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Governo do Estado abre licitação para obra de conservação da Estação Central – Museu do Trem, no Centro do Recife

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Obra contempla serviços de acessibilidade, recuperação da coberta, renovação dos pisos originais e instalação de climatização

O Governo do Estado anunciou mais uma obra para requalificação de seus equipamentos culturais. Através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), a gestão estadual publicou, nesta quinta-feira (29), no Diário Oficial, o edital de licitação para contratação de empresa de engenharia ou arquitetura para a execução de serviços de restauração, requalificação e conservação da Estação Central Capiba – Museu do Trem, localizada no Centro do Recife. As companhias que desejarem concorrer têm até às 10h de 11 de junho para entregarem suas propostas. O edital está disponível no site do PE Integrado.

“O nosso compromisso é salvaguardar nossos patrimônios para preservar a rica história de Pernambuco. Temos importantes obras no centro do Recife, a exemplo do Cinema São Luiz, o Liceu de Artes e Ofício, a Igreja Matriz de Santo Antônio, que também estão contemplados por obras de conservação. Agora, anunciamos a requalificação da Estação Central Capiba, fechada desde 2022 por ter suas obras paralisadas. Esta obra irá garantir a valorização dos nossos bens culturais que serão devolvidos à população”, destacou a governadora Raquel Lyra.

Elaborado pela equipe técnica da Fundarpe, o projeto contempla serviços de acessibilidade, complementação da recuperação da coberta, renovação dos pisos originais em madeira e assoalho, implementação do sistema de prevenção e combate a incêndio, além da instalação de climatização em todos os ambientes. A previsão das obras é de 10 meses e a expectativa é que o Museu do Trem seja reaberto ao público no segundo semestre de 2026.

“A requalificação do Museu do Trem é fundamental para preservar a história do patrimônio ferroviário do nosso Estado. Finalizar essa obra permitirá a reabertura desse importante equipamento, de forma mais segura e acessível para toda a população,” ressalta a diretora-presidente da Fundarpe, Renata Borba.

PRIMEIRA ETAPA – Em 2023, ao assumir o Governo de Pernambuco, a atual gestão, por meio da Fundarpe, recebeu a Estação Central Capiba – Museu do Trem com obras paralisadas. Foi necessário um grande esforço para retomada dos serviços e conclusão do contrato anteriormente firmado. Dessa forma, já foram executados serviços de pinturas externas nas fachadas, restauro das esquadrias em madeira, pintura dos gradis em ferro, além de restauro do piso e da estrutura de madeira de alguns ambientes, comprometidos por cupins.  Ainda em relação à fachada principal, foram realizados reparos no lanternim e recuperação do vitral.

MUSEU DO TREM – A Estação Central Capiba foi inaugurada no final de 2014. O local abriga o requalificado Museu do Trem, que é considerado o primeiro do Brasil e o segundo do gênero da América Latina. Tendo Gilberto Freyre como patrono, o Museu do Trem foi inaugurado em 25 de outubro de 1972.

Fotos: Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe

Pernambuco é reconhecido como zona livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal

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O Estado de Pernambuco foi reconhecido, nesta quinta-feira (29), como zona livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). A certificação foi recebida pelo secretário de Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Pesca (SDA), Cícero Moraes, durante a 92ª Sessão Geral da Assembleia Mundial dos Delegados Nacionais, da OMSA, que acontece em Paris. A mesma cerimônia certificou também o Brasil como território livre da doença que afeta o rebanho bovino.
 
“O nosso governo tem trabalhado incansavelmente para fazer de Pernambuco cada vez mais um ambiente de prosperidade, e não podia ser diferente com o agronegócio. Receber esse reconhecimento mostra que estamos no caminho certo fortalecendo a produção de carne, permitindo aos produtores ampliarem seus horizontes e entrarem em mercados externos mais exigentes em relação ao consumo de produtos de origem animal”, destacou a governadora Raquel Lyra. 
 
O reconhecimento internacional para Pernambuco e o Brasil fortalece o agronegócio regional e nacional, permitindo ao setor de carne a ampliação nas exportações e abertura do comércio para países mais exigentes com relação ao consumo de produtos de origem animal. As novas zonas livres da febre aftosa sem vacinação integrarão a lista com reconhecimento internacional no país, formada anteriormente por Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e parte do Amazonas e do Mato Grosso.
 
O secretário estadual Cícero Moraes, à frente da SDA, comemorou o status sanitário diferenciado para Pernambuco: “é resultado do esforço do Governo Estadual, dos profissionais da nossa Agência Agropecuária — a Adagro — e dos produtores rurais e coloca Pernambuco em um novo patamar, que fortalece a produção já existente e torna o Estado mais atrativo para quem quiser instalar seu rebanho nas nossas terras”. 
 
Pernambuco possui 242,4 mil produtores e um rebanho bovino com cerca de 2,5 milhões de animais, que movimenta o agronegócio do estado e da região. Desde 2023, foram nomeados 183 servidores para a Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro) pelo Governo do Estado, entre fiscais estaduais agropecuários e assistentes de defesa agropecuária aprovados em concurso público, fortalecendo a gestão agropecuária.
 
Samy Bianchini, superintendente de defesa e inspeção animal da Adagro, comentou a importância do aguardado reconhecimento da OMSA: “Os dois últimos anos foram cruciais para reconhecimento nacional de área livre de febre aftosa pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). O anúncio de zona livre de febre aftosa pela OMSA fortalecerá o trabalho do serviço veterinário oficial de Pernambuco, permitindo o trânsito e a comercialização de animais e seus produtos em escala nacional e Internacional. O título é de extrema importância para a defesa agropecuária de Pernambuco e consolida o trabalho dos servidores da Adagro”.
 
