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Celebrando 14 anos de casamento, Giovanna Ewbank já perdoou traição de Bruno Gagliasso

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Por meio das redes sociais, a apresentadora fez uma linda declaração de amor para o marido

Celebrando 14 anos de casamento, Giovanna Ewbank já perdoou traição de Bruno Gagliasso

O amor é lindo! Na noite dessa última quarta-feira, 13, Giovanna Ewbank fez uma linda declaração de amor para o marido, o ator Bruno Gagliasso, pelos 14 anos de relacionamento do casal. Em seu perfil no Instagram, a apresentadora compartilhou uma série de fotos antigas dela e do amado.

“Hoje completamos 14 anos de casamento e resolvi abrir o nosso álbum de lua de mel. Quanta coisa já vivemos. Quanta coisa já mudamos. Nossa, como amadurecemos. Éramos dois jovens com o mesmo sonho: sermos felizes. Independente do que nos acontecesse, queríamos viver o presente intensamente. Fomos nos descobrindo e redescobrindo com os anos. Eu sempre pé no chão e você sempre nos ares, isso não mudou!”, começou Ewbank.

“Engraçado que folheando o nosso álbum (que eu mesma fazia em todas as viagens, porque tinha TEMPO) percebi que muitas coisas mudaram. Mas o principal a gente mantém até hoje, que é o nosso amor, a amizade e a cumplicidade!”, afirmou. “Bonito revisitar nós dois e ver o que construímos até aqui: Uma família que se ama acima de tudo, que se respeita e se acolhe. Obrigada por esses anos todos me estender a mão e me erguer quando preciso. Um casamento não é construído apenas com momentos bons, existem seus altos e baixos. Quando um está 30% o outro dá 70%, e assim vai. E assim estamos indo”, agradeceu.

“Comecei esse texto dizendo que, quando casamos, queríamos apenas ser felizes. Certo? E olha que bonito… Nós ultrapassamos esse sonho, felicidade é pouco pra o que somos hoje, somos mais que felizes, somos completos. E isso é maior do que sonhamos”, completou a loira. (ISTO É)

Reinventar-se para educar para o futuro

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Se existe uma instituição profundamente complexa, é a universidade. Essa complexidade decorre da amplitude de sua missão e da multiplicidade de funções que exerce na sociedade. Não por acaso, há um bom tempo ela recebe, internacionalmente, a denominação de “multiuniversidade”, termo que revela seu alcance, sua transversalidade e a diversidade de saberes que abriga. A verdade é que a universidade sempre esteve submetida a transformações significativas, mas foi na última década que assistimos ao ciclo mais acelerado dessas mudanças.

Há 10 anos, vivíamos num mundo mais estável, previsível e lento. Nas salas de aula, predominava o modelo transmissivo: o professor era a fonte única do conhecimento e o estudante, um receptor passivo. Eram tempos de “torres de marfim”, quando a universidade parecia apartada da realidade. A revolução digital e a ascensão da nova economia, entretanto, alteraram profundamente tal cenário. Mudanças que vinham, por séculos, em velocidade linear passaram a ocorrer de forma exponencial. 

A chamada Revolução 4.0 não poupou setores; com a educação não foi diferente. O grande ativo contemporâneo se tornou o saber, e não mais unicamente a matéria-prima ou o capital. Nesse novo contexto, a universidade assumiu um papel central como produtora de inovação, transbordando suas fronteiras e preparando pessoas para atuar em escala global.

Diante desse ambiente em transformação, mostrou-se imprescindível redefinir os rumos do Ensino Superior. Como deveriam, a partir de então, guiar-se as universidades? Antes de tudo, é necessário preparar para um futuro desconhecido, formando cidadãos para o mundo, capazes de exercitar pensamento crítico, enxergar além do imediato e lidar com a incerteza. Se não sabemos com propriedade quais serão os desafios do amanhã, sabemos, ao menos, que eles exigirão novas formas de ensinar e aprender. 

Isso implica reconhecer o estudante como protagonista da própria formação e compreender o professor como mediador, articulador e inspirador desse processo. A sala de aula deixa de ser um espaço físico restrito para ser um ecossistema de possibilidades: laboratórios, ambientes digitais, comunidades, empresas, o próprio território. Tudo isso com o objetivo comum de formar aprendizes autônomos por toda a vida.

Colocar o estudante no centro não é um slogan; é um compromisso ético e institucional. A universidade não pertence ao reitor, aos gestores ou aos professores. Todos somos servidores da missão maior de formar o futuro do país e do planeta. Uma instituição que mantém um estudante passivo, preso a hierarquias rígidas e currículos estáticos, prepara profissionais para um mundo que já não existe. E, se não se reinventar, será inevitavelmente superada – não por concorrentes, mas pela consciência crítica de seus próprios discentes.

Por essa razão, tornou-se indispensável romper com o modelo do aluno ouvinte. A formação por competências emergiu como caminho capaz de preparar jovens para desafios que ainda não conhecemos. Ela exige atualização constante de currículos, metodologias e docentes. Requer o desenvolvimento de habilidades cognitivas diversas, que variam conforme a área de conhecimento, mas que convergem no propósito de formar pessoas capazes de interpretar, criar, colaborar, inovar e liderar.

