Radialista Vinicius de Santana

*Marcelo Damasceno

As oposições em Petrolina estão bordando contra Miguel Coelho, ou constroem uma armadilha combinada para empurrar a eleição para previsível SEGUNDO TURNO, com convicção que o fracasso político de Bolsonaro fragiliza a DIREITA em Petrolina?

A novidade por aqui é a aposta que o PC do B faz ao convidar o radialista VINICIUS DE SANTANA, para uma candidatura majoritária. VINICIUS, ex-homem da confiança em  verões passados, do senador Fernando B. Coelho (MDB-PE) quando este governava Petrolina. Os ventos partidários e circunstâncias econômicas e ideológicas mudaram a rotina coelhista na cidade e sob uma conjuntura regional com tinta forte em carregamento nacional. FBC sobreviveu em mutações ao seu estilo bem pessoal. Vinícius, retomou sua radiodifusão destacada em liderança nata, junto à categoria que protagoniza a comunicação social e de imprensa. Vinícius manteve luz própria. Secretário municipal respeitado, assessor leal de FBC, marcou época na Emissora Rural no microfone e na gerência de gente e interesses da rádio católica. Hoje, está conectado virtual com blog que carrega seu nome. Apresentando sempre com habilidade e percepção humana, hoje em programas de rádio por duas estações, de teor partidário divergente, a Grande Rio de AM de convicções conservadoras, por seu grupo direitista(grupo Coelho), e, a Ponte FM, dirigida por um consórcio petista(Odacy Amorim).

Caso se defina a candidatura de Vinicius a prefeito pelo PC do B, um novo cenário de proposta política e dividendos eleitorais, modificando as fatias de militância e tática de guerra em conchavos obscuros e imprevisíveis alianças. Os nomes da oposição, Júlio Lossio, Odacy Amorim, Marcos Hedijanio, Gabriel Menezes, Lucas Ramos e Antonio Quirino , navegam implicitamente nessa FRENTE eleitoral, repartida taticamente num primeiro turno onde o inimigo a ser batido é o candidato bolsonarista, prefeito Miguel Coelho(DEM-MDB) candidato da situaçao.

Miguel enfrenta também um fogo amigo em seu núcleo político e familiar, o PSDB de seu primo Guilherme Coelho.  Dessa temporada de conversas e estratégias do interesse macro e micro político, a sucessão municipal em Petrolina, passa pelo governador Paulo Câmara, empurrado para uma condição de coadjuvante, amargando esse desastre partidário do seu PSB que protagoniza com maioria de deputados estaduais e administrando setores estratégicos em Pernambuco. Essa eleição desafia profetas e pais de santo em imprevisível atmosfera política e social.

*Marcelo Damasceno é Repórter de Petrolina PE.

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