O caminho percorrido rumo ao reconhecimento internacional pelo Governo do Estado foi impulsionado por um robusto trabalho norteado pelo Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para Febre Aftosa (PNEFA), coordenado pela SDA e executado pela Adagro com metas e ações para o controle de propriedades e rebanhos de exploração pecuária suscetíveis à febre aftosa, entre eles bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos. Foram realizadas diversas ações de monitoramento, vigilância e fiscalização, além de capacitação do corpo técnico das equipes de defesa animal.
 
A delegação pernambucana foi composta também pela superintendente de planejamento estratégico e convênios da Adagro, Késia Alcântara, e pelo coordenador de convênios, Fernando Miranda.(Ascom)

Em Salgueiro, no Sertão Pernambucano, Governadora Raquel Lyra e o Presidente Lula autorizam obra que vai levar mais água da transposição para 8 milhões de nordestinos

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Ao lado do presidente Lula, a Governadora Raquel Lyra assinou nesta quarta-feira (28) a ordem de serviço para a duplicação da capacidade de bombeamento do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco, em Salgueiro, no Sertão Central. A assinatura ocorreu durante solenidade que contou com a presença de ministros de Estado, prefeitos, parlamentares e diversas outras autoridades, que também testemunharam o lançamento da Chamada Pública Nordeste. Mais cedo, a comitiva visitou a estação EBI3 da transposição, uma das unidades que vai passar pelas intervenções que possibilitarão a ampliação da sua capacidade de bombeamento.
 
“Nós, do Governo de Pernambuco, estamos buscando fazer a nossa parte para que aqueles que estão aqui e que muitas vezes não vamos conhecer pelo nome possam ter acesso ao fruto do nosso trabalho, porque isso é direito do povo pernambucano e direito do povo nordestino. Mas quando falamos de democracia, não dá para chegarmos aqui, 35 anos após a assinatura da nossa Constituição, dependendo de carro-pipa e de favor das pessoas. A verdadeira libertação vem pela água, vem pela comida, vem pela oportunidade de estudo e pela geração de emprego e renda”, declarou a governadora Raquel Lyra.
 
A ordem de serviço assinada pelo Presidente  Lula, no valor de R$ 491,3 milhões, visa a duplicação da capacidade de bombeamento de água em todo o Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) e engloba novas bombas para as estações intermunicipais EBI1, em Cabrobó; EBI2, em Terra Nova; e EBI3, em Salgueiro. A ação vai ampliar a capacidade de bombeamento de 24,75 m³/s para 49 m³/s. 
“Essa obra era um desejo do imperador D. Pedro II desde 1846. São 179 anos em que se pensa em fazer a transposição do Rio São Francisco. A transposição tinha como objetivo dar aquilo que Deus dá a todo mundo: um copo d’água para 12 milhões de pessoas que morriam de sede no interior do Brasil”, afirmou o Presidente Lula. 
 
A expectativa é que a população de 237 municípios dos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte seja beneficiada pela obra, que vai alcançar cerca de 8 milhões de pessoas.“Com a obra autorizada hoje, o Presidente Lula vai dobrar a quantidade de água que chega em Salgueiro e vai chegar lá em Fortale za. É água para o nosso povo beber. Nós precisávamos ter um filho do semiárido na presidência para tirar isso do papel”, cravou o Governador do Ceará, Elmano de Freitas.
 
Nesta quarta-feira (28), o presidente da República inaugurou, ainda, o Trecho I do Ramal do Apodi, no município de Cachoeira dos Índios, na Paraíba. Tanto a obra pernambucana quando a paraibana integram o Novo PAC, programa do governo federal que prioriza investimentos em regiões mais afetadas pela seca.
 
Liderado pelo Ministro Waldez Góes, um grupo do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional percorre desde o último sábado cidades de Pernambuco e do Ceará que receberam obras da transposição, circuito que a pasta tem chamado de Caminho das Águas. “Aqui em Salgueiro damos mais um passo para que a transposição do Rio São Francisco cumpra a sua missão integral, que é ser água para todos, o tempo todo e em todo o Nordeste. A duplicação do bombeamento é, na prática, o coração batendo mais forte, é o sistema respirando com mais força. É o Estado brasileiro dizendo que não vai permitir que o Nordeste viva sob o fio da incerteza, à mercê da estiagem”, afirmou.
 
“Só sabe a importância da obra que o presidente deu ordem de serviço hoje quem um dia já sofreu com falta d’água. Ela será de fundamental importância para a vida do nosso povo, serão 8 milhões de cidadãos nordestinos que passarão a ter segurança hídrica. Com essa segurança, a água chegará para todos e para todas, e o desenvolvimento econômico virá atrelado a isso”, declarou o Prefeito de Salgueiro, Fabinho Lisandro.
 
Na mesma solenidade, foi lançada a Chamada Pública Nordeste – no âmbito da Política Nova Indústria Brasil (NIB). A iniciativa tem um orçamento estimado de R$ 10 bilhões e tem o objetivo de fomentar projetos inovadores nas áreas de Energias Renováveis, Bioeconomia (com foco em fármacos), Descarbonização (com foco em Hidrogênio Verde), Data Centers Verdes e setor Automotivo (incluindo máquinas agrícolas).
 
A ação é uma parceria do governo federal com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste (BNB), Consórcio Nordeste e Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE). O presidente do BNB, Paulo Câmara, participou da assinatura.

