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Segunda onda já lota hospitais paulistas

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A Santa Casa abriu 30 novos leitos de enfermaria para covid, mas a pressão sobre o sistema hospitalar não diminuiu

Segunda onda já lota hospitais paulistas

Cidades do interior de São Paulo enfrentam a segunda onda da covid-19 com hospitais lotados. Já há doentes morrendo por falta de leitos de UTI, segundo parentes das vítimas. Em pelo menos cinco cidades, além da capital paulista, já foram detectados pacientes com a variante do novo coronavírus. Segundo o governo estadual, entre quinta e sexta-feira mais 398 pacientes foram internados.

Em Jaú, onde já circula a variante do Amazonas, foram registrados 78 novos casos de infecção na quinta-feira. A Santa Casa abriu 30 novos leitos de enfermaria para covid, mas a pressão sobre o sistema hospitalar não diminuiu. Foram confirmadas mais seis mortes pela doença na cidade – agora são 258 óbitos -, mas ainda há três em investigação. A prefeitura apelou para que pessoas de outras cidades não visitem Jaú.

Lockdown

Em Araraquara, onde foram constatados 12 casos da variante brasileira, pelo quarto dia consecutivo, a quinta-feira teve UTIs lotadas. Nos últimos dois dias, nove pacientes morreram. Dos 209 pacientes internados, 60 estão em UTI. Do total de internados, 35 são de outros municípios. A cidade se mantém em lockdown.

Campinas tinha, anteontem, apenas 4 leitos de UTI disponíveis e 219 doentes internados. Em Sorocaba, o hospital estadual Adib Jatene voltou a registrar 100% de ocupação, com pacientes em seus 20 leitos de UTI covid. O Hospital das Clínicas de Botucatu registrou mais uma vez ocupação acima de 100%. “Neste momento, além dos 30 leitos de UTI covid disponíveis, mais 2 estão ocupados por quatro pacientes positivos”, informa em nota.

Em Valinhos, a quinta-feira foi o quarto dia consecutivo de 100% de ocupação em vagas de UTI. Em redes sociais, moradores pediram a regressão da cidade da fase amarela para a vermelha. Em Vinhedo e Mogi Mirim, a lotação dos leitos de UTI é de 100%. E Presidente Prudente registrou recorde de hospitalizações desde o início da pandemia, com 99 pessoas internadas – 36 em UTI. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 POR ESTADÃO CONTEÚDO

Boas perspectivas marcam posse da nova diretoria do Sicredi Vale do São Francisco

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Com a perspectiva de chegar a R$ 500 milhões de ativos totais em 2023, a cooperativa de crédito Sicredi Vale do São Francisco empossou nesta sexta-feira (19) a nova diretoria executiva para o quadriênio 2021/2024.

Obedecendo os protocolos de saúde para prevenção à Covid – 19, a solenidade começou com os pronunciamentos dos representantes da nova diretoria, Albérico Pena (diretor Executivo), Benedyto Sávio (diretor de Negócios) e Edson Cavalcanti (diretor de Operações).

De acordo com o presidente do Conselho de Administração da entidade, Antonio Vinicius Ramalho Leite, os novos diretores têm pela frente o desafio de ampliar os horizontes da cooperativa que vem obtendo um dos melhores desempenhos entre as 108 unidades do Sistema Sicredi em todo País. “Além do crescimento dos ativos totais, vamos trabalhar para a obtenção de sobras da ordem de R$ 15 milhões e uma carteira de crédito de R$ 150 milhões, além de chegar em 2024 com 9 mil associados”, ressaltou. Hoje o Sicredi Vale do São Francisco tem 4.450 associados.

Para o diretor de Operações, Edson Cavalcanti, as metas da nova diretoria executiva refletem o potencial de desenvolvimento do Vale do São Francisco. “Vamos potencializar as vocações da região, maximizando o trabalho a partir de Petrolina – PE e Juazeiro-BA com metas financeiras e físicas realizáveis”, pontuou.

