O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso afirmou ao Estadão que o impeachment presidencial é a última opção. O Brasil pode viver o seu terceiro processo de impeachment em 30 anos.  Sem se debruçar sobre acusações com potencial de levar o presidente Jair Bolsonaro a deixar o governo depois de Dilma Rousseff (2016) e Fernando Collor (1992), o ministro foi taxativo: “É preciso que os fatos sejam graves, demonstrados”.

Tramita no Supremo o inquérito feitao a partir da denúncia do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, de que Bolsonaro tenta interferir politicamente na Polícia Federal. Mesmo depois da série de derrotas impostas pelo STF ao Planalto, no mês passado, Barroso disse que a Corte “não é adversária” do governo. “Numa democracia, sempre existem fricções e tensões entre os Poderes. Isso não significa crise institucional”, observou.

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