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Por conta da covid-19 começaram as novas restrições em Pernambuco. Veja o que pode e o que não pode funcionar

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O decreto que regulamenta novas restrições em Pernambuco para conter a Covid-19,  começaram a valer  nessa quarta-feira (26) e seguem até, pelo menos, 6 de junho.

A nova atualização do Plano de Convivência com a Covid-19 divide o Estado em três grandes áreas para definir as restrições.

Em 12 cidades da Gerência Regional de Saúde (Geres II), com sede em Limoeiro e em todas as 53 cidades das Geres IV (com sede em Caruaru) e V (com sede em Garanhuns) [veja lista abaixo], a quarentena será mais rígida, com proibição das atividades não essenciais inclusive durante a semana.

Na Região Metropolitana do Recife e em cidades da Mata Norte e Mata Sul [veja lista abaixo], atividades e serviços considerados não essenciais não poderão funcionar durante os finais de semana – de segunda a sexta-feira, seguem liberados até 20h.

Por fim, no Sertão do Estado seguem em vigor a proibição de atividades não essenciais após as 20h de segunda a sexta-feira e após as 18h aos sábados e domingos.

Entre as atividades essenciais, o governo elenca supermercados, padarias, postos de gasolina, mercadinhos e serviços de saúde e funerário [veja listas abaixo].

As restrições mais rígidas aos finais de semana na RMR e em cidades da Mata e em todos os dias da semana nas Geres IV, V e cidades da II atingem inclusive praias, parques e igrejas – essas últimas consideradas essenciais por decreto, mas com previsão de restrições em caso de decisão do Governo do Estado.

Shoppings e escolas nessas regiões também não poderão funcionar durante a vigência respectiva do decreto.

O decreto ainda concede aos prefeitos dos respectivos municípios a autonomia para disciplinar o funcionamento das feiras livres onde houver quarentena rígida, desde que sejam observadas as peculiaridades locais e se evite aglomerações.

De acordo com o governador Paulo Câmara, a aceleração exponencial da contaminação pela Covid-19 no Agreste do Estado resultou em um aumento de ocupação em todo o sistema de saúde nas últimas semanas.

“A consequência direta disso é mais tempo entre a solicitação de um leito de UTI e a transferência dos pacientes para uma vaga de terapia intensiva”, explicou.