O Brasil voltou a registrar mais de mil mortes decorrentes do novo coronavírus em apenas 24 horas. De acordo com o Ministério da Saúde, o país registrou 1.382 óbitos neste domingo (07/06), além de mais 12.581 casos confirmados de covid-19. Com isso, já são 37.312 mortes e 685.427 infectados na pandemia.

O balanço diário do novo coronavírus foi divulgado pelo Ministério da Saúde por volta das 21h deste domingo, em um novo formato. O boletim voltou a apresentar a evolução da pandemia no país, com os dados acumulados desde março. Porém, não trouxe de forma clara o número de novos registros diários do coronavírus. Para chegar a esse resultado, foi preciso subtrair do acumulado informado pelo governo o total de casos e mortes registrado no dia anterior.

Em nota divulgada neste domingo, após um fim de semana marcado pelas críticas à tentativa do governo de dificultar o acesso aos dados do coronavírus, o Ministério da Saúde alegou que “está finalizando a adequação da divulgação e ferramentas de informação sobre casos e óbitos de Covid-19”. “O objetivo é que, nos próximos dias, estejam disponíveis em uma página interativa que possa trazer os resultados desejados pelo usuário. Assim, será possível acompanhar com maior precisão a dinâmica da doença no país e ajustar as ações do poder público diante a cada momento da resposta brasileira à doença”, afirmou a pasta.

Ainda assim, os dados deste domingo mostram que o coronavírus segue causando muitas perdas no país. É que o total de 1.382 mortes registradas hoje só é menor do que o recorde diário de 1.473 mortes, que foi registrado na última quinta-feira (04/06). E, com isso, o Brasil ficou ainda mais perto da Inglaterra, que hoje tem o segundo maior volume de mortes decorrentes da covid-19 do mundo: 40.625.

O número de novos casos (12.581), por sua vez, é bem inferior aos mais de 30 mil infectadoss que vinham sendo registrados nos últimos dias. Porém, a linha histórica da covid-19 também mostra que é comum haver certa subnotificação nos domingos, o que acaba sendo compensado ao longo da semana seguinte.(Agência Brasil)

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