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Covid-19: Pandemia já matou mais de 2,43 milhões de pessoas no mundo

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Os países que registraram o maior número de novas mortes em seus últimos levantamentos são os Estados Unidos com 2.446 novas mortes, Brasil (1.150) e México (1.075).

Covid-19: Pandemia já matou mais de 2,43 milhões de pessoas no mundo

A pandemia do novo coronavírus matou pelo menos 2.430.693 pessoas no mundo desde que foram detectados os primeiros casos, em dezembro de 2019, segundo um levantamento realizado hoje pela agência de notícias AFP a partir de fontes oficiais.

Mais de 109.857.920 casos de infecção foram oficialmente diagnosticados desde o início da epidemia, dos quais pelo menos 67.422.400 pacientes já foram considerados curados.

Os números são baseados em relatórios diários das autoridades de saúde de cada país e excluem as revisões posteriores de agências estatísticas, como ocorre na Rússia, Espanha e Reino Unido.

Na quarta-feira, foram registrados 11.018 novos óbitos e 390.322 novos casos em todo o mundo.

Os países que registraram o maior número de novas mortes em seus últimos levantamentos são os Estados Unidos com 2.446 novas mortes, Brasil (1.150) e México (1.075).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 490.550 óbitos e 27.826.891 casos, segundo o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 242.090 mortes e 9.978.747 casos, o México com 177.061 óbitos (2.013.563 casos), a Índia com 156.014 mortes (10.950.201 casos) e o Reino Unido com 118.933 óbitos (4.071.185 casos).

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 188 mortes por 100.000 habitantes, seguida da Eslovênia (180), Reino Unido (175), República Checa (175) e Itália (156).

A Europa totalizou hoje, às 11:00, 817.568 mortes em 36.006.514 casos, a América Latina e Caribe 648.812 óbitos (20.402.142 casos), os Estados Unidos e Canadá 511.970 mortes (28.660.242 casos), a Ásia 249.928 óbitos (15.785.961 casos), o Oriente Médio 101.585 mortes (5.183.827 casos), a África 99.883 óbitos (3.787.300 casos) e a Oceânia 947 mortes (31.941 casos).

Desde o início da pandemia, o número de testes realizados aumentou drasticamente e as técnicas de rastreamento e despistagem melhoraram, levando a um aumento no número dos contágios declarados.

O número de casos diagnosticados, entretanto, reflete apenas uma fração do total real dos contágios, com uma proporção significativa dos casos menos graves ou assintomáticos ainda não detectados.

Esta avaliação foi realizada com base em dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

 POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

Estelionatários estão enganando mototaxistas para aplicar golpes em Petrolina (PE)

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A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) alerta o comércio para uma nova modalidade de golpes aplicados contra empresários em Petrolina. Para a execução do crime, os golpistas contratam mototaxistas, que não sabem que estão sendo usados por criminosos.

O golpe ocorre quando estelionatários de outras localidades entram em contato com empresários cobrando dinheiro por serviços prestados por empresas conhecidas, e acionam um mototaxista, que deve receber o dinheiro e depositar em uma conta bancária.

 A modalidade de golpe foi descoberta, após dono de uma rede de farmácias da cidade, registar um B.O (Boletim de Ocorrência). “Estavam usando meu nome de forma ilegal para aplicar esse tipo de golpe. Esses criminosos se identificam através de contato telefônico como se fosse a minha pessoa para que a vítima realize uma transferência bancária ou pagamento através de terceiros. Quero alertar que essa ação é mentirosa e descabida”, relata

A recomendação que a CDL solicita às vítimas do golpe, é que as mesmas entrem em contato com a Polícia e realize um boletim de ocorrência. Outra sugestão é que as pessoas devem checar sempre com as empresas sobre pagamentos e nunca efetuar depósitos em conta de terceiros. Também é primordial a verificação da agência, se for fora de Petrolina, desconfie e não faça depósito.(Ascom)

Assentamento pernambucano será o primeiro no estado a usar energia solar na irrigação

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Seis mini usinas de energia fotovoltaica serão instaladas no assentamento Antônio Conselheiro I, no município de Tacaratu/PE. O assentamento será o primeiro no estado a usar esse sistema de energia, fruto da negociação entre assentados, Incra e a empresa Enel Brasil.

