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Auxílio emergencial 2021: saiba o que fazer se teve benefício negado

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O pagamento começou nesta terça-feira (6) para trabalhadores informais nascidos em janeiro

Auxílio emergencial 2021: saiba o que fazer se teve benefício negado

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Beneficiários que tiveram o auxílio emergencial 2021 negado já podem contestar o indeferimento. O pagamento começou nesta terça-feira (6) para trabalhadores informais nascidos em janeiro.

O Ministério da Cidadania divulgou uma lista de possíveis motivos para a negativa e suas respectivas orientações. A pasta também detalhou quais casos podem ser contestados e quais não.

Os beneficiários que fizerem a consulta e forem considerados inelegíveis ao benefício terão dez dias corridos para fazer as contestações, ou seja, terão até 12 de abril, informa o Ministério da Cidadania.

Para isso, é preciso acessar o link https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/consulta/#/, preencher os dados e, após a negativa, clicar em “Contestar”.

O sistema aceitará apenas critérios passíveis de contestação, ou seja, aqueles em que é possível haver atualização de bases de dados da Dataprev, onde são processados os auxílios, a exemplo do que já ocorria no ano passado.

Após o recebimento da primeira parcela, caso o pagamento venha a ser cancelado em função do processo de reavaliação mensal, o beneficiário também poderá contestar a decisão.

Além disso, as parcelas canceladas poderão ser revertidas mediante decisão judicial ou processamentos de ofício realizados pelo Ministério da Cidadania.

Motivos de indeferimento que permitem contestação

1-Menor de idade

Entre menores de 18 anos, apenas mães adolescentes têm direito a receber o auxílio emergencial.

O que fazer: A contestação só será possível se a data de nascimento informada no cadastro estiver errada
Nesse caso, será preciso atualizar a informação na Receita Federal, no site

https://receita.economia.gov.br/orientacao/tributaria/cadastros/ cadastro-depessoas-fisicas-cpf/servicos/regularizacao-cpf.

2- Registro de óbito

O cidadão está com registro indevido de falecimento no seu CPF.

O que fazer: Procurar um cartório de registro civil para a correção da informação antes de fazer a contestação.

3- Instituidor de pensão por morte

CPF está vinculado como instituidor de pensão por morte. Quem recebe o benefício não tem direito ao auxílio.
O que fazer: cidadão pode contestar diretamente o indeferimento

4- Seguro desemprego

Cidadão aparece como recebendo seguro desemprego ou seguro defeso. Quem recebe algum desses benefícios não tem direito ao auxílio emergencial.

O que fazer: verifique no aplicativo CTPS Digital ou Sine Fácil a situação do pagamento do seguro desemprego ou defeso. Se, de fato, não estiver recebendo, o trabalhador pode fazer a contestação.

5- Inscrição Siape ativa

Cidadão consta como servidor público federal, critério eliminatório para receber o auxílio emergencial

O que fazer: Caso a informação esteja desatualizada, o cidadão deve regularizar sua situação junto ao órgão em que trabalhava e, então, fazer a contestação.

6- Vínculo RGPS

O governo federal identificou que o cidadão está empregado com carteira assinada, outro critério eliminatório para receber o auxílio

O que fazer: acesse o aplicativo “Meu INSS” ou “CTPS Digital” e consulte o serviço “Extrato e Contribuição (CNIS)”. Verifique se o seu vínculo empregatício já foi encerrado. Caso não tenha sido, procure o empregador para atualizar essa informação. Após a correção, faça a contestação.

7- Registro ativo de trabalho intermitente

Cidadão consta como tendo vínculo ativo de trabalhador intermitente, critério eliminatório para receber o auxílio emergencial.

O que fazer: confirme se o empregador atualizou essa informação junto ao governo federal. Acesse o aplicativo “Meu INSS” ou “CTPS Digital” e consulte o serviço “Extrato e Contribuição (CNIS)”. Depois da correção, faça a contestação.

8- Renda familiar mensal per capita

Cidadão consta como tendo renda mensal individual superior a meio salário mínimo por pessoa (R$ 550)

O que fazer: Acesse o aplicativo “Meu INSS” ou “CTPS Digital” e consulte o serviço “Extrato e Contribuição (CNIS)”. Verifique se as informações de recebimento de renda das pessoas da sua família estão corretas. Caso considere que estejam, faça a contestação.

9- Renda total acima do teto do auxílio

Cidadão consta como tendo renda familiar mensal superior a três salários mínimos (R$ 3.300)

O que fazer: Acesse o aplicativo “Meu INSS” ou “CTPS Digital” e consulte o serviço “Extrato e Contribuição (CNIS)”. Verifique se as informações de recebimento de renda das pessoas da sua família estão corretas. Caso considere que não estejam, faça a contestação.

