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Primeira vacina contra câncer de mama já está sendo testada em humanos

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A vacina foi desenvolvida pelo Lerner Research Institute da Clínica Cleveland, nos Estados Unidos

Vacina contra câncer de mama pode estar disponível em 8 anos - Notícias -  R7 Saúde

Um grupo de cientistas do Lerner Research Institute da Clínica Cleveland, nos Estados Unidos, desenvolveu uma potencial vacina contra o câncer de mama. O primeiro ensaio clínico com pessoas já está decorrendo, avança um artigo divulgado no ClinicalTrials.gov.

A vacina visa prevenir o desenvolvimento do câncer de mama triplo negativo, uma vez que, atualmente, a única opção para as pessoas em risco de desenvolver a doença é a mastectomia, isto é, a remoção cirúrgica da mama.

Nesta fase, irão participar 24 voluntários com elevado risco de desenvolver câncer de mama triplo negativo. Serão administradas doses de a-lactalbumina e zymosan.

LIFESTYLE CANCER DE MAMA

A importância de investir para o futuro

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Construir um patrimônio financeiro permite planejar-se para situações inesperadas, realizar sonhos e criar uma aposentadoria com segurança. Saiba como começar.

Foto A importância de investir para o futuro

Separar uma parte do dinheiro para investir é uma forma de começar a se organizar financeiramente para o futuro. E essa organização pode fazer toda a diferença na vida de uma pessoa ou de uma família, segundo informações veiculadas pelas instituições da área financeira.

Independente do valor inicial de uma aplicação, começar a investir significa dar o primeiro
passo para construir um patrimônio. Diferente de poupar, que consiste em guardar o dinheiro para utilizá-lo futuramente, investir é fazer esse recurso guardado render.

Com a consolidação e o aumento do patrimônio, é possível criar uma reserva de emergência para ser utilizada em situações inesperadas, realizar sonhos materiais e, também, planejar uma aposentadoria que propicie tranquilidade e segurança financeira. No entanto, dúvidas podem surgir. O mercado financeiro apresenta diversas possibilidades: há investimentos em renda fixa, renda variável, atrelados a diferentes índices econômicos, de curto prazo – como o day trade, em que uma operação pode ser aberta e fechada em poucos minutos –, ou longo prazo, em que o resgate pode demorar anos.

Por isso, a primeira recomendação para quem quer começar a planejar o futuro é estudar o mercado financeiro, por meio de fontes oficiais que disponibilizem informações corretas
sobre o assunto.

Saiba onde se informar

Para começar a investir é necessário se organizar financeiramente. O site da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) traz orientações sobre como se preparar de
acordo com a sua atual situação: inadimplente, com as contas em dia ou com algum
dinheiro guardado.

Em caso de inadimplência, é aconselhável quitar as dívidas antes. Se as contas estão em dia, a dica é avaliar como diminuir as despesas para começar a poupar. Quem já tem algum recurso economizado, pode começar a investir.

O Portal do Investidor, iniciativa da Comissão de Valores Monetários (CVM) para promover
a educação financeira entre investidores, traz uma variedade de conteúdos. A primeira orientação é entender com qual finalidade pretende-se começar a investir. “Ter um objetivo é o primeiro passo para um investimento de sucesso”, informa a plataforma.

No site da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) há um espaço dedicado aos investidores que detalha as características das aplicações. Recorrer a livros, corretoras de investimentos e especialistas certificados também pode ajudar a planejar o futuro desde já.

Objetivo, riscos e perfil

Ao definir o objetivo, é possível avaliar se é preferível optar por uma aplicação de curto, médio ou longo prazo; qual é o rendimento mais interessante; se é melhor que tenha liquidez diária; dentre outras informações que permitem filtrar as alternativas disponíveis no mercado.

Um aspecto importante a ser considerado é o risco das operações. “É comum o investidor prestar mais atenção à promessa de rentabilidade do que às chances de perda do que foi aplicado. Mas acredite: não há investimento sem risco”, alerta o Portal do Investidor.

Os riscos variam e a adoção de estratégias na hora de aplicar contribui para minimizá-los.
Os investimentos de renda fixa são classificados como conservadores por serem maisseguros. Mas a rentabilidade é menor quando comparada aos ativos de renda variável, indicados para investidores com perfis moderado e arrojado.

De acordo com a Abefin, conhecer o seu próprio perfil permite identificar a tolerância aos
riscos, o que contribui para uma escolha mais compatível com seus interesses.

