Em Jaboatão dos Guararapes, governadora Raquel Lyra visita Ecoparque Orizon e destaca o biometano como vetor estratégico para a segurança energética de Pernambuco









Vivemos na era do consumo consciente, onde a sustentabilidade nunca foi tão necessária e, ao mesmo tempo, tão acessível. Com poucos cliques, é possível encontrar produtos de segunda mão de qualidade, o que tem despertado o interesse de muitos brasileiros em buscar alternativas mais econômicas e ecológicas para suas necessidades de consumo.
O levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que 33% dos consumidores adquiriram algum produto usado nos últimos 12 meses pela internet, sendo os smartphones e os eletrônicos os itens mais comprados. Além disso, 62% dos respondentes pesquisam produtos usados antes de comprar um novo. Esse movimento crescente reflete não apenas a busca por economia, mas também um engajamento real em práticas de consumo mais responsáveis.
Outro dado que fortalece essa tendência vem da CNDL e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offerwise Pesquisas: 91% dos internautas no país já realizaram ao menos uma compra online, sinalizando uma confiança cada vez maior nas transações digitais, o que abre espaço para que o mercado de segunda mão cresça de forma ainda mais acelerada.
Essa combinação de consciência ambiental, busca por economia e confiança no e-commerce tem impulsionado o surgimento e a expansão de diversas plataformas especializadas na venda de produtos usados. De brechós virtuais a marketplaces de móveis, eletrônicos, livros e até materiais de construção, o consumidor encontra hoje um verdadeiro universo de possibilidades sem precisar sair de casa.
Consumo inteligente e economia circular
O conceito de economia circular propõe repensar o ciclo de vida dos produtos, mantendo-os em uso pelo maior tempo possível, seja por meio da revenda, da troca ou do reaproveitamento de materiais. Isso reduz a extração de recursos naturais, diminui o descarte e, de quebra, gera oportunidades econômicas para vendedores e compradores.
Um levantamento da ThredUp, plataforma global de revenda de roupas, aponta que o mercado de segunda mão deve dobrar de tamanho até 2027, alcançando cerca de US$ 350 bilhões no mundo.
No Brasil, essa lógica vem ganhando força. Plataformas online facilitam a intermediação entre quem quer vender e quem busca comprar com economia, criando um mercado vibrante e diversificado. Além de ajudar o meio ambiente, o consumo inteligente oferece economia de até 80% em alguns itens, acesso a produtos exclusivos ou fora de linha, e a possibilidade de adquirir peças de qualidade por valores muito abaixo do mercado tradicional.
Os melhores sites para comprar itens de segunda mão sem sair de casa
Diante desse cenário, selecionamos 11 plataformas essenciais para quem deseja economizar, ajudar o planeja e adquirir produtos de segunda mão, confira!
Marketplaces diversificados
Esses sites são verdadeiros “shopping centers” do consumo consciente, onde você pode encontrar quase tudo.
Moda e artigos pessoais
Se você procura roupas de grife, acessórios ou artigos infantis, estas plataformas oferecem curadoria e segurança.
Móveis, livros e mais
Para quem busca mobília, livros ou outros itens específicos, há plataformas com foco e expertise nessas categorias.
Com tantas opções à disposição, fica claro que o consumo inteligente deixou de ser apenas uma tendência para se tornar parte do dia a dia de milhões de brasileiros. Ao optar por produtos de segunda mão, você economiza, encontra peças únicas e ainda ajuda a construir um futuro mais sustentável. Afinal, cada compra consciente é um passo importante para reduzir o desperdício e valorizar o que já existe.
Kwara é uma plataforma digital que vem transformando o mercado de compra e venda de bens, produtos e ativos de qualquer natureza no Brasil. Com foco em empresas de todos os portes e segmentos, a startup oferece uma solução tecnológica robusta, que alia segurança, agilidade e escalabilidade para conectar vendedores e compradores em um ambiente 100% online. Fundada com o objetivo de desburocratizar o processo de venda e aquisição de ativos, a empresa se destaca pelo uso de tecnologia de ponta e uma abordagem centrada na experiência do cliente. O grande diferencial da Kwara está em seu modelo de negócio baseado em dados e transparência, capaz de gerar liquidez rápida para empresas e facilitar o acesso a oportunidades de compra em todo o território nacional. Com um time especializado e um ecossistema digital que viabiliza desde o cadastro até a finalização das transações de forma eficiente. A Kwara vem se consolidando como uma aliada estratégica para empresas que buscam monetizar estoques parados, bens ociosos ou ativos que já não fazem parte do core business, reforçando os princípios da economia circular. Saiba mais em Kwara.
