Declaração foi para explicar a escolha do segundo nome para o Senado. Miguel Coelho ficou fora da chapa

Raquel Lyra, ao lado de Priscila Krause, Eduardo da Fonte, Túlio Gadêlha e prefeitos aliados, após a convenção do PSD – Foto: Vinicius Lins/Folha de Pernambuco
Logo após a convenção partidária que chancelou sua pré-candidatura à reeleição para o governo de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra (PSD) destacou que a formação do grupo político é fruto de um processo coletivo e de diálogo amplo com as forças aliadas.
Durante entrevista coletiva, ao lado de Priscila Krause, Túlio Gadêlha, Eduardo da Fonte (PP) e prefeitos aliados, Raquel Lyra ressaltou a importância da união partidária para dar sustentação ao projeto político do estado.
Senado
A confirmação do segundo nome ao Senado caberá à Federação integrada pelo Progressistas (PP) e pelo União Brasil, após embate entre Eduardo da Fonte e o presidente do União Brasil em Pernambuco e ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho.
Raquel Lyra fez um agradecimento público aos líderes das siglas, mencionando Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho.
No sábado, quando o nome de Eduardo da Fonte foi anunciado para ocupar a segunda vaga ao Senado, a executiva nacional do União Brasil divulgou nota assinada pelo presidente e deputado federal Antônio de Rueda.
Na publicação informava que não iria coligar para o governo, nem para o Senado.
“A FEDERAÇÃO VAI FAZER SUA CONVENÇÃO NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA E A GENTE VAI PODER, SIM, JUNTO A EDUARDO DA FONTE, FINALMENTE FECHAR O CICLO E APRESENTAR A NOSSA CHAPA COMPLETA E HOMOLOGADA PARA PERNAMBUCO”, DECLAROU RAQUEL LYRA, ENCERRANDO A ENTREVISTA. (Folha de Pernambuco)

