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Centro de Informação sobre Medicamentos (CIM) da Univasf lança e-book em Libras e português sobre Covid-19

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“Covid-19: da Libras para o português”. Este é o título do primeiro e-book bilíngue lançado pelo Centro de Informação sobre Medicamentos (CIM) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). A obra foi produzida para contribuir com a democratização da informação em saúde e contém informações essenciais sobre a Covid-19 em Libras, por meio de vídeos on-line, e textos em português em linguagem acessível.

O e-book pode ser acessado gratuitamente pelo link. Os vídeos referentes a cada capítulo do e-book estão disponíveis no canal CIM UNIVASF no YouTube, que pode ser acessado através do QR code informado no livro. Dividido em 13 capítulos, a obra foi organizada pelas professoras do Colegiado de Farmácia Deuzilane Muniz Nunes e Isabel Dielle Souza Lima Pio, coordenadoras do CIM, e teve o prefácio escrito pela coordenadora do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI), Karla Daniele de Sá Maciel Luz.

Segundo Deuzilane, a equipe do CIM iniciou produzindo os vídeos para dar acesso às informações sobre a pandemia da Covid-19 aos grupos da sociedade que estavam mais expostos à desinformação. “Entendemos que os surdos estavam sofrendo mais que os ouvintes com as inúmeras fake news que eram disseminadas. Buscamos, então, gravar os vídeos, mesmo sem estrutura física, sobre o assunto”.

Ela conta que os estagiários voluntários, estudantes de graduação e intérpretes de Libras da Univasf gravaram os vídeos em suas casas. “Com o tempo, a qualidade dos vídeos foi melhorando cada vez mais e, em 2021, com mais informações sobre a Covid-19, percebemos que seria interessante unir as informações em um e-book, para que a sociedade pudesse encontrar em uma única obra as informações mais importantes”, relata a docente.

A obra representa o primeiro livro do CIM/Univasf que compila informações sobre um tema mais específico, voltado a ser um instrumento de inclusão na área da saúde. “É um modelo de instrumento de inclusão da informação em saúde segura e confiável a grupos que tanto ficam à margem do direito à informação, como pessoas surdas, cegas, não alfabetizadas ou com baixo nível de letramento”, diz. (Ascom)

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