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A terceira edição do PE no Campus, programa da Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco que incentiva o acesso ao ensino superior, foi lançada na manhã desta terça-feira (10) no Recife. Serão ofertadas mil bolsas para alunos da rede pública de ensino que obtiverem as melhores notas no Enem e no SSA.

Com o objetivo de disponibilizar um maior acesso aos estudantes da rede pública à universidade, o programa vai ofertar 900 bolsas para estudantes que optarem por concorrer através da nota do Enem e 100 bolsas para aqueles que optarem por concorrer com a nota obtida através do Sistema Seriado de Avaliação (SSA) da Universidade de Pernambuco (UPE). A bolsa auxílio tem duração de dois anos, sendo R$ 950 mensais no primeiro ano e R$ 400 mensais no segundo ano.

Para participar do PE no Campus, o candidato precisa ter estudado todo o ensino médio na rede pública estadual e concluído há, no máximo, cinco anos, ser atendido pelo Bolsa Família ou ter renda familiar inferior a três salários mínimos, além de residência fixa com distância igual ou superior a 50 quilômetros da universidade e ter sido admitido em algum curso de graduação em uma instituição pública de ensino superior.

As inscrições para o PE no Campus, que têm início às 14h desta terça-feira e seguem até o dia 6 de janeiro, podem ser feitas através do site: www.educacao.pe.gov.br. As informações sobre os prazos de divulgação dos resultados também estão disponíveis no site da Secretaria de Educação e Esportes.

De acordo com o secretário de Educação e Esportes de Pernambuco, Fred Amancio, há dois anos apenas 40% dos estudantes da rede pública estadual participavam do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Já em 2018, segundo ele, com o aumentos dos investimentos nos programas de incentivo à educação, mais de 70% dos estudantes participaram da prova do Enem.

Estudante de engenharia civil na Universidade Federal de Pernambuco e bolsista do programa PE no Campus, Amanda Andrade, 22, falou sobre a importância do apoio financeiro dado pelo Estado. “Os gastos que eu tenho para me locomover, pagar aluguel e alimentação são muito altos e só graças ao programa eu consegui vir para a capital estudar e me manter aqui”, declarou a estudante, que morava na cidade de Bom Jardim, no Agreste.(Ascom)

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