Separar uma parte do dinheiro para investir é uma forma de começar a se organizar financeiramente para o futuro. E essa organização pode fazer toda a diferença na vida de
uma pessoa ou de uma família, segundo informações veiculadas pelas instituições da área
financeira.

Independente do valor inicial de uma aplicação, começar a investir significa dar o primeiro
passo para construir um patrimônio. Diferente de poupar, que consiste em guardar o dinheiro para utilizá-lo futuramente, investir é fazer esse recurso guardado render.

Com a consolidação e o aumento do patrimônio, é possível criar uma reserva de emergência para ser utilizada em situações inesperadas, realizar sonhos materiais e, também, planejar uma aposentadoria que propicie tranquilidade e segurança financeira.

No entanto, dúvidas podem surgir. O mercado financeiro apresenta diversas possibilidades: há investimentos em renda fixa, renda variável, atrelados a diferentes índices econômicos, de curto prazo – como o day trade, em que uma operação pode ser aberta e fechada em poucos minutos –, ou longo prazo, em que o resgate pode demorar anos.

Por isso, a primeira recomendação para quem quer começar a planejar o futuro é estudar o mercado financeiro, por meio de fontes oficiais que disponibilizem informações corretas
sobre o assunto.

Saiba onde se informar

Para começar a investir é necessário se organizar financeiramente. O site da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) traz orientações sobre como se preparar de acordo com a sua atual situação: inadimplente, com as contas em dia ou com algum dinheiro guardado.

Em caso de inadimplência, é aconselhável quitar as dívidas antes. Se as contas estão em
dia, a dica é avaliar como diminuir as despesas para começar a poupar. Quem já tem algum recurso economizado, pode começar a investir.

O Portal do Investidor, iniciativa da Comissão de Valores Monetários (CVM) para promover
a educação financeira entre investidores, traz uma variedade de conteúdos. A primeira orientação é entender com qual finalidade pretende-se começar a investir. “Ter um objetivo é o primeiro passo para um investimento de sucesso”, informa a plataforma.

No site da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) há um espaço dedicado aos investidores que detalha as características das aplicações. Recorrer a livros, corretoras de investimentos e especialistas certificados também pode ajudar a planejar o futuro desde já.

Objetivo, riscos e perfil

Ao definir o objetivo, é possível avaliar se é preferível optar por uma aplicação de curto, médio ou longo prazo; qual é o rendimento mais interessante; se é melhor que tenha liquidez diária; dentre outras informações que permitem filtrar as alternativas disponíveis no mercado.

Um aspecto importante a ser considerado é o risco das operações. “É comum o  investidor  prestar mais atenção à promessa de rentabilidade do que às chances de perda do que foi aplicado. Mas acredite: não há investimento sem risco”, alerta o Portal do Investidor. Os riscos variam e a adoção de estratégias na hora de aplicar contribui para minimizá-los. Os investimentos de renda fixa são classificados como conservadores por serem mais seguros. Mas a rentabilidade é menor quando comparada aos ativos de renda variável, indicados para investidores com perfis moderado e arrojado”.

De acordo com a Abefin, conhecer o seu próprio perfil permite identificar a tolerância aos
riscos, o que contribui para uma escolha mais compatível com seus interesses.

Após mais de um mês sem óbitos, Juazeiro registra duas mortes por Covid-19 no boletim desta quinta-feira

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Juazeiro registrou dois óbitos por Covid-19 no boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde (Sesau) desta quinta-feira (4). O município, que estava há mais de um mês sem registrar novos óbitos, contabiliza 382 mortes por complicações do novo coronavírus.

Um dos pacientes era uma pessoa do sexo feminino, de 57 anos, com histórico de comorbidade. O outro óbito foi de uma pessoa do sexo masculino, de 61 anos, sem histórico de comorbidade. As duas mortes ocorreram em um hospital particular de Petrolina.

Foram confirmados 35 novos casos da doença. De acordo com o levantamento, 18.704 moradores foram infectados desde o início da pandemia na cidade, dos quais 18.135 já estão recuperados. Os casos descartados somam 33.563. Juazeiro tem 187 casos ativos do novo coronavírus.

Testes

Foram realizados desde o início da pandemia 39.185 testes rápidos pela prefeitura e 3.776 pelo Lacen, em Salvador.

Ocupação de leitos

Na rede hospitalar, o percentual de ocupação dos leitos de UTI para Juazeiro na rede PEBA (hospitais de Pernambuco e Bahia) é de 48%, com 65 leitos disponíveis. Somente em Juazeiro, 95% dos leitos de UTI para pacientes com Covid-19 estão ocupados, com 1 leito disponível.

