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HU-Univasf apoia campanha de prevenção ao câncer de pele com mutirão de atendimentos neste sábado (17)

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Manchas e pintas com formas indefinidas, bordas irregulares, cores diferentes e que cresceram ao longo do tempo podem ser sinais de câncer de pele.

Com foco na conscientização sobre a doença, o Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf/Ebserh) promoverá um mutirão, no próximo sábado, 17 de dezembro, para examinar a população que possui lesões suspeitas para este tipo de câncer.

Docentes e discentes vinculados ao Colegiado de Medicina da Univasf, assim como dermatologistas voluntários e profissionais do HU-Univasf, unirão forças para apoiar a campanha Dezembro Laranja, organizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, cuja mensagem central para este ano é “Não espere até sentir na pele”.

Os atendimentos serão realizados gratuitamente, por ordem de chegada, das 8h às 12h, no prédio da Policlínica do HU-Univasf, localizado no Campus Sede da Univasf, em Petrolina-PE. Os pacientes receberão orientações sobre ações preventivas e, havendo identificação de sinais mais graves, serão encaminhados para melhor acompanhamento e resolutividade dos casos.

Mantenha os cuidados de prevenção ao câncer de pele

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o câncer da pele responde por 33% de todos os diagnósticos desta doença no Brasil, sendo que o Instituto Nacional do Câncer (INCA) registra, a cada ano, cerca de 185 mil novos casos. O tipo mais comum, o câncer da pele não melanoma, tem letalidade baixa, porém seus números são muito altos.

A doença é provocada pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Essas células se dispõem formando camadas e, de acordo com as que forem afetadas, são definidos os diferentes tipos de câncer. Os mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares, responsáveis por 177 mil novos casos da doença por ano. Mais raro e letal que os carcinomas, o melanoma é o tipo mais agressivo de câncer da pele e registra 8,4 mil casos anualmente.

Por isso, a SBD ressalta que, em caso de surgimento de sinais e sintomas suspeitos, o médico dermatologista deve ser consultado para fazer o diagnóstico precoce do quadro. Para auxiliar na identificação dos sinais perigosos, as regras do ABCDE são úteis: assimetria, borda (bordas irregulares), cor (tons de preto escuro, várias colorações), diâmetro (maior que 5mm) e evolução (mudança de tamanho, forma e cor).

Outras recomendações também são de fundamental importância:

– Cultivar hábitos de fotoproteção, que incluem o uso de óculos de sol e blusas com proteção UV (ultravioleta), bonés ou chapéus;
– Optar pela sombra;
– Evitar a exposição ao sol entre 9h e 16h;
– Utilizar filtro solar com FPS igual ou superior a 30, reaplicando-o a cada duas horas ou sempre que houver contato com a água.

Ascom

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