**/

Home Blog Page 134

Centenas de pessoas fazem protesto em Manaus contra fechamento do comércio

0
Centenas de pessoas fazem protesto em Manaus contra fechamento do comércio  | Brasil: Diario de Pernambuco
Centenas de pessoas protestam em Manaus

Centenas de pessoas se reuniram em um protesto na manhã deste sábado (26), em Manaus, contra o fechamento dos serviços não essenciais no estado do Amazonas decretado hoje.

Na manifestação, que gerou aglomeração intensa, eles entoaram o Hino nacional e frases de ordem como “queremos trabalhar” para que o comércio seja reaberto.

No decreto, publicado pelo governador Wilson Lima, fica determinado que shoppings, flutuantes, bares e estabelecimentos do comércio não essencial não poderão funcionar pelo período de 15 dias. Estão proibidas também reuniões comemorativas, inclusive na noite de réveillon, em espaços públicos, clubes e condomínios. Já academias, mercados, feiras, cartórios e oficinas mecânicas terão o funcionamento permitido.

O Amazonas tem mais de 5,1 mil casos fatais provocados pela doença, com mais de 195 mil casos confirmados.(Diário de Pernambuco)

Vestibulares e concursos: fim de ano é para descansar a mente e revisar

0

Com as festas de final de ano se aproximando, preparação do concurseiro deve priorizar o descanso mental dentro da rotina de estudos

Vestibulares e concursos: fim de ano é para descansar a mente e revisar

Com a grande maioria dos concursos suspensos, o ano de 2020 trouxe grandes desafios para os estudantes que desejam ingressar na carreira pública. Além do contexto de adiamento das provas, os concurseiros ainda tiveram que lidar com todo o desgaste físico e emocional consequente da pandemia, tornando a preparação para os exames ainda mais complexa.

Em 2021, no entanto, com muitos editais para serem abertos e provas já remarcadas para o primeiro semestre, a expectativa é que o ano seja bastante promissor para os concursos públicos. Por isso, para se recuperar do estresse e cansaço dos últimos meses e se preparar para os exames, é fundamental que o aluno mantenha uma rotina de estudos equilibrada, especialmente durante o período das festas de fim de ano.

Para Rodrigo Gomes, professor de Direito Constitucional do AlfaCon, o concurseiro precisa manter uma rotina diferenciada, optando pela reclusão e imersão nos estudos ao invés de frequentar eventos sociais. No final do ano, porém, o especialista defende que essa rotina deve ser flexibilizada, e o estudante pode aproveitar as comemorações em família sem peso na consciência, mas lembrando de seguir os protocolos sanitários de segurança relacionados ao coronavírus, pois a doença pode trazer consequências ainda maiores.

“Normalmente eu diria para o concurseiro aproveitar o feriado e resolver alguns simulados e exercícios, mas estamos em uma situação excepcional por conta da pandemia. Muitas pessoas perderam familiares este ano, por isso, eu recomendo que o estudante mantenha sua rotina de estudos, mas que também dê uma atenção especial para as festas ao lado da família, mas, claro, evitando aglomerações”, afirma.

Para que o estudante consiga construir uma rotina equilibrada, que permita sua participação nos eventos de final de ano sem que ele perca o foco nos concursos de 2021, Gomes explica que a regularidade é o ponto chave. Dessa forma, é importante que o aluno continue revisando os conteúdos diariamente, mas em menor intensidade e sem grandes cobranças por rendimento.

O professor defende que o cuidado emocional deve ser prioridade na rotina de estudos, e o descanso adequado é uma parte fundamental na preparação. “O concurseiro precisa ter a consciência de que o cansaço vai bater, é natural. Mas ele precisa respeitar seus limites psicológicos e saber a hora de parar. Quando ele não conseguir mais assimilar as informações, não conseguir se concentrar, começar a errar questões simples, é o momento que deve parar e descansar a mente, para depois retomar mais produtivo”, finaliza.