Ascom SESAU/PMJ

Deltan Dallagnol pede exoneração do MPF e deve sair candidato

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Ex-coordenador da Lava-Jato em Curitiba afirma que pretende ajudar a desfazer retrocessos no combate à corrupção

Deltan Dallagnol deixa o MPF após 18 anos Foto: André Rodrigues / Agência O Globo
Deltan Dallagnol deixa o MPF após 18 anos

SÃO PAULO – O procurador Deltan Dallagnol, ex-coordenador da Lava-Jato em Curitiba, seguiu o caminho do ex-juiz Sergio Moro. Ele pediu exoneração do Ministério Público Federal e deve sair candidato nas próximas eleições. Pelo twitter, ele confirmou a saída do MPF, mas não a possível candidatura.

“Após mais de 18 anos de trabalho em amor ao próximo, estou saindo do Ministério Público e queria contar a você o porquê. Minha vontade é fazer mais, fazer melhor e fazer diferente diante do desmonte do combate à corrupção que está acontecendo”.

Em um vídeo publicado no YouTube, Dallagnol disse apenas que, fora do MPF, vai poder avaliar com mais liberdade o caminho a seguir e o que poderá fazer em defesa das teses em que acredita, como o fim da impunidade e de leis que dificultam o combate à corrupção.

Dallagnol é alvo de investigações no Conselho Nacional do Ministério Público por sua atuação durante a Lava-Jato.

No início de outubro, foi condenado a pagar indenização de R$ 40 mil ao senador Renan Calheiros (MDB-AL), devido a postagens feitas no twitter durante a eleição para presidência do Senado. A decisão foi do juiz Ivan Vasconcelos Brito Junior, da 1ª Vara Cível de Maceió. O procurador pode recorrer.

Em 2019, Dallagnol se manifestou pelo twitter: “Se Renan for presidente do Senado, dificilmente veremos reforma contra corrupção aprovada. Tem contra si várias investigações por corrupção e lavagem de dinheiro. Muitos senadores podem votar nele escondido, mas não terão coragem de votar na luz do dia”.

O juiz considerou que foram violados princípios como vida privada, honra e imagem, e que as manifestações do então procurador foram ofensivas e imputaram fatos criminosos em período eleitoral, o que teria gerado abalo entre os eleitores.

A mesma postagem já havia sido alvo de censura pelo plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em 2020. Os conselheiros entenderam que as mensagens configuraram quebra de decoro funcional. O procurador fez, entre 9 de janeiro e 3 de fevereiro de 2019, 14 postagens relacionadas à disputa pela presidência do Senado.(O Globo)

Nova regra beneficia Lira e acelera prescrições; entenda efeitos na Lei de Improbidade

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A nova versão da lei estabelece que só há improbidade administrativa com dolo, ou seja, quando ficar provado que houve a intenção de cometer a irregularidade

Mudanças na Lei de Improbidade podem dificultar combate à corrupção - Patrimônio Público - Ministério Público do Estado do Paraná

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Projeto aprovado no Congresso e já sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro muda todo o regramento de uma das leis mais utilizadas por promotores e procuradores na fiscalização de órgãos públicos pelo país.

A Lei de Improbidade Administrativa, em vigor há quase 30 anos, passará a ter novas definições de irregularidades e parâmetros para sua aplicação.

A tramitação do projeto no Congresso foi farta em polêmica, a começar pelo papel de seu principal entusiasta, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Condenado em segunda instância por improbidade em Alagoas, ele deve se beneficiar da mudança nas regras e se livrar de acusações.

Em meio à pandemia, o projeto foi retirado em junho de uma comissão onde era discutido havia três anos e levado ao plenário da Câmara, onde foi aprovado com facilidade. No Senado, houve modificações, mas também passou com folga.

A Câmara, por fim, votou versão final no último dia 6.
Para os críticos, a versão aprovada dificultará muito qualquer tipo de punição, ampliando a sensação de impunidade na sociedade.

Seus idealizadores, no entanto, afirmam que os ajustes são necessários para evitar um “apagão de canetas” -falta de interessados qualificados para ocupar funções públicas em razão da possibilidade de punições por má gestão.

Dizem que o texto antigo era pouco específico, com amplas possibilidades de interpretação, provocando insegurança jurídica.

Diferentemente do que ocorre na esfera penal, essa norma não prevê a possibilidade de prisão, mas sim de perda de função pública, suspensão de direitos políticos e de ressarcimento de prejuízos. Nesse tipo de processo, não há o foro especial, e todos os governantes são processados nas instâncias inferiores.