10- Benefício previdenciário e/ou assistencial

Cidadão consta como recebendo benefício previdenciário ou assistencial (ex: aposentadoria ou BPC/Loas)

O que fazer: Verifique no aplicativo Meu INSS a situação do seu benefício. Caso não esteja mais recebendo nenhum benefício previdenciário ou assistencial, mas o pagamento ainda não foi encerrado, faça o requerimento de atualização no aplicativo Meu INSS. A partir da correção, faça a contestação.

11- Preso em regime fechado

O que fazer: dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública ou do Conselho Nacional de Justiça apontam que cidadão está preso. Caso considere que o motivo está errado, faça a contestação.

12- Instituidor Auxílio Reclusão

O que fazer: caso o cidadão considere que está com o CPF indevidamente vinculado como instituidor do benefício destinado a dependentes de pessoas presas em regime fechado, deve fazer a contestação no site da Dataprev.

13- Preso sem identificação do regime

O que fazer: o auxílio emergencial foi indeferido porque foi identificado que o cidadão está preso. Embora não haja a informação do regime de cumprimento de pena nas bases consultadas, a legislação prevê que, na ausência desse dado, o regime fechado será presumido e, por isso, o auxílio foi indeferido. Caso o cidadão considere que o motivo de indeferimento esteja incorreto, deve fazer a contestação no site da Dataprev.

14- Vínculo nas Forças Armadas

O que fazer: caso o cidadão considere que o motivo do indeferimento esteja incorreto, basta fazer a contestação no site da Dataprev.

15- Brasileiro no exterior

O que fazer: Para receber o auxílio emergencial, é preciso residir no Brasil. Neste caso, o governo identificou que o cidadão não mora no país, de acordo com informações da Polícia Federal. Caso o cidadão considere que, por este motivo, o indeferimento está incorreto, basta fazer a contestação no site da Dataprev.

16- Benefício Emergencial

O que fazer: o governo identificou que o cidadão recebe o BEm (Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda), o que elimina seu direito a receber o auxílio emergencial. Caso o cidadão considere que a informação sobre si está errada, basta fazer a contestação no site da Dataprev. Também é possível consultar mais informações sobre o BEm nos links: https://servicos.mte.gov.br/bem/ e https://www.bb.com.br/pbb/bem#/

17- Militar na família sem renda identificada

O que fazer: o auxílio emergencial foi indeferido porque o governo identificou que um dos membros da família do cidadão é militar das Forças Armadas, não sendo possível calcular a renda familiar para verificar se está de acordo com os critérios legais. Caso considere que o motivo de indeferimento esteja incorreto, basta fazer a contestação no site da Dataprev.

18- CPF não identificado

O que fazer: o auxílio foi indeferido porque o CPF do cidadão não foi encontrado na base de dados da Receita Federal utilizada no momento da análise de elegibilidade feita pela Dataprev. Caso considere que o motivo de indeferimento esteja incorreto, basta fazer a contestação no site da Dataprev.

19- Estagiário no Governo Federal

O que fazer: o auxílio foi indeferido porque o governo identificou que o cidadão é estagiário no serviço público federal. Caso essa informação esteja desatualizada, o cidadão deve regularizar sua situação junto ao órgão em que trabalhava. Caso considere que o motivo de indeferimento esteja incorreto, basta fazer a contestação no site da Dataprev.

20- Médico residente ou multiprofissional no Governo Federal

O que fazer: o auxílio foi indeferido porque o governo identificou que o cidadão é médico(a) residente ou multiprofissional vinculado ao Governo Federal. Caso essa informação esteja desatualizada, o cidadão deve regularizar sua situação junto ao órgão em que trabalhava. Caso considere que o motivo de indeferimento esteja incorreto, basta fazer a contestação no site da Dataprev.

21- Recursos não movimentados

O que fazer: o auxílio foi indeferido porque o governo identificou que, após não haver a movimentação das parcelas recebidas, houve a devolução integral dos recursos. Caso considere que o motivo de indeferimento esteja incorreto, basta fazer a contestação no site da Dataprev.

Motivos de indeferimento que NÃO permitem contestação

1- Servidor Público – RAIS

O que fazer: o auxílio foi indeferido porque o governo identificou que o cidadão é servidor público. Essa informação pode ser consultada em: http://www.rais.gov.br/sitio/consulta_trabalhador_identificacao.j sf. Caso essa informação esteja incorreta, é preciso atualizar a situação junto ao órgão em que trabalhava.

2- Político eleito

O auxílio emergencial foi indeferido porque o governo identificou que o cidadão é titular de mandato eletivo (político eleito). Como a lei não permite que pessoas que exerçam mandatos eletivos recebam o auxílio emergencial, não há possibilidade de realizar contestação.