Cada uma das agrovilas do assentamento receberá uma mini usina com capacidade de 2.500 quilowatts/mês, beneficiado as 300 famílias Antônio Conselheiro I que vão poder irrigar suas lavouras ao custo de energia reduzido. A previsão é que as primeiras unidades do sistema sejam entregues ainda no primeiro semestre de 2021.

“É uma grande conquista para os assentados. Trata-se de um processo que foi cuidadosamente construído pela Unidade Avançada Especial do Sertão, e conduzido pelo Incra/PE, no qual, todos contribuíram com esforço e diligência, principalmente a procuradoria especializada da autarquia e a área técnica, que nos possibilitaram total apoio e segurança jurídica para que os beneficiário possam receber de forma inédita, acredito que no país, um projeto desse tipo, mini usinas de geração de energia solar, esse é o espírito que temos buscado trabalhar, construindo parcerias para que possamos estar sempre levando benefícios e inovação para os assentamentos do estado de Pernambuco”, declara o superintendente do Incra, Thiago Ângelus.

As usinas foram um pedido da Unidade Avançada do Incra em Petrolina a Enel, que tem um parque eólico instalado em uma área vizinha ao assentamento, como contrapartida social por permitir a utilização das estradas viciais da comunidade para o transporte de equipamentos e manutenção de suas torres.

Para a instalação dos sistemas será necessário o investimento de R$ 400 mil. A manutenção dos equipamentos ficará a cargo dos assentados, que serão capacitados por técnicos da empresa no local durante a instalação das minis usinas.

Cada agrovila conta com 50 famílias assentadas. Para a presidente da agrovila 02, a assentada Rozilma Maria de Lima Santos, este é um momento de muita alegria para toda a comunidade. “Estamos muito felizes porque iremos economizar em torno de R$ 1,7 mil mensais em conta de energia. Esse seria o custo da conta de luz da associação e dos poços de água que iremos usar para a irrigação das nossas hortas”, declarou.

De acordo com o assentado Auricélio de Souza Nunes, presidente da agrovila 01, o sistema fotovoltaico faz parte de um projeto maior, que inclui poços artesianos e adutoras que visam abastecer as agrovilas e o sistema produtivo do assentamento. “Nosso projeto vai além do sistema de energia solar, com a implantação de poços com bombas de água para as agrovilas e um sistema de adutora para os lotes de produção. Como ainda estamos trabalhando na implementação das outras duas partes, por enquanto iremos usar a energia no sistema de água que já temos, implantado com o Crédito Semiárido, que recebemos do Incra”, explicou.

A partir de uma avaliação realizada no assentamento pelos técnicos do Incra foi elaborado um plano de ação, em conjunto com os trabalhadores rurais assentados, para a implantação de um projeto integrado, que seria composto por novos poços artesianos e a implantação de adutoras modulares, para melhorar o abastecimento das agrovilas, que viabilize levar água em quantidade suficiente para a produção e criação de animais nos lotes e, numa terceira etapa, possibilitar a criação de quintais produtivos no modelo Sisteminha, desenvolvido pela Embrapa Meio Norte, de Teresina/PI e divulgado pela UNIVASF ,tornando a vida dos agricultores familiares mais produtiva e sustentável.

Os painéis solares vão produzir eletricidade fotovoltaica em corrente contínua, que passa por um inversor solar que converte essa energia em corrente alternada, que é a energia comumente usada nas casas e empreendimentos.

Os inversores entregam a energia produzida pelos painéis fotovoltaicos para a transmissão de energia nas linhas de alta tensão da operadora local que a distribui para a residência e/ou empreendimento.

Assim as mini usinas poderão ser conectadas aos transformadores das agrovilas e transmitida pelas redes de transmissão de energia e distribuída para o uso nas moto bombas e demais instalações das associações nas agrovilas. Importante mencionar que a energia não utilizada de imediato pelas associações e assentados, poderá ser acumulada para uso futuro, em até 5 anos.

Ascom Incra PE

Precisa economizar gasolina? O SENAI traz cinco dicas que podem ajudá-lo nessa missão

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Os aumentos recorrentes no preço da gasolina atingem, em cheio, o bolso dos consumidores. Na última semana, a Petrobras anunciou um aumento de 8,2% no preço da gasolina que é vendida pelas refinarias para as distribuidoras, o que representou um aumento de 0,17% no preço médio do litro do combustível. Ainda não se sabe o real impacto disso nas bombas, mas como esse já é o terceiro aumento anunciado apenas neste ano, é importante que os motoristas saibam o que fazer para sentir menos no orçamento o peso desses reajustes.

