Antes de iniciar qualquer construção, ampliação ou reforma estrutural em Petrolina, é obrigatório solicitar o licenciamento junto ao município. A medida, prevista na legislação urbanística, é fundamental para garantir que a obra esteja dentro das normas técnicas e legais, evitando embargo, aplicação de multa e prejuízos futuros ao proprietário. Esse processo é feito diretamente na Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Sustentabilidade (Sedurbhs).
Muitas pessoas ainda começam a construir sem o alvará, algumas vezes por falta de informação. No entanto, a ausência do licenciamento pode resultar na paralisação imediata da obra pela fiscalização municipal, além de penalidades financeiras, com multas que variam, a depender da área construída, de R$ 386,40 a R$11.052,28 e dificuldades para regularizar o imóvel posteriormente.
O licenciamento garante que o projeto seja analisado por técnicos da Secretaria, verificando critérios como recuos obrigatórios, limite de construção no terreno, taxa de ocupação, ventilação, iluminação e demais exigências previstas no Plano Diretor e no Código de Obras. Essa análise é essencial para assegurar a segurança da edificação e evitar problemas estruturais.
Segundo o diretor de fiscalização da SEDURBHS, Victor Afonso, o processo de licenciamento é uma etapa essencial para garantir segurança jurídica e organização urbana. “A construção regularizada garante segurança jurídica ao proprietário e contribui para uma cidade mais organizada. O licenciamento é uma etapa fundamental para que o crescimento urbano aconteça de forma planejada e dentro da legislação, observando as diretrizes do Plano Diretor de Petrolina, que orienta o desenvolvimento urbano do município, e as normas estabelecidas no Código de Obras da cidade”,pontua.
Outro ponto importante é a valorização do imóvel. Construções regularizadas possuem documentação adequada, facilitam processos de financiamento, venda, transferência e inventário. Já imóveis irregulares enfrentam restrições legais e desvalorização no mercado. Além da segurança individual, o licenciamento também é uma ferramenta de planejamento urbano. É por meio dele que o município organiza o crescimento da cidade, garantindo infraestrutura adequada, mobilidade, drenagem e ordenamento dos bairros.
O processo é simples. O primeiro passo é contratar um profissional habilitado para elaborar o projeto arquitetônico. Dependendo da atividade e da localização, também é necessário obter licenciamento ambiental junto à Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA). Em seguida, o projeto e a documentação são protocolados na Secretaria, onde passam por análise técnica. Após a aprovação, é emitido o alvará de construção, autorizando assim, o início da obra de forma regular. A orientação da Prefeitura é que nenhum cidadão inicie qualquer obra sem antes buscar informações na Secretaria.
Informação da Assessora de Comunicação da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Sustentabilidade (Sedurbhs)
Gestão afirmou estar implementando políticas públicas de maneira integrada em diversas áreas
No Dia Internacional da Mulher, celebrado nesse domingo (8), o Governo de Pernambuco divulgou algumas ações que vem realizando para melhorar a qualidade de vida das pernambucanas. Segundo a gestão, o estado vem implementando políticas públicas de maneira integrada nas áreas da saúde, educação, segurança, assistência social, habitação, entre outras.
“Pernambuco agora tem políticas que chegam verdadeiramente na vida das mulheres, com casas, por meio do Morar Bem, com creches, através do Juntos pela Educação, com auxílio garantido pelo Mães de Pernambuco. As Carretas da Saúde da Mulher estão percorrendo todo o estado para chegar junto e ofertar atendimento de qualidade. E ainda virá muito mais, novas maternidades, mais creches e investimentos que irão garantir a melhora na qualidade de vida das pernambucanas”, destacou a governadora Raquel Lyra (PSD).
Saúde
Na área da saúde, segundo a gestão estadual, mais de 79 mil mulheres já foram atendidas com exames e consultas da Carreta da Mulher Pernambucana, que está percorrendo todo o estado para ofertar serviços de rastreio e diagnóstico do câncer da mama e do colo do útero.
Além disso, o governo citou o investimento superior a R$ 240 milhões na construção de quatro novas maternidades. As unidades tem o objetivo de descentralizar os atendimentos e ampliar a oferta de leitos, como já foi feito em Caruaru, com a inauguração do Hospital da Mulher do Agreste.
Assistência social
Para as mulheres em situação de vulnerabilidade, o governo do estado destacou o auxílio mensal de R$ 300 por meio do Mães de Pernambuco, considerado o maior programa de transferência de renda e combate à fome do Norte e Nordeste. A iniciativa, segundo a gestão, chega a mais de 100 mil mulheres com filhos na primeira infância com beneficiárias em todos os 184 municípios.
Educação
Na área da educação, o governo citou a criação de 60 mil novas vagas de educação infantil através do Juntos pela Educação, que conta com o investimento de mais de R$ 1,96 bilhão. Duas unidades já foram entregues nos municípios de Caruaru e Igarassu.
Segurança
Na segurança, todas as Delegacias da Mulher da Região Metropolitana do Recife passaram a funcionar em plantão 24h, além das unidades em Caruaru e Petrolina. Já a Patrulha Maria da Penha ganhou novas 37 viaturas destinadas ao atendimento.