3- Renda tributável acima do teto

O auxílio foi indeferido porque o governo identificou que o cidadão declarou rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no Imposto de Renda relativo ao ano de 2019. Como a lei não permite que pessoas que declararam estes rendimentos recebam o auxílio emergencial, não há possibilidade de realizar contestação.

4- Rendimentos isentos acima do teto

O auxílio foi indeferido porque o governo identificou que o cidadão declarou rendimentos isentos, não tributáveis ou tributáveis exclusivamente na fonte, superiores a R$ 40 mil no Imposto de Renda relativo ao ano de 2019. Como a lei não permite que pessoas que declararam estes rendimentos recebam o auxílio emergencial, não há possibilidade de realizar contestação.

5- Família já contemplada

O auxílio foi indeferido porque uma pessoa da família já está recebendo o auxílio emergencial 2021. Como a lei permite que apenas uma pessoa receba o benefício, não há a possibilidade de realizar contestação.

É grave! Brasil tem 4.211 mortes em um só dia; número dobrou em menos de um mês

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Sinal do avanço descontrolado da doença, ao qual o país assiste inerte, a marca foi cruzada nesta terça (6) apenas 14 dias após o registro de 3.000 mortos em 24 horas e 27 dias depois da marca 2.000 óbitos no mesmo intervalo

Brasil tem 4.211 mortes em um só dia; número dobrou em menos de um mês

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Brasil registrou mais de 4.000 mortes decorrentes da Covid em um só dia pela primeira vez na pandemia.

Sinal do avanço descontrolado da doença, ao qual o país assiste inerte, a marca foi cruzada nesta terça (6) apenas 14 dias após o registro de 3.000 mortos em 24 horas e 27 dias depois da marca 2.000 óbitos no mesmo intervalo. Entre os países com registros regulares, apenas os Estados Unidos, com população 56% maior, superaram esse recorde diário.

Em um único dia, o Brasil registrou 4.211 mortes, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa integrado por Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, G1, O Globo e Extra. É mais do que o número de óbitos somado nos primeiros dois meses da pandemia: do primeiro caso confirmado, em 25 de fevereiro de 2020, até 25 de abril daquele ano, foram registradas 4.066 mortes decorrentes da doença.

As mortes registradas no Brasil nesta terça em parte podem ser associadas a uma anormalidade, um represamento comum nos dados derivado do feriado de Páscoa e do final de semana, dias em que, por atrasos de notificação nas secretarias de saúde, os números relativos à Covid são menores. Os dados aferidos pelo consórcio são obtidos com as secretarias estaduais.

Por isso, usa-se a média móvel de mortes em sete dias para se ter mais clareza da situação do país. Essa média chegou a 2.775 óbitos por dia nesta terça, completando 21 dias acima do patamar de 2.000 mortes diárias e 76 dias acima de 1.000.

Outro parâmetro, porém, dá a dimensão da tragédia: não foi necessário nem um mês completo para que o país, que levou mais de 12 meses para chegar a 2.000 mortos em um dia, dobrasse o saldo.

Enquanto isso, mesmo em situação crítica e de colapso hospitalar em estados, as ações no Brasil continuam esparsas e sem um direcionamento claro. Um exemplo recente foi o embate jurídico pela abertura de locais de culto religioso durante a Páscoa. Enquanto especialistas e dados da pandemia apontavam o risco de eventos de superespalhamento nas celebrações religiosas, o governo federal apoiava a abertura dos templos.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chegou a postar sobre o assunto em redes sociais após uma decisão liminar dada por Kassio Nunes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) indicado por Bolsonaro, autorizar a realização de missas com presença de público.

Ao mesmo tempo em que falta uma política centralizada de enfrentamento, partem do governo federal, principalmente da figura de Bolsonaro, constantes indicações de drogas sem efeito contra a Covid.

A isso, soma-se a lentidão da aplicação de vacinas no Brasil e a escassez dos imunizantes, após atrasos, pelo Ministério da Saúde, para negociação de compra dos mesmos.

Aeroporto Senador Nilo Coelho de Petrolina vai a leilão nesta quarta-feira(07)

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A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vai realizar nesta quarta-feira (7) uma sessão virtual de concessão do Aeroporto Senador Nilo Coelho, de Petrolina, e de outros 21 aeroportos para a iniciativa privada.

O leilão ocorrerá na sede da empresa B3, em São Paulo, no dia 7 de abril, às 10h, e será de forma virtual devido ao agravamento da pandemia do novo coronavírus.

O leilão acontecerá por blocos. No bloco Central estão os aeroportos de: Teresina/PI, Goiânia/GO, São Luís/MA, Palmas/TO, Petrolina/PE e Imperatriz/MA. O valor desse bloco Central está estimado em R$ 8.146.055,39 bilhões. Esse valor deve ser pago imediatamente após o leilão, acrescido do ágio ofertado pela licitante.