Edson Cavalcanti acrescentou também que até o final do ano o Sicredi Vale do São Francisco entrega a agência da avenida da Integração (próximo ao Hospital da Unimed) em Petrolina, em fase final de construção. “Temos ainda como meta a expansão dos negócios e ações sociais para cidades circunvizinhas com um projeto itinerante que vai levar atividades educativas de cooperativismo de crédito e de capacitação, além da difusão dos nossos 305 produtos com destaque para o empréstimo consignado, de veículos, energia solar, para capital de giro e aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas e médicos”, concluiu.

As perspectivas das cidades inteligentes, humanas e sustentáveis foi tema de webinar na Rede UniFTC

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Petrolina está entre as cidades nordestinas mais inteligentes do Brasil de acordo com o  Ranking Connected Smart Cities 2020

Apesar de ser um tema relativamente recente, o conceito de cidades inteligentes (Smart City) já se consolidou como assunto fundamental discutido no mundo para a conquista de um desenvolvimento sustentável. Quais as perspectivas das cidades inteligentes, humanas e sustentáveis? O que é uma cidade inteligente e o que faz? O uso estratégico de infraestrutura, serviços, informação e comunicação tem sido prioridade nas gestões urbanas das cidades que pretendem ser consideradas inteligentes (Smart City), informou a arquiteta e Mestre Profissional em Arquitetura e Urbanismo, Aline Gonçalves, durante o webinar promovido pela Rede UniFTC.

“Quando falamos de cidade inteligente, estamos num tripé: capital humano, governança e tecnologia. São cidades comprometidas com o desenvolvimento urbano e a transformação digital sustentáveis. Um sistema inteligente que visa dar respostas às necessidades econômicas e sociais, atuando de forma planejada, inovadora e inclusiva, em seus aspectos econômicos, ambiental e sociocultural e sempre visando a melhoria da qualidade de vida”, disse.

De acordo com Aline, no Brasil já existe a Smart City Laguna, no Ceará, perto da capital Fortaleza e também em Natal, com conectividade, espaço público, coleta de lixo e mobilidade. De acordo com o Ranking Connected Smart Cities 2020, que mede o nível de inteligência das cidades, São Paulo é a cidade brasileira mais inteligente do país. Na região Nordeste, Recife é considerada a cidade mais inteligente e Petrolina ficou classificada na 18ª posição entre cidades médias, com 100 a 500 mil habitantes.

O Ranking Connected Smart Cities é realizado desde 2014 e tem o objetivo de mapear as cidades com maior potencial de desenvolvimento no Brasil,através de indicadores econômicos, sociais e ambientais.

Existem algumas dimensões que indicam o nível de inteligência do município baseado em eixos como Educação, Tecnologia, Urbanismo, Saúde, Mobilidade, Economia, Emprego, etc. “Uma cidade inteligente possui taxa de emprego alta, possui ciclovia e estímulos para transporte público, reduzindo o uso do transporte individual. Nos ambientes escolares, o aluno precisa ter computador com uma conexão rápida e eficiente. As cidades devem ter espaço público para lazer, além de segurança e respeito ao meio-ambiente. Uso estratégico, para que não haja desperdício, como o uso de postes para controle do tráfego e lâmpadas inteligentes visando mais economia”, destacou a especialista.

Aline sinalizou a importância das pessoas terem consciência ambiental e educacional. “Cidadãos inteligentes para cidades inteligentes. A mudança inicia em cada um. Separe o lixo orgânico do seco, economize água, use menos o carro. Quanto mais o arquiteto atua como um cidadão, com atitudes cuidadosas, mais cidades inteligentes são construídas”, considerou a especialista Aline Gonçalves.

Atualmente já existem estratégias para testar iniciativas urbanas com games, através de apps urbanos. “As pessoas propõem soluções variadas e o joguinho, através de uma gestão compartilhada, pode conseguir ideias inovadoras que contribuem com o desenvolvimento da cidade ou de um bairro. Existem Smarties Cities com contribuições para prevenção e combate ao coronavírus, com o uso de drones de vigilância com inteligência artificial. O equipamento aplica regras de distanciamento, monitora o uso de máscara e entrega de suprimentos médicos. O mundo já está conectado e esta é uma tendência maior ainda no futuro”, concluiu a arquiteta.