Para ajudar nesse desafio, o especialista técnico em Automotiva do SENAI Pernambuco, Marcelo Farias, elencou cinco dicas para ajudar a dirigir com mais eficiência e economizar gasolina.

PNEUS

Uma medida simples, mas que pode fazer diferença no consumo de combustível é a calibragem dos pneus, que deve ser feita semanalmente e com os pneus ainda frios. Atenção: se você precisar carregar mais peso no carro, a pressão recomendada para a calibragem será diferente. “Existe uma calibragem definida para cada peso que o carro pode suportar. Se você vai viajar com carro lotado ou mala cheia, essa pressão precisará ser maior, assim o veículo terá mais estabilidade e melhor dirigibilidade direcional, se movimentando com maior segurança”, explica Marcelo Farias. Para saber os valores recomendados para seu carro, consulte o manual do fabricante.

AR-CONDICIONADO

Até que ponto manter o ar-condicionado do carro aumenta o consumo da gasolina? Nos carros mais antigos, muito. Ele reduz consideravelmente a potência do motor, que acaba precisando de mais combustível para funcionar melhor. Então, nas cidades, para economizar gasolina, opte por manter o vidro aberto.

Já nas estradas, a situação é outra: se você escolher manter a janela do carro aberta, o vento irá criar uma grande resistência, empurrando o veículo na direção contrária. Assim, o carro precisará de mais força – e mais combustível – para conseguir vencer essa resistência. Nesse caso, vale mais a pena manter o ar-condicionado ligado.

Marcelo Farias explica, no entanto, que a central de injeção eletrônica dos carros mais novos consegue controlar melhor o funcionamento do ar-condicionado e, consequentemente, equilibrar o gasto extra de combustível. “Esse consumo, hoje, é mínimo”, frisa.

DIREÇÃO

Os motoristas também podem adotar alguns comportamentos melhores para economizar combustível enquanto estão dirigindo. Assim, evitar saídas e frenagens bruscas e não cantar pneu são medidas que devem ser observadas. Além disso, fique atento à rotação do motor: quanto mais baixa ela estiver, menos combustível o carro irá consumir. “Observar a relação entre a rotação e a velocidade é fundamental para a troca de marcha no momento correto. Se essa marcha for trocada na hora errada, posso ter um aumento no consumo”, detalha Farias.

 MANUTENÇÃO

Manter as manutenções em dia também é importante para economizar combustível, uma vez que garante que o motor estará funcionando corretamente. O manual do fabricante indica de quanto em quanto tempo devem ser feitas as revisões. “A troca dos filtros, fluidos e das velas de ignição, por exemplo, devem ser feitas no prazo correto. Esses elementos favorecem a economia de combustível e, além disso, trazem mais segurança para o motorista”, destaca Farias.

GASOLINA OU ÁLCOOL?

Em geral, a autonomia do veículo é menor quando se opta por abastecê-lo com etanol. Para garantir a melhor economia para o motorista, é essencial comparar o valor dos combustíveis. Em média, se o valor do álcool for menor ou igual a 70% do valor da gasolina, vale a pena abastecer com o biocombustível. “Sempre que houver a necessidade de trocar de um combustível para o outro, o ideal é que isso seja feito aos poucos, não de forma brusca. O motorista precisa testar, porque cada carro se comporta de uma forma diferente com a troca de combustível”, explica.(Ascom)

CDL alerta: estelionatários estão enganando mototaxistas para aplicar golpes em Petrolina

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A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) alerta o comércio para uma nova modalidade de golpes aplicados contra empresários em Petrolina. Para a execução do crime, os golpistas contratam mototaxistas, que não sabem que estão sendo usados por criminosos.

O golpe ocorre quando estelionatários de outras localidades entram em contato com empresários cobrando dinheiro por serviços prestados por empresas conhecidas, e acionam um mototaxista, que deve receber o dinheiro e depositar em uma conta bancária.

A modalidade de golpe foi descoberta, após dono de uma rede de farmácias da cidade, registar um B.O (Boletim de Ocorrência). “Estavam usando meu nome de forma ilegal para aplicar esse tipo de golpe. Esses criminosos se identificam através de contato telefônico como se fosse a minha pessoa para que a vítima realize uma transferência bancária ou pagamento através de terceiros. Quero alertar que essa ação é mentirosa e descabida”, relata.

