos das Américas, nos próximos dias 3 e 4 de agosto na capital paulista

Tecnologia será tema de palestra durante o mais importante evento de agroquímicos das Américas, nos próximos dias 3 e 4 de agosto na capital paulista

A inteligência artificial já está presente em diferentes etapas da produção agropecuária brasileira, auxiliando no monitoramento de lavouras, na identificação de pragas e doenças, na previsão climática, na manutenção de máquinas e no direcionamento da aplicação de insumos. O avanço dessas tecnologias e seus impactos sobre a rotina de produtores, agrônomos e empresas serão discutidos durante o 17º Brasil AgrochemShow, que será realizado nos dias 3 e 4 de agosto de 2026, no Centro de Eventos São Luís, em São Paulo (SP).

A palestra “Inteligência Artificial na Agricultura” será apresentada pelo engenheiro agrícola e especialista no assunto, Guilherme Sanches. Apesar de ferramentas como ChatGPT, Claude e Gemini terem popularizado o tema, o uso da IA no agro não começou com os sistemas generativos. Áreas como visão computacional e aprendizado de máquina já estão incorporadas há algum tempo a equipamentos, plataformas digitais e softwares agrícolas.

Essas tecnologias permitem analisar imagens de satélites e drones, reconhecer plantas daninhas, identificar falhas nas operações, prever produtividade e cruzar dados climáticos, agronômicos e operacionais. “Grande parte dessas aplicações já está presente em máquinas e softwares, muitas vezes sem que o produtor perceba que existe IA por trás. Ela já ajuda na identificação de pragas e doenças, na previsão de riscos climáticos, na antecipação de problemas em máquinas e no direcionamento do uso de insumos”, afirma o palestrante.

Pulverização seletiva reduz desperdícios

Entre as aplicações mais consolidadas está a pulverização seletiva. Câmeras e algoritmos instalados nos equipamentos identificam plantas daninhas em tempo real e acionam os bicos pulverizadores somente nos pontos em que o produto é necessário. Segundo Sanches, há casos em que a tecnologia reduziu em mais de 50% o uso de herbicidas.

O aprendizado de máquina também pode cruzar velocidade do vento, temperatura, umidade e previsão de chuva para indicar condições mais adequadas à pulverização e reduzir riscos de perdas. Segundo ele, na área de defensivos agrícolas, a IA ainda pode auxiliar no reconhecimento dos alvos, na estimativa do nível de infestação, no ajuste automático das doses e na identificação de falhas durante a operação.

Nos bioinsumos, a aplicação da IA ocorre principalmente por meio da análise de dados. Como o desempenho desses produtos depende de fatores como solo, clima, estágio da cultura e histórico da área, modelos preditivos podem ajudar a identificar em quais condições cada solução apresenta melhores resultados.

Contudo, o desafio está na organização dessas informações. Muitas empresas ainda possuem dados dispersos em diferentes planilhas, relatórios e sistemas, dificultando análises mais consistentes. “A IA não resolve sozinha dados incompletos, planilhas espalhadas ou cadastros sem padronização. Ela amplifica o que já existe, para o bem e para o mal”, explica o especialista.

Tecnologia deve apoiar o conhecimento agronômico

A inteligência artificial generativa também começa a ser utilizada na elaboração de relatórios, organização de resultados de ensaios, comparação de dados de talhões e preparação de consultas técnicas. Atividades que antes exigiam horas ou dias de trabalho manual podem ser realizadas em menos tempo.

Ainda assim, os resultados precisam ser revisados e interpretados por profissionais com conhecimento técnico. “A IA substitui tarefas, não profissionais. Ela consegue tratar dados e ler um volume de informações que nenhuma pessoa conseguiria analisar no mesmo período. Mas interpretar o contexto da lavoura, assumir a responsabilidade técnica e tomar a decisão final continua sendo função do profissional”, ressalta.

Na avaliação de Sanches, a tecnologia pode permitir que agrônomos e consultores dediquem menos tempo à organização das informações e mais tempo à análise e à tomada de decisão. Um dos principais erros das empresas, entretanto, é iniciar a adoção da tecnologia sem definir claramente o problema que se pretende resolver. Sem objetivos relacionados à produtividade, redução de custos, eficiência ou qualidade das aplicações, a ferramenta pode se transformar apenas em uma despesa.

Outro obstáculo é a falta de capacitação. Disponibilizar acesso a uma plataforma de IA não significa que a equipe conseguirá utilizá-la estrategicamente. “Dar acesso ao ChatGPT para a equipe não é implementar IA. Sem compreender os conceitos e sem prática, a pessoa utiliza a ferramenta apenas como uma versão mais sofisticada de um mecanismo de busca”, afirma.

Acesso não está restrito às grandes propriedades

Pequenos e médios produtores também podem utilizar todos esses recursos, já que muitas dessas soluções já estão presentes em aplicativos de previsão climática, plataformas de gestão, imagens de satélite e equipamentos agrícolas.