A história demonstra que a universidade sempre se transformou. Desde a sua origem, ajustou-se às necessidades da sociedade que serve. À medida que o conhecimento avançava e que novos horizontes da ciência se abriam, mais mudanças passaram a ser necessárias. E a própria universidade foi – e continua sendo – protagonista dessas evoluções.

Hoje, diante das incertezas de um mundo em constante reinvenção, reafirma-se uma verdade fundamental: não temos como prever o futuro. Mas podemos, sim, preparar-nos para enfrentá-lo. O papel da universidade é exatamente esse, o de formar pessoas capazes de navegar pelo desconhecido, transformar desafios em oportunidades e contribuir para um mundo em permanente construção. Se a velocidade das mudanças continuará a aumentar, maior ainda deve ser nosso compromisso com a formação humana, integral e inovadora. O futuro é incerto, mas nossa missão está mais clara do que nunca.

*Waldemiro Gremski é doutor pela USP, com pós-doutorado na Suécia, Estados Unidos e no Ludwig Institute for Câncer Research. Foi professor e administrador na UFPR (1971-2002). É Reitor Emérito da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) (2014-2021). 

Minha Casa, Minha Vida: governo vai retomar construção de 40 mil unidades com obras paradas

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Mesmo com inciativa, outras 30 mil residências seguem com construções paralisadas. Placas solares serão substituídas por compra de energia de fazendas produtoras

Governo quer retomar Minha Casa Minha Vida com foco na casa própria de famílias que não conseguem tomar crédito imobiliário sem subsídios
O governo federal vai anunciar nesta semana a retomada de 37,8 mil obras do Minha Casa, Minha Vida para famílias no Faixa 1 (renda de até R$ 2.640), que praticamente ganham a casa. São unidades paralisadas em todo o país.

Em entrevista ao GLOBO, o ministro das Cidades, Jader Filho, afirmou que o número vai chegar a 40 mil porque pretende incluir empreendimentos invadidos e com problemas de documentação, como alvarás, por exemplo. Para isso, será feito um diálogo com as prefeituras.

O prazo de entrega das obras depende do andamento do projeto, de acordo com o ministro. Do total de empreendimentos, 4.958 estão no estado do Rio, que concentra a maior parte das obras que serão retomadas.

São empreendimentos, por exemplo, em Belford Roxo, com construção desde 2014, e em Queimados, cuja obra foi contratada em 2015.

Oscar 2024: ‘Oppenheimer’ e ‘Pobres criaturas’ são os grandes vencedores da noite

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.A 96ª edição do Oscar aconteceu neste domingo (10); ‘Oppenheimer’ lidera lista com sete estatuetas

Quando os principais nomes de Hollywood começaram a passar pelo tapete vermelho do Dolby Theater, na tarde deste domingo (10), em Los Angeles, duas dúvidas permaneciam na cabeça dos cinéfilos: 1) quantos prêmios “Oppenheimer” iria ganhar? 2) Messi, cachorro de “Anatomia de uma queda“, estaria presente na cerimônia?

Pouco antes de Jimmy Kimmel tomar o palco como mestre de cerimônias do Oscar pela quarta vez, a segunda consecutiva, a presença do doguinho foi confirmada pela imprensa. Com isso, a dúvida que restou foi sobre o tamanho do sucesso de “Oppenheimer”, indicado em 13 categorias e grande vencedor das premiações que antecederam a 96ª edição do prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Ao final da noite, “Oppenheimer” confirmou o favoritismo e encerrou a festa com sete estatuetas, incluindo melhor filme, direção, ator e ator coadjuvante.

Apesar da expectativa envolvendo o drama sobre o pai da bomba atômica, a cerimônia começou celebrando o outro lado de “Barbenheimer”. Um clipe com Kimmel e Margot Robbie deu início à premiação, antes do apresentador entrar em cena sob o som de “Dance the night”, canção de Dua Lipa para o filme de Greta Gerwig. Em seu monólogo de abertura, Kimmel fez questão de exaltar Gerwig e Robbie, esnobadas nas disputas de melhor direção e atriz.

Após o monólogo de abertura, Lupita Nyong’o, Mary Steenburgen, Regina King, Rita Moreno e Jamie Lee Curtis, vencedoras do Oscar de melhor atriz coadjuvante no passado, subiram ao palco para entregar a estatueta da categoria. Como previsto após conquistar os principais prêmios da temporada, Da’Vine Joy Randolph, por “Os rejeitados”, foi a vencedora.

Na sequência, a primeira surpresa da noite: “O menino e a garça” levou o Oscar de melhor longa de animação, superando o favorito “Homem-Aranha: através do Aranhaverso”. Esta foi a segunda estatueta para um filme de Hayao Miyazaki, 21 anos após a vitória por “A viagem de Chihiro”.

“Anatomia de uma queda” e “Ficção americana” levaram os prêmios de melhor roteiro original e adaptado, respectivamente, mostrando a força do cinema independente diante de blockbusters como “Barbie” e “Oppenheimer”.

