Nesta terça-feira (29) é lembrado o Dia Mundial da Psoríase. A data tem o objetivo de conscientizar e alertar as pessoas sobre a psoríase, uma doença crônica, não transmissível e que não tem cura.

A Psoríase é uma doença inflamatória crônica, que afeta de 1% a 3% da população mundial, não-contagiosa (ou seja, não passa de pessoa para pessoa), caracterizando-se pelo surgimento de lesões róseas ou avermelhadas na pele, cobertas de escamas secas, esbranquiçadas e descamativas que aparecem, em geral, no couro cabeludo, nos cotovelos, joelhos, tornozelo e região lombar, podendo, em alguns casos, espalhar-se por todo o corpo, inclusive nas unhas.

A doença, que surge em qualquer idade, pode se manifestar logo após o nascimento ou em idosos, mas o período mais comum é entre os 20 e 40 anos. O mecanismo que desencadeia as lesões de psoríase é controlado pela imunidade, e a genética influencia na predisposição.

Os sintomas da psoríase são lesões na pele, descamações e vermelhidões. Além das lesões, algumas pessoas têm discreta coceira. Quando a psoríase também atinge as articulações, principalmente das mãos e dos pés, pode causar dor e deformidade dos dedos. As lesões podem coçar em alguns casos, principalmente nos locais em que se apresenta com maior frequência. Normalmente, o tratamento indicado pelos médicos é a fototerapia (exposição à radiação ultravioleta) e remédios imunomoduladores. A doença não tem cura e o tratamento busca o controle da doença e melhora da qualidade de vida do paciente.

Origem

O Dia Internacional da Psoríase surgiu em 2004 através da união de organizações que queriam informar a população sobre o que é a doença e como lidar com ela, alertando também sobre as formas de tratamento. No Brasil as campanhas do Dia da Psoríase são coordenadas pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, que de acordo com último levantamento, estima que cerca de 3% da população brasileira tenha psoríase.(Ascom)

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