Em 79% dos municípios, o pagamento de auxílio superou a arrecadação

0

Segundo estudo da Febrafite, houve queda de 2,2% nas receitas próprias dos municípios (tributárias)

Em 79% dos municípios, o pagamento de auxílio superou a arrecadação

Em 4.403 municípios brasileiros, 79% do total, o valor injetado na economia local com o pagamento do auxílio emergencial à população vulnerável durante a pandemia da covid-19 superou a arrecadação com os impostos e taxas de competência municipal, como o ISS (serviços) e o IPTU (propriedade urbana).

No total, segundo estudo da Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), houve queda de 2,2% nas receitas próprias dos municípios (tributárias), que acabou sendo compensada pelo crescimento de 13,4% receitas de transferências, incluindo o socorro federal. Com isso, a receita geral teve um aumento de 6,7%. O levantamento levou em conta 4.681 dos 5.570 municípios do País que repassam dados ao Tesouro Nacional.

O auxílio termina no dia 31 dezembro, sem uma solução para reforçar a rede de proteção para a população que vai perder o benefício e não tem outra fonte de renda. Essa dependência do benefício, a recuperação mais lenta do setor de serviços e as incertezas decorrentes do avanço da pandemia antecipam um risco maior para a atividade econômica dos municípios, aponta o estudo.

Para o presidente da Febrafite, Rodrigo Spada, até março essas incertezas não vão se resolver, e seria necessária a prorrogação do benefício por mais alguns meses. “O auxílio vai acabar e não tem nenhum plano de saída e nem uma perspectiva de vacinação rápida”, disse. Ele defende uma prorrogação no trimestre e uma avaliação posterior em relação à necessidade de mais uma rodada da ajuda.

De acordo com Spada, a pandemia acentuou a desigualdade entre os Estados e municípios por causa do sistema tributário, o que reforça a necessidade da reforma em 2021. Boa parte das cidades é muito dependente dos serviços, que foram duramente afetados pelas medidas de isolamento social. As propostas de reforma preveem um tributo único, que seria cobrado de bens e serviços, e cuja arrecadação seria dividida entre União, Estados e municípios.

O estudo da Fibrafite, feito pelos economistas Vilma Pinto, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre, da Fundação Getúlio Vargas), e Juracy Soares, auditor fiscal do Estado do Ceará, aponta o impacto heterogêneo da covid-19 nas cidades, muito em função de como os serviços se recuperam.

Os municípios mais intensivos em serviços prestados às famílias (como turismo, serviços domésticos, salões de beleza, etc, que tiveram desempenho mais afetado pelos efeitos da quarentena), por exemplo, tendem a ter um impacto negativo em suas receitas tributárias próprias maior que em outros cuja predominância econômica ocorra em serviços que tiveram uma recuperação melhor no curto prazo.

Bens e serviços

A Febrafite já havia apresentado estudo anterior sobre os resultados do benefício aos vulneráveis nos Estados, que têm o seu principal imposto, o ICMS, cobrado sobre os bens, justamente produtos mais comprados com o dinheiro do auxílio. No caso do tributo dos municípios, o ISS incide sobre serviços, que além de terem sido mais impactados pela pandemia, são consumidos menos pelos mais pobres.

Segundo a pesquisadora Vilma Pinto, do Ibre/FGV, muito se discutiu sobre os impactos que o auxílio emergencial e as medidas de apoio da União desempenharam junto aos Estados, mas pouco se falou das consequências ao nível municipal.

A queda abrupta da renda do benefício aliada às incertezas é um risco, mesmo diante do fato de muitos prefeitos estarem com caixa mais gordo devido ao socorro do governo federal, como mostrou reportagem do Estadão há duas semanas.

Fora os setores de tecnologia da informação, serviços técnico-profissionais, armazenagem, auxílio a transportes e Correios, que tiveram impulso devido à alta na demanda por atividades ligadas ao e-commerce e delivery, os dados apontam que será necessário crescimento no volume de serviços em 6,5% para recuperar as perdas sofridas pela pandemia da covid-19. “É um desafio enorme, dadas as incertezas econômicas que ainda permanecem no Brasil”, afirma Vilma.