Claudia Raia diz que o Brasil é machista e não valoriza a mulher de mais de 50 anos

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A atriz tem chamado a atenção por falar sem restrições sobre a menopausa e a sexualidade da mulher depois dos 50 anos

Claudia Raia diz que o Brasil é machista e não valoriza a mulher de mais de 50 anos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Quando tinha 16 anos e foi convidada pela primeira vez para posar nua para a Playboy, Claudia Raia diz que não sabia o que fazer. Pediu ajuda para a mãe, Odette, que a aconselhou a aceitar a proposta. Depois que a revista foi publicada, 90% dos alunos deixaram a academia de dança que a matriarca da família comandava em Campinas, no interior paulita.

Mesmo assim, Claudia relata que a mãe se manteve firme na sua posição.”Ela disse: ‘Minha filha, se essas pessoas saíram é porque elas não tinham que estar aqui. Elas não são pessoas da arte, então, não me interessa ter alunos desse tipo aqui na academia.'”

Para a atriz, essas e outras posturas feministas de dona Odette -que faleceu em 2019 aos 95 anos- foram exemplos fundamentais para a sua formação e para que ela, ao longo de sua carreira, enfrentasse e superasse adversidades. Como o “massacre” de críticas que recebeu pelo seu jeito italianado de falar ao interpretar Tancinha em “Sassaricando” (1987) -que logo se tornou sucesso popular.

Agora, aos 54 anos, Claudia Raia tem chamado a atenção por falar sem restrições sobre um tema que ela diz ainda ser considerado tabu no Brasil: a menopausa e a sexualidade da mulher depois dos 50 anos. A atriz e produtora teatral relata que começou a abordar o assunto, porque ela mesma tem passado por isso. “Só que nunca nenhuma mulher conhecida ou celebridade falou sobre isso, porque todo o mundo disfarça.'”

“Vamos nos unir, vamos dar as mãos e vamos falar sobre isso”, convoca ela, destacando que o Brasil é “extremamente machista” e, por isso, não valoriza essa mulher que “tem força, é resolvida e independente”.

Em quase uma hora de conversa por telefone, Claudia Raia falou sobre esses e outros assuntos, como a sua biografia “Sempre Raia um Novo Dia”, lançada com a escritora Rosana Hermann. Na obra, ela conta, sem pudores, sobre amores passados, como o romance que viveu com Jô Soares e o casamento com Alexandre Frota, as tentativas de estupro que sofreu em Nova York quando tinha 13 anos, além de curiosidades da sua vida e carreira.

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Confira a seguir os principais trechos da entrevista.

Como foi o processo de recordar sua história para o livro “Sempre Raia Um Novo Dia”?

Foi um processo muito louco, muito diferente. Foi lindo, emocionante, em alguns momentos foi duro, em outros foi muito alegre, muito celebrativo. A Rosana [Hermann] também se envolveu muito com a minha história. Tinha momentos em que eu acordava de manhã, tinha um recado dela no celular às 4h: ‘Claudia, eu não consigo dormir, porque eu só consigo me lembrar de você em Nova York, com 13 anos, com a sua mala na mão depois de ter sofrido uma tentativa de abuso.’ Ela foi vivenciando junto comigo. Eu ligava para ela e dizia: ‘Rosana, calma, está tudo bem, eu não estou mais em Nova York, eu moro aqui no Brasil, está tudo bem. Eu tenho uma casinha ótima, eu tenho família, está tudo certo.’ Se eu tinha que rememorar esse momento profundo e dar de cara com a minha história e comigo mesma, eu acho que não poderia ter sido melhor.

Você sempre foi de falar abertamente sobre tudo ou isso veio com o tempo. Como a história das duas tentativas de estupro que você sofreu em Nova York. Você já falava sobre isso antes?

Ninguém falava disso. E mesmo que falasse, a mulher não era escutada. A gente não tinha voz. E se eu contasse isso para alguém lá atrás, as pessoas iam achar normal. É incrível falar isso, mas era um pouco normal que uma menininha muito jovem, muito lindinha, muito gostosinha estivesse sendo assediada por um cara mais velho que estava oferecendo a casa para eu ficar. Hoje, a gente tem consciência e fala: ‘Eu sofri um monte de abuso e nem percebi’. Ou eu percebi e tive que ficar quieta. Ou percebia e falava que tinha sido agredida, mas os outros não viam assim. Sempre fui uma pessoa que fala tudo o que tem vontade de falar. Eu sempre fui assim. Nunca tive grilo. E acho que quando você escreve um livro de memórias ou você conta ou você não escreve um livro. Só que eu acho que hoje alguém para e nos escuta. Alguém percebe que isso, sim, é um abuso ou uma tentativa de abuso.