A recomendação que a CDL solicita às vítimas do golpe, é que as mesmas entrem em contato com a Polícia e realize um boletim de ocorrência. Outra sugestão é que as pessoas devem checar sempre com as empresas sobre pagamentos e nunca efetuar depósitos em conta de terceiros. Também é primordial a verificação da agência, se for fora de Petrolina, desconfie e não faça depósito.(Ascom)

Segunda onda já lota hospitais paulistas

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A Santa Casa abriu 30 novos leitos de enfermaria para covid, mas a pressão sobre o sistema hospitalar não diminuiu

Segunda onda já lota hospitais paulistas

Cidades do interior de São Paulo enfrentam a segunda onda da covid-19 com hospitais lotados. Já há doentes morrendo por falta de leitos de UTI, segundo parentes das vítimas. Em pelo menos cinco cidades, além da capital paulista, já foram detectados pacientes com a variante do novo coronavírus. Segundo o governo estadual, entre quinta e sexta-feira mais 398 pacientes foram internados.

Em Jaú, onde já circula a variante do Amazonas, foram registrados 78 novos casos de infecção na quinta-feira. A Santa Casa abriu 30 novos leitos de enfermaria para covid, mas a pressão sobre o sistema hospitalar não diminuiu. Foram confirmadas mais seis mortes pela doença na cidade – agora são 258 óbitos -, mas ainda há três em investigação. A prefeitura apelou para que pessoas de outras cidades não visitem Jaú.

Lockdown

Em Araraquara, onde foram constatados 12 casos da variante brasileira, pelo quarto dia consecutivo, a quinta-feira teve UTIs lotadas. Nos últimos dois dias, nove pacientes morreram. Dos 209 pacientes internados, 60 estão em UTI. Do total de internados, 35 são de outros municípios. A cidade se mantém em lockdown.

Campinas tinha, anteontem, apenas 4 leitos de UTI disponíveis e 219 doentes internados. Em Sorocaba, o hospital estadual Adib Jatene voltou a registrar 100% de ocupação, com pacientes em seus 20 leitos de UTI covid. O Hospital das Clínicas de Botucatu registrou mais uma vez ocupação acima de 100%. “Neste momento, além dos 30 leitos de UTI covid disponíveis, mais 2 estão ocupados por quatro pacientes positivos”, informa em nota.

Em Valinhos, a quinta-feira foi o quarto dia consecutivo de 100% de ocupação em vagas de UTI. Em redes sociais, moradores pediram a regressão da cidade da fase amarela para a vermelha. Em Vinhedo e Mogi Mirim, a lotação dos leitos de UTI é de 100%. E Presidente Prudente registrou recorde de hospitalizações desde o início da pandemia, com 99 pessoas internadas – 36 em UTI. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 POR ESTADÃO CONTEÚDO

Boas perspectivas marcam posse da nova diretoria do Sicredi Vale do São Francisco

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Com a perspectiva de chegar a R$ 500 milhões de ativos totais em 2023, a cooperativa de crédito Sicredi Vale do São Francisco empossou nesta sexta-feira (19) a nova diretoria executiva para o quadriênio 2021/2024.

Obedecendo os protocolos de saúde para prevenção à Covid – 19, a solenidade começou com os pronunciamentos dos representantes da nova diretoria, Albérico Pena (diretor Executivo), Benedyto Sávio (diretor de Negócios) e Edson Cavalcanti (diretor de Operações).

De acordo com o presidente do Conselho de Administração da entidade, Antonio Vinicius Ramalho Leite, os novos diretores têm pela frente o desafio de ampliar os horizontes da cooperativa que vem obtendo um dos melhores desempenhos entre as 108 unidades do Sistema Sicredi em todo País. “Além do crescimento dos ativos totais, vamos trabalhar para a obtenção de sobras da ordem de R$ 15 milhões e uma carteira de crédito de R$ 150 milhões, além de chegar em 2024 com 9 mil associados”, ressaltou. Hoje o Sicredi Vale do São Francisco tem 4.450 associados.