Com foco em Sustentabilidade e Inovação, Trombini avança no segmento de Embalagens para hortifruti

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Empresa é a terceira maior produtora de papelão ondulado do País e uma das maiores recicladoras do mercado brasileiro

Trombini conclui uma das fábricas mais modernas da América Latina

Terceira maior fabricante de papelão ondulado do País, a Trombini tem ampliado seu espaço no segmento de embalagens para o segmento hortifrúti, que avança a taxas além do crescimento médio do PIB. Com sete plantas industriais distribuídas pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a empresa atua na produção de papelão ondulado, sacos multifoliados e papéis reciclados e kraftliner.

“A demanda por embalagens amigáveis ao meio ambiente tem crescido e nós nos destacamos por oferecer produtos sustentáveis para toda a cadeia produtiva”, afirma Mauricio Feldman, superintendente de Vendas da empresa.

O crescimento do mercado de papelão para o acondicionamento de frutas, verduras e legumes reflete as vantagens da matéria-prima: ela permite a apresentação dos produtos diretamente nas gôndolas, facilita o manuseio, valoriza o produto e colabora na alavancagem da venda do varejo de alimentos. Por ser uma compra baseada no visual, o setor de FLV (frutas, verduras e legumes) é um grande motivador da presença de clientes nos supermercados e tem papel estratégico no varejo. Não à toa, os alimentos frescos – categoria que contempla FLV além de outros itens – representam em média, 40% do faturamento desses estabelecimentos, de acordo com dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Hoje a capacidade de produção da Trombini inclui aproximadamente 60 milhões de metros quadrados por mês em chapas e caixas de papelão ondulado, 18 milhões de sacos multifoliados e produção de papel de aproximadamente 1 mil toneladas por dia. Para isso, a empresa recicla por mês cerca de 30 mil toneladas de aparas de papel e papelão, o que faz dela um dos maiores recicladores do mercado.

Além da sustentabilidade, a inovação tem sido fundamental para o avanço da empresa. “Investimos em novas máquinas e tecnologias para obter mais produtividade, reduzir custos operacionais e ampliar nossa competitividade, além de ofertar novas soluções para os nossos clientes”, afirma Feldman.(Ascom)

Fabricante de embalagens de papelão investirá R$ 90 milhões em suas  fábricas - 16/09/2018 - Mercado Aberto - Folha

Com recursos estaduais, governadora Raquel Lyra assina ordem de serviço para novo sistema de abastecimento de água em Brejão e Terezinha, no Agreste

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Obra será realizada através de um convênio com a Prefeitura de Brejão e vai beneficiar mais de 10 mil moradores dos dois municípios envolvidos

A governadora Raquel Lyra autorizou, nesta sexta-feira (27), o início das obras do novo sistema adutor que vai garantir água tratada para os municípios de Brejão e Terezinha, no Agreste Meridional. O convênio foi firmado entre o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Recursos Hídricos e Saneamento, e a Prefeitura de Brejão. A ação integra o programa estadual Águas de Pernambuco e receberá investimento estaduais na ordem de R$ 14,1 milhões.
 
“As cidades de Brejão e Terezinha vivem há décadas esperando por água de qualidade nas torneiras. Agora a Barragem do Cajueiro vai poder servir também a esses dois municípios. Vamos melhorar a qualidade de vida da população, na condição de higiene, para lavar roupas, produzir. Nós queremos ver as cidades crescendo”, ressaltou a governadora Raquel Lyra, acrescentando que a Prefeitura de Brejão licitou a obra.
 
A previsão é de que os trabalhos sejam concluídos em até 6 meses, beneficiando diretamente mais de 10 mil moradores dos dois municípios. “Tínhamos aqui um abastecimento muito precário e agora temos uma barragem próxima, de Cajueiro, com capacidade de abastecer a população. A partir da barragem será feita a captação, a Adutora, o tratamento da água, e essa água vai chegar com mais vazão às duas cidades”, explicou o secretário de Recursos Hídricos e Saneamento, Almir Cirilo.
 
O prefeito de Brejão, Saulo Maruim, destacou a prioridade do investimento. “É uma importância muito grande para o povo, que vai ter dignidade com uma água que possa cozinhar, lavar com qualidade”, disse. Já o prefeito de Terezinha, Arnóbio Gomes, registrou a mudança que vai chegar. “Sei da dificuldade que o povo de Terezinha tem com água, mas essa realidade vai mudar. Nossa terra vai ter água de qualidade nas torneiras”, afirmou.
     
O novo sistema vai ampliar a vazão atual de 7,41 para 22,07 litros por segundo, triplicando a oferta de água tratada. As obras incluem captação, estações elevatórias, unidade de tratamento, reservatório e rede de distribuição.
 
O deputado estadual Dannilo Godoy destacou que a obra “tira do papel um sonho do povo de Brejão e Terezinha”. Para a deputada Débora Almeida, “o Governo de Pernambuco só anuncia quando está tudo certo, fazendo com que as obras comecem de verdade.”
 
Moradora de Terezinha, a beneficiária Jéssica Maria comemorou a notícia. “A gente sempre sofreu com a falta de água. Agora, saber que vai chegar nas torneiras muda tudo. Dá até esperança”, contou.
 
Estiveram presentes o secretário estadual da Casa Civil, Túlio Vilaça; o deputado estadual Claudiano Filho; e os prefeitos Edézio Ferreira (Bom Conselho), Nivaldo Tirri (Caetés), Edson Lopes (Lagoa do Ouro), Wilson Lima (São João), Henrique Gois (Paranatama), Júnior de Rivaldo (Saloá) e Nêgo do Mercado (Capoeiras).
 