Ainda segundo o governo, estão sendo investidos R$ 6,7 milhões na reforma das casas de passagem para acolher mulheres vítimas de violência e foi lançado o Protege Mulher, canal anônimo de coleta de dados sobre casos de importunação sexual em espaços públicos. Cada Organismo Municipal de Políticas para Mulheres (OMPMs) recebeu veículos com o investimento de R$ 15,8 milhões, executado através da Secretaria da Mulher.
“A questão da violência doméstica contra mulheres, nós precisamos salvar cada uma delas. Como? Repressão qualificada e política pública. Prender quem tem que prender, mas cuidar de quem a gente pode cuidar. Pernambuco precisa ser um território livre de violência contras as mulheres”, disse Raquel em vídeo publicado em suas redes sociais, também citando outras medidas da gestão voltadas para as mulheres.
A nova Lei de Improbidade Administrativa (Lei 14.230/2021) trouxe como principal efeito a exigência de dolo específico (intenção clara de lesar) para condenações, eliminando a modalidade culposa. Isso reduziu drasticamente (42%) o ajuizamento de novas ações, buscando maior segurança jurídica para gestores. As penas foram redimensionadas, a indisponibilidade de bens tornou-se mais rigorosa e houve prescrição de casos antigos.
Principais Efeitos e Mudanças da Nova LEI:
Exigência de Dolo Específico: Não existe mais improbidade por negligência, imprudência ou imperícia (culpa). Apenas atos com vontade deliberada de enriquecer ilicitamente, causar dano ao erário ou violar princípios administrativos são punidos.
Redução das Ações: Houve uma queda de 42% no volume de processos de improbidade, refletindo a necessidade de provas mais robustas de intenção ilícita.
Mudanças nas Sanções:
Enriquecimento Ilícito: Suspensão dos direitos políticos de até 14 anos e proibição de contratar com o Poder Público por até 14 anos.
Dano ao Erário: Suspensão dos direitos políticos de até 12 anos.
Violação a Princípios: Suspensão dos direitos políticos foi removida para esta categoria.
Indisponibilidade de Bens: Tornou-se mais difícil, exigindo demonstração concreta de risco de dilapidação patrimonial, não bastando o simples valor do dano.
Prescrição: A prescrição geral foi unificada para 8 anos, contados da data do fato ou, em caso de infrações permanentes, do dia em que cessou a permanência.
Ação de Não Persecução Cível (ANPC): Possibilidade de acordos para encerrar o processo sem a condenação formal, focando no ressarcimento.
Movimento Pessoas à Frente +7
Essas mudanças visam proteger agentes públicos de perseguições políticas ou punições por erros administrativos simples, focando a punição em atos de corrupção deliberada.
Ação reunirá 100 vestidos com frases inspiradas em relatos reais de mulheres em espaços públicos da cidade
“Ele disse que sente ciúme porque me ama”, “Ele disse que perdeu a cabeça”, “Ele disse que foi a última vez”, “Eu tive medo de denunciar”.
Frases como essas, que refletem histórias vividas por muitas mulheres, estarão estampadas em 100 vestidos que serão expostos em Petrolina a partir deste sábado (7). A iniciativa faz parte da ação “Vestindo Histórias”, que integra o projeto Petrolina por Elas, promovido pela Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome.
O projeto reúne uma série de ações voltadas à valorização, proteção e fortalecimento das mulheres no município. Cada vestido carrega uma mensagem inspirada em relatos reais de mulheres que enfrentaram relações marcadas por manipulação, controle e violência.
A proposta é transformar essas frases, muitas vezes ouvidas em silêncio dentro de casa, em um alerta público sobre a violência de gênero.
A exposição será organizada em blocos simbólicos que representam etapas comuns no ciclo da violência doméstica. Os vestidos retratam desde o início de relações marcadas por amor e promessas, passando pelos primeiros sinais de controle e ciúme, até situações de agressão, silêncio e, por fim, a conscientização e a denúncia.
A primeira parada da exposição será na Praça Dom Malan, onde os vestidos ficarão expostos de 7 a 13 de março, a partir das 10h. No dia 14 de março, a iniciativa segue para o evento Bora Petrolina, no bairro José e Maria. Depois, entre 14 e 20 de março, a mostra será levada ao Parque Municipal Josepha Coelho e, por fim, entre 21 e 26 de março, à Orla de Petrolina.
Em cada local, o público poderá percorrer a instalação e refletir sobre as mensagens apresentadas. De acordo com a Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome, a iniciativa busca sensibilizar a população e ampliar o debate sobre a violência contra a mulher. A ação também reforça a importância da denúncia e do fortalecimento da rede de proteção, lembrando que nenhuma mulher precisa enfrentar a violência sozinha.
Para reforçar a proteção das mulheres, a Prefeitura de Petrolina divulga os canais de atendimento e denúncia disponíveis à população.
A Patrulha da Mulher atende pelo telefone 153, e a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), pelo telefone 87 3866-6625, funcionando 24 horas para apoio imediato. O WhatsApp Mulher, atendido de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, pelo número (87) 99165-1803, garante acompanhamento especializado às mulheres do município.
Além desses, a Central de Atendimento à Mulher pode ser acionada pelo número 180, serviço gratuito e disponível em todo o Brasil.