Para o diretor de Operações, Edson Cavalcanti, as metas da nova diretoria executiva refletem o potencial de desenvolvimento do Vale do São Francisco. “Vamos potencializar as vocações da região, maximizando o trabalho a partir de Petrolina – PE e Juazeiro-BA com metas financeiras e físicas realizáveis”, pontuou.

Edson Cavalcanti acrescentou também que até o final do ano o Sicredi Vale do São Francisco entrega a agência da avenida da Integração (próximo ao Hospital da Unimed) em Petrolina, em fase final de construção. “Temos ainda como meta a expansão dos negócios e ações sociais para cidades circunvizinhas com um projeto itinerante que vai levar atividades educativas de cooperativismo de crédito e de capacitação, além da difusão dos nossos 305 produtos com destaque para o empréstimo consignado, de veículos, energia solar, para capital de giro e aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas e médicos”, concluiu.

As perspectivas das cidades inteligentes, humanas e sustentáveis foi tema de webinar na Rede UniFTC

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Petrolina está entre as cidades nordestinas mais inteligentes do Brasil de acordo com o  Ranking Connected Smart Cities 2020

Apesar de ser um tema relativamente recente, o conceito de cidades inteligentes (Smart City) já se consolidou como assunto fundamental discutido no mundo para a conquista de um desenvolvimento sustentável. Quais as perspectivas das cidades inteligentes, humanas e sustentáveis? O que é uma cidade inteligente e o que faz? O uso estratégico de infraestrutura, serviços, informação e comunicação tem sido prioridade nas gestões urbanas das cidades que pretendem ser consideradas inteligentes (Smart City), informou a arquiteta e Mestre Profissional em Arquitetura e Urbanismo, Aline Gonçalves, durante o webinar promovido pela Rede UniFTC.

“Quando falamos de cidade inteligente, estamos num tripé: capital humano, governança e tecnologia. São cidades comprometidas com o desenvolvimento urbano e a transformação digital sustentáveis. Um sistema inteligente que visa dar respostas às necessidades econômicas e sociais, atuando de forma planejada, inovadora e inclusiva, em seus aspectos econômicos, ambiental e sociocultural e sempre visando a melhoria da qualidade de vida”, disse.

De acordo com Aline, no Brasil já existe a Smart City Laguna, no Ceará, perto da capital Fortaleza e também em Natal, com conectividade, espaço público, coleta de lixo e mobilidade. De acordo com o Ranking Connected Smart Cities 2020, que mede o nível de inteligência das cidades, São Paulo é a cidade brasileira mais inteligente do país. Na região Nordeste, Recife é considerada a cidade mais inteligente e Petrolina ficou classificada na 18ª posição entre cidades médias, com 100 a 500 mil habitantes.

O Ranking Connected Smart Cities é realizado desde 2014 e tem o objetivo de mapear as cidades com maior potencial de desenvolvimento no Brasil,através de indicadores econômicos, sociais e ambientais.

Existem algumas dimensões que indicam o nível de inteligência do município baseado em eixos como Educação, Tecnologia, Urbanismo, Saúde, Mobilidade, Economia, Emprego, etc. “Uma cidade inteligente possui taxa de emprego alta, possui ciclovia e estímulos para transporte público, reduzindo o uso do transporte individual. Nos ambientes escolares, o aluno precisa ter computador com uma conexão rápida e eficiente. As cidades devem ter espaço público para lazer, além de segurança e respeito ao meio-ambiente. Uso estratégico, para que não haja desperdício, como o uso de postes para controle do tráfego e lâmpadas inteligentes visando mais economia”, destacou a especialista.

Aline sinalizou a importância das pessoas terem consciência ambiental e educacional. “Cidadãos inteligentes para cidades inteligentes. A mudança inicia em cada um. Separe o lixo orgânico do seco, economize água, use menos o carro. Quanto mais o arquiteto atua como um cidadão, com atitudes cuidadosas, mais cidades inteligentes são construídas”, considerou a especialista Aline Gonçalves.

Atualmente já existem estratégias para testar iniciativas urbanas com games, através de apps urbanos. “As pessoas propõem soluções variadas e o joguinho, através de uma gestão compartilhada, pode conseguir ideias inovadoras que contribuem com o desenvolvimento da cidade ou de um bairro. Existem Smarties Cities com contribuições para prevenção e combate ao coronavírus, com o uso de drones de vigilância com inteligência artificial. O equipamento aplica regras de distanciamento, monitora o uso de máscara e entrega de suprimentos médicos. O mundo já está conectado e esta é uma tendência maior ainda no futuro”, concluiu a arquiteta.