Você fala que vem de uma família de mulheres feministas. Mas feminismo é uma palavra que não se usava no passado, era considerada pejorativa.

A minha mãe, minha avó sofreram muito esse preconceito, porque elas eram mulheres sozinhas, meu avô e meu pai morreram muito cedo. Minha mãe tinha atitudes absolutamente feministas. Ela vinha de uma família tradicional, meu avô era barão do café, ricos, da alta sociedade campineira. E ela era bailarina nos anos 1930 e 1940, estudava dança no porão da casa, com um professor que vinha dar aula para ela. Ninguém tomava essa atitude se não fosse feminista, ela ia contra tudo e todos. Tantas coisas que ela fez e foi acusada: ‘Ah, uma mulher viúva, sozinha, com duas filhas, tem uma academia de dança, tem uma academia de artes’. Uma das atitudes mais incríveis que eu vi dela foi quando eu fui convidada para fazer a minha primeira Playboy. Na época era muito normal, mas eu fiquei sem saber, eu era muito nova, tinha 16 anos. E a mamãe disse: ‘Faça, filha, acho que pode ficar muito bonito, e isso é um passo importante de maturidade’. A palavra não era empoderamento, mas o que ela queria dizer era a importância de se colocar e tal. Eu fiz o ensaio e ficou realmente lindíssimo. Quando saiu a Playboy, 90% dos alunos saíram da academia. E ela se manteve absolutamente firme. Eu que cheguei preocupadíssima, e ela disse: ‘Minha filha, se essas pessoas saíram é porque elas não tinham que estar aqui. Elas não são pessoas da arte, então, não me interessa ter alunos desse tipo aqui na academia.’ Em momento algum ela desistia do propósito, isso foi um grande exemplo para mim.

Essa posição da sua mãe te preparou para outras adversidades da sua carreira? Você conta, por exemplo, que a crítica não gostou da sua interpretação de Tancinha em “Sassaricando” (Globo, 1987).

Não é que eles não gostaram, eles me massacraram. Diziam que ninguém falava daquele jeito, que aquilo era um tipo irreal. E foi uma loucura, porque a minha preparação foi com a Íris Gomes da Costa, que até hoje é preparadora da Globo. Eu fui a feiras no Brás, ficava sentada, observando, vendo, como eles se comportavam para poder criar a Tancinha. Mas eu fui absolutamente massacrada. O Silvio de Abreu [autor da novela] me dizia: ‘Não mude nada. Tenho certeza que Tancinha vai sair o maior sucesso da sua carreira.’ E assim foi. Foi uma comoção nacional, mas no começo foi só porrada.

Essa postura das mulheres feministas da família te ajudou então neste início mais difícil?

Total. Eu fui chamada para fazer Viva o Gordo (Globo, 1981-1987) e “Roque Santeiro” (Globo, 1985) fundamentalmente pela minha beleza e meu “physique”, digamos assim, da mulher gostosa. Eu saquei isso, e falei: ‘Ok, é essa porta que está aberta para mim, vou entrar por aqui e chegando lá, eu mudo a história’. Eu tinha isso claramente na minha cabeça. No Viva o Gordo eu trabalhava com os melhores profissionais da comédia. Eu lembro que o meu horário para chegar era 14h, 15h, e eu chegava às 10h porque eu queria ver como eles faziam. Eu tinha dois caminhos: ou eu continuava a fazer a gostosona e aos 30, 35 anos, minha carreira acabava, ou eu me tornava uma atriz. E eu falei: ‘Eu quero ser uma atriz. E eu vou lutar por isso.’ Usei a minha beleza para mostrar minha essência, meu talento.

Conta um pouco dos seus personagens dessa época.