Texto: Elaine Barbosa- Assessora de Comunicação da Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome Fotos: Prefeitura de Petrolina
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Petrolina registrou, nos últimos dias, o maior volume de chuvas dos últimos anos em um curto período. Desde a última quinta-feira, o acumulado na região chegou a aproximadamente 200 milímetros, o que corresponde a cerca de 50% do volume esperado para todo o ano. Somente na madrugada desta quinta-feira (05) foram registrados quase 60 milímetros de chuva.
Diante do cenário atípico, a Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Defesa Civil, intensificou as ações em toda a cidade. Em um esforço integrado entre secretarias e órgãos municipais, cerca de 100 profissionais estão mobilizados para atuar na prevenção e na redução dos impactos provocados pelas fortes chuvas. A secretaria reforça que o município enfrenta uma situação de emergência em decorrência do volume de chuvas e que as equipes permanecem mobilizadas, priorizando sempre o atendimento às áreas mais afetadas.
Entre as ações realizadas estão o bombeamento de água para drenagem em ruas e avenidas, patrolamento de vias e a limpeza de canais, caixas de drenagem e grelhas. Durante toda a manhã desta quinta-feira (5), os profissionais percorreram diversos pontos com registro de ocorrências, como os bairros Jardim Petrópolis, Cosme e Damião, Vale do Grande Rio, Henrique Leite, Santa Luzia e Vila Marcela, além da Avenida das Nações e do Portal da Cidade. Em algumas comunidades, máquinas, como patrol e retroescavadeira, foram utilizadas para auxiliar na abertura de vias e facilitar o escoamento das águas das chuvas.
Para reforçar a drenagem das áreas alagadas, bombas de sucção foram instaladas nos bairros São Joaquim, Portal da Cidade, Dom Avelar, Jardim Petrópolis, Vale do Grande Rio, além de uma bomba fixa que segue operando na Lagoa do Jatobá. As equipes também realizaram a remoção de árvores no bairro Quati; Estrada das Pedrinhas; Cohab Massangano; bairro Maria Auxiliadora; e Avenida que leva ao Aeroporto Senador Nilo Coelho.
Em caso de transtornos ou emergências, como alagamentos, entupimentos ou risco de queda de árvores, a Defesa Civil pode ser acionada pelo WhatsApp (87) 98134-1838. O Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), que funciona 24 horas, atende pelo número 153. A população também pode buscar auxílio junto ao Corpo de Bombeiros pelo 193. Em caso de queda de energia, a concessionária pode ser acionada pelo 116, ou pelo Programa Mais Luz da Prefeitura de Petrolina, através do telefone 0800 608 1022.
Ex-governador de Pernambuco retoma o comando da instituição quatro meses após deixar o cargo para cumprir exigência da Lei das Estatais
O ex-governador de Pernambuco Paulo Câmara retornará à presidência do Banco do Nordeste (BNB) após ter deixado o cargo há quatro meses. Ele havia comandado a instituição entre março de 2023 e outubro de 2025 e foi novamente escolhido para a função pelo Conselho de Administração do banco, que referendou a indicação do Ministério da Fazenda. O anúncio foi feito por Câmara nesta quinta-feira (05/3), por meio das redes sociais.
A saída temporária ocorreu para cumprimento de uma quarentena prevista na Lei das Estatais (Lei nº 13.303/2016). A legislação estabelece regras de governança para empresas públicas e determina que, após o término de determinados mandatos em cargos de administração, o dirigente deve permanecer um período afastado antes de poder ser reconduzido à função. O objetivo é garantir transparência, evitar conflitos de interesse e assegurar a regularidade no processo de recondução aos cargos de direção.
A coronel médica Cláudia Lima Gusmão Cacho será a primeira mulher a compor o quadro de generais. A promoção será publicada no Diário Oficial da União em 31 de março, com nomeação do presidente Lula
Pela primeira vez em sua história, o Exército Brasileiro indicou uma mulher ao posto de general de Brigada. “Tenho consciência da responsabilidade, um reconhecimento pelo trabalho que foi realizado ao longo de todos esses anos desde o meu ingresso nas Forças Armadas”, comenta a Coronel-médica Cláudia Lima Gusmão Cacho, 57 anos, em entrevista exclusiva ao Correio. Ao longo de três décadas de carreira, a militar construiu uma trajetória de destaque na área de saúde da Força e aguarda a nomeação pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deve ocorrer em 31 de março.
Formada em medicina pela Universidade de Pernambuco (UPE), Cláudia começou o curso ainda aos 16 anos. Especializou-se em pediatria e iniciou a vida militar em 1996, período em que a presença feminina nas Forças Armadas ainda engatinhava. À época, entrou como oficial temporária no 42º Batalhão de Infantaria Motorizada, em Goiânia. Dois anos depois, em 1998, ingressou na Escola de Saúde do Exército (EsSex) como oficial de carreira, após aprovação no Curso de Formação de Oficiais Médicos, dando início à sua trajetória vitoriosa na corporação.
A coronel comentou o episódio histórico e falou sobre o início da carreira no Exército e na medicina. “Isso traz uma visibilidade maior para nós mulheres do Exército. Então, está sendo uma boa experiência, bem interessante.”