Claudia Raia diz que o Brasil é machista e não valoriza a mulher de mais de 50 anos

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A atriz tem chamado a atenção por falar sem restrições sobre a menopausa e a sexualidade da mulher depois dos 50 anos

Claudia Raia diz que o Brasil é machista e não valoriza a mulher de mais de 50 anos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Quando tinha 16 anos e foi convidada pela primeira vez para posar nua para a Playboy, Claudia Raia diz que não sabia o que fazer. Pediu ajuda para a mãe, Odette, que a aconselhou a aceitar a proposta. Depois que a revista foi publicada, 90% dos alunos deixaram a academia de dança que a matriarca da família comandava em Campinas, no interior paulita.

Mesmo assim, Claudia relata que a mãe se manteve firme na sua posição.”Ela disse: ‘Minha filha, se essas pessoas saíram é porque elas não tinham que estar aqui. Elas não são pessoas da arte, então, não me interessa ter alunos desse tipo aqui na academia.'”

Para a atriz, essas e outras posturas feministas de dona Odette -que faleceu em 2019 aos 95 anos- foram exemplos fundamentais para a sua formação e para que ela, ao longo de sua carreira, enfrentasse e superasse adversidades. Como o “massacre” de críticas que recebeu pelo seu jeito italianado de falar ao interpretar Tancinha em “Sassaricando” (1987) -que logo se tornou sucesso popular.

Agora, aos 54 anos, Claudia Raia tem chamado a atenção por falar sem restrições sobre um tema que ela diz ainda ser considerado tabu no Brasil: a menopausa e a sexualidade da mulher depois dos 50 anos. A atriz e produtora teatral relata que começou a abordar o assunto, porque ela mesma tem passado por isso. “Só que nunca nenhuma mulher conhecida ou celebridade falou sobre isso, porque todo o mundo disfarça.'”

“Vamos nos unir, vamos dar as mãos e vamos falar sobre isso”, convoca ela, destacando que o Brasil é “extremamente machista” e, por isso, não valoriza essa mulher que “tem força, é resolvida e independente”.

Em quase uma hora de conversa por telefone, Claudia Raia falou sobre esses e outros assuntos, como a sua biografia “Sempre Raia um Novo Dia”, lançada com a escritora Rosana Hermann. Na obra, ela conta, sem pudores, sobre amores passados, como o romance que viveu com Jô Soares e o casamento com Alexandre Frota, as tentativas de estupro que sofreu em Nova York quando tinha 13 anos, além de curiosidades da sua vida e carreira.

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Confira a seguir os principais trechos da entrevista.

Como foi o processo de recordar sua história para o livro “Sempre Raia Um Novo Dia”?

Foi um processo muito louco, muito diferente. Foi lindo, emocionante, em alguns momentos foi duro, em outros foi muito alegre, muito celebrativo. A Rosana [Hermann] também se envolveu muito com a minha história. Tinha momentos em que eu acordava de manhã, tinha um recado dela no celular às 4h: ‘Claudia, eu não consigo dormir, porque eu só consigo me lembrar de você em Nova York, com 13 anos, com a sua mala na mão depois de ter sofrido uma tentativa de abuso.’ Ela foi vivenciando junto comigo. Eu ligava para ela e dizia: ‘Rosana, calma, está tudo bem, eu não estou mais em Nova York, eu moro aqui no Brasil, está tudo bem. Eu tenho uma casinha ótima, eu tenho família, está tudo certo.’ Se eu tinha que rememorar esse momento profundo e dar de cara com a minha história e comigo mesma, eu acho que não poderia ter sido melhor.

Você sempre foi de falar abertamente sobre tudo ou isso veio com o tempo. Como a história das duas tentativas de estupro que você sofreu em Nova York. Você já falava sobre isso antes?