Cillian Murphy em cena de "Oppenheimer", de Christopher Nolan — Foto: Divulgação

Confira a lista de vencedores do Oscar 2024:

Melhor atriz coadjuvante

  • Da’Vine Joy Randolph, “Os rejeitados” (vencedora)
  • Jodie Foster, “Nyad”
  • Danielle Brooks, “A cor púrpura”
  • Emily Blunt, “Oppenheimer”
  • America Ferrera, “Barbie”

Melhor curta de animação

  • “Letter to a Pig”
  • “Ninety-Five Senses”
  • “Our Uniform”
  • “Pachyderme”
  • “War Is Over! Inspired by the Music of John & Yoko” (vencedor)

Melhor longa de animação

  • “O menino e a garça” (vencedor)
  • “Elementos”
  • “Nimona”
  • “Meu amigo robô”
  • “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso”

Melhor roteiro original

  • Vidas passadas
  • “Anatomia de uma queda” (vencedor)
  • “Os rejeitados”
  • Maestro
  • “Segredos de um escândalo”

Melhor roteiro adaptado

  • “Zona de interesse”
  • “Pobres criaturas”
  • “Oppenheimer”
  • “Barbie”
  • “Ficção americana” (vencedor)

Melhor maquiagem e penteado

  • “Golda – A Mulher de Uma Nação”
  • “A sociedade da neve”
  • “Maestro”
  • “Oppenheimer”
  • “Pobres criaturas” (vencedor)

Melhor design de produção

Melhor figurino

  • “Barbie”
  • “Assassinos da lua das flores”
  • “Napoleão”
  • “Oppenheimer”
  • “Pobres criaturas” (vencedor

Melhor longa internacional

  • “Dias perfeitos” (Japão)
  • “A sala dos professores” (Alemanha)
  • “Eu, capitão” (Itália)
  • “A sociedade da neve” (Espanha)
  • “Zona de interesse” (Inglaterra) (vencedor)

Christopher Nolan levou o Oscar de melhor diretor por "Oppenheimer" — Foto: AFP

Melhor ator coadjuvante

  • Ryan Gosling, “Barbie”
  • Robert Downey Jr., “Oppenheimer” (vencedor)
  • Robert De Niro, “Assassinos da lua das flores”
  • Sterling K. Brown, “Ficção americana”
  • Mark Ruffalo, “Pobres criaturas”

Melhor efeitos visuais

  • “A resistência”
  • “Godzilla: Minus One” (vencedor)
  • “Guardiões da galáxia Volume 3”
  • “Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte Um”
  • “Napoleão”

Melhor montagem

  • “Anatomia de uma queda
  • “Os rejeitados”
  • “Assassinos da lua das flores
  • “Oppenheimer” (vencedor)
  • “Pobres criaturas”

Melhor curta de documentário

  • “The ABCs of Book Banning”
  • “The Barber of Little Rock”
  • “Island in Between”
  • “The Last Repair Shop” (vencedor)
  • “Nǎi Nai & Wài Pó”

Melhor documentário

  • “Bobi Wine: The People’s President”
  • “The Eternal Memory”
  • “Four daughters”
  • “To Kill a Tiger”
  • “20 dias em Mariupol” (vencedor)

Melhor direção de fotografia

  • “O conde”
  • “Assassinos da lua das flores”
  • “Maestro”
  • “Oppenheimer” (vencedor)
  • “Pobres criaturas”

Melhor curta-metragem

  • “The After”
  • “Invincible”
  • “Night of Fortune”
  • “Red, White and Blue”
  • “The Wonderful Story of Henry Sugar” (vencedor)

Melhor som

  • “Resistência”
  • “Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte Um”
  • “Maestro”
  • “Oppenheimer”
  • “Zona de interesse” (vencedor)

Melhor trilha sonora original

  • “Ficção americana”
  • “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”
  • “Assassinos da lua das flores”
  • “Oppenheimer” (vencedor)
  • “Pobres criaturas”

Melhor canção original

  • “It Never Went Away” de Jon Batiste, Dan Wilson para “American Symphony”
  • “I’m Just Ken” de Mark Ronson de Andrew Wyatt para “Barbie”
  • “What Was I Made For?” de Billie Eilish, Finneas O’Connell para “Barbie” (vencedor)
  • “The Fire Inside” de Diane Warren para “Flamin’ Hot – O Sabor que Mudou a História”
  • “Wahzhazhe (A Song for My People) para “Assassinos da lua das flores”

Melhor ator

  • Cillian Murphy, “Oppenheimer” (vencedor)
  • Paul Giamatti, “Os rejeitados”
  • Bradley Cooper “Maestro”
  • Jeffrey Wright, “Ficção americana”
  • Colman Domingo, “Rustin”

Melhor direção

  • Yorgos Lanthimos, “Pobres criaturas”
  • Christopher Nolan, “Oppenheimer” (vencedor)
  • Martin Scorsese, “Assassinos da lua das flores”
  • Justine Triet, “Anatomia de uma queda”
  • Jonathan Glazer, “Zona de interesse”

Melhor atriz

  • Emma Stone, “Pobres criaturas” (vencedora)
  • Lily Gladstone, “Assassinos da lua das flores”
  • Carey Mulligan, “Maestro”
  • Sandra Hüller, “Anatomia de uma queda”
  • Annette Bening, “Nyad”

Melhor filme

  • “Ficção americana”
  • “Barbie”
  • “Anatomia de uma queda”
  • “Os rejeitados”
  • “Assassinos da lua das flores”
  • “Maestro”
  • “Oppenheimer” (vencedor)
  • “Vidas passadas”
  • “Pobres criaturas”
  • “Zona de interesse”

O Globo

300 vagas para cursos de qualificação profissional no SESI-PE. Inscrições abertas!

