Procuradores próximos do grupo do procurador Deltan Dallagnol dizem que um afastamento voluntário soaria como confissão de culpa.

Ou admissão de que as mensagens obtidas pelo The Intercept são verdadeiras –gesto que estaria fora do radar da força-tarefa.

Mas esse grupo crê na chance de Deltan, neste momento, ceder o protagonismo da operação a outros colegas.

Membros do MPF acreditam que não há mais chance de o procurador escapar de punição no Conselho Nacional do Ministério Público –que já fala em afastá-lo cautelarmente das funções. (Painel – FSP)

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