Na Bahia, Olodum se torna patrimônio imaterial cultural do estado

 
Projeto de lei foi aprovado esta semana, pela Assembleia Legislativa da Bahia

O bloco afro Olodum agora é patrimônio cultural imaterial do estado. A Assembleia Legislativa da Bahia aprovou o projeto de Lei 22.249/ 2017, que reconhece o Olodum como patrimônio cultural imaterial do Estado da Bahia, em votação na noite de ontem. A proposta é da deputada Luiza Maia (PT), que destacou a importância da entidade: “Olodum é guardião da cultura viva baiana e merece esse reconhecimento oficial dos poderes públicos. Além do sucesso no âmbito da música, o Olodum cuida de projetos sociais, desenvolve ações de combate à discriminação racial e luta pela garantia dos direitos humanos. É preciso valorizar essas ações da entidade, que promovem a cultura baiana. Além disso, o legado do Olodum serve de exemplo para outros grupos afrodescendentes”, justificou.

Em abril, o Olodum completou 38 anos de fundação.  Neste período, deixou deixou de ser apenas um bloco afro para se tornar uma organização não governamental (ONG), que envolve, além do bloco e da banda, projetos sociais como a Escola Olodum. O grupo já passou por 37 países e aqui mesmo recebeu os astros Paul Simon, em 1990, e Michael Jackson, em 1996, para conhecer de perto o som percussivo que chamou a atenção do mundo para Salvador. (Correio*)





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