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O pioneiristmo não é apenas do generalato. Com a nova função, ela assume como a primeira diretora do Hospital Militar de Área de Brasília (Hmab), unidade onde ocupava o cargo de subdiretora. “Assim como em Natal (RN), e em Campo Grande (MS), acabei sendo a primeira diretora dessas duas organizações”, responde com naturalidade e esperança de quem tem visto mais mulheres em cargos de chefia nos últimos anos.
“As Forças Armadas vêm se adaptando e aumentando essa força feminina, e a tendência é aumentar”, pontua. “As mulheres vêm entrando e desenvolvendo as atividades com competência, temos mulheres paraquedistas, guerreiras de céu, pilotos de helicóptero, mulheres em cargos de direção, tudo isso é gradual e está acontecendo naturalmente”.
Trajetória
No cargo de diretora do Hospital de Guarnição de Natal (RN)(foto: Arquivo Pessoal)
Casada com o general de Divisão Jorge Augusto Ribeiro Cacho, a coronel é mãe de duas filhas: Maria Gabriela, 32, e Ana Beatriz, 20, que seguiu os passos da mãe e está no 2º semestre de medicina. O apreço pela carreira militar surgiu de forma espontânea, após abraçar a oportunidade de servir como oficial temporário, em 1996. Ela também menciona sua personalidade disciplinada e organizada como características que influenciaram sua escolha. “Quando entrei no Exército, uma das especialidades que precisavam era a pediatria. Eu também já era casada com um militar e me considerava uma pessoa disciplinada. Então, foi fácil me adaptar”, conta.
O gosto pela medicina começou ainda na infância, enquanto acompanhava os pais no comércio da família. “Meus pais eram donos de uma farmácia e eu gostava de ler as receitas das medicações. Foi isso que me levou à medicina”,explica.
Ingressou na Faculdade de Medicina ainda adolescente, aos 16 anos, mas com a certeza de que essa seria a sua vocação. A pediatria foi a tão sonhada residência e a porta de entrada para o Exército que, na época, apresentava demanda por pediatras na instituição. A necessidade desses cargos ocorre porque os hospitais militares atendem não só aos servidores, mas também aos dependentes, incluindo crianças.
Além de plantões e consultórios, ela exerceu atividades administrativas de destaque no campo da saúde. Em quase 30 anos de carreira, dirigiu o Hospital de Guarnição de Natal e o Hospital Militar de Área de Campo Grande, além de ocupar o posto de subdiretora do Hospital Central do Exército, no Rio de Janeiro. Chefiou a Divisão de Perícias Médicas da Inspetoria de Saúde do Comando Militar do Nordeste e atuou como adjunta da Inspetoria de Saúde do Comando da 9ª Região Militar.
Na sua jornada, ela não deixou de lado a formação intelectual. Concluiu o Curso de Aperfeiçoamento na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO), em 2007, e o Curso de Comando e Estado-Maior de Serviços na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), em 2013. Possui pós-graduação em Administração Hospitalar e MBA em Gestão Estratégica de Saúde pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Tamanho esforço e dedicação renderam-lhe condecorações relevantes, como a Medalha Militar de Prata, a Medalha do Pacificador, a Medalha Marechal Hermes de Bronze com uma Coroa, a Medalha Marechal Osório — O Legendário, a Ordem do Mérito Militar no grau de oficial e o Distintivo de Comando Dourado.
Papel essencial
Na manga da farda da coronel, bordado com o nome “selva” chama a atenção e traz marcas de uma experiência que moldou a atuação da médica. O distintivo denota a formação e atuação de Cacho junto a comunidades na Amazônia brasileira.
Treinamento durante curso na Escola de Saúde do Exército(foto: Arquivo Pessoal)
A atuação das equipes de saúde das Forças Armadas é estratégica para regiões amazônicas de difícil acesso, entre elas municípios que dependem integralmente dos serviços de saúde fornecidos pelos militares. “Essa é uma ação muito importante que o Exército faz, de levar esse apoio de saúde a essas populações mais distantes que têm menos acesso às grandes cidades”, conta. “Então, vai médico, dentista, farmacêutico”.
Sem acesso por vias terrestres, essas ações utilizam-se de embarcações para montar hospitais de campanha e, até, de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB). Para a coronel-médica, a experiência é um dos maiores exemplos da importância do papel do Exército para o país.
“Quando você está fazendo uma ação daquela, você está servindo ao teu país, àquela população necessitada, e isso é muito gratificante para a gente. Sempre me considerei feliz por poder participar e ajudar de alguma forma”,comenta. (Informações do ´CORREIO BRASILIENSE)
Extrema-direita pediu quebra do sigilo bancário do filho do presidente, mas nenhum valor sem origem ou ganhos ilegais foram encontrado nos registros financeiros de Fábio Luís, conhecido como Lulinha
Após grande histeria alimentada por fake news de opositores do presidente Lula, dados reais vazados sobre os ganhos do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, mostram que a narrativa de uma suposta corrupção envolvendo o líder do PT não existe.
De acordo com os dados vazados pelo jornal ‘Metrópoles’, ‘O Globo’ e a ‘Folha de S. Paulo, dados bancários enviados à CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) apontam que Lulinha movimentou R$ 19,5 milhões em quatro anos. Foram R$ 9,774 milhões em entradas e R$ 9,758 milhões em saídas em quatro contas bancárias de Lulinha no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal de 3 de janeiro de 2022 até 30 de janeiro deste ano. Ou seja, não há nada atípico relacionado com movimentações de contas de uma empresa.