Fotos: Miva Filho/Secom

É hoje! Em Salgueiro (PE), Presidente Lula participa do´Caminho das Águas´, iniciativa do MIDR pelo Projeto de Integração do Rio São Francisco

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Durante o evento, será assinada a ordem de serviço para a duplicação da estação de bombeamento EBI-3, no Ramal do Salgado

O Brasil voltou! Por Luiz Inácio Lula da Silva – PT Piauí

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, participa nesta quarta-feira, 28 de maio, da cerimônia de assinatura da ordem de serviço para a duplicação da estação de bombeamento EBI-3, no Ramal do Salgado. A solenidade será às 11h, no município de Salgueiro, em Pernambuco. Antes do evento, o presidente fará uma visita à estação EBI-3.

Com a intervenção, a capacidade de bombeamento da estação passará de 24,75 m³/s para 49 m³/s, beneficiando 237 municípios e cerca de 8,1 milhões de pessoas. A agenda faz parte do Caminho das Águas, iniciativa do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR) que, desde o dia 25, percorre a trilha da Transposição do Rio São Francisco pelo sertão nordestino, passando pelos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará.
CREDENCIAMENTO – Os profissionais de veículos de imprensa interessados em acompanhar o evento deverão solicitar o credenciamento no sistema da Presidência da República. Em caso de aprovação, deverão retirar as credenciais no local do evento, das 8h30 às 9h30.

Atenção: haverá deslocamento dos profissionais de imagem, por isso, recomenda-se às equipes que cheguem ao local no máximo às 9h30.
SERVIÇO

Cerimônia para assinatura da Ordem de Serviço para a duplicação da capacidade de bombeamento de água do Eixo Norte do PISF
Data: quarta-feira, 28 de maio
Horário: 11h
Local: R. Ten. Osvaldo Varejão 66, Salgueiro (PE)
Credenciamento de Imprensa

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Cansaço é o principal obstáculo para mais criatividade nas empresas, diz estudo

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Outros obstáculos comuns, segundo os entrevistados recentemente pela

Afinal, o que te faz ser menos criativo no ambiente de trabalho atualmente? Nas últimas semanas, uma pesquisa inédita questionou profissionais de todo o Brasil e descobriu a resposta: para a maioria dos entrevistados, a sensação constante de esgotamento e cansaço mental — à frente de impeditivos também comuns como as distrações digitais, pressão por resultados e falta de autonomia nas empresas.

A constatação é da Conquer Business School, escola de negócios que pediu que brasileiros de todas as regiões compartilhassem detalhes de suas vidas criativas, entre os fatores que mais os estimulam profissionalmente, os obstáculos mais comuns para se exercer a própria criatividade e os impactos da habilidade em questão na própria autoestima.

De acordo com a maior parte dos respondentes, se obstáculos como a ausência de recursos e o excesso de demandas só tendem a enfraquecer o próprio fazer criativo, o uso de uma certa ferramenta, por outro lado, tem ajudado a driblar a improdutividade, os estimulando criativamente no dia a dia: a Inteligência Artificial, cuja chegada trouxe uma série de novas ideias e referências… além de mais tempo para pensar “fora da caixa”. 

Principais descobertas: 

  • 74% dos profissionais ouvidos se sentem criativos no trabalho atualmente;
  • 83% deles também reconhecem impactos positivos da IA na própria criatividade;
  • Autonomia (69%) e colaboração (58%) são o que mais os estimula a serem criativos profissionalmente;
  • Maiores impeditivos para um trabalho mais criativo, hoje, são o cansaço mental e esgotamento (45%)

Cansaço mental, o vilão número um da criatividade 

De forma geral, algo que as experiências das pessoas entrevistadas pela Conquer apenas confirmam é o quão positivamente a criatividade tende a se refletir na motivação profissional — com impactos na percepção que uma pessoa tem de si mesma, seus projetos de trabalho e a companhia da qual faz parte.

Isso porque, enquanto estudos como o Relatório State of Creative já identificavam que a exploração do potencial criativo eleva em 78% a produtividade nas empresas, o levantamento da escola de negócios descobriu, na verdade, como os entrevistados se sentem quando conseguem usar a criatividade profissionalmente. Para a maioria deles, aliás, os efeitos são sempre animadores, variando entre se perceber mais motivado e engajado (59%), produtivo (49%) e orgulhoso com suas atividades (34%).

Mesmo que, hoje, 74% dos respondentes reconheçam exercer tal competência no meio de trabalho frequentemente, obstáculos para uma jornada mais criativa nas empresas parecem não faltar. Quando indagados, por exemplo, certas distrações digitais, como Instagram e WhatsApp (29%), a ausência de ferramentas (23%) e a cultura organizacional rígida (17%) apareceram entre os impeditivos mais comuns, ao lado do pior dos problemas: a sensação constante de cansaço mental ou esgotamento (45%).

Em um contexto no qual as Inteligências Artificiais generativas vêm sendo cada vez mais exploradas nas empresas, por outro lado, para a maioria dos brasileiros, seu uso também tem se convertido em mais espaço para criar: enquanto 42% deles compartilharam se sentir estimulados com tantas ideias e referências, para 41%, o ganho tem sido a automatização de tarefas simples, que permitiria mais tempo livre para criar.

Por um trabalho — e vida — mais criativos 

Ora, se o que não faltam nos escritórios de Norte a Sul são fatores que impedem uma rotina mais criativa, por outro lado, o que mais a incentivaria no meio corporativo segundo os brasileiros? Enquanto uma empresa voltada ao aperfeiçoamento profissional das pessoas, essa foi uma das dúvidas compartilhadas pela Conquer com os entrevistados — que elegeram os aspectos que estimulam suas criatividades no trabalho hoje.