Já no bloco Norte estão os aeroportos de: Manaus/AM, Porto Velho/RO, Rio Branco/AC, Cruzeiro do Sul/AC, Tabatinga/AM, Tefé/AM.

No bloco Sul estão: Curitiba/PR, Foz do Iguaçu/PR, Navegantes/SC, Londrina/PR, Joinville/SC, Bacacheri/PR, Pelotas/RS, Uruguaiana/RS e Bagé/RS.

Os 22 aeroportos respondem juntos por 11% do tráfego total de passageiros no país. Atualmente, 67% de todo o tráfego nacional está sob administração da iniciativa privada. A sessão pública do leilão poderá ser acompanhada pelo canal oficial da Anac no YouTube sem a necessidade de senha.

A decisão de concessão desses aeroportos ocorreu com a publicação do Decreto Presidencial nº 9.972, de 14 de agosto de 2019, que os incluiu na lista de empreendimentos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do Governo Federal.

G1

SENAI-PE oferece desconto de 78% na primeira mensalidade de cursos técnicos

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Em comemoração pelo seu aniversário de 78 anos, celebrado no próximo dia 16, o SENAI-PE está lançando uma campanha com o maior desconto já oferecido nos cursos técnicos da instituição. Quem se matricular ao longo do mês de abril irá receber 78% de desconto na primeira mensalidade do curso, além de abatimentos de até 20% nas demais mensalidades, conforme a política de descontos oferecidas pela instituição.

Ao todo, estão sendo oferecidas mais de 1,3 mil vagas para onze cursos, com previsão de início para o próximo mês de julho. Participam da ação as escolas técnicas localizadas em Santo Amaro e Areias, no Recife; Paulista; Jaboatão; Cabo; Caruaru; Petrolina e Araripina.

Cursos por escola:

SENAI Araripina

  • Técnico em Eletromecânica (Presencial)
  • Técnico em Eletrotécnica (Presencial ou EAD)

SENAI Areias

  • Técnico em Administração (Presencial)
  • Técnico em Automação Industrial (Presencial ou EAD)
  • Técnico em Eletrotécnica (Presencial ou EAD)
  • Técnico em Informática (Presencial)

SENAI Cabo

  • Técnico em Eletromecânica (Presencial ou EAD)
  • Técnico em Eletrotécnica (Presencial ou EAD)

SENAI Caruaru

  • Técnico em Eletromecânica (Presencial)
  • Técnico em Eletrotécnica (Presencial ou EAD)

SENAI Goiana

  • Técnico em Eletromecânica (Presencial ou EAD)
  • Técnico em Eletrotécnica (Presencial ou EAD)

SENAI Paulista

Técnico em Administração (Presencial)

SENAI Petrolina

  • Técnico em Eletromecânica (Presencial)
  • Técnico em Eletrotécnica (Presencial)
  • Técnico em Manutenção Automotiva (Presencial)
  • Técnico em Refrigeração e Climatização (Presencial)

SENAI Santo Amaro

  • Técnico em Eletromecânica (Presencial ou EAD)
  • Técnico em Manutenção Automotiva (Presencial)
  • Técnico em Mecatrônica (Presencial)
  • Técnico em Refrigeração e Climatização (Presencial)

(Ascom)

Secretaria de Educação de PE abre seleção simplificada com salários de até R$ 4,5 mil. Tem vagas para Petrolina. Inscrições até 11 de abril

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 (Foto: Ademar Filho)

O governo de Pernambuco divulgou o edital de uma seleção simplificada para a contratação temporária de 98 profissionais para a Secretaria de Educação do Estado. Do total de vagas, 60 são para a área de alimentação escolar e 38 para as áreas de arquitetura e engenharia. Os salários são de até R$ 4.590. As inscrições foram iniciadas nessa segunda (15) e vão até o dia 11 de abril.

O edital, publicado no Diário Oficial do Estado, diz que a taxa de inscrição custa R$ 24. A seleção é feita em etapa única, através de avaliação de experiência profissional e de títulos. As vagas são destinadas para os polos Recife, Nazaré da Mata, Vitória de Santo Antão, Palmares, Limoeiro, Caruaru, Garanhuns, Arcoverde, Salgueiro, Afogados da Ingazeira, Floresta, Petrolina e Araripina.

A previsão é de que o resultado preliminar da seleção seja divulgado no dia 27 de abril. Após isso, será aberto o período de recursos, entre 28 e 20 do mesmo mês. O resultado final, por sua vez, deve ser liberado no dia 10 de maio.

