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CNU 2: MGI divulga, nesta quarta, resultados individuais

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Também serão publicadas as listas completas em versão definitiva pós-recursos, mantendo o mesmo formato das tabelas anteriores, com número de inscrição e resultados consolidados

A etapa mais aguardada ocorre na sexta-feira (20/2), quando serão divulgadas as listas de classificação para vagas imediatas e para lista de espera, além do edital da primeira convocação para confirmação de interesse - (crédito: Reprodução)

A etapa mais aguardada ocorre nesta sexta-feira (20/2), quando serão divulgadas as listas de classificação para vagas imediatas e para lista de espera, além do edital da primeira convocação para confirmação de interesse – (crédito: Reprodução)

A partir das 16h desta quarta-feira (18/2), os candidatos da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) poderão consultar os resultados individuais definitivos na área da pessoa candidata, no site da Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora da seleção. Na consulta individual, cada candidato poderá acessar:

  • Resultado definitivo da prova discursiva (após análise de recursos);
  • Resultado definitivo da avaliação de títulos, quando houver;
  • Resultado definitivo dos procedimentos de cotas, quando aplicável; e
  • Resposta aos recursos interpostos.

A divulgação marca o início de uma semana decisiva para o concurso.  Também nesta quarta serão publicadas as listas completas em versão definitiva pós-recursos, mantendo o mesmo formato das tabelas anteriores, com número de inscrição e resultados consolidados.

A etapa mais aguardada ocorre na próxima sexta-feira (20/2), quando serão divulgadas as listas de classificação para vagas imediatas e para lista de espera, além do edital da primeira convocação para confirmação de interesse.

A confirmação é obrigatória para todas as pessoas convocadas, independentemente de se tratar de cargo com curso de formação ou de vaga imediata. O prazo para manifestação na primeira rodada vai até 23h59 do dia 23 de fevereiro, exclusivamente pelo site da FGV. Caso haja necessidade, estão previstas novas rodadas:

  • 27 de fevereiro: divulgação da 2ª convocação;
  • 28 de fevereiro (10h) a 2 de março (23h59): prazo para manifestação na 2ª rodada;
  • 6 de março: divulgação da 3ª convocação;
  • 7 de março (10h) a 9 de março (23h59): prazo para manifestação na 3ª rodada

A classificação final do CPNU 2 será publicada no dia 16 de março, tanto no DOU quanto no site da FGV. O MGI recomenda atenção redobrada ao período entre 20 e 23 de fevereiro, considerado decisivo para o andamento do concurso, especialmente em razão das mudanças de rotina típicas do carnaval. (Correio Brasiliense)