Ninguém falava disso. E mesmo que falasse, a mulher não era escutada. A gente não tinha voz. E se eu contasse isso para alguém lá atrás, as pessoas iam achar normal. É incrível falar isso, mas era um pouco normal que uma menininha muito jovem, muito lindinha, muito gostosinha estivesse sendo assediada por um cara mais velho que estava oferecendo a casa para eu ficar. Hoje, a gente tem consciência e fala: ‘Eu sofri um monte de abuso e nem percebi’. Ou eu percebi e tive que ficar quieta. Ou percebia e falava que tinha sido agredida, mas os outros não viam assim. Sempre fui uma pessoa que fala tudo o que tem vontade de falar. Eu sempre fui assim. Nunca tive grilo. E acho que quando você escreve um livro de memórias ou você conta ou você não escreve um livro. Só que eu acho que hoje alguém para e nos escuta. Alguém percebe que isso, sim, é um abuso ou uma tentativa de abuso.

Você fala que vem de uma família de mulheres feministas. Mas feminismo é uma palavra que não se usava no passado, era considerada pejorativa.

A minha mãe, minha avó sofreram muito esse preconceito, porque elas eram mulheres sozinhas, meu avô e meu pai morreram muito cedo. Minha mãe tinha atitudes absolutamente feministas. Ela vinha de uma família tradicional, meu avô era barão do café, ricos, da alta sociedade campineira. E ela era bailarina nos anos 1930 e 1940, estudava dança no porão da casa, com um professor que vinha dar aula para ela. Ninguém tomava essa atitude se não fosse feminista, ela ia contra tudo e todos. Tantas coisas que ela fez e foi acusada: ‘Ah, uma mulher viúva, sozinha, com duas filhas, tem uma academia de dança, tem uma academia de artes’. Uma das atitudes mais incríveis que eu vi dela foi quando eu fui convidada para fazer a minha primeira Playboy. Na época era muito normal, mas eu fiquei sem saber, eu era muito nova, tinha 16 anos. E a mamãe disse: ‘Faça, filha, acho que pode ficar muito bonito, e isso é um passo importante de maturidade’. A palavra não era empoderamento, mas o que ela queria dizer era a importância de se colocar e tal. Eu fiz o ensaio e ficou realmente lindíssimo. Quando saiu a Playboy, 90% dos alunos saíram da academia. E ela se manteve absolutamente firme. Eu que cheguei preocupadíssima, e ela disse: ‘Minha filha, se essas pessoas saíram é porque elas não tinham que estar aqui. Elas não são pessoas da arte, então, não me interessa ter alunos desse tipo aqui na academia.’ Em momento algum ela desistia do propósito, isso foi um grande exemplo para mim.

Essa posição da sua mãe te preparou para outras adversidades da sua carreira? Você conta, por exemplo, que a crítica não gostou da sua interpretação de Tancinha em “Sassaricando” (Globo, 1987).

Não é que eles não gostaram, eles me massacraram. Diziam que ninguém falava daquele jeito, que aquilo era um tipo irreal. E foi uma loucura, porque a minha preparação foi com a Íris Gomes da Costa, que até hoje é preparadora da Globo. Eu fui a feiras no Brás, ficava sentada, observando, vendo, como eles se comportavam para poder criar a Tancinha. Mas eu fui absolutamente massacrada. O Silvio de Abreu [autor da novela] me dizia: ‘Não mude nada. Tenho certeza que Tancinha vai sair o maior sucesso da sua carreira.’ E assim foi. Foi uma comoção nacional, mas no começo foi só porrada.

Essa postura das mulheres feministas da família te ajudou então neste início mais difícil?

Total. Eu fui chamada para fazer Viva o Gordo (Globo, 1981-1987) e “Roque Santeiro” (Globo, 1985) fundamentalmente pela minha beleza e meu “physique”, digamos assim, da mulher gostosa. Eu saquei isso, e falei: ‘Ok, é essa porta que está aberta para mim, vou entrar por aqui e chegando lá, eu mudo a história’. Eu tinha isso claramente na minha cabeça. No Viva o Gordo eu trabalhava com os melhores profissionais da comédia. Eu lembro que o meu horário para chegar era 14h, 15h, e eu chegava às 10h porque eu queria ver como eles faziam. Eu tinha dois caminhos: ou eu continuava a fazer a gostosona e aos 30, 35 anos, minha carreira acabava, ou eu me tornava uma atriz. E eu falei: ‘Eu quero ser uma atriz. E eu vou lutar por isso.’ Usei a minha beleza para mostrar minha essência, meu talento.

Conta um pouco dos seus personagens dessa época.