Algumas vezes caia no meu colo papéis com a mesma temperatura e eu tinha que me virar nos 30 para fazer um diferente de outro. Não tem como você comandar o que está na cabeça das pessoas, mas é possível inovar, transformar, mostrar um outro lado seu de atriz. Tive uma oportunidade incrível quando fui chamada para fazer “Engraçadinha” [Globo, 1995]. Foi um perrengue para conseguir. [Ela relata no livro que fez o teste escondido do diretor Carlos Manga, que não a via como a personagem] Eu também ia atrás do que queria, lutava pelos personagens. Algumas vezes deu certo, outras não, como o Tonhão, da TV Pirata [Globo, 1988-1990]. Tive que convencer Guel [Arraes] a me dar o papel. Porque tem uma coisa: sou capricorniana, não desisto. Hoje, a maturidade me ajudou um pouquinho nessa teimosia. Têm coisas que não valem a pena, tem montanha que não vale escalar.

Você tem falado muito sobre menopausa e a sexualidade depois dos 50. A menopausa ainda é um tabu?

Total. Eu acho que nós mulheres somos preparadas para tudo: puberdade, menstruação, gravidez, amamentação, mas a gente não é preparada para menopausa. E, de repente, vem uma avalanche hormonal em cima de você, e você fica ali: o que isso? O que eu estou sentindo? O que eu tenho que fazer? Ninguém fala sobre isso. Eu comecei a virar uma porta-voz do “ageless” [movimento que defende que moda e beleza não têm idade], porque eu resolvi fazer aquela série “50 e Tantas”, no IGTV [no Instagram]. E as mulheres começaram a responder ‘ajuda a gente, fala mais’. Então comecei a ir atrás. Esse é meu lugar de fala, eu estou passando por isso. Só que nunca nenhuma mulher falou sobre isso, todo o mundo disfarça. Vem aquele fogacho, vem aquele calor, a pessoa já te olha de lado. Inclusive comentários de mulheres. Pelo amor de Deus, cadê a sororidade? Que a mulher está passando por um momento que daqui a meia hora você vai passar. Vamos nos unir, vamos dar as mãos e vamos falar sobre isso. No Brasil se cultua muito a juventude.

Sim, mas por quê?

Por causa do machismo, uma mulher mais jovem poucas vezes tem uma opinião muito formada, uma personalidade muito firme, são raras as jovens que têm isso. Fica aquela menina mais bobinha, mais ingênua, manipulada pelos homens. Isso é totalmente machista. Tem essa mulher de opinião, carreira formada, bem-sucedida e que não necessariamente precisa de homem para sobreviver -digo no sentido financeiro, porque óbvio que todo o mundo quer um grande amor. Esse tipo de mulher não cabe para os homens, eles não dominam. Se eles não dominam, eles não querem. Essa é a minha avaliação.

Mas estamos avançando, você acha?
​Sim, estamos. Avançando devagarzinho, acho que ainda temos uma legião de machismo. Acho que, inclusive, embutido em nós mulheres. Acho que a gente fala frases machistas, a gente acha coisas machistas. É muito cultural ainda, a gente tem que ir gritando para sermos escutadas.

Em Sertânia-PE, Bolsonaro participa dos testes iniciais do Ramal do Agreste

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) esteve em Sertânia, no Sertão do Moxotó, interior de Pernambuco, para participar dos primeiros testes do Ramal do Agreste, obra de infraestrutura hídrica, pretende levar abastecimento de água para cerca de 2,3 milhões de pessoas.

Ao lado do ministros Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria do Governo), Gilson MAchado (Turismo) e do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e de apoiadores, o presidente fe o acionamento das comportas do Ramal do Agreste, o primeiro passo para a integração hídrica que levará água a partir do Eixo Leste, beneficiando 68 municípios pernambucanos.

Ramal do Agreste

Após saírem do reservatório de Barro Branco, as águas passam por oito canais, três sifões e três túneis, que somam 37,4 quilômetros, até chegar ao reservatório Negros, que tem capacidade de armazenar 14,7 milhões de metros cúbicos de água. Toda essa estrutura integra o Marco 1 da obra, que ainda é composto por mais dois trechos.