Entre o acesso a diferentes ferramentas, mais tempo livre para criar e metas desafiadoras, o que mais tende a colaborar com o fazer criativo é a autonomia para testar novas ideiascitada por 69% dos respondentes.

Não apenas ela, aliás: comprovando a importância do investimento em pessoas, bem como o papel do trabalho em equipe, a colaboração e troca de ideias com colegas (58%) e o acesso a tecnologias e ferramentas adequadas (55%) também apareceram nas respostas dos entrevistados, ao lado de mais tempo livre para pensar (48%).

“Solucionar os problemas com facilidade, se adaptar às mudanças e apresentar altos índices de produtividade são apenas alguns dos pontos altos de um time criativo — e que consegue exercer essa competência de forma plena diariamente”, destaca Juliana Alencar, Diretora de Marketing da Conquer. “Ao investirem na criatividade de seus profissionais, empresas e líderes não apenas demonstram atenção ao bem-estar e senso de propósito dos colaboradores, mas apostam em um ambiente corporativo mais inovador, com efeitos otimistas a curto e longo prazo.”

Metodologia 

Para entender a relação dos profissionais brasileiros com a criatividade, nas últimas semanas, foram entrevistados 500 adultos (maiores de 18 anos) residentes em todas as regiões e conectados à internet. O índice de confiabilidade foi de 95%, e a margem de erro foi de 3,3 pontos percentuais.

Ao todo, os respondentes tiveram acesso ao total de 5 questões, que exploraram o que mais os estimulam criativamente, certos obstáculos e os impactos da IA na própria criatividade. A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais você confere o percentual de cada alternativa apontada pelos entrevistados.

Mais de R$ 9 bilhões ainda estão esquecidos nos bancos

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Mais de R$ 9 bilhões ainda estão esquecidos nos bancos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Cerca de R$ 9,13 bilhões ainda estão esquecidos em instituições financeiras, segundo dados do SVR (Sistema de Valores a Receber), atualizado nesta semana pelo Banco Central.

Do montante disponível para resgate, R$ 6,9 bilhões pertencem a pessoas físicas e R$ 2,1 bilhões a pessoas jurídicas. No total, cerca de 42 milhões de pessoas físicas e 4,3 milhões de empresas ainda têm valores a receber.

Desde o início do programa, cerca de R$ 10 bilhões já foram devolvidos aos beneficiários, enquanto o volume total de recursos esquecidos, incluindo valores já resgatados e ainda disponíveis, chega a R$ 19,2 bilhões.

A maior parte dos beneficiários (62,19%) têm até R$ 10 para receber. Outros 25,94% possuem entre R$ 10,01 e R$ 100, enquanto 10,05% têm entre R$ 100,01 e R$ 1.000. Apenas 1,82% tem valores acima de R$ 1.000,01.

Esses recursos podem ter sido esquecidos em de contas-corrente ou poupanças encerradas com saldo, tarifas cobradas indevidamente, consórcios não resgatados, cotas de cooperativas de crédito, entre outros motivos.

O resgate pode ser feito a qualquer momento, sem prazo final, diretamente pelo site oficial do Banco Central, mediante autenticação e apresentação de uma chave Pix para recebimento.

COMO CONSULTAR OS VALORES ESQUECIDOS?

Vá ao site do BC no seguinte link: https://www.bcb.gov.br/meubc/valores-a-receber.

– Clique em “Consulte valores a receber” ou “Acesse o Sistema de Valores a Receber”;
– Preencha os campos com o seu CPF ou CNPJ; data de nascimento ou abertura da empresa; transcreva os caracteres e clique em “Consultar”;
– Caso haja valores a receber, clique em “Acessar o SVR”;
– Faça login com a sua conta gov.br, é preciso ser nível prata ou ouro para acessar;
– Acesse “Meus Valores a Receber”;
– Leia e aceite o Termo de Ciência;

Ao solicitar o valor, o sistema vai informar orientações de transferência.

QUEM PODE TER DINHEIRO ESQUECIDO?

Qualquer pessoa física ou jurídica que teve relacionamento com bancos ou financeiras em algum momento poderá ter direito aos valores a receber.

O dinheiro a ser devolvido pelas instituições é referente a:

– Contas corrente ou poupança encerradas com saldo disponível
– Cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito
– Recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados
– Tarifas cobradas indevidamente
– Parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas
– Contas de pagamento pré ou pós-paga encerradas com saldo disponível
– Contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas com saldo disponível
– Outros recursos disponíveis nas instituições para devolução

COMO CONSULTAR VALORES DE PESSOAS FALECIDAS?

É necessário que um herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal faça a consulta e preencha um termo de responsabilidade. Após esse processo, é preciso entrar em contato com as instituições que possuem os valores e verificar como prosseguir.

Depois disso, os passos para a a consulta são os mesmos. Mas é necessário entrar com a conta gov.br do herdeiro ou sucessor e fornecer o número do CPF e a data de nascimento da pessoa que faleceu.

CNPJ INATIVO PODE CONSULTAR VALORES ESQUECIDOS?

O representante legal da empresa fechada pode entrar no sistema com a conta pessoal gov.br, que também deve apresentar nível de segurança prata ou ouro, e assinar um termo de responsabilidade para consultar os valores.

No SVR, será informado em qual instituição estão os valores da empresa com o CNPJ inativo, os dados de contato, a faixa e a origem do valor. Não é possível solicitar o dinheiro de forma direta pelo sistema do BC.

Após encontrar a instituição, o representante legal deve combinar a forma de apresentar a documentação necessária para comprovar sua identidade.

