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Produtores discutem estratégias para enfrentar as dificuldades previstas na próxima safra de exportação

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Produtores discutem estratégias para enfrentar as dificuldades previstas na próxima  safra de exportação | Blog do Didi Galvão
Manter a qualidade e a confiabilidade da fruta produzida no Vale do São Francisco, visando a garantia e a conquista de novos mercados externos na safra do segundo semestre. Este foi um dos assuntos mais discutidos na tarde da última segunda-feira (13), durante reunião no Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR).

Os fruticultores/ exportadores começaram o encontro elencando os principais problemas da categoria para a safra que começa no próximo mês de outubro. Na oportunidade foram evidenciados as perdas com as chuvas que caíram na região entre novembro do ano passado e maio desse ano, provocando prejuízos que evoluíram de R$ 80 para R$ 500 milhões.

Segundo o empresário agrícola, Silvio Medeiros, além do alto custo com a produção, que inclui o aumento dos preços dos insumos agrícolas, dos fretes marítimo e terrestre, a guerra da Ucrânia se tornou outro desafio por conta do caos provocado na logística marítima de containers.

“A oferta de uva e manga tem aumentado bastante em todo mundo.E nós produtores do Vale temos que melhor nos organizar e diminuir nossos custos que são muito altos. Além de todo esse cenário de dificuldades, temos ainda pela frente uma crise energética global, oaumento da produção européia de uvas com variedades de ciclo tardio e resistentes à chuva e o avanço de mais pomares com áreas cobertas na Europa”, ressaltou.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Jailson Lira, a reunião foi bastante produtiva. “Começamos bem esta série de encontros. Conversamos sobre volume de produção, áreas implantadas, novas janelas de mercado e o custo de uma caixa de fruta posta no mercado europeu ou americano”, pontuou.

“Ao final da reunião destacamos três estratégias do grupo para um maior aprofundamento no próximo encontro, além da necessidade da implantação de uma estrutura própria na Holanda para avaliar as frutas e acompanhar as tendências de mercado”, frisou o presidente.

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