O empreendimento tem 70,8 quilômetros de extensão e capacidade de vazão de 8 mil litros de água por segundo. Quando finalizado, o Ramal do Agreste levará as águas do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco para a região de maior escassez hídrica de Pernambuco.
A obra do Ramal do Agreste, que completou 84,15% de execução, está prevista para junho de 2021.

Informações da Folha de Pernambuco

Diesel subiu 15,2% e gasolina 10,2% nas refinarias

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A Petrobras anunciou um novo aumento no preço dos combustíveis. O preço do litro da gasolina nas refinarias sobiu 10,2% (R$ 2,48); o diesel vai a 15,2% (R$ 2,58). As medidas já estão valendo.

Em comunicado à imprensa, a companhia explica que os reajustes fazem parte, assim como os outros aumentos recentes, do alinhamento de preços com o mercado internacional e com a oscilação do dólar.

Segundo a Petrobras, os preços praticados e suas variações “têm influência limitada sobre os preços percebidos pelos consumidores finais“. “Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis.”

Levantamento apresentado pela Petrobras, feito pela Globalpetrolprices.com, abrangendo 167 países, aponta que o preço médio da gasolina ao consumidor final no Brasil é 17% inferior à média global de preços. Já no caso do diesel, em uma amostragem de 166 países, o preço final no Brasil está 28% inferior à média global.

“Em ambos os casos, os preços médios no Brasil estão abaixo dos preços registrados no Chile, Argentina, Peru, Canadá, Alemanha, França e Itália“, de acordo com o levantamento apresentado pela Petrobras. |CNN Brasil|

Câmara aprova projeto da Prefeitura de Petrolina que reajusta salários dos Agentes de Saúde e Endemias

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Foi aprovado nessa terça-feira (16), na sessão da Casa Plínio Amorim, o Projeto de Lei n° 001/2001, da Prefeitura de Petrolina. A proposta aumenta o piso salarial dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e dos Agentes de Combate às Endemias, além de reajustar a base de cálculo do adicional de insalubridade. O projeto foi aprovado por unanimidade pelos vereadores.

De acordo com a nova Lei, o piso salarial desses profissionais ficará fixado em R$ 1.550,00, com a jornada de trabalho de 40 horas semanais dedicadas às ações e aos serviços de promoção da saúde, de vigilância epidemiológica e ambiental e de combate a endemias em prol das famílias e das comunidades assistidas.

De acordo com a secretária executiva de Administração e Finanças, Larisse Silva, o projeto do município atende ao cumprimento a Lei Nacional n.º13.708 de 14 de agosto de 2018, que estabeleceu gradativamente o reajuste: o piso que era de R$ 1.014,00 passou a ser de R$ 1.250,00 em 2019 (23,27% de reajuste); de R$ 1.400,00 em 2020 (12%); e de R$ 1.550,00 em 2021 (10,71%).

“Esse é um projeto importante para nossos servidores que fazem parte das equipes de Saúde da Família. Por ser membro da comunidade em que atua, esse profissional é o elo entre o cidadão e a equipe de saúde. Isso favorece a criação de vínculos e proporciona a aproximação das ações de saúde ao contexto domiciliar”, frisou Larisse.

Saúde reclama de atraso da Coronavac, e Butantan ataca ‘falta de planejamento’ da pasta

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O governo anunciou distribuição de uma quantidade de vacinas que não tinha sido acordado pelo Butantan

Saúde reclama de atraso da Coronavac, e Butantan ataca 'falta de planejamento' da pasta

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Ministério da Saúde e o Instituto Butantan trocaram acusações nesta quinta-feira (18) em relação aos prazos de entrega da vacina Coronavac, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac e produzida no Brasil pelo instituto paulista.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, divulgou em reunião com governadores nesta quarta (17) um cronograma em que previa entrega em fevereiro de 9,3 milhões de doses da Coronavac.

O total, porém, estava acima do que havia sido anunciado horas antes pelo Butantan. O instituto prevê entregar 426 mil doses por dia a partir do dia 23 -o que corresponderia a 2,6 milhões de doses.

Somado a outras doses já entregues no início deste mês, o total disponibilizado em fevereiro chegaria a 3,7 milhões.

