Tricampeão, rubro-negro carioca agora está empatado com São Paulo, Palmeiras, Santos e Grêmio entre os maiores campeões do torneio
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/h/o/0ORYFNTcAo6Ih3AvZq9A/101002672-flamengos-brazilian-forward-gabriel-barbosa-celebrates-after-scoring-a-goal-during-th.jpg)
O tricampeonato de Libertadores do Flamengo tem gosto de soberania e domínio continental. Afinal, conquistar dois títulos em quatro anos é um feito para poucos. Mas não só isso. Ao vencer o Athletico por 1 a 0, no Monumental de Guayaquil, no Equador, o rubro-negro carioca colocou o pé — de maneira incontestável — na galeria de gigantes sul-americanos. A História permite bater no peito e dizer: trata-se do brasileiro com mais títulos do torneio continental.
O atacante Pedro admitiu a dificuldade da final da Libertadores contra o Athletico, neste sábado, vencida por 1 a 0. O Flamengo teve a vantagem numérica em todo o segundo tempo, mas não conseguiu ampliar o placar.
— O Flamengo mostrou mais uma vez a força que o grupo tem. Mostrou resiliência e muita qualidade. Esse ano foi muito difícil e coroamos com o campeonato. O Athletico tem um setor defensivo e um contra-ataque muito bons. Hoje até meio a zero estava valendo — disse Pedro.