Também é possível começar com ferramentas de IA generativa para organizar informações, analisar documentos e apoiar a elaboração de relatórios, sem a necessidade de investir imediatamente em drones, robôs ou máquinas de alto custo. Para Sanches, o investimento mais importante é a capacitação. “Um problema bem definido, dados minimamente organizados e pessoas preparadas podem gerar mais resultados do que a aquisição de tecnologias sem planejamento”, afirma.

Nos próximos anos, a tendência é que a IA embarcada em máquinas avance ainda mais, principalmente na pulverização seletiva, no reconhecimento de plantas, na manutenção preditiva e na automação das operações.

Também devem ganhar espaço sistemas especializados no agro, treinados com conhecimento técnico e conectados a dados climáticos, sensores, imagens de satélite e plataformas de gestão. “A tecnologia vai chegar de qualquer maneira. Quem dominar os conceitos antes e souber utilizar essas ferramentas terá mais condições de transformar informação em resultado”, conclui Sanches.

Serviço

17º Brasil AgrochemShow
Data: 3 e 4 de agosto de 2026
Local: Centro de Eventos São Luís
Endereço: Rua Luís Coelho, 323, São Paulo (SP)
Mais informações: www.agrochemshow.com.br
WhatsApp: +55 11 99330-4717

Decreto adia obrigatoriedade da Reforma Tributária e dá fôlego para produtores rurais

0

O Decreto nº 13.075/2026 prorrogou para janeiro de 2027 a exigência de inscrição no CNPJ e emissão de documentos fiscais por pessoas físicas e produtores rurais. Para o advogado tributarista Leandro Genaro, a medida reconhece a complexidade da Reforma Tributária e oferece tempo adicional para adaptação, especialmente para contribuintes que enfrentam maiores desafios de formalização.

A Reforma Tributária trouxe mudanças profundas no sistema brasileiro, não apenas na forma de pagar tributos, mas também na maneira de declarar e gerenciar obrigações fiscais. Entre as novidades estão novas declarações, utilidades e o split payment, que representam uma transformação completa na dinâmica tributária.

Para Genaro, especialista em contencioso e consultivo tributário, o cenário já é desafiador para grandes e médias empresas, que precisam acompanhar atualizações constantes na legislação. “Nos projetos de implementação da reforma, estamos acompanhando a dificuldade de grandes e médias empresas em implementar todos os ajustes que a legislação exige, e para se manterem atualizadas – temos novidades praticamente duas vezes por semana.”

Para pessoas físicas, o desafio é ainda maior. “O produtor rural, que antes não precisava emitir Nota Fiscal, que antes era emitida pela empresa que adquiria os grãos, e que agora precisará se inscrever no CNPJ e emitir diversos tipos de notas. São muitos campos que devem ser preenchidos exatamente como o sistema manda. Não é fácil.”, comenta Leandro.

O advogado entende que, ao adiar a obrigatoriedade para janeiro de 2027, o decreto oferece um respiro importante. “Essa obrigação ia começar em agosto de 2026, mas com o decreto foi prorrogada pra janeiro, e esse tempo a mais vai ajudar para as pessoas físicas se ajustarem para cumprir as regras tributárias exigidas.”

Genaro também ressalta que a decisão reflete uma postura pragmática do Governo, especialmente da Receita Federal e do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS). “O outro ponto interessante no movimento das entidades se refere às empresas do Simples. Elas sabem que a reforma está vindo, mas não conseguiram ainda entender os efeitos da mudança. Se o governo adiou para pessoas físicas, pode ser que também dê tempo para as empresas do Simples optarem pelo sistema híbrido da reforma”, finaliza.

Univasf participa da 78ª Reunião Anual da da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

0

A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) marca presença da 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada de 26 de julho a 1º de agosto, na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ), com a participação de docentes em mesas-redondas e rodas de conversa, além da exposição de ações desenvolvidas por diferentes programas e projetos da instituição. Considerado o maior evento científico da América Latina, o encontro reúne pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de instituições de ensino e pesquisa de todo o país para debater temas relacionados à ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento social.

O reitor da Univasf, Telio Nobre Leite, e a pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (PRPPGI), Helena Matos, também participam da 78ª Reunião Anual da SBPC, acompanhando as atividades e representando a instituição no evento. A programação da SBPC conta ainda com a participação de docentes da Univasf em atividades que abordam questões como equidade de gênero e raça na ciência, políticas de ações afirmativas, bioeconomia dos biomas brasileiros e a valorização do cuidado como elemento fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e sustentável.


O reitor Telio Leite, a pró-reitora Helena, Illeanna Medeiros e Sérgio Motta, do NGPS.

