Primeira edição do prêmio homenageou estudantes e professoras que se dedicam à pesquisa na Univasf.
Cinco pesquisadoras que fazem a Ciência acontecer na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) foram homenageadas no “Prêmio Meninas e Mulheres na Ciência”, na noite da última terça-feira (19), em cerimônia realizada no auditório da biblioteca, no Campus Sede, em Petrolina (PE). As premiadas nesta primeira edição foram as estudantes de graduação Ingrid Louise Santos de Souza e Selma Rodrigues de Sousa, a estudante de pós-graduação Aline Berto Faustino e as professoras Patrícia Avello Nicola e Larissa Araújo Rolim.
As pesquisadoras receberam placa e certificado, além de um prêmio surpresa anunciado pelo reitor Telio Nobre Leite durante a cerimônia. “As homenageadas irão receber passagens aéreas para participação em um evento científico”, informou o reitor. O Prêmio Meninas e Mulheres na Ciência é uma iniciativa da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (PRPPGI) e visa reconhecer e dar visibilidade às meninas e mulheres da Instituição que se destacam nas áreas de ciência, tecnologia e inovação, valorizando suas contribuições acadêmicas e científicas para a Univasf.
A professora Larissa Rolim, do Colegiado de Farmácia e do Programa de Pós-Graduação em Biocências da Univasf, venceu o Prêmio na categoria “Protagonistas na Ciência”. Larissa coordena o Grupo de Pesquisa e Extensão Tecnológica em Cannabis Medicinal (GPETCAM) e integra o quadro docente dos programas Programa de Doutorado em Biotecnologia – Rede Nordeste de Biotecnologia (Renorbio), na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ela não esteve presente à cerimônia de premiação por motivo de viagem. “O protagonismo feminino na academia é uma construção coletiva. É sobre abrir portas, romper preconceitos e mostrar que não precisamos escolher entre ser menina, mulher, mãe e a ciência; ao contrário, o conhecimento nos torna capazes de transformar vidas e criar políticas públicas que impactam as futuras gerações”, disse a docente. |
A pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Helena Matos, ressaltou que a premiação representa um reconhecimento, um incentivo e o compromisso com a valorização da presença feminina na produção do conhecimento científico na Univasf. “Celebramos cinco mulheres, premiadas em diferentes etapas da sua trajetória científica, e esse prêmio mostra também que a Ciência se constrói em etapas. E nós temos, sim, ciência de qualidade e pesquisadoras que são de excelência”, enfatizou. “A Univasf, além de produzir ciência de qualidade, forma talentos e transforma realidades por meio da educação, ciência, tecnologia e inovação”, concluiu a pró-reitora.
A comunidade acadêmica prestigiou a cerimônia de entrega do Prêmio Meninas e Mulheres na Ciência.
O reitor Telio Leite destacou a relevância desta primeira edição do “Prêmio Meninas e Mulheres na Ciência” para a Univasf e, em especial, para todas as mulheres que formam o corpo de pesquisadoras da Universidade. “Espero que esta seja a primeira de muitas edições para que a gente possa inspirar e dar visibilidade aos trabalhos desenvolvidos pelas mulheres da nossa Instituição”, afirmou.
Ele também ressaltou a forte atuação da vice-reitora, Lucia Marisy de Oliveira, na extensão e na pesquisa, sendo um grande exemplo de pesquisadora a inspirar toda a comunidade de pesquisadores da Univasf. O reitor destacou ainda a importância das mulheres para o desenvolvimento da Univasf, nas mais diversas áreas, fazendo com que as ações da Universidade cheguem às pessoas que mais precisam e contribuindo para o desenvolvimento do Vale do São Francisco.

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A professora Larissa Rolim, do Colegiado de Farmácia e do Programa de Pós-Graduação em Biocências da Univasf, venceu o Prêmio na categoria “Protagonistas na Ciência”. Larissa coordena o Grupo de Pesquisa e Extensão Tecnológica em Cannabis Medicinal (GPETCAM) e integra o quadro docente dos programas Programa de Doutorado em Biotecnologia – Rede Nordeste de Biotecnologia (Renorbio), na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ela não esteve presente à cerimônia de premiação por motivo de viagem. “O protagonismo feminino na academia é uma construção coletiva. É sobre abrir portas, romper preconceitos e mostrar que não precisamos escolher entre ser menina, mulher, mãe e a ciência; ao contrário, o conhecimento nos torna capazes de transformar vidas e criar políticas públicas que impactam as futuras gerações”, disse a docente.