*Professor Edmar da Silveira

Jornalista e Professor Edmar Silveira

Não há como não deixar de falar do Brasil, em dias como os de hoje. Este país anuncia o triste numero de 100 mil mortes pela Corona vírus. De um lado, os que lutam pelo estabelecimento de um país, democraticamente instalado com seu povo, verdadeiramente atendido nos princípios da igualdade estabelecidos na origem da sociedade estatal. Receptores do Bem Comum.

Há um grupo de “cidadãos” que festejam as imbecilidades linguistas, de um inimigo da sociedade, egoísta marginal, cujo único objetivo na vida é viver à custa de um povo, que não conhece a sua própria identidade nacional. Esse grupo é identificado como nacionalistas. Nós sabemos suas identidades e seus desejos, mesquinhos e reacionários, e que vivem na perpetua exploração social, sob o manto da impunidade, atribuindo-se defensores dos interesses públicos. Mercenários, que a custa da extorsão e da violência, atribuem-se combatentes ao bandidismo, isso é muito mais uma forma de dominar o povo, sob o manto de terror, e os que se recusam contribuir, são assassinados.

Já nos perguntamos por que esse tipo de individuo tem a proteção do Estado e se mantém inatingíveis, e inatacáveis, porque são vinculados à agentes públicos, tanto do setor de segurança publica, como também aos políticos e agentes da administração pública. Esses grupos são responsáveis pelos, assassinatos por encomendas, extorsão, venda e distribuição de gás de cozinha, nas favelas, agua mineral, TV por assinaturas, Telefones, etc. A livre iniciativa, não existe sem a permissão desses grupos, para o seu funcionamento nas favelas, inclusive com a venda de edificações, construídas em áreas publicas, sem o devido licenciamento dos órgãos públicos, e ou com, a conveniência dos agentes licenciadores.

O que nos chama atenção é o fato de que os “bolsomínios” se arvoram como divulgadores do numero de pessoas que se curaram, com o intuito de minimizar o valor do numero de mortes ou de contágios. Além disso, são contumazes divulgadores de fake News, indiferentes aos esforços do poder judiciário e legislativo em buscar formulas para acabar com essa pratica nociva e marginal de difundir mentiras.

O relevante dessas divulgações deveria ser lembrar que na conta dos cem mil mortos, deve-se levar em consideração, que, ao lado de cada vitima da pandemia, tem de ser agregado, o numero familiar direto, que é de cinco pessoas, (a vitima a (o) companheiro, e os filhos), e indiretamente, entre dez a quinze pessoas, pais, irmãos, sobrinhos e outros familiares. O que totaliza uma media entre 600 mil a 1 milhão de vitimas . Logo meu querido leitor não pode chorar apenas a morte de 100 mil vitimas da corona vírus, mais sim, enxergar o lamento de aproximadamente um milhão de pessoas, que sofrerão as consequências dessa morte. Principalmente as (os) viúvas e os órfãos. Os que direta ou indiretamente, sofrerão as consequências pela desaparição do esteio familiar desaparecido. Muitos passarão privações e dependerão da caridade alheia. Até mesmo dos segregacionistas beneméritos.

Assim, meus elitistas, exploradores, fidalgos, e conservadores segregacionistas, dessa pequenina sociedade brasileira, e que ainda sonham com uma possibilidade eurocêntrica, mas que na verdade é subserviente ao financismo norte-americano. Seu sonho de sobrevivência reside na possiblidade de bajular o politico poderoso do momento, enquanto eles estiver no poder, mais que ao primeiro sinal de sua possível decadência, imediatamente migra para o mais próximo em ascensão.

Parabéns, para vocês.

Que pena que vocês não têm massa cefálica, capaz de leva-los a interpretar as raízes de toda essa batalha silenciosa pelo poder. Exemplo disso, é o numero de candidatos que se colocam a disposição do eleitor para serem vereadores, deputados, senadores e outros cargos executivos. Você parou para pensar, porque se investe tanto dinheiro, para assumir um cargo, cujo salário, nunca cobrirá os seus gastos de campanha?

Posso dizer, Tenha vergonha, Você não pode culpar aos que se apresentam para rouba-los quando no exercício do poder, uma vez que esse poder é seu. Se o seu indicado é desonesto, o ladrão é você, que o escolheu, para representa-lo.

Quero lembrar aos mensageiros da morte, os que não dão valor a morte do seu próximo, mesmo os não tão próximos.

 “O que se tornou perfeito, inteiramente maduro, quer morrer” Friedrich Nietzsche

*Professor  Edmar da Silveira  é Jornalista – Msc. Educação

 

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