Reforma tributária e Lei Cortez mobilizam atenções no setor editorial

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 (Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil)
O setor editorial brasileiro está trabalhando neste ano com dois temas relevantes para a atividade no longo prazo, disse à Agência Brasil o presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Dante Cid. Um dos assuntos é a reforma tributária, e o objetivo é que não incidam impostos sobre os livros e que a imunidade tributária do livro seja mantida.
“Caso contrário, se houver alguma incidência de impostos, aí o cenário vai ficar bastante crítico”, assegurou Cid.
A Lei Cortez, que regulamenta a variação máxima de preço no primeiro ano de lançamento dos títulos de livros, é outro tema importante. De acordo com Dante Cid, isso pode garantir uma “bibliodiversidade” maior, para que pequenas livrarias possam florescer não só nas grandes cidades mas, principalmente, no interior, “onde fazem muita falta”, em condições de concorrer com plataformas online, que têm cadeia de custo menor.
A senadora Teresa Leitão (PT-PE) conseguiu desarquivar o projeto de lei (PL) 49/2015, que cria a Lei Cortez, de incentivo ao mercado editorial e livreiro. A proposta busca garantir igualdade de condições ao empreendedor livreiro, oferta acessível ao grande público para estímulo à leitura, livre concorrência, proteção ao consumidor e combate ao abuso do poder econômico.
Segundo o presidente do Snel, o ano de 2023 apresenta-se sem crescimento real, mas também não há declínio muito significativo. “Temos, então, expectativas positivas para que, pelo menos, não haja declínio [em 2023]”.
Balanço
No ano passado, as editoras faturaram R$ 4,1 bilhões nas vendas ao mercado, com queda de 3% em comparação com 2021. Considerando a série histórica desde 2006, a retração acumulada atingiu 40% em termos reais, isto é, descontada a inflação. Os números constam da pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, coordenada pelo Snel e pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), com apuração da Nielsen BookData.
Dante Cid lembrou que 2022 começou muito bem. “As expectativas eram excelentes, puxadas pelo segmento de livros didáticos, com o retorno às aulas presenciais.” No segundo semestre, a alta inflação começou a ter impacto nas vendas, mostrando, mais uma vez, que o cenário macroeconômico negativo tem impacto imediato direto sobre os livros. Segundo Cid, um cenário neutro positivo “não necessariamente aumenta as vendas, mas o cenário negativo sempre as faz cair”. A alta da inflação, aliada à perda do poder aquisitivo do consumidor, foi responsável pela queda assinalada.
Dos quatro segmentos do setor livreiro – Obras Gerais, Didáticos, Religiosos e CTP (Científicos, Técnicos e Profissionais), tiveram expansão das vendas ao mercado em termos reais no primeiro semestre de 2022 os segmentos de livros didáticos e de livros religiosos (+0,02% cada). No segundo semestre, todos os segmentos foram impactados, e o maior volume de problemas foi no CTP. O faturamento no segmento de obras gerais caiu 0,01%, e o CTP registrou a queda mais significativa no ano passado, 14,8%, nível mais baixo em 17 anos.
E-books
A Pesquisa Conteúdo Digital do Setor Editorial Brasileiro mostra, pela primeira vez, o faturamento acumulado das vendas das editoras nesse segmento em quatro anos, quando a sondagem foi iniciada. Somando as categorias À La Carte e Outras Categorias, o crescimento real no faturamento das vendas das editoras foi de 95% no quadriênio.
Em 2022, os produtos digitais corresponderam a 6% do faturamento das editoras em termos reais.
A categoria À La Carte refere-se à comercialização de uma unidade inteira de e-book ou audiobook. Outras Categorias agrupa em um único segmento do levantamento as formas de comercialização Bibliotecas Virtuais, Assinaturas, Cursos Online e Plataformas Educacionais, que passaram a ser consideradas também a partir de 2022.
Agência Brasil

Restaurante Popular de Petrolina retornou atendimento presencial nessa segunda-feira

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O Restaurante Popular de Petrolina retornou os atendimentos presenciais no estabelecimento nesta segunda-feira (08). Devido à pandemia da Covid-19, o serviço estava funcionando somente com a entrega das refeições no sistema de marmitex.

Elisângela Alves de Andrade, frequentadora do Restaurante Popular há cinco anos, estava ansiosa para o retorno das refeições dentro do local. “A qualidade da comida aqui é maravilhosa, assim como o atendimento, todos muito atenciosos. Só tenho a agradecer a Deus por este equipamento”, disse.

De acordo com a secretária executiva de Administração, Finanças e Segurança Alimentar da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDESDH), Rubia Medeiros, o retorno foi bastante tranquilo. “Na entrada, estamos realizando o controle da fila, para não haver aglomeração dentro do estabelecimento. Também estamos disponibilizando álcool em todas as mesas. O primeiro dia transcorreu com tranquilidade e elogios dos usuários”, destacou.

O atendimento do Restaurante Popular continuará sendo de segunda a sexta-feira, das 11h às 13h30 para o almoço, e das 16h às 17h30 para o jantar. As refeições permanecem com o mesmo valor: R$ 1,50 (almoço) e R$ 0,50 (jantar).

Fotos: Prefeitura de Petrolina

Eleições 2022! Mais de 23 milhões de eleitores estão aptos a votar voluntariamente

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Mais de 23 milhões de eleitores estão aptos a votar voluntariamente

Mais de 156,45 milhões de pessoas estão aptas a votar no próximo dia 2 de outubro, quando os brasileiros começarão a escolher o próximo presidente da República, além dos futuros governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. Neste universo heterogêneo de cidadãos, ao menos 23,34 milhões de eleitores e eleitoras atenderão ao compromisso cívico por vontade própria, já que não são obrigados a votar.