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Samir Xaud é eleito oficialmente novo presidente da CBF

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Foram 103 votos de um total de 141 possíveis, não havendo unanimidade como na eleição anteriorSamir Xaud é eleito oficialmente novo presidente da CBF

Samir Xaud é o novo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) com mandato até 2029. A Assembleia Eleitoral confirmou, neste domingo, 25, o que já se esperava desde o dia 18, quando o roraimense inscreveu sua chapa com apoio de 25 federações, inviabilizando que um adversário tivesse o mínimo de oito assinaturas das entidades estaduais.

Foram 103 votos de um total de 141 possíveis, não havendo unanimidade como na eleição anterior.

Ele sucede Ednaldo Rodrigues, afastado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) por suspeita de fraude na assinatura de Antônio Carlos Nunes de Lima, o coronel Nunes, no acordo que havia encerrado a disputa no Supremo e mantido Ednaldo Rodrigues no comando da CBF.

Além das federações, a candidatura de Xaud teve apoio de dez clubes: Botafogo, Grêmio, Palmeiras e Vasco (Série A) e Amazonas, CRB, Criciúma, Paysandu, Vasco e Volta Redonda (Série B).

As outras 30 agremiações apoiavam Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF). Elas se uniram em um manifesto que fez exigências à CBF e tentaram articular uma abstenção no pleito.

Junto de Xaud, assumem os vice-presidentes Flávio Zveiter, ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD); Michelle Ramalho, presidente da Federação Paraibana de Futebol; José Vanildo, presidente da Federação do Rio Grande do Norte; Ricardo Paul, presidente da Federação do Pará; Ednailson Rozenha, presidente da Federação do Amazonas; Rubens Angelloti, presidente da Federação de Santa Catarina; Fernando Sarney, ex-vice e presidente e atual interino; e Gustavo Dias Henrique, presidente da Federação do Distrito Federal.

Da chapa de Samir, Gustavo Dias Henrique, Ednailson Rozenha e Rubens Angelotti foram eleitos em abril, junto de Ednaldo, para o mandato que começaria em 2026 e iria até 2030. Agora, eles serão vices no quadriênio 2025-2029.

A novidade da chapa de Samir Xaud é a presença de Flávio Zveiter. Ele foi pré-candidato à presidência da CBF em 2024, no primeiro afastamento de Ednaldo Rodrigues, e atuou nos bastidores pela aceitação do nome de Xaud como candidato. Zveiter deve atuar como CEO da CBF.

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Tâmara : a força do acolhimento que transforma o cuidado em missão no TFD

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Tâmara em entrevista recente ao repórter Peixinho no programa ´Perspectiva´

Quase todos no interior de Pernambuco, em especial no sertão, já ouviu falar no trabalho dessa mulher destemida e muito acolhedora.   Mas,  é  no Recife que ela vem se dedicando a um trabalho humanizado de cuidar e acolher os doentes de outras cidades  que chegam para tratamento de saúde na capital.

Tâmara Novaes Ferraz se tornou símbolo de um modelo de cuidado enraizado na empatia, na escuta ativa e na solidariedade.  Em sua atuação nas casas de apoio para pacientes em Tratamento Fora de Domicílio (TFD), ela tem construído uma verdadeira rede de acolhimento que ultrapassa os limites da estrutura física. Sua trajetória é marcada por um compromisso pessoal que nasceu da dor e se transformou em missão. Com um olhar cuidadoso e muito acolhimento, ela vai cuidando de vidas e ajudando a escrever histórias.

A partir da própria experiência de vida, Tâmara compreendeu que conforto e dignidade são partes essenciais da recuperação. Ao visitar as casas de apoio no Recife, onde pacientes do sertão enfrentam longos e dolorosos tratamentos, ela identificou o que não estava escrito nos relatórios: a necessidade de ambientes que acolham como um lar — com ar limpo, cozinha acessível, espaços para crianças e segurança. Mais do que uma hospedagem, o que se oferece ali é afeto, escuta e presença.

Durante entrevistas e participações em eventos como o Congresso da Amupe e a Caravana Federativa, Tâmara destacou o papel essencial das casas de apoio como pontes entre o serviço público e o bem-estar real do paciente. “Cada paciente é uma prioridade para si”, afirma. Essa visão norteia sua atuação e reflete-se em serviços humanizados que respeitam a singularidade de cada pessoa, especialmente em momentos de vulnerabilidade.

Sua articulação também alcança os gestores municipais, com quem compartilha a importância da desburocratização do cuidado e do fortalecimento de parcerias para garantir serviços como alimentação, segurança e apoio emocional. “A estrutura é importante, mas o que cura é o olhar, o toque, o respeito”, reforça. Por isso, ao lado das prefeituras, ela defende que a gestão das casas de apoio vá além do técnico — seja feita com alma e compromisso.

Tâmara é, como descrevem seus colegas e conhecidos, uma “tecelã de redes de solidariedade”. Ela transforma a experiência pessoal em política pública e faz do Tratamento Fora de Domicílio não apenas parte do sistema de saúde, mas sim, de um sistema de humanidade. Ao comemorar a cura dos pacientes que passaram pelas casas de apoio, ela celebra também a vitória de uma gestão que acolhe com o coração.(Ascom)

“Foi a juventude que me trouxe até aqui “, diz Gilberto Gil

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Gilberto Gil faz turnê de despedida - (crédito: Reprodução / Instagram )Uma dessas surpresas aconteceu em São Paulo, com Preta Gil cantando com você, o que emocionou o Brasil. Por favor, fale um pouco dessa alegria de ver Preta ao seu lado num momento tão representativo…

Preta é uma menina muito extrovertida, muito aberta, alegre, cheia de energia… E escolheu, logo muito cedo,  bem menina ainda, escolheu, por força do ambiente em que vivia, com uma carga de presença musical muito grande… Da tia, dos tios, dos parentes, da madrinha e da casa cheia de música o tempo todo… Ela escolheu a carreira de cantora. Firmou-se. Criou um gosto grande pela diversidade, pelo ecletismo, pela coisa de juntar vários modos de expressão, de canto, de gêneros musicais, e tudo mais. Ela é essa personalidade, muito expressiva. E tem demonstrado nesse momento da doença (Preta está em tratamento nos Estados Unidos contra um câncer), uma grandeza de alma, de modo de compreender a existência, que é exemplar. E tem recebido uma resposta muito grande. É imenso o carinho, o acolhimento que ela vem recebendo no Brasil inteiro, vindo de todas as gerações. São manifestações muito eloquentes o tempo todo na torcida por ela. Isso também vai para a conta dela (risos). 

