Secretária de Saúde de Juazeiro participa do 8º Fórum de Mobilização Antimanicomial na UNIVASF

Representando o poder público municipal, a Secretária de Saúde Fabíola Ribeiro participou nessa terça-feira (15), da abertura do 8º Fórum de Mobilização Antimanicomial que aconteceu no complexo multieventos da UNIVASF em Juazeiro.

Com o objetivo de defender o bem comum reunindo representantes políticos, profissionais da área de saúde municipal e estadual, docentes e estudantes de psicologia, público atendido nos centros psicossociais, foi aberto e traçado o cronograma para os três dias de eventos envolvendo toda a sociedade.

Para a Coordenadora Geral do Fórum a psicóloga Bárbara Cabral, já é possível cuidar de uma pessoa que tenha transtorno psíquico sem que seja de maneira excludente. “Precisamos apenas adaptar toda a rede para que possam ser atendidos e capacitar esses profissionais para a prestação de atendimento quando o paciente tiver algum transtorno”, explicou.

Juazeiro hoje conta com três Centros de Atendimentos Psicossociais (CAPS’s) e um ambulatório que funciona na Policlínica e todos os atendimentos prestados ao público que utiliza os serviços nesses centros seguem o que institui a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), com modelo de atenção em saúde mental a partir do acesso à promoção de direitos das pessoas baseadas na convivência dentro da sociedade.

O município de Juazeiro vem avançando nos serviços buscando construir uma rede de atenção psicossocial que perpassa pelos CAPS’s e alguns avanços estruturais já foram realizados como: a reforma do CAPS II e o CAPS AD, a mudança de endereço do CAPS i para um local mais adequado e a implantação do CAPS III, um espaço que irá funcionar 24h e fora da pejorativa de manicômio.

Durante o evento a Secretária de Saúde Fabíola Ribeiro falou da importância na reflexão não somente da rede municipal de saúde como também da região. “Estamos aqui para construir de forma coletiva com sociedade, universidade, usuários e profissionais da saúde para que consigamos colocar em prática as idéias aqui discutidas. O mais importante é conseguirmos fortalecer os vínculos desses usuários enquanto seres humanos, recolocá-los no ambiente familiar, de trabalho e conseguir fechar a rede assistencial do cuidado”, pontuou a Secretária. (Ascom)





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