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Boletim da Covid-19 dessa sexta-feira (28/05) em Pernambuco

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, nesta sexta-feira (28/05), 736 casos da Covid-19. Entre os confirmados hoje, 153 (21%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 583 (79%) são leves. A redução no registro de casos leves no informe de hoje foi motivada pela instabilidade no sistema do Ministério da Saúde, durante todo o dia de ontem, que impossibilitou a notificação pelos municípios.  Agora, Pernambuco totaliza 473.326 casos confirmados da doença, sendo 44.225 graves e 429.101 leves, que estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Além disso, o boletim registra um total de 397.631 pacientes recuperados da doença. Destes, 25.667 eram pacientes graves, que necessitaram de internamento hospitalar, e 371.964 eram casos leves.

Também foram confirmados laboratorialmente 62 novos óbitos (38 masculinos e 24 femininos), ocorridos entre os dias 14/12/2020 e 27/05/2021. As novas mortes são de pessoas residentes dos municípios de Afogados da Ingazeira (1), Aliança (1), Araripina (1), Arcoverde (1), Belo Jardim (1), Cabo de Santo Agostinho (1), Caetés (1), Calçado (1), Caruaru (2), Chã de Alegria (1), Custódia (1), Gameleira (1), Garanhuns (4), Jaboatão dos Guararapes (6), Jupi (1), Limoeiro (2), Nazaré da Mata (1), Olinda (3), Palmares (1), Petrolina (2), Recife (21), São Caitano (1), São Joaquim do Monte (2), São José do Belmonte (1), São Lourenço da Mata (1), Serra Talhada (1), Timbaúba (1) e Vitória de Santo Antão (1). Com isso, o Estado totaliza 15.657 mortes pela doença.

Os pacientes tinham idades entre 26 e 95 anos. As faixas etárias são: 20 a 29 (2), 30 a 39 (2), 40 a 49 (6), 50 a 59 (12), 60 a 69 (14), 70 a 79 (12), 80 ou mais (14). Do total, 41 tinham doenças preexistentes: doença cardiovascular (21), diabetes (17), hipertensão (10), obesidade (10), doença respiratória (4), doença renal (3), doença neurológica (3), histórico de AVC (2), tabagismo (2), doença de Alzheimer (2), doença cromossômica (1), doença autoimune (1), doença reumática (1), hipotireoidismo (1), etilismo (1) e imunossupressão (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Os demais seguem em investigação.

Com relação à testagem dos profissionais de saúde com sintomas de gripe, em Pernambuco, até agora, 29.527 casos foram confirmados e 51.261 descartados. As testagens entre os trabalhadores do setor abrangem os profissionais de todas as unidades de saúde, sejam da rede pública (estadual e municipal) ou privada. O Governo de Pernambuco foi o primeiro do país a criar um protocolo para testar e afastar os profissionais da área da saúde com sintomas gripais.

OXIGÊNIO – Em reunião do Comitê Estadual de Enfrentamento à Covid-19, na tarde desta sexta-feira (28.05), o secretário estadual de Saúde, André Longo, voltou a informar que não há, em Pernambuco, risco de desabastecimento de oxigênio hospitalar, nem comprometimento na produção do insumo. O gestor estadual lembrou que a principal fornecedora do gás no Brasil, que mantém contrato de abastecimento para a rede estadual de saúde, conta com planta industrial no Estado, responsável, inclusive, pelo fornecimento de oxigênio para outros Estados da Região Nordeste.

Longo também disse que o relato de falta do insumo em cidades do Agreste, como Lajedo e João Alfredo, foi motivado por problemas na logística dos fornecedores de gases dos municípios.

“Eu gostaria de deixar bem claro que não há falta de oxigênio nas 66 unidades de saúde do Governo de pernambuco, tampouco nas unidades de referência para atendimento dos casos de Covid na rede estadual. O abastecimento desse e de outros insumos para os hospitais estaduais está assegurado pela empresa fornecedora de gases hospitalares para o nosso sistema de saúde. Temos registrados, sim, casos de municípios que, em suas unidades próprias, estão tendo dificuldade em repor seus estoques. Muitos desses municípios possuem contratos com empresas de pequeno porte que não estão conseguindo atender o aumento da demanda”, afirmou.

Diante das informações e solicitações dos municípios, motivado também pela aceleração da doença no Agreste do Estado, que tem provocado a saturação da rede hospitalar da Região, o Governo de Pernambuco começou a enviar 149 concentradores de oxigênio para cidades pernambucanas com o objetivo de auxiliar os gestores municipais na qualificação da assistência à Covid-19. Além disso, a Secretaria de Saúde de Pernambuco está em contato permanente com os gestores municipais, esmiuçando a situação e procurando soluções.

“Estamos fazendo um levantamento detalhado da situação de cada cidade e já iniciamos o auxílio dos casos mais graves. Distribuimos concentradores de oxigênio para 44 prefeituras do interior, solicitamos ao Ministério da Saúde mais 500 desses equipamentos, além de 1 mil cilindros de oxigênio, e estamos encontrando formas de ampliar nossos contratos para atender aos pedidos que têm chegado”, destacou Longo.

O secretário também informou que a Central de Regulação Hospitalar vem atuando para fazer o encaminhamento de pacientes de unidades municipais de menor porte, que relatam dificuldade de abastecimento, para serviços de referência da rede estadual, garantindo que nenhum pernambucano fique sem assistência.

Longo ainda alertou sobre a necessidade de respeito às medidas restritivas vigentes no Estado.  “Volto a reforçar que estamos vivendo uma reaceleração da doença em nosso estado, principalmente no Agreste, e, neste momento, precisamos do engajamento e conscientização de todos para o cumprimento das medidas restritivas. É hora de ficar em casa, de só sair se for realmente necessário. E, se sair, usar máscara corretamente. Além de reforçar o distanciamento e evitar aglomerações. O curso da pandemia está em nossas mãos. Nossas atitudes serão determinantes para o futuro e o controle da pandemia” finalizou.

BALANÇO DA VACINAÇÃO – Pernambuco já aplicou 2.679.537 doses da vacina contra a Covid-19, das quais 1.767.945 foram primeiras doses. Ao todo, foram feitas a primeira dose em 274.618 trabalhadores de saúde; 25.925 povos indígenas aldeados; 41.008 em comunidades quilombolas; 7.623 idosos em Instituições de Longa Permanência; 586.317 idosos de 60 a 69 anos; 394.377 idosos de 70 a 79 anos; 106.566 idosos de 80 a 84 anos; 90.061 idosos a partir de 85 anos; 1.340 pessoas com deficiência institucionalizadas; 10.286 trabalhadores das forças de segurança e salvamento; 190.577 pessoas com comorbidades; 9.638 pessoas com deficiência permanente; 29.609 gestantes e puérperas.

Em relação à segunda dose, já foram beneficiados 212.977 trabalhadores de saúde; 25.587 povos indígenas aldeados; 1.188 em comunidades quilombolas; 5.539 idosos institucionalizados; 242.998 idosos de 60 a 69 anos; 302.374 idosos de 70 a 79 anos; 53.924 idosos de 80 a 84 anos; 61.509 idosos a partir de 85 anos, 1.145 pessoas com deficiência institucionalizadas; 4.351 trabalhadores das forças de segurança e salvamento; totalizando 911.592 pessoas que já finalizaram o esquema.(Ascom)

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