Confira os cargos:

  • Arquiteto
  • Coordenador de alimentação escolar
  • Engenheiro civil (orçamento)
  • Engenheiro civil (obra)
  • Engenheiro civil (manutenção)
  • Engenheiro Elétrico
  • Técnico em edificação
  • Técnico em climatização e refrigeração
  • Técnico em segurança do trabalho
  • Cadista

Informações do Diário de Pernambuco

Graduação premium via nota do Enem

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Publicadas as notas finais do Enem 2020, é chegada a temporada de ingresso em cursos por meio da nota final do exame, e faculdades particulares de renome de Brasília são destaques entre os destinos escolhidos

Provas do Enem serão realizadas nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021 - Notícias - R7 Educação

Mais tarde do que de costume – por conta das adaptações de calendário necessárias devido à pandemia da Covid-19, acabam de ser publicadas pelo Inep as notas finais do Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem 2020. E com elas a maratona dos pré-universitários de pesquisas por instituições e cálculos de nota de corte dos cursos desejados para o ingresso via Sisu, o sistema informatizado, gerenciado pelo Ministério da Educação (MEC). Corrida também pelo ProUni ou busca direta de programa de bolsas para faculdades particulares via nota do Enem.

Calcule sua média do ENEM para uso no SiSU

Já conferiu o seu resultado no ENEM? Entenda como é feito o cálculo da nota para uso no SiSU e outros casos.

Uma vez dentro do resultado, o estudante terá acesso a cinco notas diferentes: de Ciências Humanas, de Ciências da Natureza, de Matemática, de Linguagens e Códigos e da redação.

Cada instituição adota pesos diferentes para cada uma das provas do ENEM no cálculo da média para o SiSU. Confira os pesos adotados pela instituição que deseja e calcule sua nota média.

Tabela de referência – Notas mínimas e máximas no ENEM 2019

Nota Máxima Nota Mínima Proficiência
Linguagens 801,7 322 520,9
Matemática 985,5 359 523,1
Ciências da Natureza 860,9 327,9 477,8
Ciências Humanas 835,1 315,9  508

Governo Federal começou a pagar o auxilio emergencial . Tire todas as suas dúvidas e veja a programação

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Com quatro parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família, o auxílio emergencial começou a ser pago nessa terça-feira (6) a quem recebia o benefício em dezembro de 2020.

Como no ano passado, o benefício foi depositado nas contas poupança digitais dos trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), onde poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a quatro semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente.

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos no programa social podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês. O auxílio emergencial somente será pago quando o valor for superior ao benefício do Bolsa Família.

Cerca de R$ 44 bilhões foram destinados ao auxílio emergencial por meio da promulgação da Emenda Constitucional 109/2021, a chamada PEC Emergencial.

A emenda constitucional abriu caminho para que o governo federal ultrapasse o limite do teto de gastos, sem comprometer a meta de resultado fiscal primário e sem afetar a chamada regra de ouro (espécie de teto de endividamento público para financiar gastos correntes).

Segundo o Ministério da Cidadania, do valor total estabelecido pelo Congresso Nacional, R$ 23,4 bilhões serão destinados ao público já inscrito em plataformas digitais da Caixa Econômica Federal, R$ 6,5 bilhões para integrantes do Cadastro Único do Governo Federal e R$ 12,7 bilhões para atendidos pelo Bolsa Família.

Confira as principais dúvidas sobre a nova rodada do auxílio emergencial

1) Qual o valor do auxílio emergencial 2021?

  •   Pessoa que mora sozinha: R$ 150
  •   Mãe solteira que sustenta a família: R$ 375
  •   Demais famílias: R$ 250

2) Qual o número de parcelas?
Quatro parcelas mensais de abril a julho

3) Quem tem direito a receber o auxílio emergencial em 2021?
Todos os trabalhadores informais, inscritos no CadÚnico e beneficiários do Bolsa Família que já recebiam o auxílio emergencial de R$ 600 ou a extensão do auxílio emergencial de R$ 300 em dezembro de 2020.

O beneficiário também deve cumprir as seguintes regras:

  •   ter mais de 18 anos (exceto no caso de mães adolescentes de 12 a 17 anos com pelo menos um filho);
  •   não ter carteira assinada (vínculo formal ativo);
  •   não receber benefício previdenciário, assistencial, trabalhista ou programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família e do abono salarial do PIS/Pasep;
  •   não ter renda familiar mensal per capita (renda total dividida pelo número de membros de uma família) acima de meio salário mínimo;
  •   não ser membro de família com renda mensal total acima de três salários mínimos;
  •   não morar no exterior;
  •   não ter recebido, em 2019, rendimentos tributáveis (como salário e aposentadoria) acima de R$ 28.559,70;
  •   não possuir patrimônio superior a R$ 300 mil em 31 de dezembro de 2019;
  •   não ter recebido rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, acima de R$ 40 mil em 2019;
  •   não estar preso em regime fechado nem receber auxílio-reclusão;
  •   não ter sido incluído, em 2019, como dependente na declaração do Imposto de Renda na condição de cônjuge, filho ou enteado de até 21 anos (caso geral) ou até 24 anos (matriculado em instituição de ensino superior ou de ensino técnico médio, ou companheiro com o qual o contribuinte tenha filho ou com o qual conviva há mais de cinco anos;
  •   não ter indicativo de óbito no Sistema Nacional de Informações de Registro Civil (SIRC) ou no Sistema de Controle de Óbitos (Sisobi);
  •   não ter CPF vinculado, como instituidor, à concessão de pensão por morte de qualquer natureza;
  •   não estar com o auxílio emergencial ou a extensão do auxílio cancelado no momento da avaliação de elegibilidade da nova rodada de 2021;
  •   não ter movimentado os valores do auxílio emergencial depositados na conta poupança digital ou na conta de depósito do Bolsa Família ao longo de 2020;
  •   não ser estagiário, residente médico, residente multiprofissional ou beneficiário de bolsas de estudo concedidas em nível municipal, estadual ou federal.

4) Quais os beneficiários do Bolsa Família que receberão o auxílio?
Os atuais beneficiários do programa social têm direito ao auxílio emergencial, desde que o valor do benefício do Bolsa Família seja menor que a parcela do auxílio.

5) Quais são as datas de pagamento?
Como em 2020, a nova rodada do auxílio emergencial será paga com dois calendários distintos: um para o público geral, que segue o mês de nascimento do beneficiário, e outro para o Bolsa Família.

6) É possível pedir o auxílio emergencial?
Trabalhadores informais e inscritos no CadÚnico que não receberam auxílio emergencial em 2020 não podem pedir o benefício em 2021. Será usado o cadastro encerrado em 3 de julho de 2020. O benefício será pago automaticamente a quem estava recebendo o auxílio de R$ 600 ou a extensão de R$ 300 em dezembro do ano passado e que cumpra as regras atuais.

7) Como posso saber se vou ser considerado apto a receber o auxílio?
Os trabalhadores podem verificar, desde 2 de abril, se receberão a nova rodada do auxílio emergencial. A consulta pode ser feita no site da Dataprev , estatal responsável por processar o cadastro do benefício, bastando informar nome completo, data de nascimento, CPF e nome da mãe. A verificação também pode ser feita no site auxilio.caixa.gov.br e no telefone 111, da Caixa Econômica Federal.

8) Quantas pessoas da mesma família podem receber o auxílio emergencial?
O benefício só será pago a um membro de cada família na nova rodada, contra até duas pessoas da mesma família na rodada anterior. Os critérios de prioridade para decidir quem receberá seguirão a seguinte ordem.

  •   mulher provedora de família monoparental (mãe solteira arrimo de família);
  •   data de nascimento mais antiga;
  •   do sexo feminino, caso haja empate;
  •   ordem alfabética do primeiro nome, se necessário, em caso de empate.

9) Quem recebe seguro-desemprego, auxílio-doença ou Benefício de Prestação Continuada (BPC) tem direito ao auxílio-emergencial?
Não. O benefício não será pago a quem receba outros benefícios sociais, previdenciários, trabalhista ou transferência de renda, à exceção do Bolsa Família e do abono salarial do PIS/Pasep.

10) Quem tem membro da família que receba o BPC pode receber o auxílio emergencial 2021?
O pagamento do auxílio emergencial, nesse caso, dependerá da renda per capita da família. Caso alguém da família receba o BPC, a renda entrará no cálculo. Se o resultado for inferior a meio salário mínimo por pessoa da família e o usuário cumprir os demais critérios, poderá receber o auxílio emergencial.

11) Quem teve o auxílio emergencial de R$ 600 ou a extensão de R$ 300 canceladas poderá receber o benefício em 2021?
Não. A legislação veda o acesso ao auxílio emergencial a quem teve o benefício cancelado.

12) O CPF precisa estar regularizado?
Sim. O contribuinte precisa estar com o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) em dia para ter direito à nova rodada do auxílio emergencial. A situação também deverá estar regularizada com a Receita Federal.

A consulta ao CPF pode ser feita no site da Receita Federal . Caso esteja irregular, o contribuinte deve procurar a Receita Federal, entrando no site, no Centro de Atendimento Virtual da Receita (e-CAC), ou ligando no número 146.

13) Beneficiários do Bolsa Família precisam regularizar o CPF?
Não. Os inscritos no Bolsa Família não precisam comprovar a regularidade fiscal, pois usam o Número de Inscrição Social (NIS) para sacar o benefício.

14) É preciso atualizar o aplicativo Caixa Tem para receber o benefício?
Desde 14 de março, a Caixa Econômica Federal abriu o aplicativo Caixa Tem para que os beneficiários atualizem os dados cadastrais. O procedimento, no entanto, não é obrigatório. Nenhum beneficiário deixará de receber o auxílio emergencial porque não atualizou as informações.