A Constituição Federal estabelece o voto facultativo, ou seja, opcional, para os jovens de 16 e 17 anos de idade; pessoas com 70 anos ou mais e também para analfabetos. Só os eleitores que declaram não saber ler, nem escrever, ultrapassam os 6,33 milhões de pessoas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Um número que representa cerca de 4% de todas as pessoas em condições legais de votar.

A diarista Maria Sônia Ribeiro da Silva, 50 anos, é uma dessas pessoas. Ainda que, a rigor, sua participação nos pleitos anteriores não tenha sido exatamente espontânea. “Até hoje, eu não sabia que não era obrigada a votar”, reagiu a diarista ao ser informada, pela reportagem, que, na condição de analfabeta, não teria sofrido sanções caso tivesse deixado de votar em eleições passadas. Abolido em 1881, o direito dos analfabetos ao voto só foi restituído em 1985, por meio de uma Emenda Constitucional que garantiu a uma parcela da população que, à época, era ainda maior, o direito a ajudar a escolher seus representantes políticos.

“Eu votava porque achava que era o jeito. Que perderia o título de eleitor, pagaria multa, caso não comparecesse. Até falei com meu marido que, se não fosse obrigatório, eu não votaria mais, porque é sempre a mesma coisa, as mesmas promessas. Por outro lado, também acho importante a gente participar, tentarmos fazer com que o país melhore. Tanto que, agora, sabendo que não sou obrigada, acho que vou repensar e, talvez, continuar indo votar”, destacou a diarista, explicando que costuma se informar sobre política pelos telejornais e conversando com parentes e amigos e na hora de votar, leva consigo uma “cola” com o número dos seus candidatos.

De acordo com o último censo populacional realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, a taxa de analfabetismo entre a população de 15 anos ou mais tinha caído de 13,63%, em 2000, para 9,6%, totalizando 13.933.173 em 2010. Pelos dados disponibilizados pelo TSE, este ano, o maior número de eleitores que se autodeclararam analfabetos no momento do alistamento eleitoral tem entre 70 a 74 anos de idade, superando as 730 mil pessoas.

Jovens e Idosos

Além dos analfabetos, há, entre os dito eleitores espontâneos, 815.063 pessoas com 16 anos de idade e outros 1.301.718 que já completaram 17 anos. Juntos, os dois grupos somam 2.116.781 eleitores. Um número cerca de 50% superior aos 1.400.617 registrados em 2018.

Já o total de eleitores e eleitoras com mais de 70 anos de idade aumentou de 12,02 milhões, em 2018, para 14.893.281, em 2022. Destes, 184.438 têm mais de 100 anos – dentre os quais, 45,4 mil não sabem ler ou escrever.

Favorável à tese de que o voto deveria deixar de ser obrigatório e passar a ser facultativo para toda a população brasileira, o cientista político Antonio Lavareda acredita que o crescente número de pessoas votando sem ser obrigadas indicam um “maior nível de consciência cívica” e de interesse pela política.

“As pesquisas têm demonstrado que as pessoas vêm manifestando um inusual grau de interesse pela política, mais especificamente pelo pleito deste ano. O que pode ser um indicador de que a participação eleitoral pode vir a ser maior que na eleição de 2018, quando a abstenção superou os 30 milhões de eleitores”, disse Lavareda à Agência Brasil.

“O crescimento do número de eleitores com 70 anos ou mais e de jovens com 16 e 17 anos acompanha o manifesto interesse do restante da população pelo pleito deste ano. E será muito bom para o processo democrático se a alienação eleitoral registrada na última eleição for menor”, acrescentou o cientista político ao pontuar que, apesar das poucas pesquisas acadêmicas sobre os eleitores espontâneos, é possível afirmar que, confirmada a hipótese deles serem mais interessados, tendem a ser mais “ideologizados”, tendo preferências mais “articuladas e consolidadas”. “Com isso, quem tende a ser menos beneficiado por estes votos são os candidatos situados mais ao centro do espectro político ideológico”.

Professora e pesquisadora do Centro de Estudos de Opinião Pública (Cesop), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a também cientista política Rachel Meneguello considera que a motivação para o voto espontâneo está associada ao interesse pela política e à percepção da importância de que, em uma democracia representativa como a brasileira, os cidadãos devem assumir a responsabilidade de ajudar a escolher seus líderes políticos.