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Com R$ 600 milhões em investimentos, Prosar vai garantir o abastecimento de água e saneamento básico em 105 municípios_ A governadora Raquel Lyra lançou, nesta quarta-feira (17), o Programa de Saneamento Rural de Pernambuco (Prosar-PE), uma iniciativa inédita que garante o maior investimento da história do Estado em segurança hídrica para a população do campo. O programa contará com R$ 600 milhões em recursos, viabilizados por meio de uma operação de crédito junto ao Banco Mundial, e vai beneficiar dois milhões de pernambucanos em 105 municípios.
“O Prosar vem somar forças ao programa Águas de Pernambuco. Já temos garantidos mais de R$ 6 bilhões de investimentos em execução em todo o Estado, como na Adutora do Agreste, em barragens e em obras de saneamento rural. Esse novo recurso vai levar água a quem nunca teve acesso, beneficiando moradores da zona rural e de comunidades dispersas. São mais de 7.500 comunidades mapeadas pelo Governo, cada uma com soluções e estratégias próprias para garantir o direito básico de ter água na torneira e tomar banho de chuveiro”, afirmou a governadora Raquel Lyra.

O programa chega como resposta a uma realidade histórica de desigualdade no acesso à água em Pernambuco, o Estado com menor disponibilidade hídrica per capita do Brasil. Além disso, ele também prevê o aumento da capacidade do estado para alcançar o acesso universal ao saneamento.
O secretário de Recursos Hídricos e Saneamento, Almir Cirilo, destacou a dimensão do programa e explicou que ele será implantado ao longo dos próximos sete anos. “Esse trabalho começou desde a criação do Águas de Pernambuco. Já entregamos mais de 30 sistemas rurais, beneficiando comunidades onde quase duas mil pessoas passaram a ter um abastecimento melhor. Agora, com o Prosar, o programa ganha uma nova dimensão. Para isso, estamos ampliando o programa de dessalinização, hoje o maior do Brasil. Passaremos de 300 para 700 sistemas e instalaremos 600 novos poços”, disse o titular da pasta.

A diretora do Banco Mundial para o Brasil, Cecile Fruman, afirmou que este é o primeiro projeto da instituição no país totalmente dedicado a levar água à zona rural. “O projeto também vai fortalecer a sustentabilidade dos serviços de abastecimento de água rural. Esperamos que essa iniciativa traga empregos, qualidade de vida, inclusão social, redução da pobreza e benefícios para o meio ambiente”, afirmou a gestora.
O Prosar também prevê investimentos em gestão hídrica por meio da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac). “A gestão, que visa sobretudo a segurança hídrica, é fundamental. Como no monitoramento dos reservatórios e da precipitação no Estado, para um planejamento adequado, além de estudos específicos, como águas subterrâneas, e um plano de convivência com a seca, que é uma realidade em nosso Estado”, frisou a presidente da Apac, Suzana Montenegro.
Representando os municípios, o prefeito de Palmares, Júnior de Beto, ressaltou que o programa representa um marco histórico. “Antes, com muito esforço, a gente precisava furar poços através do IPA, mas não era água potável. Com este novo programa, o ganho vai além. Agora, vamos entregar água potável e saneamento básico”, celebrou o prefeito.

Na mesma linha, o deputado estadual Claudiano Filho celebrou os novos investimentos. “Conhecemos a dificuldade que o povo sertanejo enfrenta para conseguir água. O Governo do Estado tem trabalhado dia e noite para fortalecer e fazer Pernambuco crescer a cada dia”, afirmou.