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SESI-PE oferece 300 vagas em cursos gratuitos na modalidade EaD

Para quem está em busca de melhorar o currículo profissional, o SESI-PE está com inscrições abertas para 300 vagas em dois cursos gratuitos e online: “Gestão do tempo” e “Comunicação no Foco Organizacional”. As inscrições vão até o dia 17 de março ou até as vagas serem preenchidas, e podem ser feitas no site pe.sesi.org.br, na seção “Educação Continuada”. Para realizar o curso, os interessados devem ter, no mínimo, 16 anos, acesso à internet, e-mail e noções básicas de internet.

No curso “Gestão do Tempo”, os alunos irão compreender a importância da organização e do planejamento como estratégia para alcançar uma maior produtividade e eficiência no ambiente de trabalho. Entre os temas trabalhados, estão O tempo e seu impacto nas organizações; A questão do tempo na contemporaneidade; Administrando o tempo; Quantidade X Qualidade; Desafios da gestão do tempo nos âmbitos pessoal e profissional; Administração do tempo e estabelecimento de prioridades. A carga horária é de 8h.

Já o curso “Comunicação no Foco Organizacional”, cuja carga horária é de 20h, irá promover conhecimentos básicos sobre a comunicação em situações do ambiente organizacional, considerando as demandas de trabalho e as interações com as pessoas, uma vez que a comunicação é essencial para os processos produtivos. Nas aulas, serão debatidos assuntos como O que é comunicação e qual sua importância; Aspectos que envolvem a comunicação; Fatores implicados na comunicação; Comunicação e as suas formas de abordagem; Gestão e comunicação; Relações entre comunicação, trabalho e aprendizagem; As teorias da comunicação nas organizações; Comunicação com excelência; e Algumas estratégias para melhoria da comunicação no trabalho.

Após a realização da matrícula, o interessado tem até 30 dias para terminar o curso desejado. Em seguida, o aluno participará de uma avaliação na plataforma educacional e, ao atingir o mínimo de 70 pontos no exame, recebe o certificado. Para tirar dúvidas ou obter outras informações, basta entrar em contato pelo (81) 98151-8375 (WhatsApp) ou pelo e-mail educacao.distancia@pe.sesi.org.br.

8 de março: Dia Internacional da Mulher

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É hoje, em 08 de março,  o Dia Internacional da Mulher, data que acabou sendo símbolo das conquistas que as mulheres efetivaram no século XX.

Ilustração de três mulheres de diferentes raças representando diversidade em referência ao dia internacional da mulher

O Dia Internacional da Mulher não é um mero dia voltado simplesmente a homenagens triviais às mulheres, mas diz respeito a um convite à reflexão referente a como a nossa sociedade as trata. Essa reflexão vale tanto para o campo do convívio afetivo, familiar e social quanto para as questões relacionadas ao mercado de trabalho.

Inúmeros estudos comprovam que ainda hoje as mulheres sofrem com a desigualdade no mercado de trabalho em relação aos homens. A presença das mulheres no mercado de trabalho ainda é menor do que a dos homens, uma vez que dados de 2018 apontam que, no mundo, apenas 48% das mulheres maiores de 15 anos estão empregadas – para os homens, esse número é de 75%|1|.

Atualmente, menos de 70% dos homens concordam com o fato de que muitas mulheres preferem trabalhar a ficar em casa cuidando de serviços domésticos. As mulheres ainda sofrem prejuízos no mercado de trabalho por engravidarem, uma vez que o número de mulheres que abandonam o seu trabalho por conta de seus filhos chega a 30%, enquanto que somente 7% dos homens abandonam seus empregos pelo mesmo motivo|2|.

Para agravar essa situação, metade das mulheres que engravidam perdem seus empregos quando retornam da licença-maternidade|3| e ainda, em pleno século XXI, existem aqueles que defendem que mulheres devem ganhar menos, simplesmente por poderem engravidar. Isso, inclusive, é uma realidade no Brasil, pois as mulheres recebem, em média, 20% menos que os homens|4|.

Todas essas estatísticas demonstram como o preconceito de gênero prejudica as mulheres no mercado de trabalho. As mulheres, no entanto, não têm a sua vida prejudicada somente no mercado de trabalho, uma vez que a violência de gênero, o abandono que muitas sofrem de seu parceiro durante a gravidez e os assédios são realidades que muitas mulheres sofrem.