“As pesquisas mostram que, nos últimos 20 anos, se o voto não fosse obrigatório, não menos que 40% dos eleitores iriam votar. Ainda assim, o eleitorado entende o ato de votar como um ato cívico que faz parte de sua vida política – a ponto de, na redemocratização, após a ditadura militar, [o direito a] votar para presidente em eleições diretas ter sido um dos pontos centrais das campanhas que envolveram grande parte da população”, destacou Rachel.

De acordo com a cientista política, as pesquisas existentes indicam que a maioria dos eleitores que votam por vontade própria possuem maiores escolaridade e renda média, mas também exigem campanhas públicas específicas.

“O acesso à informação geral e à informação política é um fator central para a mobilização política e esses grupos [no geral] têm maior acesso, contudo, dependem mais de campanhas específicas. Neste ano, por exemplo, vimos a campanha do TSE destinada a estimular o envolvimento dos mais jovens”, frisou Rachel, que também espera uma menor abstenção eleitoral para este ano, mas ao contrário de Lavareda, defende a manutenção do voto obrigatório para os demais eleitores.

“Entendo o voto obrigatório como um dever cívico muito positivo. O eleitor deve praticar a responsabilidade pela escolha dos representantes que votam por ele no Congresso, assembleias ou câmaras municipais. O que pode ser aperfeiçoado no caso brasileiro é a organização do sistema partidário, de forma que os partidos de fato consigam organizar a informação política para os eleitores, pois sabemos que a média do eleitoral tem dificuldades em localizar-se no sistema de partidos e definir as escolhas de deputados federais, estaduais e senadores em um sistema partidário fragmentado como é o sistema brasileiro”, explicou.

Agência Brasil

Restaurante Popular de Petrolina retorna atendimento presencial a partir desta segunda-feira(8)

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Restaurante Popular de Petrolina passa a fornecer marmitas mantendo preços  das refeições – Blog do Waldiney Passos

Após reunião com a equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDESDH), nesta sexta-feira (5) o prefeito de Petrolina, Simão Durando, anunciou que o Restaurante Popular de Petrolina voltará com os atendimentos presenciais dentro do estabelecimento na próxima segunda-feira (08). Devido à pandemia da Covid-19, o serviço estava funcionando somente com a entrega das refeições no sistema de marmitex.

O atendimento continuará sendo de segunda a sexta-feira, das 11h às 13h30 para o almoço, e das 16h às 17h30 para o jantar. As refeições permanecem com o mesmo valor: R$ 1,50 (almoço) e R$ 0,50 (jantar).

O prefeito Simão Durando explicou que a decisão pela retomada do atendimento presencial foi bastante planejada. “Priorizando a comodidade dos nossos usuários para fazerem suas refeições, optamos pelo retorno presencial, seguindo o exemplo de diversos órgãos públicos e privados que estão em funcionamento normal desde o ano passado. Iremos continuar seguindo todos os protocolos de higiene e segurança, reforçando a sanitização do local, assim como antes da pandemia”, destaca o gestor.(Ascom)

Eleições:2022! Começou a vedação de publicidade em emissoras de rádio e TV

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A proibição é prevista no Calendário Eleitoral e segue as determinações da Lei nº 9.504/1997 e da Resolução nº 23.610/1, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A partir desse sábado, dia 6 de agosto, as emissoras de rádio e de televisão ficarão impedidas de transmitir no noticiário e na programação normal qualquer publicidade vinculada às Eleições Gerais de outubro. A proibição é prevista no Calendário Eleitoral e segue as determinações da Lei nº 9.504/1997 e da Resolução nº 23.610/1, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Conforme a regra, não será permitido transmitir, ainda que sob a forma de entrevista jornalística, imagens de realização de pesquisa ou de qualquer outro tipo de consulta popular de natureza eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado ou em que haja manipulação de dados. Também fica vedada a veiculação de propaganda política e dar tratamento privilegiado a candidato, partido político, federação ou coligação.

Fica vedado ainda veicular ou divulgar filmes, novelas, minisséries ou qualquer outro programa com alusão ou crítica a candidato, partido político, federação ou coligação, mesmo que dissimuladamente, exceto programas jornalísticos ou debates políticos. Por fim, não é permitido divulgar nome de programa que se refira a candidato escolhido em convenção, ainda quando preexistente, inclusive se coincidente com seu nome ou nome que estará na urna eletrônica, sob pena de cancelamento do registro.