Antes da pandemia, o desempenho dos serviços e do comércio varejista apresentavam trajetórias e níveis similares. Mas houve um distanciamento na recuperação. O comércio varejista se recuperou rapidamente, e já se posiciona acima do nível observado antes da pandemia (fevereiro de 2020). Já os serviços, apesar de terem apresentado melhora, ainda sofrem com os efeitos da covid-19.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Brasil ultrapassa 190,5 mil mortes pela Covid-19, mostra consórcio de imprensa

0

O país registrou 483 mortes pelo novo coronavírus e 23.195 casos da doença nesta sexta-feira (25)

 

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Brasil chegou a 190.515 pessoas mortas pela Covid-19, nesta sexta-feira (25), dia de Natal. O país registrou 483 mortes pelo novo coronavírus e 23.195 casos da doença.

Com isso, o total de pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 chegou a 7.447.625 desde o início da pandemia.

Os dados do país são fruto de colaboração inédita entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Além dos dados diários, a Folha também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

Brasil ultrapassa 190,5 mil mortes pela Covid-19, mostra consórcio de imprensa

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 690. O cenário configura uma situação de equilíbrio. Até quarta-feira, a situação era de crescimento. É a maior média desde as primeiras semanas de setembro.

O país vem em uma tendência de alta de mortes desde meados de novembro, com um breve intervalo de estabilidade.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​​​​​​​​

O Brasil tem uma taxa de 90,7 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos (328.481), e o Reino Unido (69.731), ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 100,5 e 104,9 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

O Brasil havia ultrapassado a taxa da Itália de mortes por 100 mil habitantes (117,3), país com 70.900 óbitos pela doença. Contudo, com a segunda onda que assola a Europa, a Itália voltou a passar o Brasil.

O México, que ultrapassou o Reino Unido em número de mortos e já contabiliza 120.311 óbitos, tem 95,3 mortes para cada 100 mil habitantes.

Na América do Sul, chama a atenção também o número de mortos por 100 mil habitantes do Peru: 116,3. O país tem 37.218 óbitos pela Covid-19.

A Índia é o terceiro país, atrás apenas de EUA e Brasil, com maior número de mortes pela Covid-19, com 146.756 óbitos. Lá, devido ao tamanho da população, a taxa proporcional é de 10,8 óbitos por 100 mil habitantes.

Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena rígida de início, o índice é de 95,1 mortes por 100 mil habitantes (42.314 óbitos).

Balanço divulgado pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (25) registrou 22.967 novos casos de contaminação pelo novo coronavírus no Brasil e 482 mortes em decorrência da doença nas últimas 24 horas.

Desde o início da pandemia, foram 190.448 óbitos acumulados e 7.448.560 casos confirmados no país. No período, 6.459.335 pessoas se recuperaram da doença.

Segundo a pasta, os dados do Ceará não foram informados por problemas técnicos da Secretaria Estadual de Saúde

Decreto regulamenta novo Marco Legal do Saneamento Básico

0

O novo Marco Legal do Saneamento Básico torna regra a realização de licitações para contratação de companhias de água e esgoto

Decreto regulamenta novo Marco Legal do Saneamento Básico

Cinco meses após a sanção do novo Marco Legal do Saneamento Básico, o presidente Jair Bolsonaro editou o decreto para regulamentar os repasses a governos locais para apoiar licitações.

O decreto define as regras para que a União envie recursos e ofereça apoio técnico para que estados e municípios se adaptem às novas regras do setor de saneamento. O texto também estabelece uma série de atividades a serem executadas pelo governo federal para facilitar a transição dos governos locais ao novo modelo.

O novo Marco Legal do Saneamento Básico torna regra a realização de licitações para contratação de companhias de água e esgoto. Pelo novo modelo, a iniciativa privada passará a disputar as concorrências em igualdade de condições com as estatais locais.

Como no Brasil, a responsabilidade pelo saneamento cabe aos municípios ou a consórcios de municípios, o novo modelo prevê que a União forneça apoio técnico e financeiro aos governos locais para a formulação dos processos de licitação.

Segundo o decreto, os governos locais precisam cumprir critérios para receber a ajuda técnica e os repasses da União, como a obediência a normas da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e o comprometimento com a regionalização do serviço de saneamento.

Presidente Bolsonaro assina indulto a policiais condenados por crime culposo

0

Do UOL

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) assinou um decreto que concede o indulto de Natal a agentes de segurança pública condenados por crimes culposos (sem intenção) cometidos durante o exercício da profissão.

