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Jornalista lança e-book poético “Nada será como antes” escrito durante o auge da pandemia

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Emanoel Andrade

O jornalista, professor, escritor e pesquisador Emanuel Andrade lança nesta sexta-feira em formato e-book, seu novo livro “Nada será como antes”, com mais de 40 poemas produzidos e reescritos ao logo de um ano da pandemia – entre abril de 2020 e outubro de 2021. Com apoio da Lei Aldir Blanc, do município de Petrolina, o autor apresenta apenas a edição digital, mas adianta que deverá publicar o livro físico no primeiro semestre de 2022. “Por várias razões, ainda não é o momento de lançá-lo de forma presencial, por conta dos limites e das restrições. Assim a proposta de lançar o impresso, pode acontecer no primeiro semestre do ano que vem com direito sarau poético e musical”.

Sobre o título, Nada será como antes, o autor confessa ter se inspirado numa canção de mesmo nome em parceria Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, que ficou conhecida, nos anos 1970, na voz de Elis Regina. “O termo é instigante e sempre recorrente, pois, podemos imaginar um alerta e uma reflexão disponível de formas diferentes para cada geração, ainda mais diante do que estamos vivendo. O antes já foi, o presente é tenso e o futuro não se sabe ao certo como será. Com a velocidade das coisas, nada de fato se repetirá no mesmo sentido”, justifica  Andrade.

Em meio aos textos poéticos, as temáticas transitam pelas reflexões cotidianas com ênfase no comportamento humano em meio ao trajeto da pandemia, provoca no leitor um olhar político e social para as questões diversas da humanidade, como também lança luz no túnel da esperança. Por outro lado, o escritor destaca que há pitadas de jornalismo em vários poemas, quado se chama atenção em tom noticioso sobre o que ocorre no cotidiano.

Para Emanuel Andrade, poesia é veiculo de informação para além do contexto que o autor venha a abordar em seus versos. Em Poesia para que?  Há uma convocação para referendar o papel poético do gênero literário: “Poesia para dor, solidão, alegria e oferenda/ Poesia para nadar, voar, escalar e sobrevoar/Poesia para baile, seresta, carnaval e cabaré/Poesia para política, filosofia e arqueologia/Poesia para quase, todos, tudo e qualquer um/ Poesia para bicho, homem, menino e mulher/Poesia para gato, rato, cachorro e papagaio/Poesia para book, e-book e facebook.

O jornalista volta a publicar livros após um hiato em função de um doutorado concluso em São Paulo, um mês antes do isolamento social se iniciar no Brasil, em março do ano passado. O autor publicou os livros Tuareg(1991), Balada dos Vagalumes (1997), A Dama do Barro – perfil biográfico de Ana das Carrancas(2007) e participou de várias coletâneas incluindo a antologia “Recontos da Alma”  e “16 textos ao som de Vinicius”, e ainda integrou o projeto coletivo “Um Geral-do Brasil( Histórias de um menino Ribeirinho – Geraldo Azevedo). (Ascom)

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