A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA desmentiu influência de Flávio Bolsonaro na classificação das facções, esclareceu que o assunto não tem nada a ver com ações militares no Brasil e exaltou Lula.
Amanda Roberson afirmou em entrevista ao SBT News que a decisão de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas internacionais foi tomada exclusivamente pelo presidente Donald Trump e sua equipe, sem influência da família Bolsonaro e sua trupe.
“A prioridade dos EUA também é a nossa economia, fazendo nosso país mais forte. Agora, a decisão do presidente do Brasil é dos brasileiros. Estamos focando na nossa estratégia de fazer os EUA e o mundo mais seguros”, disse a loira ao SBT.
Porta-voz americana fala sobre família Bolsonaro
A beldade destacou que a legislação americana que permite essas designações não prevê intervenção militar no Brasil, diferenciando o caso de outros países como a Venezuela. Roberson frisou que cabe ao Brasil decidir suas próprias medidas internas, enquanto os EUA apenas incentivam ações mais rigorosas contra os grupos criminosos.
À GloboNews, em outra entrevista, a porta-voz reforçou que a prioridade do governo Trump é proteger os interesses e a segurança dos americanos, e que a designação dos grupos faz parte dessa estratégia.

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