No ano passado, Bolsonaro também concedeu o benefício. As defesas dos detentos precisarão acionar a Justiça para que os alvarás de soltura sejam concedidos.

O decreto será publicado em edição extra do Diário Oficial da União, ontem. Ficam perdoados agentes públicos que cometeram crimes “para eliminar risco existente para si ou para outrem”.

Militares das Forças Armadas que tenham cometido crimes em operações de Garantia da Lei e da Ordem também estão contemplados.

No indulto concedido no ano passado, não foram englobados policiais que tivessem praticado infrações disciplinares graves ou descumprido as regras fixadas para a prisão albergue domiciliar ou para o livramento condicional.

México e Chile iniciam vacinação contra Covid-19

0

Chile, Costa Rica e México iniciam vacinação contra covid-19 | Notícias  sobre a América Latina e as relações bilaterais | DW | 24.12.2020

Do G1

O México, o Chile e a Costa Rica iniciaram a vacinação contra a Covid-19. O México foi o primeiro país latino-americano a começar a imunizar a população. Os dois países vão aplicar a vacina desenvolvida em conjunto pela Pfizer e BioNTech.

A primeira dose na América Latina foi aplicada em Maria Irene Ramirez, de 59 anos, chefe de enfermagem da unidade de terapia intensiva do Hospital Geral Ruben Leñero, na Cidade do México.

“Estou um pouco nervosa, mas muito feliz. É o melhor presente que pude receber em 2020, me dá mais segurança e mais coragem para continuar na guerra contra um inimigo invisível. Temos medo, mas devemos continuar”, disse Maria Irene, antes de ser vacinada.

Logo depois de a vacinação começar no México, o Chile também aplicou a primeira dose, na auxiliar de enfermagem Zulema Riquelme, de 46 anos, no Hospital Sótero del Río, na região metropolitana de Santiago.

“Estou muito emocionada, nervosa; são múltiplas emoções”, disse Zulema antes de ser vacinada, ao responder o presidente Sebastián Piñera, que supervisionava o processo e lhe perguntou como era ser a primeira pessoa a receber a vacina no país.

“Vocês são a esperança de todos”, disse o presidente, que acompanhou desde o início a chegada das primeiras doses da vacina ao Chile.

No Chile, um carregamento com 10 mil doses da vacina dos laboratórios Pfizer/BioNTech também chegou nesta quinta-feira, de acordo com a presidência do país.

De acordo com o plano oficial, que prevê a vacinação de 15 dos 18 milhões de habitantes do país no primeiro semestre de 2021, as primeiras doses serão destinadas às equipes médicas que trabalham em UTIs com pacientes críticos nas regiões de La Araucanía, Biobío e Magallanes, no sul do Chile, que hoje acumulam o maior número de infecções.

Também será incluído um terço dos trabalhadores da saúde da região metropolitana, onde vive cerca de metade da população total do país. Posteriormente, virão o restante do pessoal médico, os idosos e os doentes crônicos, que estão sob maior risco de contágio, e, por fim, a população em geral será vacinada. Segundo o presidente Piñera, o Chile conseguiu garantir o fornecimento de 30 milhões de doses da vacina.

A Costa Rica também iniciou a vacinação de parte de sua população. O país havia anunciado na semana passada a aprovação do uso das vacinas Pfizer/BioNTech contra Covid-19 para seus habitantes. As primeiras vacinas serão aplicadas em profissionais de saúde e idosos.

Pernambuco lança programa para renegociar dívidas contraídas na pandemia

0

Pernambuco lança programa para renegociar dívidas contraídas na pandemia -  Fala Nordeste | Fala Nordeste

Os contribuintes que acumularam dívidas referente aos ICMS, IPVA ou ICD durante a pandemia terão a oportunidade de renegociar os seus débitos com desconto. O Governo do Estado, através da Secretaria da Fazenda, lançou o Programa de Recuperação Fiscal (Refis) específico para dívidas contraídas no período compreendido entre 1º de abril e 31 de julho. Segundo levantamento da Sefaz-PE, 14 mil pessoas poderão aderir ao novo programa.