Também participaram da agenda os secretários estaduais Manuca (Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo), Juliana Gouveia (Mulher), Fabrício Marques (Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional) e Érika Lacet (Controladoria-Geral do Estado); os prefeitos Carol Jordão (Ribeirão), Dona Graça (Catende), Dr. Elton Martins (Águas Belas), Éder Waltter (Vicência), Elias Meu Fii (Pombos), Fátima Borba (Cortês), Irmão Aluízio (Tracunhaém), Saulo Maruim (Brejão), Severino Silvestre (Passira) e Simão Costa (Alagoinha); além das vice-prefeitas Deyse Silva (Caruaru) e Arleide Guerra (Timbaúba).
Também acompanharam os diretores-presidentes dos órgãos estaduais Douglas Nóbrega (Compesa), João Baltar Freire (Cepe) e Carlos Porto (Arpe). Fotos: Yacy Ribeiro/Secom

O filme rendeu o prêmio de melhor diretor para Kleber Mendonça Filho e melhor ator para Wagner Moura (Foto: Reprodução)
A Academia Brasileira de Cinema anunciou, nesta segunda-feira (15), a escolha do longa “O Agente Secreto”, dirigido pelo pernambucano Kleber Mendonça Filho, como representante oficial do Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2026.
Estrelado por Wagner Moura, o filme pernambucano agora segue para a avaliação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, que divulgará os 15 pré-selecionados em 16 de dezembro.
Os finalistas só serão conhecidos em 22 de janeiro, quando sairá a lista completa dos indicados à maior premiação do cinema mundial.
A escolha foi feita por uma comissão de 15 membros da Academia Brasileira de Cinema, entre eles os atores Lázaro Ramos e Marcelo Serrado.
O anúncio ocorreu no mesmo dia da reunião que definiu o título, que concorria com outros cinco filmes brasileiros: Baby (Marcelo Caetano), Kasa Branca (Luciano Vidigal), Manas (Marianna Brennand), O Último Azul (Gabriel Mascaro) e Oeste Outra Vez (Érico Rassi).
A indicação de O Agente Secreto confirma o bom momento do cinema brasileiro. O longa teve sua estreia mundial no Festival de Cannes, em maio, em uma exibição marcada pela presença inédita do frevo no tapete vermelho francês. De lá, saiu consagrado prêmios, incluindo os de Melhor Diretor para Kleber Mendonça Filho e de Melhor Ator para Wagner Moura.
Em agosto, o filme voltou a ser destaque internacional ao conquistar os prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial e de Melhor Filme da Crítica Internacional no Festival de Cine de Lima, reforçando sua trajetória de reconhecimento fora do país.
Para o diretor Kleber Mendonça Filho, a escolha é um incentivo a mais para a campanha internacional: “A campanha de O Agente Secreto para a temporada de prêmios começou em maio, no Festival de Cannes. Agora, continua mais forte do que nunca”, declarou.
A seleção também reflete um ano de visibilidade para o cinema nacional no exterior. Além do impacto de O Agente Secreto, produções brasileiras têm ocupado espaços importantes em festivais internacionais.(Diário de Pernambuco)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Um paciente que participou de um estudo liderado por pesquisadores da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) ficou “curado” do HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) por 78 semanas, o equivalente a um ano e meio. Esse é um dos casos mais promissores de remissão de longo prazo do vírus, o que pode indicar novos caminhos para o tratamento do HIV e para uma possível eliminação sem a necessidade de transplante de medula óssea.
A pesquisa selecionou 30 voluntários, todos homens latinos-brancos com média de idade 38,3 anos, variando entre 23 e 58 anos. Após uso de medicamentos durante 48 semanas, o tratamento foi interrompido para verificar se o vírus retornaria ao organismo.
Dos 26 participantes que aceitaram essa interrupção, 25 tiveram o retorno da carga viral em até 14 semanas, o que equivale a cerca de três meses e meio. Já o paciente identificado como P13 apresentou um controle prolongado da carga viral, mantendo o vírus indetectável por 78 semanas, mas voltou a ser infectado.
A pesquisa começou a ser idealizada em 2012, quando os cientistas iniciaram a metodologia para estudar as barreiras que dificultam a eliminação do HIV.
“O objetivo era investigar alternativas para curar a doença ou, pelo menos, aproximar as pessoas da cura, diminuindo o número de células que hospedam o HIV no corpo”, explica o infectologista Ricardo Sobhie Diaz, que coordenou a pesquisa.