Entre as principais mudanças estão novos prazos de prescrição e a necessidade de se configurar o dolo.

Os defensores do projeto argumentam que ele tem trechos que endurecem a lei, como ao ampliar para 14 anos a suspensão dos direitos políticos.
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DOLO X CULPA

A nova versão da lei estabelece que só há improbidade administrativa com dolo, ou seja, quando ficar provado que houve a intenção de cometer a irregularidade.

Anteriormente não havia essa distinção, e políticos reclamavam que havia o risco de processos com base nessa norma por eventual equívoco de gestão ou discordância do Ministério Público sobre a aplicação de recursos.

O voluntarismo de promotores e procuradores na proposição de ações sempre despertou críticas.

Em plenário, o relator do projeto, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), disse que medidas negligentes ou imprudentes, ainda que causem danos ao estado, não podem ser consideradas improbidade “pois falta o elemento da desonestidade”.

Prefeitos argumentam que era preciso limitar a improbidade à má-fé, excluindo casos de erro administrativo, como forma de ampliar a segurança jurídica.

A Associação Nacional dos Procuradores da República afirma que a demonstração do dolo só ocorrerá por meio de um “esforço hercúleo ou desproporcional” do Ministério Público.

Há outras salvaguardas criadas para o administrador, como uma que afirma que a assessoria jurídica que avaliou a legalidade de um ato administrativo ficará obrigada a defendê-lo na Justiça, caso seja apresentada ação de improbidade.

DEFINIÇÕES MAIS RESTRITAS

O trecho da lei que lista práticas impróprias trouxe definições mais específicas. Anteriormente, ele dizia que configurava irregularidade “praticar ato visando fim proibido em lei ou regulamento ou diverso daquele previsto, na regra de competência”, parte agora revogada.

O item “Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício” também foi eliminado.

Para os críticos da novidade, a nova formulação pode impedir punições com base nessa lei para irregularidades como tortura policial, assédio sexual ou rachadinha de salários de servidores no Legislativo.

A versão sancionada traz mais detalhes a irregularidades previstas, o que pode tornar as punições mais restritas. O item “negar publicidade aos atos oficiais” agora vem com o acréscimo “exceto em razão de sua imprescindibilidade para a segurança da sociedade e do Estado ou de outras hipóteses instituídas em lei”.

A Confederação Nacional dos Municípios defende que a eliminação da possibilidade de punição por ofensa a princípios evita “interpretações muito genéricas” na Justiça, o que ampliava a possibilidade de punição ao bom gestor.

Outra novidade do projeto aprovado é a restrição à perda de função pública. Pela nova regra, o afastamento só atinge o cargo que motivou a ação. Se um prefeito for condenado por fato ocorrido na época em que era secretário, por exemplo, ele não perde mais o posto.

NEPOTISMO

A nomeação de parentes para cargos públicos já vinha sendo considerada improbidade administrativa com base na jurisprudência construída pelos tribunais. Agora, a proibição desse tipo de prática foi incluída expressamente na legislação.

Porém um trecho do texto despertou dúvidas sobre seus efeitos na prática. Ele diz: “Não se configurará improbidade a mera nomeação ou indicação política por parte dos detentores de mandatos eletivos, sendo necessária a aferição de dolo com finalidade ilícita”.

O promotor de Justiça no Rio de Janeiro Emerson Garcia, que pesquisa o tema da improbidade, diz que o dispositivo é mal redigido e deixa brechas.

“Pode atrair uma interpretação e exigir que o autor da ação [a Promotoria] demonstre que o objetivo daquela nomeação foi praticar um ato ilícito. Como demonstrar isso? É muito difícil.”​

PRESCRIÇÃO

Um dos pontos mais polêmicos da nova legislação trata dos prazos para prescrição das ações. A lei traz prazos que podem ser muito curtos para a definição das ações, tendo em vista a quantidade de recursos possíveis ao alcance das defesas.

Antes, as ações prescreviam até cinco anos após o término do mandato ou do exercício da função pública. Agora, a prescrição ocorre oito anos após a ocorrência do fato ou, em caso de infração permanente, do dia em que a situação cessou.

Porém o prazo cai para quatro anos a partir do momento em que a ação foi ajuizada ou em que foi publicada a sentença ou acórdão de segunda instância.

Como exemplo, no caso do deputado Arthur Lira, a condenação por improbidade em primeira instância ocorreu em 2012 e a confirmação pelo Tribunal de Justiça, em 2016.

Passados cinco anos, ainda não houve decisão final nas instâncias superiores. Esse processo trata de irregularidades na Assembleia Legislativa de Alagoas na época em ele era deputado estadual.