O 8 de março é um dia para reflexão a respeito de toda a desigualdade e a violência que as mulheres sofrem no Brasil e no mundo. É um momento para combater o silenciamento que existe e que normaliza a desigualdade e as violências sofridas pelas mulheres, além de ser um momento para repensar atitudes e tentar construir uma sociedade sem desigualdade e preconceito de gênero

Dia Internacional das Mulheres - Escola Paulista de Direito

“História do Dia Internacional da Mulher

O Dia Internacional da Mulher existe, enquanto data comemorativa, como resultado da luta das mulheres por meio de manifestações, greves, comitês etc. Essa mobilização política, ao longo do século XX, deu importância para o 8 de março como um momento de reflexão e de luta. A construção dessa data está relacionada a uma sucessão de acontecimentos.

Uma primeira história que ficou muito conhecida como fundadora desse dia narra que, em 8 de março de 1857, 129 operárias morreram carbonizadas em um incêndio ocorrido nas instalações de uma fábrica têxtil na cidade de Nova York. Supostamente, esse incêndio teria sido intencional, causado pelo proprietário da fábrica, como forma de repressão extrema às greves e levantes das operárias, por isso teria trancado suas funcionárias na fábrica e ateado fogo nelas. Essa história, contudo, é falsa e, por isso, o 8 de março não está ligado a ela.

Existe, no entanto, outra história que remonta a um incêndio que de fato aconteceu em Nova York, no dia 25 de março de 1911. Esse incêndio aconteceu na Triangle Shirtwaist Company e vitimou 146 pessoas, 125 mulheres e 21 homens, sendo a maioria dos mortos judeus. Essa história é considerada um dos marcos para o estabelecimento do Dia das Mulheres.

As causas desse incêndio foram as péssimas instalações elétricas associadas à composição do solo e das repartições da fábrica e, também, à grande quantidade de tecido presente no recinto, o que serviu de combustível para o fogo. Além disso, alguns proprietários de fábricas da época, incluindo o da Triangle, trancavam seus funcionários na fábrica durante o expediente como forma de conter motins e greves. No momento em que a Triangle pegou fogo, as portas estavam trancadas.”

https://brasilescola.uol.com.br

Elas contam como desbravaram áreas tradicionalmente ocupadas por homens na indústria

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Neste mês das mulheres, conheça as histórias de Néia, motorista de caminhão; de Jessica, operadora de alto forno; e de Rhayssa, gerente-executiva, colaboradoras da Aperam

Pesquisa realizada pela multinacional italiana de recursos humanos Gi Group em 2023 mostra que 58% das indústrias devem aumentar a contratação de mulheres no Brasil nos próximos cinco anos, o maior índice entre os seis países pesquisados (China, Alemanha, Itália, Polônia, Brasil e Reino Unido).

Na Aperam South America, esse é um movimento que já existe há alguns anos e será intensificado. Desde 2021, quando lançou seu Programa de Inclusão com Diversidade, a empresa não só tem aumentado a contratação de mulheres como tem buscado impulsionar a presença delas em cargos de liderança e com isso fortalecer a equidade de gênero em posições tradicionalmente só ocupadas por homens.

“Ao longo desses anos na Aperam BioEnergia, fui estagiária, supervisora, coordenadora e, posteriormente, gerente executiva. Ao longo de minha trajetória, sempre tive muito orgulho e gratidão por trabalhar na empresa”, afirma a gerente executiva de Logística e Processos Administrativos da BioEnergia, Rhayssa Lawanna Pinheiro Ferreira Caires.

A BioEnergia é a empresa do grupo Aperam no Brasil que produz energia renovável, no Vale do Jequitinhonha, para abastecer a usina siderúrgica de Timóteo, no Vale do Aço mineiro.

Rhayssa lembra que a busca pela equidade de gênero é um compromisso global da Aperam, que vem executando diversos programas e ações que propõem a reflexão sobre como ampliar a participação de mulheres em todas as áreas e cargos. “A empresa tem buscado fomentar políticas internas factíveis para que a isonomia entre homens e mulheres seja uma realidade no médio prazo. Toda mudança cultural é um grande desafio e estamos prontos para essa jornada”, afirma a executiva.

Isso significa, por exemplo, ir atrás de colaboradoras dispostas a ocupar posições historicamente dominadas por eles, como motorista de caminhão. Foi assim com Gesinéia Costa Azevedo, 31 anos, que se tornou a primeira condutora de carreta do grupo, há dois anos. Ela também foi contratada pela BioEnergia, em Capelinha.

Se por um por um lado a empresa buscava diversificar seu time, por outro, Gesinéia, que sempre gostou de desafios, havia acabado de concluir a habilitação na categoria E – ela dava aulas de direção em uma autoescola de Capelinha.

“Eu não pensava em ser motorista de caminhão. Tirei a carteira porque queria melhorar meu currículo e já trabalhava em autoescola”. “Néia” conta que muitas pessoas falaram que ela não iria conseguir, porque tratava-se de uma profissão de “homem”.