De acordo com o órgão, o programa foi idealizado com o objetivo de permitir a regularização de débitos acumulados para aqueles que sempre honraram suas obrigações com o Fisco estadual e ficaram impossibilitados durante a pandemia. “O programa é para quem vinha pagando as suas obrigações e atrasou, ou quem tinha algum parcelamento e não pôde honrar com o compromisso. O Refis permite essa regularização com a redução de multas e juros ou resgatando a regra original de parcelamento há época do atraso”, explicou Anderson de Alencar, coordenador da Administração Tributária da Sefaz-PE.

As reduções variam de acordo com o formato de pagamento, podendo ser à vista, parcelo em até 6 cotas ou parcelado entre 7 e 24 cotas.

O programa prevê o restabelecimento de parcelamento perdido referente aos três impostos (parcelados na esfera Judicial) em caso do não pagamento da parcela vencida, incluindo os parcelamentos feitos no Programa de Recuperação de Créditos Tributários (PERC). Para os contribuintes de ICD que tiveram os parcelamentos perdidos na esfera administrativa e que estejam em situação irregular no dia da publicação da LC, poderão reparcelar os parcelamentos perdidos nas mesmas condições, inclusive aqueles referentes ao PERC.

Os contribuintes que se enquadrem nos critérios do programa e cujos débitos de ICMS, IPVA ou ICD estejam inscritos em dívida ativa devem entrar em contato com a Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE) através do site www.pge.pe.gov.br ou secretaria pelo e-mail atendimento.fazendaestadual@pge.pe.gov.br.

Para mais informações, basta acessar o site https://www.sefaz.pe.gov.br

Papa Francisco pede que todos tenham acesso à vacina contra covid-19

0
Para Francisco veste branco e fala em um púpito. Atrás, uma árvore de Natal
Para Francisco veste branco e fala em um púpito. Atrás, uma árvore de Natal

Em sua tradicional mensagem de Natal, pontífice clama por mais cooperação e menos competição, e diz esperar que o nacionalismo e o individualismo não impeçam que todos sejam vacinados contra o coronavírus.

Para Francisco veste branco e fala em um púpito. Atrás, uma árvore de Natal. Tradicional mensagem foi transmitida de dentro da Basília de São Pedro

O papa Francisco pediu nesta sexta-feira (25/12), em sua tradicional mensagem de Natal, que as nações compartilhem as vacinas contra a covid-19.

“Neste tempo de escuridão e incertezas pela pandemia, aparecem várias luzes de esperança, como a descoberta das vacinas, mas para que elas tragam esperança ao mundo inteiro, têm de estar ao alcance de todos”, disse Francisco. “Não podemos nos colocar em primeiro lugar antes dos outros.”

A mensagem surge em um momento de preocupação mundial, quando os países mais ricos asseguram milhões de doses de vacinas para seus cidadãos.

Francisco pediu a todos os responsáveis pelos Estados, organismos internacionais e empresas que “proponham a cooperação e não a competição, e busquem uma solução para todos”. “Vacinas para todos. Principalmente para os mais vulneráveis e necessitados do planeta”, pediu.

O papa também rezou para que o nacionalismo, o individualismo e a lei de mercado não impeçam que todos sejam vacinados. “Diante de um desafio que não conhece fronteiras, nenhuma barreira pode ser erguida. Estamos todos no mesmo barco”, completou.

Neste ano, a tradicional mensagem “Urbi et Orbi” foi transmitida de dentro da Basílica de São Pedro e sem a presença de fiéis. Geralmente, ela é proferida da varanda central da Basílica para dezenas de milhares de pessoas.

“Que o Filho de Deus renove nas lideranças políticas e governamentais um espírito de cooperação internacional, começando pela saúde, para que todos tenham acesso às vacinas e ao tratamento”, disse.

O papa também lembrou do continente americano, bastante afetado pela covid-19. “Peço esperança para o continente americano, particularmente afetado pelo coronavírus, que tem exacerbado seus inúmeros sofrimentos que o oprimem, muitas vezes agravados pelas consequências da corrupção e do narcotráfico.”

