O ministro do Supremo Tribunal Federal tomou a decisão no fim da tarde desta quinta-feira (15/1)

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes decidiu, nessa quarta-feira (15/1), que o ex-presidente Jair Bolsonaro vai ser encaminhado à Papudinha, no complexo penitenciário da Papuda, para continuar a cumprir a pena de 27 anos e três meses de prisão por crimes contra a democracia e tentativa de golpe de Estado.

Além disso, a assistência religiosa semanal será permitida com a presença de dois líderes específicos, um bispo e um pastor, por até uma hora.
Críticas
No documento, Alexandre de Moraes rebateu os comentários de familiares e parlamentares que classificaram a custódia anterior como “cativeiro” ou “tortura”. Moraes afirmou que o ex-presidente cumpre pena em condições “extremamente privilegiadas” quando comparadas à realidade dos mais de 380 mil presos em regime fechado no país, inseridos em sistema marcado por superlotação e precariedade.
As permissões, segundo ele, decorrem do fato de Bolsonaro ter ocupado à Presidência da República, mas não devem ser confundidas com “estadia hoteleira ou colônia de férias”.(Informações do ´Correio Brsiliense`)