Além disso, há também, entre os valores recebidos listados no documento, R$ 721 mil enviados pelo presidente Lula (PT). Desse total, R$ 384 mil foram pagos em 22 de julho de 2022. Outras duas transferências aconteceram em 27 de dezembro de 2023.
Ganhos reais de Lulinha
Ao longo de 2022, os pagamentos das empresas de Lulinha para suas contas bancárias pessoais somaram uma média de R$ 43 mil mensais. Em 2023, já com Lula no poder, os repasses foram de, em média, R$ 64,3 mil por mês. Em 2024, chegaram a uma média de R$ 100,8 mil mensais, e em 2025 caíram para R$ 54,5 mil ao mês.
Advogados do filho do presidente afirmam que, “ao publicizar os dados sigilosos, a imprensa cita apenas fontes de renda legais e legítimas: a LLF Tech Participações e a G4 Entretenimento e Tecnologia, empresas legítimas com atuação legal e declarada; e rendimentos de aplicações”.
Sobre as transferências de Lula para o filho, a defesa de Fábio Luís afirmou que são adiantamento de legítima herança aos filhos do presidente, devolução de custos arcados da época emergencial em que Lula esteve ilegalmente preso, ou de empréstimo à L.I.L.S. Palestras, da qual Lulinha possui cotas recebidas por herança.
Os registros apontam que a maior parte do fluxo financeiro advém de rendimentos de investimentos e operações entre as próprias empresas de Fábio Luís, que atuam em setores de tecnologia e consultoria.
PT rebate acusações
Coordenador do governo na CPMI, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) disse que o vazamento ilegal do sigilo bancário de Lulinha “desmontou a narrativa construída por parlamentares da oposição” sobre o pagamento de uma “mesada” ao filho do presidente pelo Careca do INSS.
STF X CPMI
Nesta quarta (4), o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino decidiu suspender a quebra do sigilo bancário e fiscal da empresária Roberta Moreira Luchsinger, supostamente ligada ao ‘Careca do INSS’. A empresária foi citada como próxima ao filho do presidente apenas por conhecer outra pessoa com contato com a esposa de Lulinha.
Flávio Dino suspendeu nesta quinta-feira (5) a quebra dos sigilos bancário e fiscal de todos os listados pela CPI mista do INSS, incluindo de Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.
Valorizando um dos maiores símbolos do Estado, a governadora Raquel Lyra lançou, nesta quinta-feira (5), o projeto “Várias Vozes, um só Hino”. A iniciativa propõe uma releitura contemporânea do Hino de Pernambuco em diferentes ritmos, preservando integralmente a letra e o caráter oficial da composição. Lançado na véspera da celebração da Data Magna, o projeto reforça sua conexão com o calendário cívico do Estado.
“Nosso Hino fala muito sobre quem somos, nosso sentimento de pernambucanidade, territorialidade e a força da nossa cultura. Com o lançamento do “Várias Vozes, um só Hino”,vamos trabalhar a autoestima do povo pernambucano e garantir que a nossa gente fale sobre a nossa cultura e história, nos novos ritmos e nos antigos. Isso é extraordinário. Tudo isso, às vésperas da Data Magna que celebra a Revolução Pernambucana de 1817”, destacou a governadora Raquel Lyra.
A ação reedita a campanha realizada durante a gestão do governador Jarbas Vasconcelos, em 2002. O projeto busca valorizar o Hino do Estado, ampliando o alcance de um dos principais símbolos cívicos de Pernambuco através de uma linguagem conectada à diversidade cultural estadual.
A vice-governadora Priscila Krause comandou a apresentação do projeto e destacou a importância da iniciativa”. “O projeto fortalece nossa pernambucanidade, levando ao nosso povo o sentimento de pertencimento e aproximando os símbolos da nossa cultura a todos os pernambucanos”, disse a gestora.
O projeto reunirá releituras em diversos ritmos, com artistas de forte representatividade territorial e reconhecimento artístico, como Nena Queiroga (frevo), Maestro Duda (orquestra de frevo), Gerlane Lops (samba), Lia de Itamaracá (ciranda), Mago de Tarso (trap), Priscila Sena (brega), Joyce Alane (pop), Mundo Livre S/A (manguebeat), Maciel Salu (maracatu), Petrúcio Amorim (forró) e a Orquestra Sinfônica do Recife (versão sinfônica).
A secretária de Cultura, Cacau de Paula, ressaltou a importância da iniciativa para aproximar a população da identidade cultural do estado. “Dessa forma, nosso Hino chegará em diversas pessoas e, através do projeto, faremos com que nosso povo se sinta parte da nossa história, cantando nosso Hino e tendo orgulho do que é nosso”, ressaltou.
O lançamento do projeto teve início com o Cortejo dos Brincantes do Marco Zero ao Cais do Sertão, com apresentações de passistas de frevo, bandas marciais, grupos de cavalo-marinho, bacamarteiros e quadrilhas juninas. A cerimônia contou ainda com as participações dos cantores Nena Queiroga e Petrúcio Amorim.