“Estou muito orgulhosa por poder exercer uma função que é, em sua maioria, executada por homens, e o meu sentimento de gratidão vem do fato de a Aperam BioEnergia ser uma empresa em que todos da minha região têm o desejo de trabalhar. E agora eu consegui! Estou muito feliz em poder representar as mulheres nessa área”, comemora. Ela dá um conselho para outras mulheres. “Gostaria de dizer para outras meninas que buscam posições tidas como masculinas que sigam em frente. Não desistam diante do preconceito. Não existe trabalho que é só para homem ou só para mulher. Você consegue”, ensina.

 

Jessica Fernandes Carvalho Sudário, 33 anos, também trabalha na Aperam, mas na siderúrgica de Timóteo (MG), em uma função que ainda hoje, segundo ela, “muitos dizem ser para homem”. Ela foi a primeira forneira da empresa – do alto forno 2 da usina, onde as temperaturas costumam bater os 1000 graus -, e se diz feliz porque agora tem duas colegas na mesma função.

“O apoio da Aperam para que eu pudesse conquistar o meu espaço foi fundamental. Desde tornar a área mais acessível para mim, construindo, por exemplo, banheiro feminino, a promover uma mudança de mentalidade junto aos colaboradores homens”. Assim como sua colega do Jequitinhonha, Jessica aconselha mulheres que buscam seus espaços que não desanimem diante do machismo. “Essa é uma mudança cultural, leva tempo, por isso precisamos persistir”. 

Programa da Agrovale comemora 13 anos com 237 jovens aprendizes contratados

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Considerada uma das empresas pioneiras no Vale do São Francisco a implantar o programa Jovem Aprendiz, a Agrovale está comemorando 13 anos, com a marca de 237 jovens aprendizes contratados nos setores agrícola e industrial.

A empresa começou o programa, fruto da lei federal 10.097/2000, em parceria com o Senai-BA e Senar-BA, em 2011, e de lá para cá, ajudou na formação prática de 31 turmas com um total de 1.114 jovens, na faixa etária entre 14 e 24 anos.

Efetivado há 7 anos na função de Preposto, Jonatas Melo (32 anos), lembra que fez parte da primeira turma de Jovens Aprendizes da Agrovale, em 2011, através do curso de Eletricidade Industrial, oferecido pelo Senai-BA. Depois de ter atuado como auxiliar de pessoal e assistente administrativo, Jonatas revelou que considera o programa muito importante para o ingresso do jovem no mercado de trabalho. “Acho que todo jovem deve ter acesso a esse benefício, que também enriquece a cultura organizacional das empresas e permite a descoberta de novos talentos regionais”, ressaltou. Outra ex-jovem aprendiz efetivada pela Agrovale, a assistente administrativo na área de Benefícios, Gélida Cássia Alves de Melo (32 anos), afirma que o programa é tão importante para o crescimento profissional como pessoal do jovem em formação. “Cheguei na primeira turma como ajudante do setor médico, fui motivada a fazer um curso técnico e promovida à assistente I e depois à assistente II. Uma experiência muito enriquecedora que mudou minha vida em todos os sentidos e impulsiona a desenvolver plenamente as habilidades”, salientou Gélida Alves.

Parte da turma atual, que começou a fase prática do programa em novembro do ano passado, Lincoln Abraão (19 anos), chegou à empresa após concluir o módulo teórico do curso de aprendiz de Eletricista Industrial no Senai-BA. Com uma rotina de 4 horas diárias, de segunda a sexta, agendada até fevereiro de 2025, ele aprende exemplos práticos de manutenção em válvulas, em painéis de casa de bomba e fiação elétrica. “Estou me dedicando com afinco e muito boa vontade para conquistar uma vaga na empresa. O Programa Jovem Aprendiz é uma garantia para a gente aprender a trabalhar e conquistar o primeiro emprego”, frisou.

De acordo com o gerente de Recursos Humanos (RH), da Agrovale, Joaquim De‘Carli, o programa, além de qualificar para o primeiro emprego, tem importância relevante na inclusão social, pois proporciona formação, desenvolvimento pessoal, profissional e distribuição de renda. “Nossa empresa mantém programas abrangentes de capacitação, mentoria e atividades práticas, que possibilitam a formação de profissionais competentes e conscientes do seu papel no mercado de trabalho, contribuindo para uma sociedade mais inclusiva, produtiva e economicamente sustentável”, ressaltou.

O gerente lembrou ainda, que em 2019, a Agrovale recebeu, em Salvador – BA, duas importantes condecorações. O Prêmio Reconhecimento das Boas Práticas da Aprendizagem Profissional, concedido pelo Fórum Baiano de Aprendizagem Profissional – FOBAP e o Selo das Boas Práticas da Aprendizagem Profissional, conferido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar-BA.

Comungando com o mesmo clima de comemoração, a gestora de Recursos Humanos (RH) da empresa, Roberta Santos, aproveitou a ocasião para anunciar a continuidade do programa, que também tem formado jovens nos segmentos de Tecnologia da Informação, Logística e Setor de Benefícios. “Agora em 2024, começaremos mais três turmas nas áreas de Auxiliar de Obras, Cultivo de Cana e Mecânica Industrial, totalizando a capacitação de mais 75 novos jovens aprendizes, que serão igualmente remunerados mensalmente, com direito ainda a vale transporte, ajuda de custo e uma possibilidade de contratação por nossa empresa”, concluiu.