Na quarta-feira (29), a professora Ana Luísa Araújo de Oliveira, do Colegiado de Engenharia Agronômica, integrará a roda de conversa “Quem Cabe na Ciência? Discriminações Interseccionais de Gênero e Raça no Brasil”, promovida pela SBPC Gênero. No mesmo dia, a docente participa da mesa-redonda “Cotas em Disputa: Desafios e Resistências na Construção da Equidade nas Instituições Públicas”.

Ainda na quarta-feira, o professor Jackson Roberto Guedes Almeida, do Colegiado de Farmácia, será um dos palestrantes da mesa-redonda “Biomas Brasileiros: Potencial Bioeconômico e Sociobiodiversidade” promovida pela Sociedade Brasileira de Farmacognosia (SBFgnosia). A atividade abordará as potencialidades dos biomas nacionais para o desenvolvimento sustentável, a geração de conhecimento científico e a valorização da sociobiodiversidade brasileira.

Já na quinta-feira (30), a professora Kalline Flávia Silva de Lira, do Colegiado de Psicologia, participará da roda de conversa “Cuidado que Sustenta o Futuro”, promovida pela SBPC Gênero. O encontro debaterá a centralidade do cuidado na organização social e econômica, bem como sua relação com a promoção da equidade de gênero e o desenvolvimento sustentável.

Além disso, a Univasf também participa da programação da ExpoT&C, mostra de ciência, tecnologia e inovação que integra a 78ª Reunião Anual da SBPC e reúne universidades, institutos de pesquisa, agências de fomento e outras instituições. A participação da Universidade ocorre por meio de estandes que apresentam ações desenvolvidas por diferentes programas, projetos e núcleos da instituição. Participam da mostra o Espaço Arte, Ciência e Cultura (EACC), o Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental (Nema), o Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna) e o Núcleo de Gestão de Projetos Sociais (NGPS), que expõem iniciativas voltadas à difusão científica, à conservação ambiental, à proteção da fauna silvestre e ao desenvolvimento de ações sociais junto às comunidades.

A programação completa da Reunião Anual da SBPC está disponível no site do evento.

Informações

Sucesso na 56ª Missa do Vaqueiro que reúniu fiéis e vaqueiros neste domingo(26) em Serrita-PE

0

Sucesso! Governo de Pernambuco reforçou apoio à 56ª Missa do Vaqueiro e valoriza tradição sertaneja em Serrita

A celebração reúne anualmente fé, cultura e identidade do povo do Sertão e contou com investimentos e esquema na segurança

A 56ª edição da Missa do Vaqueiro reuniu milhares de fiéis e vaqueiros neste domingo (26), no Parque Estadual João Câncio, em Serrita, no Sertão Central. Considerada uma das mais importantes manifestações de fé e cultura popular de Pernambuco, a celebração contou com o apoio do Governo do Estado, com recursos no valor de R$ 2 milhões para a missa, por meio da Fundação Padre João Câncio, e para a contratação artística da Festa de Jacó, evento de responsabilidade da Prefeitura de Serrita, conforme estabelece a Lei Municipal n° 003/2025.

A governadora Raquel Lyra e a vice-governadora Priscila Krause participaram da celebração. Para garantir a tranquilidade dos participantes, a Secretaria de Defesa Social (SDS) montou uma operação especial entre os dias 23 e 26 de julho, com investimento de R$ 86,4 mil.

Ao todo, 480 profissionais das forças de segurança atuaram na operação, entre policiais militares, civis, científicos e bombeiros militares. O esquema contou com policiamento ostensivo, delegacia móvel, equipes periciais, viatura de resgate e monitoramento por drones, reforçando a segurança durante toda a programação. Além do apoio à realização da festa, o Governo de Pernambuco também executou a requalificação do Parque Estadual João Câncio, com investimento de R$ 2,5 milhões.

As intervenções buscam sempre fortalecer a infraestrutura do espaço e garantir melhores condições para a realização da Missa do Vaqueiro e de outros eventos culturais.

Realizada desde 1970, a Missa do Vaqueiro é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco e presta homenagem à memória de Raimundo Jacó, vaqueiro encontrado morto em 1954. A cerimônia foi idealizada pelo padre João Câncio, conhecido como “padre vaqueiro”, e se consolidou como uma das maiores expressões da religiosidade sertaneja, reunindo vaqueiros de diversas regiões do Nordeste em um momento de fé, tradição e valorização da cultura popular.

Expocose em Sertânia– Na noite do último sábado (25), a chefe do Executivo estadual participou da 52ª edição da Exposição Especializada de Caprinos e Ovinos de Sertânia (Expocose), reforçando o compromisso com o fortalecimento do agronegócio e o desenvolvimento do interior de Pernambuco. Reconhecida como um dos maiores eventos do setor no Estado, a feira é realizada entre os dias 21 e 26 de julho e reúnio criadores, expositores, produtores rurais, empresários, autoridades e visitantes de diversas regiões de Pernambuco e do Nordeste ligados à caprinovinocultura. Fotos: Hesíodo Góes/Secom