O deputado Zarattini disse na Câmara que a medida era necessária para evitar que as ações se perpetuassem “de forma indefinida no tempo”, de acordo com o princípio da duração razoável do processo estabelecido na Constituição.

PRAZO PARA INQUÉRITOS

A nova norma dá um prazo de um ano, prorrogável pelo mesmo período por mais uma vez, para o inquérito civil para apuração de ato de improbidade. Encerrado o prazo, a ação precisa ser proposta em até 30 dias. Anteriormente, não havia essa regra.

EMPRESAS PRIVADAS

A nova legislação traz uma série de dispositivos que na prática beneficiam empresas contratadas pelo poder público.
Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Herman Benjamin afirmou que a nova legislação provoca uma “blindagem extremamente inteligente” a construtoras e concessionárias de serviços públicos.

A lei afirma, por exemplo, que caso haja fusão ou incorporação, a empresa sucessora só terá a obrigação de reparar danos até o limite do patrimônio transferido, não sendo aplicáveis as demais sanções decorrentes de fatos ocorridos antes da mudança societária.

Outro trecho afirma: “Na responsabilização da pessoa jurídica, deverão ser considerados os efeitos econômicos e sociais das sanções, de modo a viabilizar a manutenção de suas atividades”.

Em caso de fraude em licitação, será preciso provar que houve “perda patrimonial efetiva” decorrente da irregularidade, o que não existia antes.

PROPOSIÇÃO DE AÇÕES

Anteriormente, o Ministério Público e outros órgãos, como a AGU (Advocacia-Geral da União) e as procuradorias municipais, podiam ajuizar ações de improbidade na Justiça.
Na Lava Jato, a Petrobras, vítima de esquema de corrupção envolvendo partidos e empreiteiras, também foi à Justiça buscar ressarcimento com base nessa lei.

A partir de agora, apenas o Ministério Público terá a prerrogativa de ajuizar ações. A mudança foi motivada por alegações de perseguição política contra ex-gestores nos municípios.

Os críticos do projeto consideram negativo principalmente impedir a União, por meio da AGU, de buscar reparação em casos de improbidade.

Os autores da lei argumentam que, como as punições envolvem a perda de direitos fundamentais dos acusados, como os direitos políticos, é necessário restringir a legitimidade ao Ministério Público.

O texto da nova lei dá o prazo de um ano para que procuradores e promotores manifestem se têm interesse no prosseguimento das ações ajuizadas anteriormente pela Fazenda Pública.

INDISPONIBILIDADE DE BENS

A legislação sancionada cria mais amarras para a decretação de indisponibilidade de bens de acusados, outra das alegadas causas do “apagão de canetas” citado por políticos.

Com o novo texto, os bens só poderão ser bloqueados para garantir o ressarcimento aos cofres públicos de determinada medida ilegal se ficar demonstrado o “perigo de dano irreparável” ou de risco ao resultado do processo.

Também há trecho que estabelece que as contas bancárias dos alvos só serão bloqueadas caso não se encontrem bens móveis e imóveis em geral.

Quando for condenado a ressarcimento, o juiz poderá autorizar o réu a parcelar a devolução em até 48 vezes.

CONSEQUÊNCIAS

Os efeitos da nova lei sob casos em andamento ainda não estão bem dimensionados. Como as alterações em muitos casos afrouxam as normas, réus irão pleitear benefícios do novo texto, ainda que já tenham sido condenados e estejam recorrendo.

Há temor de uma enxurrada de pedidos no Judiciário referentes aos casos já abertos.

“Teremos uma lei simbólica. O desmando vai crescer de tal maneira que a própria atuação do Ministério Público possivelmente vai ser apontada como causa da ineficiência do Estado no combate à corrupção. O Ministério Público muito dificilmente conseguirá tornar essa lei efetiva”, diz Emerson Garcia.

Outra repercussão será sobre ações abertas contra partidos políticos, como as que tramitam em Curitiba em desdobramento da Lava Jato. A nova lei barra processos contra as legendas por improbidade.

As mudanças também vão exigir uma nova consolidação de entendimento dos tribunais a respeito de pontos dessa legislação.

A jurisprudência da versão anterior do texto, de 1992, foi gradualmente sendo construída a partir de decisões do STJ. Todo esse trabalho agora será revisto.