(Ascom)

AGE Petrolina tem novo endereço a partir dessa semana

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  1.  A partir dessa segunda-feira (4), a Agência Municipal do Empreendedor (AGE Petrolina) passará a atender aos mais de 30 mil microempreendedores individuais do município em novo endereço: Av. Fernando Menezes de Góes, n⁰ 1009, Centro, próximo ao Ibis Hotel.

    A Agência é responsável por auxiliar microempreendedores individuais na realização da Declaração Anual do MEI, abertura e formalização do MEI,  emissão e parcelamento do DAS, alteração de informações e cadastro,  processo de baixa do MEI (cancelamento do CNPJ), apresentação e cedência de linhas de crédito, como também presta consultorias e capacitações gratuitas aos clientes, além da promoção gratuita de eventos para divulgação dos produtos e serviços dos MEI’s.

    O funcionamento da AGE é de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h, e outras informações também podem ser acessadas pelo Alô AGE (WhatsApp) 87 98165-8270.

Fazer o básico bem-feito, o grande desafio do varejo

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Anderson Ozawa*

Muito se fala em como as empresas de varejo irão passar os próximos anos e quais serão seus desafios, especialmente após as mudanças do comportamento do consumo com a pandemia. Alguns especialistas falam sobre como comportar-se diante dos Millenials (consumidores nascidos entre 1981 a 1995) e a Geração Z (jovens que nasceram de 1995 a 2009), outros abordam o marketing digital e a multicanalidade, enfim, grandes temas com tratativas singulares e específicas.

Todos os temas são muito importantes e devem ser considerados. Mas, o verdadeiro desafio é fazer o básico bem-feito. Sabe operar e gerir seu negócio, deixar de lado o Complexo de Gabriela (“Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim”) e a vaidade, e olhar para dentro do seu negócio, pronto a estruturar uma gestão de rotinas que busca maior governança, melhor desempenho e maior lucratividade. Tudo isso, baseado em como a empresa executa suas rotinas e processos.

Por isso, sempre digo que “primeiro é preciso aprender a andar, para depois correr”. Mas é preciso querer e aprender a fazer isso. Grandes, médias e pequenas empresas, todas sofrem desse Complexo de Gabriela, pois têm ineficiências em suas operações que acarretam reduções de décimos de percentual em sua lucratividade.

Vão dizer por aí, “mas décimos de percentual na lucratividade”? Pode parecer pouco, mas em um segmento onde as margens são sempre apertadas, qualquer ganho, por menor que seja, pode fazer muita diferença. A questão que poucas empresas enxergam é, como também digo costumeiramente: “de grão em grão a galinha enche o papo”.

Reflita comigo. Sua empresa tem uma ineficiência no atendimento a clientes pela falta de uma rotina estabelecida para esse processo. Há ainda outra na gestão dos estoques, pela inexistência da rotina padrão. O abastecimento de produtos também falha algumas vezes, consequência da rotina inexistente. A soma de todas essas ineficiências (existem outras muito mais, basta observar nos detalhes) reduzem seu resultado silenciosamente e constantemente. Você quase não percebe (ou enxerga, mas faz vista grossa), mas é como se aos poucos estivesse rasgando dinheiro. Sim! Rasgando dinheiro!

As empresas de varejo “rasgam dinheiro” todos os dias. Como toda organização, sua empresa é um mecanismo, uma engrenagem que precisa funcionar de maneira sincronizada, no tempo certo, para ter o melhor desempenho e informar a hora certa.

Sua empresa é uma orquestra. Imagine, uma bela sinfonia de Mozart sendo executada por uma orquestra de cem integrantes, onde por exemplo, os violinistas estivessem tocando um compasso abaixo ou acima. Não seria mais uma bela sinfonia de Mozart. Você já reparou que, mesmo todos sabendo a música “de cabeça”, sem exceção, têm a partitura à sua frente?

Você quer que sua empresa cresça, tenha as melhores tecnologias, as melhores pessoas, esteja preparada para os desafios? Então comece pelo básico bem-feito. Leia mais, assista mais, invista mais em processos, pessoas e tecnologia.

Identifique onde quer chegar com a sua empresa, quais resultados quer atingir e construa uma estrutura de gestão e rotinas que faça tudo isso ser realidade. Tenha às partituras à mão – que nesse caso são seus manuais de rotinas, capacite seus “músicos” (colaboradores, no caso) constantemente, coloque à disposição as melhores tecnologias e ferramentas, tenha mentores e maestros (gestores) que conduzam essa equipe e façam governança das operações.

E por fim, olhe os indicadores. Fazer o básico bem-feito é o maior desafio das empresas de varejo nos próximos cinco anos. Aquelas que investirem nessa mudança, terão os melhores rendimentos no futuro.

*É diretor da AOzawa Consultoria, especialista em governança Operacional e Corporativa, palestrante, consultor, professor da FIA Business School e autor do livro “Pentágono de Perdas: Transformando Perdas em Lucros”

Mercado Tech em 2024: O que as empresas esperam dos profissionais?