O recrutamento dos voluntários começou em 2014. Dos 64 candidatos avaliados, foram selecionados os 30 participantes finais. O estudo foi aprovado pelo comitê de ética da Unifesp e os participantes deram consentimento por escrito para participar.
Os pesquisadores testaram diferentes estratégias isoladas e combinadas para superar essas barreiras. A primeira delas envolvia a intensificação do tratamento antirretroviral com mais medicamentos para tentar suprimir melhor o vírus. A segunda envolvia o uso de medicamentos chamados “reversores de latência” que despertam o vírus latente para reduzir os reservatórios virais, locais no corpo onde o vírus permanece escondido e não é eliminado pelos tratamentos convencionais.
Houve também o uso de um medicamento que induz a morte das células que abrigam o HIV, semelhante à quimioterapia contra o câncer.
“Por fim, foi utilizada uma terapia celular personalizada, uma espécie de vacina feita a partir das próprias células do paciente modificadas em laboratório para ensinar o sistema imunológico a reconhecer e eliminar as células infectadas, inclusive onde o vírus costuma se esconder”, afirma Diaz.
Os voluntários foram divididos em seis grupos de cinco pessoas, utilizando uma lista gerada por computador para garantir a distribuição aleatória. Um desses grupos foi o de controle, no qual os participantes continuaram recebendo apenas o tratamento antirretroviral convencional.
Outro grupo recebeu todas as quatro intervenções, e os demais quatro grupos foram submetidos a diferentes combinações dessas intervenções.
Durante o período de tratamento, não foram observados sintomas ou efeitos colaterais graves, que atrapalham ou impedem as atividades normais da pessoa (grau 3), nem risco de morte (grau 4).
O tratamento foi seguro e não causou queda significativa na imunidade nem piora no controle do vírus durante esse intervalo – infectologista e coordenador da pesquisaPara testar a eficácia das intervenções, foi necessário interromper o tratamento antirretroviral para verificar se o vírus retornaria ou não, mediante aprovação em um comitê de ética.
Diaz explica que isso ocorre porque a interrupção não pode ser feita arbitrariamente, pois envolve riscos. “O vírus pode rebater, causando piora clínica ou risco de transmissão, o que exige uma avaliação cuidadosa de segurança.”
O participante P13 foi um dos pacientes do estudo que teve um resultado promissor. Após a interrupção do tratamento, ele conseguiu manter a quantidade de vírus no sangue tão baixa que os testes não conseguiam detectar o HIV, episódio conhecido como carga viral indetectável.
Além disso, o P13 teve indicação de reversão da idade epigenética em cerca de 15 anos, uma idade usada por cientistas para avaliar o envelhecimento biológico do corpo. Em pessoas com HIV, essa idade costuma ser acelerada, ou seja, o corpo envelhece mais rapidamente devido à infecção e inflamação.
Isso significa que o corpo desse paciente estava biologicamente mais jovem do que sua idade real. “O tratamento pode ter não só controlado o vírus, mas também revertido sinais de envelhecimento acelerado.”
Resultados assim só foram alcançados por meio do transplante de medula óssea. No entanto, segundo Diaz, essa é uma técnica muito invasiva, pouco acessível e não aplicável para a maioria dos pacientes portadores do HIV.
O pesquisador comentou ainda que os cientistas da Unifesp já estão iniciando um novo estudo. Dessa vez, vão utilizar um grupo controle e outro em que todos os voluntários serão submetidos às quatro intervenções combinadas. Entre os participantes estará o paciente P13, que retornará ao estudos.
“A ciência avança aos poucos, passo a passo. Cada estudo que concluímos nos ajuda a desenhar o próximo, buscando sempre melhorar os resultados. Não é algo que terá sucesso imediato, mas estamos caminhando com muita segurança para garantir que as pessoas não corram riscos e que os tratamentos possam ser aplicados para um número cada vez maior de pacientes.”
POR FOLHAPRESS

A governadora Raquel Lyra autorizou a contratação de 24 profissionais de saúde para reforçar os quadros do Centro Universitário Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc) e do Pronto-Socorro Cardiológico Universitário de Pernambuco Prof. Luiz Tavares (Procape), que fazem parte do Complexo Hospitalar da Universidade de Pernambuco (UPE). As admissões serão realizadas através de uma seleção pública simplificada. Serão seis terapeutas ocupacionais, seis médicos diaristas e 12 médicos plantonistas. O decreto será publicado no Diário Oficial desta sexta-feira (12).