Pesquisa Facape: Número de casos de Covid-19 sobe mais de 350% em Petrolina no mês de Outubro

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O número de casos de contaminação por coronavírus aumentou 357% no mês de outubro em Petrolina, segundo pesquisa da Faculdade de Petrolina- FACAPE. De acordo com o levantamento realizado mensalmente pelo Colegiado de Economia, foram 1.119 novos casos, contra 245 no mês de setembro. “Depois de meses seguidos de redução na quantidade de novos casos no município, que vinha acontecendo desde o mês de abril, outubro foi o inverso,” enfatizou o coordenador da pesquisa, professor doutor João Ricardo Lima.

Casos Ativos

A pesquisa traz outro dado relevante que é o número de pessoas que ainda estão contaminadas e que podem contaminar outras. Em Petrolina, os casos ativos aumentaram em outubro em relação ao mês de setembro, inclusive com mais intensidade, passando de 158 casos ativos em setembro, para 623 em outubro, ou seja, um aumento de 294,30%.
Óbitos

Aumentou o número de óbitos no município entre setembro e outubro, passando de 3 para 9. Apesar do aumento, os números são muito baixos na comparação com meses anteriores, principalmente entre março e junho, período crítico na cidade. “A taxa de mortalidade é a razão entre óbitos e casos confirmados. Os dados que nós levantamos mostram que em Petrolina ocorreu uma pequena redução na taxa, passando de 1,76% em setembro para 1,73% em outubro,” ressaltou João Ricardo Lima.

Testes

A evolução da quantidade de testes realizados é colocada na pesquisa Facape por ser um dados importante para identificar novos casos. “O indicado é que se teste o maior número de pessoas possíveis para poder identificar e isolar as pessoas e famílias infectadas. Em Petrolina foram feitos 12.914 em outubro contra 7.321 em setembro, o que representa um aumento de 76,40% na testagem,” conclui João Ricardo.

Vacinação

A pesquisa da Facape trata do percentual de pessoas vacinadas, considerando apenas a primeira dose. Em Petrolina, aumentou de 63,69% para 69,64%, ou seja, 6 pontos percentuais.

A Pesquisa

O Colegiado de Economia da Facape, através dos professores pesquisadores João Ricardo Lima, Maria do Socorro Macedo e Caliane Borges, acompanha o avanço da Covid-19 em Petrolina desde janeiro de 2021 nessa pesquisa.
Assessoria de Comunicação da Facape

Assessoria de Comunicação da Facape

Foi bloqueado no WhatsApp? Esteja atento a estes sinais

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Não há uma forma de ter a certeza de que foi bloqueado mas, se prestar atenção, poderá ficar um pouco mais esclarecido.

Foi bloqueado no WhatsApp? Esteja atento a estes sinais

O WhatsApp é um dos aplicativos de mensagens mais utilizados em todo o mundo e pode ser utilizado para uma grande variedade de objetivos, nomeadamente criar grupos, realizar videochamadas ou compartilhar fotografias e vídeos.

No entanto, também é claro que o WhatsApp pode ser uma ferramenta de abuso e assédio, o que levou o app a contar com a opção de bloquear contatos. No entanto, e dado que não há uma maneira de o saber com 100% de certeza, como saber se não foi você bloqueado por um dos seus contactos? Felizmente há algumas pistas em que se pode basear.

Como conta o https://www.businessinsider.com/blocked-on-whatsapp, um dos sinais de que pode ter sido bloqueado é não surgir a informação da última vez que determinado contato este online. Não conseguir ver atualizações de fotografia de perfil, estar impedido de realizar chamadas ou não conseguir adicionar esse contato a um grupo também são pistas valiosas para perceber se foi ou não bloqueado.

Por fim, deverá estar atento aos sinais que aparecem nas mensagens enviadas. Se enviou uma mensagem e não surgiu qualquer indicador de que a mensagem foi recebida – com apenas um ‘checkmark’ à frente da mensagem – poderá igualmente presumir que foi bloqueado.TECH WHATSAPP

WhatsApp deixará de ter limite de tempo para apagar mensagens

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Se esta funcionalidade chegar à versão final do WhatsApp significa que o app está seguindo o exemplo de algumas dos seus maiores rivais – o Signal e o Telegram

WhatsApp deixará de ter limite de tempo para apagar mensagens

Os utilizadores do WhatsApp que queiram apagar mensagens enviadas têm, atualmente, um limite de tempo de uma hora para o fazer. Porém, diz o WABetaInfo que este limite de tempo deixará de existir no app de mensagens.

A publicação refere que o WhatsApp está atualmente testando uma versão do app em que é possível apagar mensagens em qualquer altura, independentemente de quando foram publicadas. A funcionalidade foi detectada na versão v2.21.23.1 da beta do WhatsApp para Android.