Denise Lima defende solução energética inovadora para os residenciais em Petrolina e no Brasil

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Denise Lima
A pré-candidata a deputada estadual Denise Lima tem visitado os residenciais do Minha Casa Minha Vida em Petrolina e tem se deparado com uma realidade muito difícil para as famílias carentes que ali residem que é o alto preço do valor da energia elétrica.

Como ela é bióloga e possui em sua pauta a sustentabilidade ambiental,  tem dialogado com as equipes de plano de governo dos candidatos a governador e Presidente da República, respectivamente, Danilo Cabral e Lula a necessidade de ter um programa de produção de energia solar através de usinas solares em cada residencial, já que a maioria possui associação e assim, juridicamente é perfeitamente possível.

Segundo Denise Lima,  “o futuro é das energias renováveis e na nossa região a fonte é energia solar que reduz a degradação ambiental e ainda pode gerar emprego e beneficiar as famílias de baixa renda, tirando o peso da conta de energia da despesa familiar. Da mesma forma que o governo chegou com as casas ele pode fazer as mini – usinas hoje em dia é muito mais fácil”, pontuou a bióloga(Ascom)

Mês do voluntariado: ´Transforma Petrolina` atinge marca de mais de 5 mil voluntários cadastrados na plataforma

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Programa 'Transforma Petrolina' tenta atrair voluntários em causas sociais | Petrolina e Região | G1

Eles cuidam de pessoas, resgatam animais, coordenam campanhas de distribuição de alimentos, mobilizam ações  de saúde  e abraçam a solidariedade.

O mês de agosto é dedicado a essas  pessoas que têm espírito cívico e praticam, de forma voluntária, ações que são de interesse social.

No mês em que se comemora o Dia do Voluntariado,  o Transforma Petrolina alcança  a marca expressiva de  5.119 voluntários cadastrados na plataforma. Esse quantitativo  é atualizado a cada ação realizada pelo programa ou  pelas iniciativas sociais desenvolvidas desde 2019.

Para Joana D’arc Lopes, enfermeira recém-formada e voluntária do Transforma Petrolina, sua história ajudando pessoas começou  ainda na faculdade. “Sempre participava dos projetos de extensão e fazíamos essas ações solidárias de educação e saúde. Quando a gente presta um trabalho voluntário,  conseguimos chamar mais pessoas”,  compartilha.

A  voluntária  Joana se une a outros 57 milhões de voluntários ativos no país, segundo a Pesquisa Voluntariado no Brasil realizada em 2021. O levantamento também mostra resultados positivos, onde aponta que 56% da população adulta já realizou alguma atividade voluntária na vida.

“O trabalho voluntário é orgânico. Ele consegue se manter firme, engajar e fazer com que as pessoas se sintam tocadas pela causa. É um serviço que tem um impacto muito positivo para a nossa sociedade”, afirma a coordenadora voluntária do Transforma Petrolina, Alinne Durando.(Ascom)

Carteira de identidade digital unifica registro geral de brasileiros

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Novo RG: carteira de identidade digital começa a ser emitida em março

Diferente de países que usam um registro civil único em âmbito federal, no Brasil é possível fazer um registro geral (RG) em cada uma das 27 Unidades da Federação (UFs), o que gera grande número de fraudes, estelionatos e problemas diversos. Com a digitalização dos dados dos cidadãos, o governo federal passou a adotar a carteira de identidade digital – uma solução que substitui o modelo convencional e traz diversas novidades, de acordo com o diretor do Departamento de Canais e Identidade Digital do Ministério da Economia, Luiz Carlos Miyadaira Ribeiro, entrevistado hoje (2) no programa A Voz do Brasil.

A nova carteira de identidade digital, no entanto, não deixará de existir em sua versão impressa, explicou Ribeiro. Após a emissão do novo RG, ambas as versões – a impressa e a digital – estarão disponíveis para os cidadãos brasileiros.