A cantora Nena Queiroga, que passará a interpretar o Hino no ritmo do frevo, destacou a emoção de participar do projeto. “Sou apaixonada por esse Hino. Ele é muito bonito e a gente se sente mais pertencente ao nosso Estado quando o cantamos”, afirmou. Já o cantor Petrúcio Amorim, que interpreta o Hino no ritmo do forró, disse: “Estou profundamente emocionado, pois o Hino de Pernambuco, além de sua beleza inegável, possui letra e melodia marcantes. Sinto grande honra ao ver os pernambucanos interpretando o hino do nosso Estado. É um orgulho imenso”, destacou.
A iniciativa do Governo de Pernambuco é realizada por meio da secretária de Cultura, da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), em parceria com a secretaria de Educação que trabalhará uma ativação pedagógica com interpretação livre do Hino de Pernambuco pelos alunos da Rede Estadual através da produção de vídeos. As melhores gravações serão selecionadas pelas 16 Gerências Regionais de Ensino (GRE) do Estado.
O presidente da Empetur, Eduardo Loyo, destacou a oportunidade de demonstrar a cultura do Estado. “Através dele, vamos mostrar ao Brasil nossa cultura, levando nosso sentimento de pernambucanidade para cada vez mais manifestar as potencialidades de Pernambuco” pontuou. A presidente da Fundarpe, Renata Borba, complementou. “Ao reunir artistas de diferentes linguagens em torno de um símbolo cívico tão significativo, promovemos um encontro entre tradição e contemporaneidade”, concluiu.
Durante o mês de março, os artistas estarão no estúdio do Conservatório Pernambucano de Música para gravar as versões, que devem ser disponibilizadas nas plataformas de músicas em abril. Além do lançamento digital, o projeto prevê distribuição e circulação em escolas da rede estadual, bibliotecas, rádios comunitárias, Pontos de Cultura e plataformas digitais, com materiais de apoio e recursos de acesso facilitado, como QR Codes.
Presente no evento, o senador Fernando Dueire destacou a força do Hino. “Essa canção tem tudo a ver com a nossa autoestima, com a coragem pernambucana e com a nossa vontade de fazer acontecer. O Governo do Estado tem resgatado esse sentimento de pertencimento”, afirmou. O deputado estadual Jarbas Filho também esteve presente. “Este é um dia de muita emoção. Com essa iniciativa, o Governo do Estado reforça nossa identidade e nossos valores culturais”, pontuou.
Estiveram presentes no evento os secretários estaduais Simone Nunes (Desenvolvimento Urbano e Habitação), Rodrigo Ribeiro (Projetos Estratégicos), Fabricio Marques (Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional) e Guilherme Cavalcanti (Desenvolvimento Econômico); o prefeito de Macaparana, Paulo Barbosa; o deputado estadual Antônio Moraes; o ex-governador de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos; além da ex-deputada estadual Terezinha Nunes.
Personagens do levante republicano de 1817 seguem presentes no cotidiano da capital pernambucana
Nesta sexta-feira (6), Pernambuco celebra a Data Magna, marco da Revolução de 1817. No Recife, porém, a história está espalhada pelas placas azuis das esquinas, nos trajetos diários de ônibus, nos endereços comerciais e residenciais.
Quem passa pela Avenida Cruz Cabugá, caminha pela Rua Domingos José Martins ou atravessa a Rua Gervásio Pires raramente associa o nome da via a um projeto republicano que, por pouco mais de dois meses, rompeu com Portugal e instaurou um governo próprio na então capitania de Pernambuco. Mas todos esses nomes pertencem a personagens do levante que eclodiu em 6 de março de 1817.
Foi no Recife colonial que militares, padres, comerciantes e proprietários rurais se uniram contra a Coroa portuguesa. O movimento tinha raízes econômicas e políticas, como altos impostos, crise financeira agravada pela seca de 1816, insatisfação com a centralização do poder e influência das ideias iluministas que já circulavam entre setores letrados e maçons. A revolução tomou a cidade, destituiu o governador e implantou um governo provisório republicano, o que era algo inédito no Brasil até então.
A experiência durou cerca de 75 dias. Terminou em maio, com a retomada do controle pelas tropas portuguesas e uma repressão dura, que incluiu execuções e prisões. Mesmo derrotado, o movimento deixou marcas na identidade pernambucana. E é essa memória que reaparece na geografia da capital.
“De certa forma, a experiência de autonomia em 1817 deu a Pernambuco uma posição mais radical no debate sobre a independência. O movimento reforçou a defesa de um modelo constitucional de governo, que poderia até manter a monarquia, mas necessariamente submetida a uma constituição”, explica o doutor em História pela Universidade de Salamanca e presidente do Instituto Arqueológico,
Ele ainda pontua que “há um legado material que permanece até hoje: a bandeira de Pernambuco. Criada durante a revolução e desenhada pelo padre João Ribeiro, ela reúne símbolos associados ao pensamento iluminista e à maçonaria. Em 1917, durante as comemorações do centenário do movimento, essa bandeira foi oficializada como símbolo do estado.”