15) O auxílio poderá ser cancelado após o início do pagamento?
Sim. O governo fará um pente-fino permanente nos cadastros para verificar se o beneficiário cumpre os critérios para receber o auxílio. Em caso de irregularidade ou inconsistências nos dados, o auxílio emergencial será cancelado.

Calendário da primeira parcela do Auxílio Emergencial 2021

Nascidos em Dia do crédito em conta Dia para saques em dinheiro e transferências
janeiro 6 de abril 4 de maio
fevereiro 9 de abril 6 de maio
março 11 de abril 10 de maio
abril 13 de abril 12 de maio
maio 15 de abril 14 de maio
junho 18 de abril 18 de maio
julho 20 de abril 20 de maio
agosto 22 de abril 21 de maio
setembro 25 de abril 25 de maio
outubro 27 de abril 27 de maio
novembro 29 de abril 1º de junho
dezembro 30 de abril 4 de junho

Petrolina registra mais 180 novos casos positivos da Covid19 e mais dois óbitos

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O boletim epidemiológico da Covid-19 divulgado pela Secretaria de Saúde de Petrolina, informa que a taxa de ocupação leitos de UTI desta segunda-feira (05), permanece em 95,1%. Dos 82 leitos, 78 estão ocupados. 55 pacientes são de Petrolina e 23 de outras cidades da região.

O boletim também traz informações sobre os novos casos confirmados. Foram registrados 180 novos casos de Covid-19. Agora, 20.506 pessoas já foram infectadas pelo novo coronavírus. O total de pacientes recupe180 rados é de 18.469, isso representa 90,1% do total.

Dos novos infectados, 154 foram confirmados por exames realizados pela prefeitura. Os outros 26 foram confirmados através de exames laboratoriais. São 72 pessoas do sexo masculino, com idades entre seis meses e 84 anos, e 108 pessoas do sexo feminino, entre quatro e 89 anos.

Petrolina registrou duas novas mortes, sendo um homem e uma mulher. A paciente tinha 47 anos, histórico de comorbidades, estava internada em um hospital particular e morreu no último dia 2. Já o homem tinha 42 anos e não tinha histórico de comorbidades. Ele estava internado em um hospital público e morreu no dia 5 de abril. Agora, o município passa a ter 287 óbitos em decorrência da Covid-19.

Outras informações

A Secretaria de Saúde também divulgou informações complementares sobre a pandemia em Petrolina.

  • – Casos investigados: 1.416 pessoas sendo monitoradas, há possibilidade delas estarem infectadas.
  • – Casos por raça/cor: Dos novos infectados 18 são pretos, 135 pardos, quatro amarelos, 19 brancos e quatro não declararam raça 
  • – Casos descartados: Até agora, 83.056 casos já foram descartados. As pessoas que foram testadas tiveram resultados negativos.
  • – Casos ativos: O município tem 1.750 casos ativos do novo coronavírus. 

Todas as informações sobre a pandemia na cidade estão disponíveis no site: petrolina.pe.gov.br/coronavirus.

Uma triste história! Trigêmeos perdem mãe, avó e tia para Covid-19 no interior de SP

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Trigêmeos perdem mãe, avó e tia para Covid-19 no interior de SP

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, SP (FOLHAPRESS) – Depois de perderam a mãe, a avó e a tia vítimas de complicações da Covid-19 no mês passado, os trigêmeos Pedro, Paulo e Felipe, 5, moradores de Parisi, cidade a 550 km de São Paulo, foram adotados e estão sob os cuidados do tio materno, o vendedor Douglas Junior Faria Amaral, 26, e da mulher, Luana Amaral, 25.

Para ajudar a nova família uma campanha virtual foi lançada na sexta-feira (2) com o objetivo de arrecadar R$ 90 mil. O valor será destinado à construção de um quarto para os irmãos e para a compra de um carro de sete lugares para a família.

Douglas e a mulher moram na cidade de Votuporanga em uma casa de pouco mais de 50 metros quadrados com a filha de um ano e sete meses. O imóvel, que é financiado, tem apenas dois quartos, sala, cozinha e banheiro. Devido à falta de espaço os trigêmeos estão dormindo em colchões improvisados no quarto do casal.

“A nossa vida deu uma reviravolta e eu, que tinha apenas uma filha, hoje eu ganhei mais três filhos. A ficha ainda não caiu, mas estamos fazendo de tudo para que eles se sintam amparados e amados”, diz o vendedor.

