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Psicóloga da UPAE/IMIP de Petrolina explica origem do “Janeiro Branco”

 

“Todo ano a vida oferece 365 dias em branco para que possamos escrever ou reescrever uma nova história. O mês de janeiro nos traz uma sensação de começo e isso passa pela reorganização de planos, metas, objetivos e dos próprios sentimentos. É um quadro pronto para ser desenhado, sem os velhos conceitos e tabus. Uma excelente chance para pensarmos sobre o que nos faz bem e sobre o que já não nos cabe mais”, diz a psicóloga da UPAE/IMIP de Petrolina, Tatiany Torres.  

E é com essa introdução que a profissional começa a sua reflexão sobre o “Janeiro Branco” – campanha nacional que alerta sobre a saúde mental e emocional. Nas palavras do também psicólogo e idealizador da campanha, Leonardo Abrahão, o mês de janeiro foi o escolhido por predispor (em termos culturais e simbólicos) as pessoas a pensarem sobre suas vidas em diversos aspectos. “E isso contribui significativamente com a saúde mental”, acredita Tatiany.

As discussões sobre o tema visam diminuir os sérios prejuízos causados à população. “As taxas de transtornos mentais e suicídios estão cada vez mais crescentes, o alto índice de violência é preocupante, e os sinais claros de que as pessoas têm cada vez menos um sentido saudável para a sua existência e relacionamentos nos fazem crer que investir em psidoeducação e educação em saúde seja o melhor caminho”, defende.

A sociedade atual vive tão acelerada e focada (de forma obsessiva) em números, metas, índices de produtividade e imposições de consumo que as pessoas começaram a adoecer e passaram a precisar de ajuda especializada. Uma dica simples para se perceber o momento certo de buscar um profissional é: avalie se a maneira que está lidando consigo mesmo, com as questões da vida e as pessoas ao seu redor têm produzido mais prejuízos ou equilíbrios.

É importante buscar sempre a ajuda correta. Os psicólogos, por exemplo, possuem conhecimentos, técnicas e metodologias de trabalho que ampliam, de maneira significativa e comprovada, as visões sobre a vida e os potenciais de elaboração por parte daqueles que os procuram. “O SUS dispõe de apoio psicológico, inclusive através do Nasf, Caps e ambulatórios. É só ir ao núcleo de saúde da família mais próximo e se informar”, orienta Tatiany. (Ascom)





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