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Desmascarando o Inimigo Interno: estratégias efetivas para prevenir e combater a fraude, protegendo sua empresa do ´Câncer Corporativo`

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7 AÇÕES CONTRA O CÂNCER EMPRESARIAL – A FRAUDE!

Em mais de 25 anos, a Globalweb sempre teve um DNA pioneiro que se traduziu em casos de sucesso mundiais e produtos e serviços que transformam a forma como as empresas desenvolvem seus negócios. Desde meados da década de 2000 vem atuando na área jurídica ligado ao compliance, antes mesmo de as empresas entenderem que a área de compliance era realmente necessária ao mercado corporativo.

As fraudes (mesmo após o emblemático caso Enron) não eram tidas como relevantes, salvo para demonstrar que os controles que existiam em auditorias serviam para atendimento aos preceitos da lei americana Sarbanes e Oxley (SOX).

À época, formamos um comitê com integrantes da área de RH, Auditoria, Jurídico e Segurança da Informação.

Verificávamos fraudes contra a empresa, que eram praticadas por assistentes, analistas, funcionários terceirizados e até mesmo alta gestão (o que rendeu até uma matéria na revista Veja da época, sobre uma fraude por nós identificada e que resultou em processo judicial contra os fraudadores).

Bruna Boner, CEO da empresa, comenta que em todos os casos, verificamos que a fraude era contumaz por alguns fatores, tais como a vulnerabilidade dos processos da empresa, pelo desdém em mitigar a fraude por parte das partes interessadas (shareholders inclusive), e pela pouca importância no passivo que aquilo gerava (pois era inicialmente de pequena monta diante do lucro que a empresa obtinha à época), sem que a alta gestão se preocupasse com o efeito “bola de neve” do passivo gerado pelas fraudes, o que viria a ser percebido tempos depois com perdas de montas bem mais relevantes.

Ainda assim, em nossa análise sempre aplicávamos ferramentas de gestão e providências de ordem judicial contra os fraudadores, no intuito de diminuir e minimizar os riscos.

Verificamos uma sistemática que é utilizada até hoje, a qual serve como um primeiro roteiro para a implantação de políticas de investigações e compliance contra as fraudes. Vejamos:

1 – Analise a fraude mas mantenha o foco na solução, não se prenda em causa até que a imagem e o nome da empresa não estejam “imunizados” ao efeito moral gerado pela fraude;

2 – Após “apagado o incêndio”, é necessária a identificação das causas e quais providências podemos tomar contra os fraudadores;

3 – Faça o mapeamento do fluxograma de trabalho (toda a rotina) que está vinculado à fraude (pagamentos, entrega de mercadorias, aprovações, interfaces humanas, etc.);

4 – Aplique as ferramentas de gestão mais adequadas para a tomada de decisão, sempre utilizando o capital humano de sua equipe para tanto (PDCA, Ishikawa, Matriz GUT, VUCA, etc.);

5 – Procure fazer um mapeamento do risco da fraude identificada e demais vulnerabilidades correlatas;

6 – Inicie a execução, treinamento e checagem do plano de ação contra a fraude e suas causas;

7 – Monitore os resultados e defina plano de ação para adequações, punições, etc.

Enfim, estes sete tópicos resumem (e muito) o início dos trabalhos a serem feitos para melhoria do compliance e luta contra os fraudadores (de dentro e fora da corporação).

Agora é contigo!

Para saber mais:

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