“Hoje, é possível emitir, ou possuir, 27 documentos nas 27 unidades da federação do país, cada uma com um número. Isso causa uma confusão enorme e também abre uma porta incrível para fraudes – inclusive de parentes falecidos”, explicou. “O novo modelo veio em função de eliminar essa anomalia do principal processo de identificação civil do brasil, que é o RG (registro geral)”, concluiu.

O documento digital é tão válido quanto o físico, e deve ser aceito nas mesmas circunstâncias e situações, elucidou o diretor do Departamento de Canais e Identidade Digital.

Assim como cédulas impressas pela Casa da Moeda, a identidade impressa também terá elementos de verificação de autenticidade aplicados em sua estrutura. Para a versão digital, um QR code validará as informações do documento em tempo real sempre que necessário.(Diário de Pernambuco)

Genética garante melhor rentabilidade à cultura de tomates

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Tamanho de fruto e resistência a doenças são atributos que impactam positivamente as lavouras e os pontos de venda

O êxito de um negócio envolvendo produção de tomates depende de vários fatores, sendo a genética do material um dos principais para determinar o sucesso do cultivo e, posteriormente, de sua comercialização em uma determinada área. Características como tamanho de fruto e resistência a doenças são prioridades dos produtores ao buscar as sementes ideais para o plantio.

“Em termos de rentabilidade da produção, um tomate com maior tamanho de fruto sai na frente no mercado, pois é indicativo de melhor rendimento produtivo e mais aceito pelos entrepostos comerciais e pelos consumidores finais”, explica o Especialista em Tomates e Pimentões da Agristar do Brasil, Thiago Teodoro.

Otimizar custos para potencializar resultados tem sido a regra nas lavouras brasileiras. Por isso, contar com uma variedade que entregue tamanho de fruto e resistência às principais doenças da cultura é vantajoso aos tomaticultores, possibilitando que eles vençam uma maior gama de obstáculos no campo.

O Fusarium raça 3 é um dos agentes mais comuns causadores de doença nas lavouras de tomate. Esse fungo traz danos à produção e à qualidade dos frutos, prejudicando o negócio dos tomaticultores. Porém, atualmente, os híbridos conseguem apresentar resistência a essa patologia, mesmo em áreas de alta incidência.

Evimeria: proposta da linha Superseed

Nesse sentido, o tomate híbrido Evimeria, da linha Superseed da Agristar, é um importante aliado do tomaticultor, pois reúne no mesmo produto um pacote de resistências essenciais para o produtor, contemplando o Fusarium 3 e as principais viroses, como o geminivírus, vira-cabeça, além de três diferentes raças de nematoides e a pinta de Stemphylium, apresentando os frutos de maior tamanho.

“Por meio da tecnologia e da genética, conseguimos reunir em uma única variedade um conjunto de tolerâncias que atende as demandas das principais regiões produtoras do Evimeria, que são Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, e um atributo que eleva o rendimento e o valor agregado da cultura, que é o tamanho dos frutos”, detalha Teodoro.

A excelente firmeza é uma características que contribui para a maior durabilidade de prateleira desse tomate nas diferentes regiões do Brasil, segundo o profissional. “O destaque do Evimeria não se limita ao campo. Nos pontos de venda, o tempo que eles permanecem em prateleira devido a esses fatores é maior, aumentando a janela em que podem ser comercializados”, pontua.

Sobre a Agristar
A Agristar é movida pela paixão ao campo e pelo desafio de superar limites. Com mais de 60 anos de existência, é uma das maiores empresas do país no desenvolvimento, produção e comercialização de sementes de hortaliças e frutas. Atua no mercado profissional com as linhas Topseed Premium, Topseed, Superseed e TSV Sementes, e no segmento de jardinagem, hobby e lazer através das linhas Topseed Garden e TSV Sementes. Com capital 100% nacional e com uma ampla e moderna infraestrutura, a Agristar tem orgulho em conhecer a sua terra e assim desenvolver e testar produtos de alto desempenho. Sediada em Santo Antônio de Posse (SP), a empresa possui quatro estações experimentais e uma unidade de pesquisa e melhoramento estrategicamente localizadas nos estados de SP, MG, SC e RN, que asseguram o desenvolvimento de produtos adaptados para os mais diversos climas e regiões. Para mais informações acesse: www.agristar.com.br.