Em nota , o ministério afirma que “contava com a entrega” das 9,3 milhões de doses e foi informado apenas nesta quinta que receberá valor menor do que o previsto. “A redução no número de vacinas quebra a expectativa do Ministério da Saúde de cumprir o cronograma divulgado”, informa.

A pasta diz ainda que a dificuldade em manter o cronograma inicial “está em o Butantan conseguir cumprir as entregas das doses previstas em contrato”.

“Diante da situação, o Ministério da Saúde precisará rever a distribuição das doses das vacinas relativas ao mês de fevereiro”, aponta a pasta, que diz que já havia informado estados e municípios da previsão de distribuição.

“Fica muito difícil planejar sem ter a confirmação de que vamos receber”, disse em vídeo divulgado pelo ministério o secretário-executivo Elcio Franco.

As declarações geraram incômodo no instituto paulista, que divulgou uma nota em resposta na qual afirma que o ministério “ignora briga com a China e decide atacar o Butantan”.

Segundo o laboratório, o ministério “deixa de informar que o desgaste diplomático causado pelo governo brasileiro em relação à China provocou atrasos no envio da matéria-prima necessária para a produção da vacina”.

Diz ainda que não houve empenho do governo federal na negociação para liberar os insumos e atribui a intervenções do governo paulista o aval para a liberação.

“É inacreditável que o Ministério da Saúde queira atribuir ao Butantan a responsabilidade pela sua completa falta de planejamento, que acarretou a falta de vacinas para a população em diversos municípios do país”, completa.

Ainda segundo o instituto, 9,8 milhões de doses já foram entregues ao ministério para a campanha de vacinação.

Essa, porém, não é a primeira vez que membros do governo e o Butantan trocam farpas em relação à Coronavac. No último ano, a vacina esteve no centro de uma disputa política entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador paulista, João Doria (PSDB-SP).

Em outubro, o ministério chegou anunciar que compraria 46 milhões de doses da vacina, mas recuou no dia seguinte após o presidente afirmar que não permitiria a compra da “vacina chinesa do Doria”.

Após meses de embate, o contrato foi firmado em janeiro. Atualmente, o Ministério da Saúde prevê receber 100 milhões de doses da Coronavac.

O imunizante foi o primeiro a ser usado na campanha de vacinação contra a Covid. Nesta quinta, a pasta enviou um ofício ao Butantan em que manifesta a intenção de obter mais 30 milhões de doses a partir de outubro.

Presidente Jair Bolsonaro cumpre agenda em Pernambuco, nesta sexta-feira (19)

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, visita a cidade de Sertânia, nesta sexta-feira (19), para participar do início de testes e pré-operação do 1° trecho do ramal do Agreste, na Estrutura de Controle do Reservatório Barro Branco.

A última visita do presidente ao Estado foi em outubro do ano passado, em São José do Egito, no sertão do estado, para inaugurar a segunda etapa do Sistema Adutor do Pajeú. Na ocasião, a pauta provocou polêmica porque o governador Paulo Câmara (PSB) não foi convidado para participar da pauta. Em contrapartida, deputados aliados do presidente marcaram presença no ato como o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) e o deputado federal André Ferreira (PSL) – todos fazem oposição ao PSB.

O início de testes e pré-operação do 1° trecho do ramal do Agreste vai possibilitar o início dos testes na estrutura e o enchimento do sistema adutor até o Reservatório Negros-Góis. Além do presidente Jair Bolsonaro, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, também deve participar do encontro.

Após saírem do reservatório de Barro Branco, as águas passam por oito canais, três sifões e três túneis, que somam 37,4 quilômetros, até chegar ao reservatório Negros, que tem capacidade de armazenar 14,7 milhões de metros cúbicos de água. Toda essa estrutura integra o Marco 1 da obra, que ainda é composto por mais dois trechos.

O empreendimento tem 70,8 quilômetros de extensão e capacidade de vazão de 8 mil litros de água por segundo. Quando finalizado, o Ramal do Agreste levará as águas do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco à região de maior escassez hídrica de Pernambuco, podendo atender 68 cidades e mais de 2,2 milhões de pessoas por meio da Adutora do Agreste.