“O fortalecimento da UPE é uma prioridade do nosso governo, que tem realizado reformas nos prédios da universidade, lançamos no primeiro semestre um concurso para professores efetivos, além de outros investimentos que dão melhores condições de trabalho aos servidores e de aprendizagem aos estudantes, agora estamos reforçando o quadro do complexo hospitalar. Vamos aumentar a capacidade de atendimento à população, diminuindo a espera e proporcionando mais dignidade ao nosso povo”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
A seleção será organizada pela UPE junto com a Secretaria de Administração (SAD) e seguirá a Lei Estadual nº 14.547/2011, que permite contratações temporárias em situações de interesse público. Os contratos terão duração de até 24 meses, podendo ser renovados pelo mesmo período, até o limite de seis anos.






A medida visa não apenas fortalecer a qualificação de estudantes do ensino médio, técnico e superior, mas também garantir maior eficiência na gestão pública e protagonismo juvenil nas políticas de Estado. “Nós lançamos hoje o programa Bora Estagiar, uma política pública para a formação de jovens em Pernambuco. Por meio dessa iniciativa, chegaremos a mais de 26 mil estagiários, do ensino médio e superior, que vão trabalhar com a gente. Este é o maior programa de estágio da história do nosso Estado, e suponho que seja também o maior do Brasil. Isso foi pensado para que a gente possa melhorar o nosso trabalho, garantir mais eficiência e oxigenar o nosso time”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
A secretária estadual de Administração, Ana Maraíza, comentou sobre a importância do novo programa para o Estado. “O Governo de Pernambuco está trazendo a importância do estagiário para a entrega de políticas públicas à população. Agora o estagiário deixa de ser um número orçamentário para ser protagonista nessas entregas. Com o lançamento do programa Simbora Estagiar, teremos um aumento no quantitativo de estagiários e também no valor das bolsas”, afirmou.

Carlos Alberto, estagiário da Gerência de Recursos Humanos da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP), celebrou o momento. “É uma grande satisfação e uma grande honra para toda a classe estagiária do Estado de Pernambuco testemunhar o nascimento desse programa. Agradecemos à nossa governadora, a excelentíssima Raquel Lyra, por esse reconhecimento à categoria. Vai ajudar bastante nas despesas do dia a dia”,comentou.
*Premiação* – Na ocasião, também foi realizada a cerimônia de premiação do VII Concurso de Dissertação para Estagiários. Lançado pela SAD, o certame foi destinado a estagiários do Poder Executivo Estadual e teve como objetivo incentivar a prática da leitura, escrita e interpretação de textos.
O tema deste ano foi: “Presença digital e o fenômeno do cancelamento: o perigo dos julgamentos online”. A vencedora do primeiro lugar no nível superior foi a estudante Bárbara Karine Themóteo do Nascimento, estagiária da Secretaria Estadual de Educação. “É uma emoção única (vencer o concurso). É o resultado de muito esforço, constância com os estudos, de uma vida equilibrando o mundo corporativo e a vida universitária. Então, é a representação de tudo que eu venho construindo ao longo de muitos anos de estudo”, disse.
No nível médio, o primeiro lugar ficou com Kaik Douglas Souza Silva, estagiário da Secretaria da Fazenda. Os demais vencedores foram, no ensino superior: 2º lugar, Bianca Amorim, da Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura; e no 3º lugar, Matheus Pereira, da Secretaria de Administração. Já os vencedores dos níveis médio e médio técnico foram: 2º lugar, Gabriele Queiroz, da Secretaria de Defesa Social; e 3º lugar, Heitor Melo, da Secretaria de Administração. O concurso premiou os 1º, 2º e 3º lugares de cada grupo com notebook, tablet e smartphone, respectivamente. Além disso, os orientadores dos estagiários vencedores foram premiados com cartão-presente da Companhia Editora de Pernambuco (CEPE) no valor de R$ 300,00.