Por ser o único familiar materno a sobreviver e ser a pessoa com contato mais próximo das crianças, o tio, que também é padrinho dos meninos, está com a guarda temporária dos trigêmeos e já entrou com o pedido de guarda definitiva. As crianças já haviam perdido o pai em outubro do ano passado vítima de um acidente de moto.

“Eles têm um irmão de 18 anos de um relacionamento anterior da mãe, mas ele é muito jovem e não tem condições de assumir essa responsabilidade. Já por parte do pai eles têm uma tia que está nos ajudando e apoiando nossa decisão”, diz Amaral.

Depois que a família acolheu os trigêmeos e a história se tornou conhecida, por meio das redes sociais, eles passaram a receber doações de moradores da cidade e também de pessoas de longe que se sensibilizaram com a situação. O vendedor relata que um brasileiro que mora nos Estados Unidos entrou em contato para ajudar, além de pessoas de diversos estados brasileiros.

“Recebemos muitos alimentos, roupas, sapatos e brinquedos. Diversos profissionais, como arquitetos, eletricistas, pedreiros já nos procuraram e ofereceram os serviços gratuitamente para a construção do quarto das crianças. Além disso, ganhamos tijolos e outros materiais. O meu telefone não para mais de tocar. Tem muita gente doando e fazendo questão de ajudar os meninos”, relata Douglas.

Entre as doações, uma que chamou a atenção do vendedor foi a feita por um morador da própria cidade. Humilde, um senhor foi até a casa da família para contribuir com R$ 9.

“O senhor disse que ele era pobre, mas que queria ajudar os meninos. Foi uma cena que jamais vou esquecer na minha vida”, lembra o tio.

Na Páscoa as crianças também ganharam diversos presentes. Além de cerca de 30 ovos de chocolates, três bicicletas foram doadas e entregues na casa da família. “Apesar de tanta dor, eles estão se sentido bastante amados”, conta ele.

Até o fechamento dessa reportagem, a vaquinha virtual (https://voaa.me/trigemeos-orfaos-covid) para os trigêmeos já havia arrecadado pouco mais de R$ 93 mil.

Mesmo superando a meta, a campanha para os trigêmeos continua ativa e o valor arrecadado a mais será destinado para a educação das crianças e acompanhamento psicológico deles.

Em menos de oito dias, a avó, a mãe e a tia dos trigêmeos morreram vítimas de complicações causadas pela Covid-19, no mês passado.

A avó Valentina Peres Machado, 66, foi a primeira a ser internada na Santa Casa de Votuporanga (SP) no início de março, quando foi diagnosticada com a doença. Ela e as duas filhas, Ana Paula Faria, 36, mãe dos trigêmeos, e Karina Angélica Faria, 33, também haviam sido contaminadas, mas, por apresentarem sintomas leves, seguiam com o tratamento médico em casa.

No entanto, Karina e Ana Paula tiveram os quadros agravados e também precisaram ser internadas. Karina foi a primeira a não resistir às complicações da doença e morreu no dia 13 de março. Três dias depois, a outra irmã e mãe dos trigêmeos, Ana Paula, também não resistiu. A última a vir a óbito foi a avó Valentina que morreu uma semana depois das filhas, no dia 21 de março.

O irmão mais velho dos trigêmeos, de 18 anos, também foi infectado. Ele também precisou ser internado e se recuperou da doença. Já o tio e a esposa não tiveram a doença.

Grave! Brasil chega a 13 milhões de casos de Covid e 333 mil mortos pela doença

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A média completou, nesta segunda, 20 dias acima de 2.000 mortes por dia

Brasil chega a 13 milhões de casos de Covid e 333 mil mortos pela doença

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Brasil registrou 1.623 mortes por Covid e 39.629 casos da doença, nesta segunda-feira (5). O número baixo (em relação aos altíssimos dados anteriores) não significa, porém, que a situação brasileira tenha melhorado. Os dados costumam ser menores nos feriados (como a Páscoa), domingos e segundas.

Com os números desta segunda, o país chegou a 13.023.189 pessoas infectadas e a 333.153 óbitos por Covid desde o início da pandemia.

A média móvel de mortes caiu novamente e chegou a 2.698 óbitos por dia, nos últimos sete dias. A média é uma ferramenta estatística para suavizar grandes variações de dados, como costuma ocorrer com as informações da Covid nos finais de semana, segundas e feriados. Ela é calculada pela soma das mortes dos últimos sete dias e divisão do resultado por sete.

A média completou, nesta segunda, 20 dias acima de 2.000 mortes por dia.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

O consórcio de imprensa também atualizou as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 23 estados e o Distrito Federal.

Já foram aplicadas no total 25.619.061 doses de vacina (20.023.132 da primeira dose e 5.595.929 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Isso significa que somente 12,44% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 3,48%, a segunda.
Nas últimas 24 horas, 548.306 pessoas tomaram a primeira dose da vacina e 206.718, a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​