Algumas vezes caia no meu colo papéis com a mesma temperatura e eu tinha que me virar nos 30 para fazer um diferente de outro. Não tem como você comandar o que está na cabeça das pessoas, mas é possível inovar, transformar, mostrar um outro lado seu de atriz. Tive uma oportunidade incrível quando fui chamada para fazer “Engraçadinha” [Globo, 1995]. Foi um perrengue para conseguir. [Ela relata no livro que fez o teste escondido do diretor Carlos Manga, que não a via como a personagem] Eu também ia atrás do que queria, lutava pelos personagens. Algumas vezes deu certo, outras não, como o Tonhão, da TV Pirata [Globo, 1988-1990]. Tive que convencer Guel [Arraes] a me dar o papel. Porque tem uma coisa: sou capricorniana, não desisto. Hoje, a maturidade me ajudou um pouquinho nessa teimosia. Têm coisas que não valem a pena, tem montanha que não vale escalar.

Você tem falado muito sobre menopausa e a sexualidade depois dos 50. A menopausa ainda é um tabu?

Total. Eu acho que nós mulheres somos preparadas para tudo: puberdade, menstruação, gravidez, amamentação, mas a gente não é preparada para menopausa. E, de repente, vem uma avalanche hormonal em cima de você, e você fica ali: o que isso? O que eu estou sentindo? O que eu tenho que fazer? Ninguém fala sobre isso. Eu comecei a virar uma porta-voz do “ageless” [movimento que defende que moda e beleza não têm idade], porque eu resolvi fazer aquela série “50 e Tantas”, no IGTV [no Instagram]. E as mulheres começaram a responder ‘ajuda a gente, fala mais’. Então comecei a ir atrás. Esse é meu lugar de fala, eu estou passando por isso. Só que nunca nenhuma mulher falou sobre isso, todo o mundo disfarça. Vem aquele fogacho, vem aquele calor, a pessoa já te olha de lado. Inclusive comentários de mulheres. Pelo amor de Deus, cadê a sororidade? Que a mulher está passando por um momento que daqui a meia hora você vai passar. Vamos nos unir, vamos dar as mãos e vamos falar sobre isso. No Brasil se cultua muito a juventude.

Sim, mas por quê?

Por causa do machismo, uma mulher mais jovem poucas vezes tem uma opinião muito formada, uma personalidade muito firme, são raras as jovens que têm isso. Fica aquela menina mais bobinha, mais ingênua, manipulada pelos homens. Isso é totalmente machista. Tem essa mulher de opinião, carreira formada, bem-sucedida e que não necessariamente precisa de homem para sobreviver -digo no sentido financeiro, porque óbvio que todo o mundo quer um grande amor. Esse tipo de mulher não cabe para os homens, eles não dominam. Se eles não dominam, eles não querem. Essa é a minha avaliação.

Mas estamos avançando, você acha?
​Sim, estamos. Avançando devagarzinho, acho que ainda temos uma legião de machismo. Acho que, inclusive, embutido em nós mulheres. Acho que a gente fala frases machistas, a gente acha coisas machistas. É muito cultural ainda, a gente tem que ir gritando para sermos escutadas.

Em Sertânia-PE, Bolsonaro participa dos testes iniciais do Ramal do Agreste

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) esteve em Sertânia, no Sertão do Moxotó, interior de Pernambuco, para participar dos primeiros testes do Ramal do Agreste, obra de infraestrutura hídrica, pretende levar abastecimento de água para cerca de 2,3 milhões de pessoas.

Ao lado do ministros Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria do Governo), Gilson MAchado (Turismo) e do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e de apoiadores, o presidente fe o acionamento das comportas do Ramal do Agreste, o primeiro passo para a integração hídrica que levará água a partir do Eixo Leste, beneficiando 68 municípios pernambucanos.

Ramal do Agreste

Após saírem do reservatório de Barro Branco, as águas passam por oito canais, três sifões e três túneis, que somam 37,4 quilômetros, até chegar ao reservatório Negros, que tem capacidade de armazenar 14,7 milhões de metros cúbicos de água. Toda essa estrutura integra o Marco 1 da obra, que ainda é composto por mais dois trechos.

O empreendimento tem 70,8 quilômetros de extensão e capacidade de vazão de 8 mil litros de água por segundo. Quando finalizado, o Ramal do Agreste levará as águas do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco para a região de maior escassez hídrica de Pernambuco.
A obra do Ramal do Agreste, que completou 84,15% de execução, está prevista para junho de 2021.

Informações da Folha de Pernambuco