A energia é uma das maiores preocupações para as gestões hospitalares, pois está na base do que é necessário para manter um hospital funcionando. Cada segundo sem fornecimento elétrico pode colocar em risco vidas e comprometer a operação, já que equipamentos críticos, como respiradores, monitores cardíacos e sistemas cirúrgicos dependem de energia estável e ininterrupta. Além disso, a energia também assegura que medicamentos sejam armazenados da forma correta, com a climatização necessária, e que as equipes tenham à disposição sistemas de comunicação e plataformas eletrônicas que registram e fornecem suporte a diagnósticos. Segundo o mais recente Anuário Estatístico de Energia Elétrica, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), atividades de atenção à saúde humana estão na quarta colocação entre os segmentos de consumo comercial que mais utilizaram energia no Brasil em 2024.
Justamente por essa dependência, vem crescendo a preocupação com a instabilidade da rede elétrica. Em tempos em que as oscilações se tornam cada vez mais frequentes e os riscos de apagões se intensificam por diversos motivos, como sobrecarga nos sistemas urbanos, descargas atmosféricas e eventos climáticos extremos, ter uma estrutura preparada para absorver esses impactos é essencial para que os centros médicos, e seus pacientes, não fiquem vulneráveis.
Um exemplo dessa criticidade está nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Imagine o que a interrupção do fornecimento de energia nesses ambientes, mesmo que breve, pode significar para pacientes conectados a aparelhos de suporte vital. No entanto, não são apenas grandes apagões que preocupam. Até mesmo quedas, elevações, picos e microinterrupções energéticas que ocorrem diariamente são suficientes para causar travamentos, falhas de funcionamento e danos a equipamentos sensíveis, que custam centenas de milhares de reais. O impacto disso vai desde a perda de dados e o adiamento de exames até atrasos em atendimentos emergenciais.
Atuar diretamente no enfrentamento a esses riscos significa ter como parte da estratégia a adoção de sistemas de alimentação ininterrupta, os UPSs (Uninterruptible Power Supplies). Esses dispositivos atuam silenciosamente em segundo plano, garantindo eletricidade estável, corrigindo variações, filtrando interferências e assegurando que os equipamentos continuem em operação.
Altamente inovadores, os nobreaks vão além de evitar falhas em momentos críticos. Eles são um dos alicerces para que as instituições de saúde possam atender às exigências regulatórias do setor. Os UPSs possuem diversas certificações de segurança e conformidade para que possam efetivamente apoiar na autonomia dos ambientes. Ao atuarem de forma inteligente, distribuindo a energia corretamente de acordo com as necessidades de cada máquina, os dispositivos ainda permitem reduzir desperdícios.
Graças à robustez desses sistemas, que são projetados para ter máxima longevidade, eles podem ser monitorados constantemente passando por manutenções preditivas para que toda a infraestrutura esteja sempre pronta para responder a qualquer situação. Isso transforma a proteção energética em um investimento efetivamente estratégico, que une eficiência, previsibilidade e segurança.
Hoje, os UPSs desempenham um papel cada vez mais importante na transformação digital da saúde, permitindo que os hospitais tenham a confiabilidade de que precisam para serem cada vez mais conectados, utilizando prontuários eletrônicos, telemedicina, sistemas de imagem avançados e centros de comando integrados. Sem a estabilidade fornecida pelos UPSs, projetos de inovação podem ser comprometidos, impedindo que a instituição avance em sua jornada de modernização.
A discussão sobre energia nos hospitais não pode ser limitada à contingência; ela precisa ser tratada como parte da estratégia assistencial e vista como essencial para o cuidado dos pacientes. Garantir abastecimento elétrico ininterrupto, estável e seguro é um compromisso urgente com a continuidade dos atendimentos, a segurança das operações e, principalmente, com a preservação da vida.
Por Aluízio Ábdom, Diretor Comercial e de Marketing da Engetron
Segundo estudo do Data8, 40% dos brasileiros acima de 55 anos não encontram produtos e serviços voltados para eles, principalmente no segmento de Vestuário, calçados e acessórios

Na contramão do imaginário de que o consumo está concentrado nas mãos dos jovens, o protagonismo dos consumidores 50+ vem ganhando força no Brasil. Pessoas acima dos 50 anos devem movimentar R$ 3,8 trilhões do PIB do Brasil em 2044, estima estudo do Data8, hub de pesquisa, tendência e inovação especializado no mercado de longevidade.