Como ficará sua carreira depois de as luzes do palco se apagarem? O que Gil vai fazer? Vai curtir o sítio no interior do Rio? Escrever canções todo o dia de manhã, como se fossem preces… Continuará lançando discos?

Acho que essa coisa do cultivo doméstico da música, com meu violão, com a escuta das gravações, dos discos… Tudo isso vai continuar. É um hábito. Uma coisa entranhada no meu modo de ser. Vou continuar muito ligado à música, mesmo em casa. E isso vai ensejar para que eu continue promovendo encontros com o público, em escalas menores, como novos discos também. Na medida em que eu continue gostando de compor, coletar canções com as quais eu me dou cotidianamente, vou continuar sendo o que sou, o que tenho sido.

Olhando para trás, qual “Gil”, deste múltiplo artista musical que você é, mais te representou, aquele dos festivais, o da Tropicália, dos Doces Bárbaros, do Kaya N’Gan Daya, entre tantos? 

Eu gosto de todos eles (risos). Essa variedade de gostos e abordagens. O fato de eu gostar de muitos gêneros musicais, de gostar da mistura deles, de eu ter uma atenção intensa para com artistas do mundo todo… O apreço especial que tenho pela música negra de todos os lugares, das Américas, da África… Tudo isso é um mosaico da minha personalidade artística. 

Por falar em Kaya N’Gan Daya, o seu parceiro na produção do disco foi Tom Capone, uma cria brasiliense. Como foi que vocês se conheceram?

Foi muito interessante. Ele foi um dos produtores mais atentos à qualidade do reggae, tanto na sua versão originária da Jamaica, como pelo seu espalhamento ao redor do mundo. O reggae se tornou um gênero mundial e importante. Naquele momento, para realizar o Kaya N’Gan Daya, ele veio com essa carga toda de significado, de experiência, de adesão a esse gênero e fez um trabalho interessantíssimo. Nós fomos para a Jamaica, passamos lá um bom tempo. Gravamos com figuras extraordinárias do mundo do reggae. No Rio também, trabalhamos no estúdio interessante que ele tinha montado. O disco repercutiu muito no mundo inteiro. Foi uma homenagem que teve muito cabimento, com uma receptividade festejada até hoje. Em todos os lugares que vou, no Japão, na Europa, por exemplo, o disco é muito festejado e tem, evidentemente, tudo a ver com o Tom Capone. Ele foi um dos realizadores desse disco, junto comigo.

A música popular brasileira, que você representa, está acabando hoje em dia? A nova música brasileira é filha da MPB ou ela surgiu de outro caminho? A MPB continua forte neste caldeirão musical do país?

Agora mesmo estava almoçando num restaurante (no Rio) e na trilha sonora da música ambiental que tocava ali tinha Rita Lee, Caetano Veloso, os artistas da minha geração, mas tinha também o pessoal de agora, como Anitta, tinha a, b, c… Então, a música comercial, que foi difundida primeiramente por meio dos discos e do rádio, depois da televisão e agora pelos meios eletrônicos mais modernos, redes sociais e tudo mais… Tudo agora é um híbrido mesmo, uma mistura muito grande de tudo. Acho que o rótulo de MPB resiste, se sustenta, porque tudo isso é música popular brasileira.

O que é a velhice para você? Esse “tempo rei”?

Primeiro, de muita gratidão, pelo fato de a vida ter me trazido até aqui. Vou fazer 83 anos de idade, e isso já não é uma idade-limite — nós temos estendido essa longevidade (risos) — mas é uma idade considerável e tem as implicações naturais do modo de como as energias são processadas. A velhice tem seu capricho, seu modo de ser. Acho que o tempo rei, significa, pessoalmente, uma adoção natural da condição do homem velho, do ancião, e do jovem que permanece nele, de tudo isso que me trouxe até aqui (risos). Foi a juventude que me trouxe até aqui. Tenho gratidão.

Em entrevista exclusiva ao Correio, Gilberto Gil fala sobre a última grande turnê Tempo Rei, do show que fará em Brasília, em 7 de junho, e sobre a velhice. “Ela tem seu capricho, seu modo de ser. Acho que o tempo rei significa uma adoção natural da condição do homem velho”

Tem alguma surpresa para Brasília, nesse show?
Talvez… Acho que sim… Talvez tenha (risos). Temos tido, em vários lugares que apresentamos, uma surpresa. Possivelmente, em Brasília também.