Francisco expressou apoio às pessoas mais afetadas pelo surto, incluindo mulheres que foram vítimas de violência doméstica durante o confinamento.

“Que o menino de Belém nos ajude, então, a sermos generosos, solidários e prestativos, especialmente para com aqueles que são vulneráveis, os doentes, os desempregados ou passando por dificuldades devido aos efeitos econômicos da pandemia e as mulheres que sofreram violência doméstica durante esses meses de confinamento”, destacou o papa.

LE/efe/lusa/ots

Estudo da Fiocruz reforça que reinfecção por covid-19 é possível e pode ser grave

0

O estudo foi feito no Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz) a partir do sequenciamento de genótipos do novo coronavírus

Estudo da Fiocruz reforça que reinfecção por covid-19 é possível e pode ser grave

Casos assintomáticos e mesmo brandos de covid-19 não oferecem imunização contra a doença, segundo um novo estudo da Fiocruz divulgado nesta quarta-feira. Publicado na Social Science Research Network, o trabalho reforça a ideia de que a reinfecção pelo SarsCov2 é possível e pode resultar em um quadro grave da doença. Ou seja, a população está ainda mais vulnerável à pandemia do que se imaginava.

O principal autor do estudo, o virologista Thiago Moreno, disse que apressou ao máximo a divulgação dos resultados por uma questão de responsabilidade social.

“Sinto como uma questão de responsabilidade social divulgar o quanto antes”, afirmou Moreno, lembrando que estamos às vésperas do período de festas e viagens de férias. “Se você já teve uma infecção assintomática ou branda, isso não significa que não vá ter de novo, nem que será branda novamente.”

O estudo foi feito no Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz) a partir do sequenciamento de genótipos do novo coronavírus. O trabalho acompanhou semanalmente quatro indivíduos que não apresentaram nenhum sintoma desde o início da pandemia, em março. Foram feitos testes sorológicos e RT-PCR em todos os indivíduos acompanhados e todos testaram positivo, embora fossem assintomáticos.

No sequenciamento dos genomas, os pesquisadores confirmaram que uma pessoa contraiu o vírus associado à um genoma importado e outra apresentou uma estrutura viral associada ao genoma que já circulava pelo Rio de Janeiro.

De acordo com Moreno, um dos voluntários procurou novamente o grupo de pesquisa no final de maio, alegando sinais e sintomas mais fortes de covid-19, como febre, e perda de paladar e olfato.

“Quando fizemos o RT-PCR mais uma vez, os quatro indivíduos testaram positivo. O que observamos foi uma reinfecção dentro do ambiente familiar”, explicou o pesquisador. “Contudo, a pessoa que apresentou em março o genótipo associado a casos importados agora estava infectada por uma outra cepa. O outro indivíduo, que tinha sido infectado com o genótipo que circulava no Rio continuava com o mesmo genótipo, mas ele já tinha algumas mutações acumuladas, o que permitiu a interpretação de que era uma reinfecção e não uma persistência da infecção.”

Para o virologista, o trabalho reforçou a noção de que a reinfecção é possível – algo comum entre os vírus respiratórios. Segundo ele, a primeira exposição ao vírus não garantiu uma memória imunológica do organismo.

“Pessoas com casos assintomáticos ou muito brandos, se forem reexpostas ao vírus, poderão ter novamente uma infecção”, disse. “Desta vez, pode ser uma infecção mais severa do que a primeira, como demonstrado na pesquisa.”

Quando o organismo é invadido por algum microorganismo estranho, ele, inicialmente, lança uma resposta genérica para combater o invasor. Por não ser específica, essa resposta não gera uma memória da invasão, embora consiga derrotar as formas mais brandas da infecção. Nesses casos, não há imunização.

Nas formas mais graves e mais longas da doença é diferente. Há a formação de uma resposta adaptativa específica para combater aquele invasor. Essa resposta é que forma a imunização.

Um outro problema, segundo Moreno, é que em alguns casos pode até acontecer uma imunização, mas que não é duradoura – é o que ocorre no caso do vírus influenza, por exemplo. “Os dois mecanismos podem estar acontecendo em paralelo”, explicou.

 POR ESTADÃO CONTEÚDO