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A demanda por profissionais de tecnologia no Brasil está em alta, mas o país enfrenta desafios na formação e capacitação desses talentos

As empresas de tecnologia estão cada vez mais em busca de talentos que não só possuam competências técnicas aprimoradas, mas que também apresentem um bom fit cultural com a organização. O recente Guia Salarial da recrutadora Robert Half destaca que, em 2024, haverá um mercado aquecido para profissionais de tecnologia, com uma demanda considerável por especialistas.

Podemos dizer que a Revolução 4.0 tem sido transformadora para a vida de milhões de pessoas. Mas, o Brasil precisa vencer grandes desafios para obter todos os benefícios trazidos pela transformação digital. Um destes desafios é muito urgente: a formação de profissionais digitais. São as pessoas que serão responsáveis por criar, desenvolver, programar e manter os serviços relacionados à tecnologia – desde um aplicativo para celulares até grandes sistemas de informação para governos ou grandes empresas.

De acordo com dados do IDC, em 2019, identificou-se um déficit de aproximadamente 161 mil profissionais digitais necessários para desempenhar funções cruciais de gestão, manutenção e suporte a redes digitais. Essa situação torna-se ainda mais complexa diante da projeção da criação de 420 mil novos postos de trabalho até o final de 2025, conforme indicado pela Brasscom em 2019.

O Brasil, seja por instituições públicas ou privadas, forma anualmente cerca de 46 mil pessoas na área. Melissa Gois, diretora de operações da Ahoy, comenta que para enfrentar a insuficiência de talentos qualificados, as empresas devem investir em programas de treinamento e desenvolvimento, além de estabelecer parcerias com instituições de ensino e oferecer oportunidades de aprendizado contínuo aos seus colaboradores. “Hoje, há muitos profissionais estudando, mas até todos se qualificarem e ganharem experiência levará um tempo, o que colabora com a escassez atual e futura da mão de obra”, diz.

À medida que o mercado de tecnologia se expande, as empresas buscam profissionais com habilidades técnicas e comportamentais específicas para atender às crescentes demandas. As habilidades mais procuradas incluem competências em áreas como:

  • Cibersegurança; 
  • Inteligência artificial; 
  • Aprendizado de máquina;
  • Análise de dados;
  • Computação em nuvem e blockchain. 

“Além disso, as empresas valorizam soft skills como comunicação eficaz, capacidade de resolução de problemas, trabalho em equipe e proatividade, além das habilidades técnicas essenciais como ERP, Cloud Computing e linguagens de programação como Python e Java. No grupo Belago esse cenário não é diferente, são habilidades importantes que nos ajudam a ter sucesso no dia a dia”, explica Melissa.

As organizações de tecnologia valorizam profissionais com excelente comunicação, capazes de explicar conceitos técnicos para públicos não especializados, e também aqueles que sabem trabalhar bem em equipe. A adaptabilidade, a proatividade e a liderança são outras características altamente procuradas, principalmente porque o ambiente tech está sempre se atualizando e requer profissionais que lideram pelo exemplo e inspiração.

Sobre a Ahoy 

A Ahoy é uma empresa de Tecnologia, especializada na alocação de profissionais de Tecnologia da Informação (TI). Nasceu do desejo, do Grupo Belago Techologies, em trazer para o mercado brasileiro a experiência multinacional do Grupo nas operações da Inglaterra e Estados Unidos. Saiba mais em: www.ahoy.com.br

Confira o calendário de feriados e pontos facultativos de 2024

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LISTA de Feriados em 2024 é DIVULGADA! Confira - Pensar Cursos

Este ano, o país passa a contar com mais um feriado nacional, recém-adicionado no calendário. Trata-se do Dia da Consciência Negra, comemorado no dia 20 de novembro. Com isso, o Brasil terá dez feriados nacionais.
Confira abaixo os feriados. Veja o destaque para este mês de março:
  • 6 de março (quarta-feira): Data Magna de Pernambuco *feriado estadual
  • 24 até o dia 30 março: Semana Santa
  • 29 de março (sexta-feira): Paixão de Cristo
  • 31 de março (domingo): Páscoa
  • 21 de abril (domingo): Tiradentes
  • 1º de maio (quarta-feira): Dia do Trabalho
  • 30 de maio (quinta-feira): Corpus Christi *ponto facultativo
  • 24 de junho (segunda-feira): São João
  • 16 de julho (terça-feira): Nossa Senhora do Carmo *feriado municipal do Recife
  • 7 de setembro (sábado): Independência do Brasil 
  • 12 de outubro (sábado): Nossa Senhora Aparecida
  • 28 de outubro (segunda): Dia do Servidor Público *ponto facultativo de acordo com o art. 236 da Lei nº 8.112/1990
  • 2 de novembro (sábado): Finados
  • 15 de novembro (sexta-feira): Proclamação da República
  • 20 de novembro (quarta-feira): Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra
  • 8 de dezembro (domingo): Nossa Senhora da Conceição *feriado municipal do Recife
  • 25 de dezembro (quarta-feira): Natal