No total, o Ramal está orçado em R$ 1,67 bilhão e mobiliza cerca de 2,6 mil trabalhadores. Somente em 2020, R$ 559,5 milhões foram investidos na estrutura. A entrega do Ramal do Agreste, que completou 84,15% de execução, está prevista para junho de 2021.

Ministério promete mais doses de vacinas em fevereiro do que previsto

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Pazuello informou em reunião com governadores que a pasta deve entregar 11,3 milhões de doses em fevereiro

Ministério promete mais doses de vacinas em fevereiro do que previsto

BRASÍLIA, DF, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em meio a falta de doses de vacinas contra a Covid, o que já leva algumas cidades a interromperem suas campanhas, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou em reunião com governadores que a pasta deve entregar 11,3 milhões de doses em fevereiro. O volume, porém, está acima do previsto pelos laboratórios fornecedores das vacinas.

Segundo a pasta, 2 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca devem ser importadas da Índia pela Fiocruz. O Ministério da Saúde prevê ainda em fevereiro 9,3 milhões de doses da vacina Coronavac, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac e produzida no Brasil pelo Instituto Butantan.

Mais cedo, no entanto, o diretor do instituto, Dimas Covas, disse em entrevista coletiva à imprensa que o Butantan deve produzir 426 mil doses por dia a partir da próxima terça (23) durante oito dias, ou seja, 3,4 milhões até 2 de março, quantidade abaixo do que está nas previsões do ministério. Desse total, 2,6 milhões de doses serão produzidas até o fim de fevereiro. Com o que já foi entregue no início deste mês, a soma chega a quase 3,7 milhões em fevereiro.

O ministério diz ter garantido 354 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 contratadas até o momento para serem distribuídas à população ainda neste ano -com o número prometido, seria possível vacinar quase 85% da população até o fim de 2021.

A ciência ainda não determinou a porcentagem da população que deve ser vacinada para que a chamada imunidade coletiva seja atingida, mas estimativas falam em números que vão de 70% a 100% das pessoas.

As próximas remessas de insumo têm previsão de chegada em 23 e 28 de fevereiro -juntas, serão suficientes para a fabricação de 12,2 milhões de doses.

Em março, a Fiocruz deve receber mais três lotes de IFA e fazer a primeira entrega de vacinas prontas ao PNI (Programa Nacional de Imunização), de 1 milhão de doses. Ainda em março, a institução deve ampliar a capacidade de envase para 1,3 milhão de doses por dia.

No primeiro semestre, o planejamento da Fiocruz inclui a entrega de 100,4 milhões de doses, contando com a produção a ser feita nos meses de março (15 milhões), abril (27 milhões), maio (28 milhões) e junho (28 milhões). Outras 110 milhões de unidades serão fabricadas no segundo semestre.

Em nota, o Ministério da Saúde diz ainda que nos próximos dias deverá assinar contratos de compra com a União Química para a entrega de doses da vacina Sputnik V, entre março e maio, e com a Precisa Medicamentos, que poderá trazer a Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech.

No encontro com os governadores, Pazuello aumentou a meta e afirmou que a pasta deve receber 231 milhões de doses até julho, incluindo contratos ainda em negociação.

Segundo o ministério, os contratos relativos às vacinas Sputnik e Covaxin devem ser fechados ainda nesta semana. Ao todo, são previstas 30 milhões de doses, sendo 20 milhões da Covaxin e 10 milhões da Sputnik. As entregas iniciam em março e seguem até maio.

No encontro, Pazuello disse ainda que o Brasil pode obter, ao todo, 454,9 milhões de doses de diferentes vacinas contra a Covid até o fim deste ano, o que, segundo ele, permitiria vacinar toda a população.

Além dos contratos com a Fiocruz e Butantan, que somam 100 milhões e 222,4 milhões de doses, a conta envolve vacinas que devem ser obtidas por meio da Covax, iniciativa da Organização Mundial de Saúde (cujo acordo prevê 42,5 milhões de doses). Soma ainda negociações para obter as vacinas Covaxin (20 milhões de doses), Sputnik V (10 milhões) e o imunizante da Moderna (previsão de 30 milhões de doses no segundo semestre).

A pasta incluiu ainda na conta a previsão de adquirir mais 30 milhões de doses do Butantan no segundo semestre.