Uma dessas surpresas aconteceu em São Paulo, com Preta Gil cantando com você, o que emocionou o Brasil. Por favor, fale um pouco dessa alegria de ver Preta ao seu lado num momento tão representativo…

Preta é uma menina muito extrovertida, muito aberta, alegre, cheia de energia… E escolheu, logo muito cedo, bem menina ainda, escolheu, por força do ambiente em que vivia, com uma carga de presença musical muito grande… Da tia, dos tios, dos parentes, da madrinha e da casa cheia de música o tempo todo… Ela escolheu a carreira de cantora. Firmou-se. Criou um gosto grande pela diversidade, pelo ecletismo, pela coisa de juntar vários modos de expressão, de canto, de gêneros musicais, e tudo mais. Ela é essa personalidade, muito expressiva. E tem demonstrado nesse momento da doença (Preta está em tratamento nos Estados Unidos contra um câncer), uma grandeza de alma, de modo de compreender a existência, que é exemplar. E tem recebido uma resposta muito grande. É imenso o carinho, o acolhimento que ela vem recebendo no Brasil inteiro, vindo de todas as gerações. São manifestações muito eloquentes o tempo todo na torcida por ela. Isso também vai para a conta dela (risos).

Como ficará sua carreira depois de as luzes do palco se apagarem? O que Gil vai fazer? Vai curtir o sítio no interior do Rio? Escrever canções todo o dia de manhã, como se fossem preces… Continuará lançando discos?

Acho que essa coisa do cultivo doméstico da música, com meu violão, com a escuta das gravações, dos discos… Tudo isso vai continuar. É um hábito. Uma coisa entranhada no meu modo de ser. Vou continuar muito ligado à música, mesmo em casa. E isso vai ensejar para que eu continue promovendo encontros com o público, em escalas menores, como novos discos também. Na medida em que eu continue gostando de compor, coletar canções com as quais eu me dou cotidianamente, vou continuar sendo o que sou, o que tenho sido.

Olhando para trás, qual “Gil”, deste múltiplo artista musical que você é, mais te representou, aquele dos festivais, o da Tropicália, dos Doces Bárbaros, do Kaya N’Gan Daya, entre tantos?

Eu gosto de todos eles (risos). Essa variedade de gostos e abordagens. O fato de eu gostar de muitos gêneros musicais, de gostar da mistura deles, de eu ter uma atenção intensa para com artistas do mundo todo… O apreço especial que tenho pela música negra de todos os lugares, das Américas, da África… Tudo isso é um mosaico da minha personalidade artística.

Por falar em Kaya N’Gan Daya, o seu parceiro na produção do disco foi Tom Capone, uma cria brasiliense. Como foi que vocês se conheceram?

Foi muito interessante. Ele foi um dos produtores mais atentos à qualidade do reggae, tanto na sua versão originária da Jamaica, como pelo seu espalhamento ao redor do mundo. O reggae se tornou um gênero mundial e importante. Naquele momento, para realizar o Kaya N’Gan Daya, ele veio com essa carga toda de significado, de experiência, de adesão a esse gênero e fez um trabalho interessantíssimo. Nós fomos para a Jamaica, passamos lá um bom tempo. Gravamos com figuras extraordinárias do mundo do reggae. No Rio também, trabalhamos no estúdio interessante que ele tinha montado. O disco repercutiu muito no mundo inteiro. Foi uma homenagem que teve muito cabimento, com uma receptividade festejada até hoje. Em todos os lugares que vou, no Japão, na Europa, por exemplo, o disco é muito festejado e tem, evidentemente, tudo a ver com o Tom Capone. Ele foi um dos realizadores desse disco, junto comigo.

A música popular brasileira, que você representa, está acabando hoje em dia? A nova música brasileira é filha da MPB ou ela surgiu de outro caminho? A MPB continua forte neste caldeirão musical do país?

Agora mesmo estava almoçando num restaurante (no Rio) e na trilha sonora da música ambiental que tocava ali tinha Rita Lee, Caetano Veloso, os artistas da minha geração, mas tinha também o pessoal de agora, como Anitta, tinha a, b, c… Então, a música comercial, que foi difundida primeiramente por meio dos discos e do rádio, depois da televisão e agora pelos meios eletrônicos mais modernos, redes sociais e tudo mais… Tudo agora é um híbrido mesmo, uma mistura muito grande de tudo. Acho que o rótulo de MPB resiste, se sustenta, porque tudo isso é música popular brasileira.

O que é a velhice para você? Esse “tempo rei”?

Primeiro, de muita gratidão, pelo fato de a vida ter me trazido até aqui. Vou fazer 83 anos de idade, e isso já não é uma idade-limite — nós temos estendido essa longevidade (risos) — mas é uma idade considerável e tem as implicações naturais do modo de copessoalmente, uma adoção natural da condição do homem velho, do ancião, e do jovem que permanece nele, de tudo isso que me trouxe até aqui (risos). Foi a juventude que me trouxe até aqui. Tenho gratidão.mo as energias são processadas. A velhice tem seu capricho, seu modo de ser. Acho que o tempo rei, significa,

Raul Henry vence eleição para presidência do MDB

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Pleito teve teve 65 votos para Raul Henry e 49 para Jarbas Filho

Raul Henry

O secretário de Relações Institucionais da Prefeitura do Recife, Raul Henry, foi reeleito para mais um mandato à frente do MDB de Pernambuco.

O observador externo enviado pela executiva nacional, deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), anunciou o resultado da eleição, que teve 65 votos para Raul Henry e 49 para Jarbas Filho.

Raul Henry comemorou a eleição e fez um pronunciamento em que agradeceu aos apoiadores e reafirmou o alinhamento com o prefeito do Recife, João Campos (PSB) em uma eventual disputa pelo Governo de Pernambuco em 2026.
“O que estava sendo definido nesta convenção era a nossa linha política em Pernambuco. Temos uma aliança histórica com o PSB. Vamos apoiar o prefeito João Campos em 2026”, afirmou Raul logo após o resultado. (Folha de Pernambuco)