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Primeiro caso suspeito da varíola dos macacos está sob investigação em Petrolina

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Brasil registra 978 casos de varíola dos macacos - Folha PE
Folha PE Brasil registra 978 casos de varíola dos macacos

A partir desta quinta-feira (28), está sob investigação e sendo monitorado pela Secretaria de Saúde de Petrolina o primeiro caso suspeito da varíola dos macacos. O paciente, do sexo masculino, 29 anos, tem histórico de viagem para outro estado, que já possui casos confirmados da doença, e apresentou sintomas característicos da doença. A Vigilância Epidemiológica está acompanhando o caso e o município aguarda a chegada do teste, por parte da Secretaria Estadual de Saúde, para realização do exame. No momento, o paciente está em isolamento e mantendo os cuidados como uso de máscara, higienização das mãos e distanciamento social.

A varíola dos macacos é uma doença viral e, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o período de incubação é geralmente de seis a 16 dias. A transmissão ocorre por contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados, como roupas de cama. E, segundo o órgão de saúde, a transmissão de humano para humano está ocorrendo entre pessoas com contato físico próximo com casos sintomáticos.

“Não há motivo para pânico ou alarme, este é um caso suspeito, só teremos a confirmação ou descarte com a realização do teste. Tranquilizo a população  informando que estamos monitorando de perto esse primeiro caso suspeito através da Vigilância Epidemiológica. Mais uma vez, reforçamos sobre os cuidados pessoais e de higiene que continuam sendo o melhor aliado no combate às doenças virais”, destaca a secretária de Saúde, Magnilde Albuquerque.

 Assessora de Comunicação da Secretaria de Saúde

Caixa credita mais de R$ 13 bilhões em lucros do FGTS

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A Caixa anunciou hoje (26) a conclusão do processamento da distribuição de R$ 13,2 bilhões do resultado de 2021 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Com o crédito dos valores, as contas de FGTS contempladas alcançaram rentabilidade de 5,83% ao ano, índice que corresponde a quase o dobro da correção da poupança em 2021, que foi de 2,99%.

A distribuição do lucro do FGTS é uma medida legal que tem como objetivo o incremento da rentabilidade das contas de FGTS do trabalhador, por meio da distribuição de parte do resultado positivo auferido pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, além da remuneração mensal realizada por meio da aplicação da Taxa Referencial (TR) mais 3% ao ano.

O resultado do fundo é decorrente do retorno de suas aplicações e investimentos em habitação, saneamento, infraestrutura e saúde, fruto da governança do Conselho Curador do FGTS e atuação da Caixa como Agente Operador. Na distribuição do lucros anunciada hoje, receberam o crédito 106,7 milhões de trabalhadores que tinham conta de FGTS com saldo em 31/12/2021.

Quanto maior o saldo da conta vinculada ao FGTS, mais o trabalhador tem a receber. Para saber a parcela do lucro que será depositada, o trabalhador deve multiplicar o saldo de cada conta em seu nome em 31 de dezembro do ano passado por 0,02748761. Esse fator significa que, na prática, a cada R$ 1 mil de saldo, o cotista receberá R$ 27,49.

Mesmo perdendo da inflação, o FGTS rendeu mais que a caderneta de poupança. No ano passado, a poupança rendeu apenas 2,94%, influenciada pela taxa Selic (juros básicos da economia), que ficou em 2% ao ano na maior parte de 2021 e só foi aumentada a partir de agosto do ano passado.

Como consultar o saldo: Para verificar o saldo do Fundo de Garantia, o trabalhador deve consultar o extrato do fundo, no aplicativo FGTS, da Caixa Econômica Federal. Até recentemente, o banco oferecia a opção de consulta pelo site da instituição, mas todo o atendimento eletrônico relativo ao FGTS foi migrado exclusivamente para o aplicativo, disponível para smartphones e tablets dos sistemas Android e iOS.

Quem não puder fazer a consulta pela internet deve ir a qualquer agência da Caixa pedir o extrato no balcão de atendimento. O banco também envia o extrato do FGTS em papel a cada dois meses, no endereço cadastrado. Quem mudou de residência deve procurar uma agência da Caixa ou ligar para o número 0800-726-0101 e informar o novo endereço.

Agencia Brasil