Cruz Cabugá: a aposta internacional
A Avenida Cruz Cabugá, uma das principais ligações entre Recife e Olinda, homenageia Antônio Gonçalves da Cruz, conhecido como Cruz Cabugá. Comerciante ligado às articulações do movimento, ele foi escolhido para a missão estratégica de viajar aos Estados Unidos em busca de reconhecimento diplomático e apoio material para a nova república.
A iniciativa mostrava que havia um projeto político que buscava legitimidade internacional. A revolução caiu antes que qualquer apoio externo se concretizasse. Cabugá não voltou ao Brasil para enfrentar a repressão que atingiu seus companheiros.
“Ele acabou realmente contratando oficiais franceses que haviam sido exilados depois da derrota de Napoleão, lá na Europa. E também tentou conseguir o reconhecimento dos Estados Unidos para a nossa independência. Nessa terceira parte da missão ele não teve sucesso”, complementa George Cabral.
Domingos José Martins: liderança civil e execução pública
Domingos José Martins (crédito: Crédito: Pintura de Oscar Pereira da Silva)
No Bairro do Recife, a pequena Rua Domingos José Martins lembra um dos principais articuladores civis da revolução. Comerciante e figura influente entre os liberais pernambucanos, ele integrou o núcleo dirigente do governo provisório.
Após a derrota, foi preso e executado no Recife. Sua morte o transformou em um marco do movimento. O nome permanece na malha urbana como referência direta a um dos rostos mais ativos da experiência republicana de 1817.
Foi nesta rua onde funcionou a primeira senzala urbana do Brasil. Antes de receber o nome atual, a via era conhecida como Rua da Senzala Velha, uma referência ao passado escravocrata da área.
Gervásio Pires: o homem do governo
Gervásio Pires (crédito: Crédito: Pintura feita por Manuel de Araújo Porto-Alegre)
A Rua Gervásio Pires, na Boa Vista, remete a um dos integrantes do governo provisório instalado após a tomada do poder. Comerciante respeitado, ele teve papel administrativo na organização da nova ordem política.
Durante a evolução houve tentativa de estruturar um estado por meio da elaboração de normas, organização de forças militares, definição de cargos e responsabilidades. Gervásio Pires esteve nesse esforço. Depois da repressão, foi preso e só anos mais tarde voltou à vida pública.
Padre João Ribeiro: fé e ruptura
Entre os religiosos que aderiram ao movimento estava Padre João Ribeiro, também lembrado em logradouro da capital. Sua participação mostra que o levante teve forte presença do clero, a ponto de ser chamado, por alguns historiadores, de “Revolução dos Padres”.
Com a derrota, cercado pelas tropas que retomaram o controle da capitania, João Ribeiro tirou a própria vida. O gesto foi interpretado como ato extremo de resistência diante da prisão e da provável execução.
“Sobre a participação dos religiosos, é importante destacar que uma das instituições com grande relevância na formação das elites intelectuais em Pernambuco e nas províncias vizinhas foi o Seminário de Olinda. A instituição foi fundada em 1800 pelo bispo Azeredo Coutinho, que defendia a ideia de que os sacerdotes deveriam atuar também como agentes de desenvolvimento e de melhoria para a sociedade”, explica Cabral.
Manuel Correia de Araújo: representação agrária
Manuel Correia de Araújo era um senhor de engenho e proprietário rural que fazia parte da elite agrária pernambucana que, em 1817, decidiu romper com a Coroa portuguesa.
Correia de Araújo integrou o governo provisório instalado após a tomada do poder no Recife, representando os interesses do setor agrícola numa capitania cuja economia girava em torno do açúcar.
A insatisfação desse grupo tinha base econômica, como impostos elevados, crise de produção agravada pela seca de 1816 e a percepção de que Pernambuco sustentava a Corte sem receber contrapartidas proporcionais.
Com a derrota da revolução, os integrantes do governo provisório foram perseguidos. Muitos acabaram presos ou executados. A memória de Correia de Araújo permanece associada à experiência republicana de 1817 e à participação ativa da elite rural no projeto de ruptura com Portugal.
Padre Roma
Revolução dos Mártires (crédito: Antônio Parreiras (1860–1937))
O padre José Inácio Ribeiro de Abreu e Lima, conhecido como Padre Roma, também esteve envolvido na articulação política da Revolução Pernambucana de 1817. Natural da então capitania de Pernambuco, ele aderiu ao movimento republicano que buscava romper com o domínio da Coroa portuguesa e implantar um governo autônomo na região.
Na revolução, ele uniu-se com grupos que conspiravam no estado e que criticavam a opressão colonial, buscando libertação
Durante o levante, Padre Roma foi encarregado de levar a revolta para a Bahia, numa tentativa de ampliar o apoio ao novo regime proclamado em Recife. No entanto, acabou denunciado às autoridades portuguesas, preso ainda em 1817 e executado pouco depois. Hoje, uma rua no bairro da Tamarineira, Zona Norte do Recife, leva seu nome.
Em Petrolina, o Partido dos Trabalhadores reafirma o que sempre defendeu: educação pública forte não é promessa, é prática. É nesse contexto que nesta quinta-feira, 05/,03, o município recebeu o ministro da Educação do Brasil, Camilo Santana, para uma agenda marcada por entregas, visitas técnicas e assinatura de novas obras nas instituições federais do Vale do São Francisco.