Se esta funcionalidade chegar à versão final do WhatsApp significa que o app está seguindo o exemplo de algumas dos seus maiores rivais – o Signal e o Telegram – que não impõem aos utilizadores qualquer limite de tempo para apagar as mensagens.(Ascom)

Campanha de multivacinação em crianças e adolescentes é prorrogada até 25 novembro

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Campanha de multivacinação em crianças e adolescentes é prorrogada -  Imprensa 24h

O Ministério da Saúde decidiu prorrogar a campanha de multivacinação em crianças e adolescentes, menores de 15 anos, até 30 de novembro. O objetivo da campanha é promover a mobilização social para a atualização da Caderneta de Vacinação da Criança e do Adolescente.

Em meio a queda da cobertura vacinal desse público, especialmente durante a pandemia de covid-19, a ação, que começou no dia 1º de outubro, conta com a oferta de cerca de 18 imunizantes: BCG, hepatite A e B, penta (DTP/Hib/Hep B), pneumocócica 10 valente, VIP (vacina inativada poliomielite), VRH (vacina rotavírus humano), meningocócica C (conjugada), VOP (vacina oral poliomielite), febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola, caxumba), tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba, varicela), DTP (tríplice bacteriana), varicela e HPV quadrivalente (papilomavírus humano).

Até agora, mais de 3,2 milhões de doses foram aplicadas. São Paulo foi responsável pela maior parte delas (456.487), seguido por Bahia (283.230), Minas Gerais (261.673) e Ceará ( 226.298). Doses da meningocócica (444.491), febre amarela ( 349.551 ) e pentavalente (335.945) foram as mais procuradas, de acordo com o LocalizaSus.

Segundo o ministério, todas as vacinas que integram o Programa Nacional de Imunizações (PNI) são seguras e estão registradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A atualização da situação vacinal, ressalta a pasta, aumenta a proteção contra doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos e hospitalizações, sequelas, tratamentos de reabilitação e óbitos. Crianças menores de 2 anos de idade foram as mais atingidas pela campanha, com mais 1,5 milhão de doses aplicadas.

Agencia Brasil

“Travessias” e “EntreCidades”: documentários abordam histórias, patrimônios históricos e a cultura das cidades de Petrolina e Juazeiro

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Memórias que cercam o patrimônio material das cidades de Petrolina e Juazeiro, no Sertão do São Francisco, narradas a partir do depoimento de ilustres personagens, estão registradas nos documentários “Travessias” e “EntreCidades”, da Nu7 Produções, coletivo audiovisual independente do Vale do São Francisco. Dois filmes de média metragem que estão disponíveis, gratuitamente, no canal do YouTube do coletivo: https://linktr.ee/nu7producoes.

O primeiro deles, “Travessias”, que foi escrito e dirigido por Cleriton F. Alves, gira em torno das famosas barquinhas, território flutuante comum que une os chãos de Petrolina e de Juazeiros. Além de abordar aspectos históricos da tradicional travessia, a partir da participação do professor e historiador Pablo Magalhães, a narrativa do documentário também se debruça em mostrar as relações afetuosas criadas em torno das barquinhas, como é o caso da fotógrafa Lizandra Martins e do barqueiro, Sr.  Aprígio Nunes.

Em “EntreCidades”, dirigido e roteirizado por Joedson Silva, a proposta é um passeio pelas primeiras ruas de Petrolina e Juazeiro, tendo como cenário o patrimônio material, histórico e cultural das duas cidades. A narrativa do documentário é construída a partir de um bate papo descontraído entre a historiadora Márcia Galvão e o historiador Juscelino Ribeiro da Silva, que são provocados no caminho por esse patrimônio, que dão o tom da conversa sobre as memórias e constituição da Cultura local a partir dos povos originários, dos remeiros, do caatingueiro, do vaqueiro e das vastas riquezas da terra.

Com o lançamento desses documentários, a Nu7 Produções aponta, não só para outras possibilidades de abordagem da constituição do povo ribeirinho do submédio Vale do São Francisco e de suas verdadeiras raízes, como também para o fortalecimento da identidade cultural das cidades de Juazeiro e Petrolina. “Travessias” e “EntreCidades” foram contemplados com incentivos da Lei Aldir Blanc da Prefeitura Municipal de Petrolina.

NU7

A Nu7 Produções é um coletivo audiovisual que surgiu em 2015 com o intuito de fazer cinema no Vale do São Francisco. Na sua bagagem, coleciona produções de filmes, exibidos em importantes eventos de cinema, em âmbito regional, nacional e internacional, além de videoclipes, teasers, dentre outros.