Mesmo com a ascensão, o público maduro ainda enfrenta dificuldades na hora de comprar. Segundo o estudo, 4 em cada 10 brasileiros acima de 55 anos não encontram produtos e serviços voltados para eles. Vestuário, calçados e acessórios estão entre os itens com maior lacuna, afirmam 56% dos respondentes.
“As marcas precisam pensar em um produto, não só no nível visual, estético, como também na funcionalidade de recortes específicos das roupas para cada idade”, afirma Lívia Hollerbach, head de inteligência de dados e comportamento do Data8.
O estudo aponta que a falta de oferta de soluções não reflete escassez de recursos financeiros ou demanda. Prova disso é que 7 em cada 10 pessoas acima de 50 anos se mantêm financeiramente com os próprios rendimentos. Já 3 em cada 10 ainda ajudam filhos e netos, segundo dados da pesquisa.
Michelle Queiroz, professora associada da Fundação Dom Cabral (FDC) e coordenadora do programa FDC Longevidade, avalia que o novo cenário é resultado de uma combinação de fatores do que ela chama de “revolução da longevidade”. As principais razões incluem o aumento da expectativa de vida, o crescimento demográfico acelerado no país e a queda na taxa de fecundidade.
Na Nordestesse, plataforma que reúne 70 marcas dos segmentos de vestuário e design da Região Nordeste, a maioria dos clientes é 50+, calcula a fundadora Daniela Falcão. Embora apenas uma empresa da rede tenha sido criada exclusivamente para o público maduro, a empresária pondera que boa parte das marcas consegue atrair esse perfil por ter o quesito conforto como prioridade.
Renda
O perfil de renda dos usuários, a maioria nas classes A e B, também contribui para conquistar esse público, segundo a empreendedora. Uma peça na grife Marina Bitu, por exemplo, chega a ultrapassar R$ 3 mil. “Mesmo com uma queda de renda decorrente da aposentadoria, ainda sobra dinheiro e tempo. Eles não entram no shopping só para comprar, eles querem saber a história da loja e as marcas autorais permitem isso”, diz Daniela.
Segundo Thais Farage, pesquisadora em consumo e gênero, até os anos 60 e 70, o ideal de referência era o mais velho. No entanto, após esse período a tendência passou a ser mapeada a partir dos jovens entre 18 e 24 anos sob a justificativa de “sacar mais o espírito do tempo”. Hoje, o contexto é outro. “As mulheres 50+ chegaram a essa idade melhor do que imaginavam. Continuam no mercado, ganhando bem e com filhos crescidos”, afirma.
A pesquisadora avalia que as mulheres dessa faixa etária consomem de lojas que oferecem produtos que acompanham a vida ativa. Daniela Falcão concorda que a figura da “velha ridícula” na moda caiu em desuso e as marcas precisam acompanhar essa mudança. “A mulher 50+ é um ser altamente produtivo que continua trabalhando e consumindo”, diz.
O estudo conduzido pelo Data8 confirma que o cliente “premium” está na geração prateada. “O mercado de luxo está nas mãos deles, que querem exclusividade, personalização e prezam, e muito, por qualidade”, sugere um dos insights do estudo.
Hábitos
Assim como o setor de moda e de vestuário, outros segmentos do mercado seguem desatentos aos novos hábitos do consumidor 50+, afirma Michelle Queiroz, da FDC. “Para as marcas, há uma desconexão completa entre quem é o meu público consumidor e quem é a imagem refletida na propaganda que deveria vender esse produto para o grupo prateado”, observa.
A professora cita que a maneira como a indústria brasileira enxerga o consumidor 50+ ainda é “infantilizada” e que a mudança começa pelo básico: escutar o público prateado e desenvolver mais pesquisas de mercado.
Entre as grandes empresas que têm apostado na beleza como vetor de inclusão e estratégia de mercado para o público 50+, o Grupo Boticário se destaca com o Pacto Prateado, iniciativa para combater o etarismo e valorizar a diversidade etária.
O movimento também reflete na produção de produtos específicos. A marca Botik, por exemplo, ampliou o portfólio voltado para mulheres na menopausa, com testes feitos com consumidoras de até 70 anos de diferentes regiões do Brasil.(Diário o Comércio)