Siga a ´AGENDA`.
Às 14h,o ministro visitou as obras da nova biblioteca do Campus Petrolina Zona Rural do Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE), investimento viabilizado pelo Novo PAC. A agenda inclui ainda a apresentação de projetos desenvolvidos por estudantes da instituição, evidenciando que, quando há investimento, há inovação, há oportunidade e há futuro.
Já às 16h,no Campus Sede da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), foi realizada cerimônia de inaugurações e assinatura de termos de autorização de novas obras.
Entre as entregas, destacam-se a requalificação e ampliação da Clínica Veterinária Universitária, a inauguração do bloco acadêmico do Campus Paulo Afonso (BA), além do Centro Nordestino de Bioprospecção e do Laboratório de Produção Piloto de Medicamentos Inovadores. Também será assinada a ordem de serviço para reforma e ampliação do bloco cirúrgico do Hospital Universitário
“Essas ações representam mais do que estruturas físicas: simbolizam a reconstrução do Brasil. Após um período de bloqueios e desidratação orçamentária que atingiu fortemente as universidades e institutos federais, o Governo Federal, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, retomou investimentos estratégicos e recolocou a educação no centro do projeto de desenvolvimento nacional”,afirma Herlon Bezerra, presidente do PT de Petrolina.
Herlon acrescenta: “O Partido dos Trabalhadores reafirma seu compromisso histórico com a educação pública, gratuita e de qualidade. É no nosso governo que as obras saem do papel, os recursos chegam e os investimentos voltam a transformar realidades. PPetrolina vive um novo momento. É a força do Novo PAC. É a força da educação. É a força de um governo que acredita nas pessoas”, concluiu o dirigente petista.
Informaçõers do Coletivo de Comunicação/PT Petrolina
O modelo “mais baratinho” da marca foi anunciado nessa segunda-feira (2)
Após seis meses do lançamento da linha do iPhone 17, a Apple anunciou a chegada de um novo aparelho, considerado “mais baratinho”, nessa segunda-feira (2). O iPhone 17e chega ao Brasil em 9 de março, com valores a partir de R$ 5.799. Abaixo, listamos quais são as diferenças do novo modelo.
A primeira linha econômica da Apple foi lançada em 2016, com a 1ª geração do iPhone SE. O aparelho focava em hardware atualizado em uma carcaça antiga. A 2ª geração foi lançada quatro anos depois, em 2020, mas a 3ª veio logo, em 2022. O mais recente da linha, até então, era o iPhone 16e, que está no mercado desde 2025 e substituiu a linha SE.
Além de ser mais econômico para o bolso dos usuários em comparação aos outros aparelhos, o grande destaque do iPhone 17e é o armazenamento, que é o dobro da geração anterior pelo mesmo preço de início e quatro vezes o do iPhone 12, com 256 GB. Agora, os usuários possuem espaço para fotos em alta resolução, vídeos 4K, apps, jogos e mais.
Com a chegada do 17e ao mercado, a Apple já deixou de comercializar o 16e no site oficial da Apple, uma prática comum da companhia.
Diferenças entre os aparelhos
Novo iPhone 17e | Foto: Apple/Divulgação
O iPhone 17e não conta com a “ilha dinâmica” na tela frontal do aparelho, recurso utilizado em toda a família 17 e iPhone air.
O aparelho, no entanto, conta com quase todos os recursos da linhas regular e premium, como Apple Intelligence, o sistema de IA da Apple, que integra o ChatGPT e conectividade via satélite.
Assim como o 16e, o 17e tem tela de 6,1 polegadas. O aparelho estará disponível nas cores preto, branco e rosa suave. O 16e tinha apenas as versões preta e branca.
A nova versão vem com o chip A19, evolução do A18 do iPhone 16e. O A19 tem CPU com seis núcleos, o que permite maior agilidade no uso de recursos de IA, e GPU de quatro núcleos, o que possibilita jogos com imagens mais fluidas. A tecnologia de aceleradores neurais, que não está presente na linha anterior, contribui para maior eficiência.
O 17e também é mais resistente que o 16e por trazer a chamada “ceramic shield 2”, que promete até três vezes maior resistência a arranhões em comparação ao 16e. Outra diferença é o carregamento rápido que agora, por meio do carregador sem fio MagSafe com adaptador de energia de 20W ou superior, é possível carregar até 50% da bateria em cerca de 30 minutos. O 16e não tem compatibilidade com o acessório.
O iPhone 17e é mais pesado, com 170 gramas. O 16e pesa 167 gramas.
Já o sistema de câmeras é uma novidade do novo aparelho. O “Fusion” permite fotos com resolução de 48 MP e 24 MP, otimizando o armazenamento interno. O zoom óptico de duas vezes é uma semelhança com 16e. A resolução máxima da tela, o nível de contraste e o pico de brilho são iguais nas duas versões, assim como o sistema de vídeo, que inclui estabilização óptica de imagem, gravação em áudio espacial e redução de ruído de vento.
Não houve mudanças na capacidade da bateria.
Quais são os valores?
O modelo com 256 GB custará R$ 5.799;
O modelo com 512 GB custa R$ 7.299.
O iPhone 17 custa a partir de R$ 7.999, e o iPhone Air, a partir de R$ 10.499.