Fotos: divulgação
Ascom/Thiago Santos

Thiago Santos
Jornalista em Multimeios – DRT 6179/BA
Contatos: (74) 99144-6361 (Whatsapp) ou (74) 98120-0587

Lucas Ramos comemora vitória de estudantes da rede estadual de ensino no Ideathon da Campus Party Petrolina

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O deputado licenciado e secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Lucas Ramos celebrou a conquista de estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Professora Maria Wilza Barros de Miranda, no bairro João de Deus, na maratona de ideias da Campus Party Petrolina. “Esse é o verdadeiro símbolo de trazer o maior evento de tecnologia mundial para o sertão do Estado. Gerar oportunidades para que os talentos ainda desconhecidos possam apresentar para o mundo inteiro a qualidade de suas ideias”, comentou.

Os estudantes Emilly Vitória Batista Sousa, Jônatas Natan Pereira Amando e Jonatas Araújo Matias, sob a coordenação da professora Flávia Jussara, venceram, no Ideathon, mais de 50 participantes, entre universitários e profissionais já estabelecidos no mercado.

Lucas Ramos lembra ainda da relação especial que possui com a EREM Professora Maria Wilza Barros de Miranda. “Ainda no nosso primeiro ano de mandato, garantimos a construção dessa escola. Também somos autores do projeto de lei que deu nome à unidade escolar. E acabamos de anunciar que a EREM se transformará em Escola Técnica Estadual e irá receber um Espaço 4.0, consolidando sua vocação como Centro de Inovação na região do Sertão do São Francisco, passando a contar com tecnologias portadoras de futuro, inteiramente conectadas com a produção e difusão de conhecimentos em Desenvolvimento de Games, Manufatura Avançada, Cultura Maker, Economia Criativa, Economia Circular, Negócios 4.0, Inteligência Artificial e Ciência de Dados”, destacou o secretário de CTI de Pernambuco.

O time da EREM Profª Maria Maria Wilza Barros de Miranda desenvolveu duas ideias. A primeira foi de um aplicativo de consultoria e alerta para agricultores familiares sobre novas compras das Prefeituras dentro do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A segunda, a Valenet, que foi a vencedora do Ideathon, é um aplicativo que conecta diretamente produtores rurais aos compradores, permitindo encomendas antes do cultivo e utilizando inteligência de comercialização para direcionar e ampliar as vendas.

Com a vitória no Ideathon, os estudantes petrolinenses garantiram ingressos para qualquer edição da Campus Party Brasil em 2022, com direito à barraca e passagem aérea. Os projeto foram avaliados de acordo com a criatividade, originalidade, potencial para solucionar os problemas do desafio voltado para Agrotech, o quanto são eficientes e inovadores, se a solução apresenta problemas na sua aplicação e o quanto demonstra elementos ligados a tendências futuristas.

Sem greve! Governo diz que não há registro de interdição de estradas

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O Ministério da Infraestrutura informou, por meio do Twitter, que não há registro no momento de qualquer ocorrência de bloqueio parcial ou total em rodovias federais ou pontos logísticos estratégicos devido à mobilização dos caminhoneiros.

“Durante a madrugada, após a dispersão de manifestantes no acesso ao Porto de Santos (SP), foram registrados atos de vandalismo na rodovia de acesso ao porto. Criminosos lançaram pedras em veículos que transitavam e danificaram um carro guincho da concessionária Ecovias”, disse o ministério, na rede social.

Segundo a pasta, a Polícia Rodoviária Federal  (PRF) fez a escolta de cerca de 25 caminhões durante a noite evitando qualquer retenção na via. “Desde o início da manhã, não há mais registros de vandalismo e o trânsito flui sem problemas. O porto opera normalmente”, afirmou o ministério no Twitter.

No início da manhã, o ministério informou que o número de pontos de concentração dos caminhoneiros havia caído para dois: às margens da BR-116/RJ (Via Dutra), altura da Rodoviária de Barra Mansa; e às margens da BR-153/GO, próximo a Goiânia. Pontos de concentração na BR-116/CE, em Itaitinga, e na BR-101/RJ, em Rio Bonito, já haviam sido dispersados.

A pasta acrescentou que não foi registrada ocorrência em centros de distribuição de combustíveis e que efetivo da Polícia Rodoviária Federal (PRF) está em operação nos 26 estados e no Distrito Federal. “São 29 liminares na Justiça contra bloqueio de rodovias, refinarias e portos contemplando 20 estados”, disse.

Agência Brasil / foto: reprodução